Texto Qm sou eu

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Réveillon.


Eu amo o Ano Novo!
Ter a família toda reunida,
Esquecendo a falsidade durante todo o ano...
Estando juntos, unificados e cheios de alegria. Como amo!


Meus netos, meus filhos,
Até mesmo bisnetos. Haha!
Todos reunidos naquela grande ceia.
Que esplendor! Vou até tirar uma foto.
Óh céus! Esqueci como tira um print.


Todo mundo se reuniu
Viajaram para longe...
Se alienando com as boas coisas da vida...
E ficou somente eu aqui, sozinho.


Enquanto minhas pernas tanto doem,
Eles não pensam em mim,
Nem nessa, nem n'uma outra possível vida...
Mesmo assim, os amo.
Os amo nessa, e em todas as outras possíveis vidas.
São eles que me coroaram com essa dádiva: Avô do ano.
No dia dos avós até me sinto especial...


Vou desligar a ligação,
Amanhã acordo cedo, venha almoçar aqui.
Não vai dar? Tudo bem, meu amor.
Deus o abençoe, meu filho! Vovô e vovó te amam.


Minha velha, não chore,
Eu estou contigo por mais um ano,
E que venha saúde e vida.

Poeta.


Tanto escreves sobre os outros...
Tanto sofres, óh eu lírico,
Tanto mendigas e recebes pouco,
Tanto almejas ser prodígio.


Onde encontras teu refúgio?
Da maldade, da tua luta...
Fazes daqui tua terra, céu, chão e eterna labuta...
Mas continuas sendo fugitivo.


Romantizas a morte,
Não temes a ninguém,
Escrever é o que vivo lhe mantém
E mesmo assim, medroso foges...


Não fujas, poeta!
Teu chamado depende de ti,
Letra bonita? Isso pouco importa!
O que importa é o enredo que sofrestes por trás da história.


Poeta, querido poeta, inútil não és!
Erga-te! O mundo precisa te ouvir.
Pegue seu papel, admire e escreve,
Passe os sentimentos, quero todos poder sentir.

Se souber pouco na sua profissão, atenha-se ao mais seguro.

Desse modo, ainda eu não seja considerado inteligente, passará confiança. Aquele que sabe pode se arriscar a fazer o que quer, mas saber pouco e arriscar-se é jogar-se voluntariamente no precipício. Quando se sabe pouco, é melhor seguir pela estrada principal. Deve-se manter o caminho reto e não faltará o caminho firme. Em todos os casos, sabendo ou não sabendo, a segurança é mais prudente que a singularidade.

Eu sempre sorrio
quando sinto que vou chorar
Pergunto sempre o motivo,
mas perdido em encontrar


Acho que tem pergunta
que nem nasce,
para não ter
de se explicar


Um dia a dor se assentou
sem poesia e nem pudor falou:
gente não é tão bonita
quando tira o dom do amor


Esses telefones malditos
roubaram o olhar da mesa
todo mundo cheio de fala
e vazio de presença


Então já não vivo pra caber
no que esperam de mim
podem dizer que eu enlouqueci
mas foi lá fora que eu vi o fim


Chame do nome que quiser
dê o sentido que achar
cada um chama de verdade
aquilo que pode aguentar


E outra coisa ei de falar...
Se nem mesmo a sombra que me segue
anda igual à de ontem,
por que insistem em me ver igual?


Já cheguei ao meu trigésimo janeiro
sem troféu, nem carnaval
não sei se isso é conquista
ou só se é um ritual


Eu sei que nós já fomos melhores
ou só menos distraídos
tem tristeza que incendeia
e ainda mantém a gente vivo


E rico mesmo é quem tem tempo
o resto é ilusão
o mundo vende pressa
e cobra o coração


E como dizia nosso Kierkegaard
para todos que quisessem escutar,
Não é preciso dar a volta ao mundo
pra se encontrar no fim:
quem anda tempo suficiente
descobre casa dentro de si.

Eu deveria ter percebido quando as rosas morreram
Deveria ter percebido o fim do verão em seus olhos
Eu deveria ter entendido que, quando você disse boa noite
Na verdade, você estava dizendo adeus…
Meu bem, não é engraçado como nunca se aprende a cair?
Na verdade, você está de joelhos quando pensa que está de pé…
Mas só os tolos sempre acham que sabem tudo
E eu fiz o papel de tolo por você
Eu chorei e chorei, houve noites em que morri por você, meu bem…
Eu tentei e tentei negar, mas esse amor me enlouqueceu…
E agora que o amor que eu tinha por você se foi
E o rio que chorei foi em vão
Então eu errei
Sim, eu errei
Essa não é mais uma música de amor
Eu sinceramente pensei que você e eu resistiríamos à prova do tempo
Como se tivéssemos saído impunes do crime perfeito
Mas éramos apenas uma mentira na minha mente
Eu estava cego
Lembra daquelas noites em que o mundo poderia terminar?
As sensações não desapareciam
Mas você e eu nunca existimos de verdade
Há coisas que nunca mudam
Isso me deixou tão furioso, porque eu queria tanto a felicidade pra nós
E agora é tudo tão triste que não vale a pena olhar pra trás
E agora que o amor que eu tinha por você se foi
E o rio que chorei foi em vão
Então eu errei
Sim, eu errei
Essa já não é uma música de amor…
Se a dor que eu senti quase me matou
E o motivo foi algo que eu imaginei e segurei
Então eu errei
Sim, eu errei
Essa não é uma música de amor
Eu chorei e chorei, houve noites em que morri por você, querida
Eu tentei e tentei, mas esse amor me enlouqueceu…
Agora que o amor que eu tinha por você se foi
E que o rio que eu chorei foi em vão
Então eu estive o tempo todo errado
Sim, eu errei
Essa nunca foi uma música de amor
Se a dor que eu senti foi tão forte
Mas o motivo foi algo a que eu me prendia
Então eu errei
Sim, eu errei
Essa nunca foi a canção de amor

Amor traiçoeiro


- Hoje, eu não confio em ninguém, justamente por causa disso, os mesmos hipócritas que choram pelo amor verdadeiro, que imploram pela verdadeira conexão, lealdade, e etc.. são os mesmos falsos traidores! Lembre-se, tudo que a gente faz, volta pra gente, nem sempre da mesma pessoa atingida, mas um dia, talvez a gente ame verdadeiramente, intensamente uma pessoa, e quando menos a gente espera, ela nos trai e nos decepciona, isso é um fato! Se a gente não focar na direção que a gente cobra, o ciclo se repetirá na angústia eternamente! ✨

Eu mudei há muito tempo.
Não por ser um mau-caráter, nem por ser um tolo distraído.
Mudei porque não aceito mais caminhar lado a lado com o caretismo que me acompanhava nas vilas da vida.
Não faço questão alguma de voltar ao que eu era antes.
Acordei a tempo de me proteger da tempestade,
de erguer minha própria fortaleza,
de entender que a mudança não foi fraqueza,
foi coragem.
Hoje sigo firme, sem olhar para trás.
Quem quiser caminhar comigo, que venha com verdade.
Quem não quiser, que fique preso às suas próprias sombras.
Eu sigo livre. Eu sigo desperto sem ninguém pra me atrapalhar.

2025 eu sofri uma década, envelheci de estresse, fui otária, levei volta, sofri com deslealdade, fui amiga de quem me ferrou, vivi pra família,me estressei, fui desrespeitada. Eu fiquei com cara de 50 anos, por que será?
Só sei que eu liguei o foda-se e não serei mais as versões anteriores. Me julguem!

***


"Eu tinha tanto pra dizer,
mas nada que eu possa fazer,
vai melhorar a maneira de alguém me ver,
ou me olhar com bons olhos: AFINAL
o MAL
está na imperfeição,
o coração
das pessoas estão viciados em julgar, em vez de experimentar a empatia, aquela qualidade abençoada pelo o nosso Criador."


***

“Senhor, livra me do medo, da incerteza, da desesperança, indecisão e fraqueza, eu me apego em tua graça, teu poder, ó pai, me faça forte, se eu merecer,me cubra com o sagrado e divino manto, elimina minhas dores, culpas e prantos, proteja os meus dessa mesma dor, prostrado de joelho, eu te peço senhor”


Niasa

Fui questionado. Por que não faz poesia romantica, de amor?


Eu não escolho escrever tristeza! Eu registro a vida como ela chega, as dores, os conflitos, as tensões internas, a frustração com o mundo e com as pessoas.


Meu estilo é mais cronista emocional do que romântico. Talvez seja isso. Observo, sinto, processo, e transformo isso em palavras.


o amor costuma ser silencioso, íntimo, discreto. O amor deveria ser obrigatório, nativo...
Enquanto a dor, o conflito e a luta interior são barulhentos, urgentes, empurram pra fora.


Eu escrevo sobre o que aperta, o que incomoda, o que pesa, porque é isso que pede expressão.


Mas vou tentar...

Eu penso em muitas coisas, de outras eu recordo, de outras tenho saudades!
Pensamentos vêm e vão!
Recordações chegam e passam!
Saudade vem, faz sofrer e vai embora!
Já ela, na minha mente, não passa, nem vai embora... ela está sempre ali o dia todo, o tempo todo, o ano todo! Ali guardadinha no meu coração!

Se eu penso nela?
Pensamentos vêm e vão!
Se eu tenho saudades?
Saudade machuca mas passa!
Se eu lembro dela?
Quando se lembra é porque em algum momento se esqueceu!
Mas ela nunca vai!
Ela nunca passa!
Ela mora em minha cabeça, tá ali em meio ao mundo confuso dos meus pensamentos!
Ela está ali entre os risos e lágrimas, entre a multidão e a solitude!
Ela está sempre ali, dentro do coração!

Eu não demonstro sentimento com excesso de palavras.
Demonstro com presença, com cuidado, com atitudes silenciosas.
Quando eu gosto, eu facilito o dia, ajudo, penso no detalhe, apareço do jeito que sei. É assim que digo “eu tô aqui”. Não sou do tipo que puxa assunto sem motivo.
Não sei sustentar conversas vazias só para marcar presença.
Mas se me chamar, eu fico.
Se precisar, eu faço.
Se for de verdade, eu cuido.
Tenho me descoberto mais reservada, mais seletiva, mais fiel à minha essência. E isso não me entristece. Porque não é frieza é maturidade. Não é indiferença, é profundidade. Deus tem colocado no meu caminho pessoas que entendem isso. Que não me criticam, não me pressionam, não confundem silêncio com jogo ou diferença com charme. Pessoas que acolhem quem eu sou, sem tentar me moldar.
Eu não amo alto. Eu amo firme.
E quem sabe sentir, entende.

Narciso



Quando ele precisa, ele me procura.
Quando percebe que eu posso seguir em frente, aparece só para marcar território.
Ele pode tudo. Eu, quase nada.


Está sempre mais cansado, sempre trabalha mais, sempre acha que a vida dele é mais difícil que a de qualquer outro.
Tudo o que é dele parece maior, mais pesado, mais importante.


Diz que não tem amigos, mas vez ou outra está com eles.
Reclama da solidão, mas rejeita a presença de quem quer cuidar, somar, estar de verdade.


No fundo, não é sobre cansaço.
É sobre controle.
Sobre manter alguém disponível sem assumir responsabilidade.
Sobre querer acolhimento sem abrir espaço.
Sobre não estar sozinho, mas também não permitir ser acompanhado.


E isso cansa.
Porque quem fica sempre à disposição também se esgota.

Foi nesse contexto que eu nasci.


Dois dos meus irmãos passaram a rodar a cidade de Olinda, indo de casa em casa, durante toda a vida. Eu sempre soube da existência deles, mas nunca os conheci pessoalmente, porque a minha avó não permitia que eu tivesse contato. Eu era impedido de conviver com eles.


Fui criado dentro de uma casa fechada. Não tinha acesso à rua, não tinha acesso à convivência. Era assim a cultura da época. Uma espécie de prisão. Muitas vezes eu ficava trancado dentro de um quarto escuro, principalmente por eu ser um menino muito elétrico.


Os castigos eram constantes. Começavam em casa e continuavam na escola. Muitos deles envolviam ficar de joelhos sobre caroços de feijão. Foram muitas violências físicas e emocionais, que hoje eu reconheço como torturas.


Eu só vim conhecer o que era infância perto dos meus 15 anos, quando fui para o Rio de Janeiro. Nesse período, minha própria avó já não me aguentava mais. Eu havia entrado em um processo de rebeldia que fugia completamente ao controle que ela tentava exercer sobre mim, inclusive por meio da religião.


O primeiro livro que eu li na vida, e do qual jamais vou esquecer, foi “A Verdade que Conduz à Vida Eterna”. A partir dali, comecei a me questionar profundamente. Que Deus é esse que permite que crianças sejam mantidas trancadas, sofrendo, enquanto adultos observam calados? Que Deus é esse que convive com hipocrisia e com abusos, inclusive abusos sexuais contra crianças, praticados por pessoas próximas, muitas vezes ligadas ao ambiente religioso, em quem minha avó confiava cegamente?


Nada disso se apaga. Não adianta tentar suavizar. Nada muda a dor que senti naquele momento e a dor que ainda sinto hoje. É por isso que, em muitos momentos da minha vida, eu só consegui dizer: mundo, afasta de mim esse cálice.


Dando continuidade, meu irmão Joel, o mais novo, que tinha apenas 40 dias de nascido quando ficou trancado naquela casa, foi criado pela minha avó paterna, mãe do meu pai. Eu fui criado pela minha avó materna, mãe da minha mãe. Cada um de nós seguiu um caminho separado.


Eu só fui entender, de fato, o que era família por volta dos 15 anos. Foi quando saí de Olinda e fui para o Rio de Janeiro. Lá encontrei uma estrutura familiar diferente, já formada. Foi ali que ganhei mais dois irmãos, do segundo e verdadeiro casamento da minha mãe.


Esse homem, companheiro da minha mãe até os últimos dias da vida dela, tem todo o meu respeito. Ele cuidou não apenas dos filhos dele, mas também de dois filhos que não eram biologicamente dele, mas eram filhos dela. Foi ali que eu vi, pela primeira vez, um cuidado real.


Minha mãe só voltou a ter contato com os filhos que moravam em São Paulo quando eu fui para lá, depois do período no Rio de Janeiro. Fui eu quem trouxe esses irmãos para ela reencontrar. De tão distante que tudo tinha ficado, ela já nem lembrava mais como esses meninos eram.


É desse lugar que eu falo quando falo de rejeição. Não é teoria. É história vivida.


Fernando Kabral


7 de janeiro de 2026
9:58


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Professora Jacy,


Eu queria lhe explicar com calma uma coisa que, para muita gente, parece exagero quando a pessoa fala, mas é real: o sentimento de rejeição não nasce do nada. Ele pode começar muito cedo, antes mesmo da gente entender o mundo.


Na década de 60, o mundo girava de outra forma. Existia uma cultura muito dura com as mulheres e com as crianças. Muitas famílias viviam na pobreza extrema, sem apoio, sem orientação, sem saúde emocional, sem planejamento familiar. Muita gente tinha filhos em sequência, no automático, porque era assim que se vivia. E criança, naquela época, muitas vezes não era vista como sujeito, como pessoa com necessidade de cuidado e proteção. Era só “mais uma boca”, e pronto.


Quando uma criança nasce dentro de um ambiente de briga constante, abandono, desestrutura, medo e falta de afeto, ela cresce sentindo que não tem lugar. Às vezes nem precisa alguém dizer “eu não te quero”. A rejeição se forma pelo clima: silêncio, ausência, descuido, humilhação, falta de acolhimento, falta de segurança.


No meu caso, a história familiar começou com conflitos graves entre meus pais. Ainda no ventre, eu já estava dentro de uma casa sem paz, sem estrutura emocional. Depois disso, veio um período de abandono e separação. Eu cresci com marcas dessa desorganização familiar, e isso mexe com a cabeça e com o coração de qualquer criança.


E tem outro ponto importante: quando uma criança é criada por alguém que não tem preparo emocional, ou que vê a criança mais como obrigação, ou como alguém para “servir” dentro de casa, essa criança aprende cedo que o amor é condicionado. Ela aprende que precisa ser útil para merecer presença, comida, atenção, carinho. E isso é um tipo de rejeição também. Porque a criança entende que, se ela não for “boa” ou “útil”, ela não vale nada.


Então, professora, quando eu digo “me senti rejeitado”, eu não estou falando só de um momento específico. Eu estou falando de uma construção. É como uma ferida que vai sendo alimentada com o tempo: abandono, desatenção, falta de colo, falta de escuta, falta de segurança, falta de carinho. E depois, na vida adulta, a pessoa vira alguém que tenta compensar isso do jeito que dá: trabalhando demais, buscando aprovação, se doando, se cobrando, se sentindo sempre “a menos”, mesmo quando está fazendo o melhor.


Eu quis lhe explicar isso porque eu confio na senhora e eu respeito sua sensibilidade. Eu não estou pedindo pena, nem justificando nada. Eu só estou mostrando o contexto para a senhora entender como certas dores não começam na fase adulta. Elas vêm de muito antes, lá de trás.


Obrigado por me ouvir.
Fernando Kabral




7 de janeiro de 2026


9:35

Quem dera eu pudesse estar aí pra ti dar um abraço, e hj é um dia tão especial para mim,
Pois eu ter você como minha mulher, é uma honra!
E não basta só eu falar que te amo, mas não é só isso, você é o amor de todos nós.
Você é uma pessoa incrível, você é a pessoa mais forte que eu já pude conhecer, uma pessoa assim tão delicada e amorosa, sempre de coração bom e gentil.
Você me salvou de mim mesmo, me faz querer ser melhor a cada dia, eu já não sei mais viver sem você, rs eu te amo!

*Tesouro e fé*


Para longe eu vou
Não há lugar, nem prisão
Livre por dentro
Ainda que ao redor prisão


Longe daqui
Esqueço que vim de lá
Onde pessoas más empreendem confusão
Haja paz e liberdade dentro de mim


Ninguém pode prender o livre pensador
Podem boicota-lo
Mas não encerra-lo em prisões
Homem de fé já é livre por definição


Aposenta a cidadania
Vive a cosmopolia
Desacultura teus costumes
Faz jus a aventura


Não violes
Não sejas pródigo
Não seja insólito
Mas viva com propósito


Aproveite, cresça
A terra está aí
Deus a fez te deleita
Conquista o ouro, a prata, a terra e a fama


Seja fiel a Deus
Não esbanja
Nem coma com os porcos na lama
Não troque seu Deus por um prato de lentilha


Atenta, caminho em sua luz
Não almeja o que seduz
Nem tudo que reluz é ouro
Mas guarda o teu tesouro, que é a tua fé


Dionísio C.S. Oliveira
Janeiro/2026

Eu não vou me perder na tua loucura,
nem me curvar diante do teu vazio vulgar.
Minha essência não se vende, não se dobra,
sou raiz que cresce em solo limpo,
sou chama que arde sem se apagar.


Habito um mundo que não conhece contaminação,
onde o silêncio é sagrado
e a verdade é meu único escudo.
Não me alcançam tuas sombras,
não me ferem tuas máscaras.


Eu caminho erguido,
com passos firmes sobre a terra da minha própria criação.
Sou dono da minha paz,
guardião da minha liberdade.
E nada — absolutamente nada
vai me arrastar para fora do meu horizonte.


Hum homem fraco, implora para sentar na mesa das aparências.
Hum homem forte não mendinga atenção.
Afinal o homem tem suas próprias decisões.