Texto Pro Homem que te fez Sofrer

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A maldade é a vingança do homem contra a sociedade, pelas restrições que ela impõe. As mais desagradáveis características do homem são geradas por esse ajustamento precário a uma civilização complicada. É o resultado do conflito entre nossos instintos e nossa cultura. Muito mais desagradáveis são as emoções simples e diretas de um cão, ao balançar a cauda, ou ao latir expressando seu desprazer.

Na parábola do bom samaritano, Santo Agostinho identifica o Senhor com o bom samaritano, e o homem assaltado pelos ladrões com Adão, origem e figura de toda a humanidade caída. Levado por essa compaixão e misericórdia, o Verbo Eterno desce à Terra para curar as chagas do homem, fazendo-as suas próprias.

Entenda que nem todo homem está pronto para ser aquele amigo que escuta seus segredos ou te acalenta nos momentos de carência afetiva. Mas se ele perceber que a coisa é séria, se for um amigo de verdade, não te abandonará. Ter amigos homens é criar uma amizade onde nem mesmo as piores barras serão suficientes para nos afastar. Se estiver triste, bem baixo astral e ligar para um amigo, por mais que ele seja um tosco, saberá escutar e fará de tudo para deixa-la mais alegre, nem que tenha que leva-la para encher a cara!

"O homem que se contenta em viver com uma companheira bela e útil, mas que não usa a mente perdeu em satisfações voluptuosas o gosto por deleites mais refinados; nunca sentiu a calma satisfação que refresca o coração sedento de ser amado por alguém que poderia entendê-lo. Mesmo na companhia dessa esposa, ele ainda está sozinho, a menos que aceite submergir no estado de animal."

Sábio foi o homem que escolheu o silêncio como forma discução. O silêncio é o argumento dos sábios. Certas coisas não valem as palavras, ou até mesmo os gritos. Certas coisas são tão insignificantes que não valem um espaço no pensamento, nem mesmo um pouco de raiva. Como uma crítica mal feita, mal elaborada. Certas coisas não valem o esforço de uma atitude drástica. Sábio é aquele que escolhe o silêncio como arma. Na madrugada gelada o silêncio é o cobertor dos mendigos. Na tarde chuvosa o silêncio é som da leitura. O silêncio é uma oração, um credo, um amém. O silêncio é desespero, é calmaria, é tempestade, é garoa; O silêncio é o livro dos sábios, é o prefossor da criança psicopata e o amigo do escritor romancista. O silêncio é a guerra interna que acontece dentro de mim.

Quando um grande amor é rejeitado na vida de um homem, ele tenta fujir, se esconder ou buscar um outro lugar onde o sol brilhe mais forte um segundo Amor...Sim, o coração de um homem e capaz de Amar novamente, não porque o homem é um carrasco ou não nega a sua propria índole, mais sim porque o Amor é Divino e sempre nos dá uma nova chande de recomeçar;, Mais o grande, o verdadeiro, aquele amor que nos deixa feridas gostosas de relmbrar e sentir nunca é esquecido, ele nunca morre apenas muda de status. O Homem é capaz inúmeras vesez, mais o grande e verdadeiro amor só acontece uma unica vez!

A idade do homem é algo impressionante. É um resumo de sua vida: a maturidade é alcançada lentamente e sobre muitos obstáculos, doenças curadas, perdas, desesperanças superadas e riscos assumidos inconscientemente; a maturidade formada por tantos desejos, esperanças, remorsos, coisas esquecidas, amores. A idade do homem representa uma carga preciosa de experiências e memórias.

O mundo não é bom nem mau; cada homem constrói seu próprio mundo. Um cego pensa num mundo duro ou macio, frio ou quente. Somos uma mistura de felicidade e sofrimento, como já tivemos ocasião de comprovar centenas de vezes em nossa vida. Em geral os jovens são otimistas e os velhos, pessimistas. Os jovens têm a vida diante de si, os velhos queixam-se de que seu tempo já passou; centenas de desejos insatisfeitos debatem-se em seus corações. Contudo ambos são tolos. A vida é boa ou má de acordo com o estado de espírito com que a contemplamos. Em si mesma, não é nada. O fogo, em si mesmo, não é bom nem mau. Quando somos aquecidos por ele, dizemos: “Como é lindo o fogo!”Ao queimar-nos os dedos, nós o condenamos. De acordo com o uso que fazemos dele, ele nos causa uma sensação boa ou má. O mesmo se dá com o mundo.

Nunca deixe um homem definir quem você é. Nunca pegue o homem de alguém emprestado. Se ele traiu alguém com você, ele te trairá! Um homem vai te tratar do jeito que você permite que ele te trate! Todos os homens NÃO são cachorros! Você não deve ser a única a fazer tudo. Compromisso é uma via de mão dupla. Você precisa de tempo para se cuidar entre as relações. Veja as suas questões antes de um novo relacionamento. Você nunca deve olhar para alguém sentindo que a pessoa irá te completar. Uma relação consiste em dois indivíduos completos.

Em muitos relacionamentos, o homem se sente ameaçado pela magnificência da mulher, e descobre uma infinidade de meios para fazê-la questionar sua própria beleza e força. Um homem seguro não se sente ameaçado pelo poder intelectual ou emocional de uma mulher, mas celebra a oportunidade que essa feliz parceria lhe oferece. (Marianne Williamson em "O valor da Mulher")

“Dizemos que a metafísica consiste em o homem buscar uma orientação radical em sua situação. Mas isso supõe que a situação do homem — isto é, sua vida — consiste numa radical desorientação. Não dizemos, pois, que o homem, dentro de sua vida, se encontre desorientado parcialmente nesta ou noutra ordem, em seus negócios ou em seu caminhar por uma paisagem, ou na política. Aquele que se desorienta no campo busca um mapa ou uma bússola, ou pergunta a um transeunte, e isso lhe basta para se orientar. Mas nossa definição pressupõe uma desorientação total, radical; ou seja, não que aconteça ao homem de se desorientar, de se perder em sua vida, mas sim que a situação do homem, a vida, é desorientação, é estar perdido — e por isso existe a metafísica”.

Será que um homem que ama o seu Senhor estaria disposto a ver Jesus vestindo uma coroa de espinhos, enquanto ele mesmo almeja uma coroa de louros? Haveria Jesus de ascender ao trono por meio da cruz, enquanto nós esperamos ser conduzidos para lá nos ombros das multidões, em meio a aplausos? Não seja tão fútil em sua imaginação. Avalie o preço; e, se você não estiver disposto a carregar a cruz de Cristo, volte à sua fazenda ou ao seu negócio e tire deles o máximo que puder, mas permita-me sussurrar em seus ouvidos: “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?".

(...)Quando Deus uma vez perdoa a um homem, Ele jamais o condena de novo. Não é característico de Deus agir sem sinceridade com as pessoas. Se estou em Cristo Jesus, o veredicto de "Nenhuma Condenação" é obrigatoriamente meu, sempre, pois quem pode condenar aquele por quem Cristo morreu? Ninguém, pois, "os que justificou, também os glorificou". Se você confia sua alma à Expiação realizada pelo sangue de Cristo, você está absolvido e pode seguir seu caminho em paz, sabendo que nem morte, nem inferno jamais o separará de Cristo! Você pertence a Ele e pertencerá a Ele eternamente!

(...) Eu sou um homem ridículo. No momento dizem que estou louco. Seria um título excelente, se para eles eu não permanecesse nada mais que ridículo. Mas de ora em diante eu não me zango mais, todo mundo é assas e gentil pra comigo, mesmo quando caçoa de mim, e, dir-se-ia, mas gentil ainda naquele momento. Eu riria de bom grado com eles, não tanto de mim mesmo quanto para lhes ser agradável, se não sentisse tal tristeza ao contemplá-los.

Fiódor Dostoiévski
O Sonho de um Homem Ridículo

⁠A um homem agrada acreditar que é o mestre de sua alma. Mas, enquanto ele não for capaz de controlar seu humor e emoções, ou de estar consciente das miríades de maneiras secretas pelas quais os fatores inconscientes se insinuam em seus acordos e decisões, certamente ele não é o mestre de si próprio.

[...] O homem é uma máquina. Tudo que faz, todas as suas ações, todas as suas palavras, seus pensamentos, sentimentos, convicções, opiniões e hábitos, são resultados de influências exteriores. Por si mesmo, o homem não pode produzir um só pensamento, uma só ação. O homem é uma máquina que apenas responde a estímulos externos

A velha noção antropomórfica de que todo o universo se centraliza no homem – de que a existência humana é a suprema expressão do processo cósmico – parece galopar alegremente para o balaio das ilusões perdidas. O fato é que a vida do homem, quanto mais estudada à luz da biologia geral, parece cada vez mais vazia de significado. O que, no passado, deu a impressão de ser a principal preocupação e obra-prima dos deuses, a espécie humana começa agora a apresentar o aspecto de um subproduto acidental das maquinações vastas, inescrutáveis e provavelmente sem sentido desses mesmos deuses.

A que poderíamos comparar o homem que passa por adversidades em sua vida? A um bloco de mármore no qual o escultor talha uma bela estátua... Reagindo ao escultor o bloco pensa: 'batem em mim, estragam-me, insultam-me, quebram-me, estou perdido...' Esse mármore é um tolo ... A vida nos esculpe. Faz de nós uma obra-prima. (adaptação)

Você nunca pode dizer o que está incomodando um homem. Até coisas mais triviais podem se tornar terríveis quando você entra num certo estado mental. E o pior de todas as fadigas e tormentos produzidos pelo medo e pela agonia é aquele que você não consegue explicar ou compreender ou até mesmo pensar. Apenas se lança sobre você como uma chapa de metal e não tem como sair dela. Nem mesmo por $ 25 a hora. Suicídio? O suicídio parece incompreensível, a não ser que você mesmo esteja pensando nele.

Não acreditamos que esta Terra é um vale de lágrimas em que o homem está condenado à destruição. Não achamos que a tragédia é nosso destino natural e não vivemos sempre temendo o desastre. Não pensamos no desastre enquanto não temos motivos específicos para esperá-lo, e, quando o encontramos, temos liberdade para combatê-lo. Não é a felicidade, mas o sofrimento, que consideramos antinatural. Não é o sucesso, e sim a calamidade, que consideramos a exceção anormal na vida humana.

Ayn Rand
A revolta de Atlas. São Paulo: Arqueiro, 2012.