Texto para um Amor te Esquecer

Cerca de 150852 frases e pensamentos: Texto para um Amor te Esquecer

Subiram dois ao templo santo,
Um com orgulho, outro com pranto.
Um olhava ao céu com soberba no olhar,
O outro ao chão, com temor no falar.

⁠O fariseu erguia voz segura:
“Jejuo, dizimo, guardo a escritura!
Não sou como os outros, injustos, perdidos,
Muito menos como este, aqui, caído.”

Inserida por MiriamLeal

⁠Pois se o Céu celebra o arrependido,
Quem é você pra ficar ofendido?
Há um espírito sutil e perigoso,
Com aparência de santo e piedoso,
Mas por dentro é trono falso, é vaidade:
Rejeita o caído, nega a verdade.
Se esquece do Filho Pródigo voltando,
Enquanto o irmão mais velho vai murmurando.
Reclama da festa, recusa o perdão,
Mas o Pai diz: “Esse é meu filho do coração.”

Inserida por MiriamLeal

⁠Um Resumo de Como as Heresias Penetraram na Igreja de Cristo a Partir do 3° Século.
Até o 3° século a Igreja (gente, discípulos/as de Cristo) caminhava de acordo com os ensinos de Jesus, dos Apóstolos e pais da igreja (discípulos dos Apóstolos). A igreja começou a se distanciar da fé genuína a partir do fim do 3° século (313 d.C.), quando Constantino ganha a batalha de Magêncio e atribui essa vitória a interferência de Cristo em seu favor, numa suposta visão que ele teve, onde Cristo lhe dava essa vitória. Foi a partir desse episódio que ele decreta que a fé em Cristo, agora seria a religião oficial do Império Romano. A partir desse ato, o Evangelho passou a ser conhecido como Cristianismo. É a partir desse período que o Evangelho começa a ser descaracterizado e sistematicamente modificado. Agora o Evangelho é fundido com o estado, e Constantino se torna automaticamente o chefe do estado e também da igreja. Portanto, foi a partir desse período que o paganismo é a cultura greco-romana começaram a entrar na igreja e a descaracterizarem da sua forma original.
A evolução das heresias na Igreja de Cristo:
No ano 300 d.C. se iniciou a oração pelos mortos, e nesse mesmo ano também adotou-se o sinal da cruz.
No ano 320 d.C. foi autorizada a confecção e o uso de velas de cera nos períodos de culto.
No ano 375 d.C. a igreja adota a adoração aos anjos, dos santos mortos e do ofício e confecção do uso de imagens.
No ano de 394 d.C. a missa é instalada e ordena-se que seja feita diariamente.
No ano 500 d.C. os padres se autoproclamam sacerdotes, começando a se vestir de forma diferente dos leigos.
No ano de 593 d.C. Gregório I cria a doutrina do purgatório (lugar intermediário onde ficam as almas); nesse purgatório as almas podem ser salvas pela intervenção dos vivos aqui na terra, com orações, missas ou ofertas em dinheiro por elas.
No ano 600 d.C. Gregório I introduz o latim nas missas, e nesse mesmo ano orações são formuladas para serem dirigidas a Maria como mediadora de Deus e os homens.
No ano 607 d.C. o papado romano é instaurado; o imperador Flávio Focas se declara bispo universal, dando início a uma das maiores heresias da igreja, o papado romano.
No ano 786 d.C. o culto a cruz e o culto às imagens e relíquias foram autorizados pelo papado.
No ano 850 d.C. a água benta é misturada com sal, abençoada por um sacerdote, santificando o local onde ela é aspergida.
No ano 995 d.C. o papa João XV ordena a canonização dos santos e em 998 certos homens e mulheres passaram a ser considerados santos.
No ano 1079 d.C. Gregório VIII decreta o celibato (proibição de casamento para os sacerdotes) do sacerdócio.
No ano 1090 d.C. é instaurado o rosário, uma reza mecânica, criada por Pedro o Ermitão.
No ano 1184 d.C. é instituída a inquisição pelo concílio de Verona. A igreja entra na chamada era das trevas, onde se inicia a caça a bruxas, perseguições, torturas e mortes contra todos que discordassem de suas leis.
No ano 1215 d.C. é introduzido o ensino da transubstanciação (onde a hóstia se transforma no corpo de Cristo real) pelo padre Inocêncio III e nesse mesmo ano também é instituída a confissão de pecados aos sacerdotes no concílio de Latrão.
No ano 1229 d.C. é instaurado a proibição da Bíblia aos leigos e colocado no índice de livros proibidos no concílio de Valença. A leitura da Bíblia passou a ser permitida somente pelo alto clero.
No ano 1251 d.C. foi criado o escapulário (um pedaço de pano que envolve integralmente os ombros de quem o veste) por Simão Stock, um frade carmelita inglês. O escapulário surgiu de suposta visão de Stock de uma certa figura que se autodenominou nossa senhora de Carmelo; e essa figura na visão, lhe entregou o escapulário como símbolo de proteção, e então eles passaram a acreditar que esse escapulário era um sinal externo de proteção Mariana, que consiste na consagração da santíssima virgem Maria.
No ano 1414 d.C. é proibido o uso do suco da vide na ceia.
No ano 1439 d.C. o purgatório é proclamado como um dogma pelo concílio de Florença, no mesmo ano é instaurada a doutrina dos 7 sacramentos (batismo, crisma, eucaristia, penitência, unção dos enfermos, ordem e matrimônio).
No ano 1508 d.C. é aprovado a oração para ave Maria pelo papai Sisto V.
No ano 1506 d.C. o papa Júlio II iniciou a construção da basílica de São Pedro, que custaria uma fortuna. Foi quando ele teve a ideia de implementar uma das piores heresias dentro da igreja, a indulgência papal (era um documento assinado pelo papa e comprado por qualquer pecador que receberia perdão total de seus pecados, garantido assim seu lugar no céu). O perdão agora, já não era mais pelo sacrifício de Cristo.
A igreja de Cristo havia se perdido e se tornado herética, e estava afundada no paganismo. Mas isso não quer dizer que todos os discípulos/as de Cristo tinham se desviado, porque sempre houve homens e mulheres que desde o início da estatização e paganização da igreja no 3° século se posicionaram contra; mas quase todos foram perseguidos, presos, torturados, calados e mortos das piores formas possíveis por uma "igreja" que não era mais a Igreja de Cristo; mas que havia se apropriado do nome de Cristo e se tornado uma potestade do mal entre os homens. Essa caricatura bizarra da Igreja de Cristo, agora dominava quase tudo e todos (ciência, artes, religião, territórios etc...) por um período conhecido como a idade das trevas ou idade média (séculos IV e XV).
Foi nesse período que Deus trabalhou no coração de um monge da ordem Agostiniana, que morava no interior da Alemanha, na cidade de Wittenberg. O nome desse monge era Martinho Lutero, que lutava internamente com sua salvação e não entendia como funcionava a justiça de Deus. Mas quando ele é enviado para Roma, e começa a estudar o Novo Testamento Grego, se depara com a carta de Romanos, no capítulo 1 e versículo 17, onde diz "que o justo viverá pela fé", sua compreensão muda completamente, é ai que ele dá início ao movimento da Reforma protestante, iniciado 100 anos antes pelos pré-reformadores (João Wycliff (1325-1384), João Huss (~1372-1415) e Jerônimo Savonarola (1452-1498), por combaterem irregularidades e imoralidades do clero, condenar superstições, peregrinações, veneração de santos, celibato e as pretensões papais), mas calados pela "igreja" estatal.
A reforma protestante tinha o objetivo de fazer a igreja voltar às fontes, ao Evangelho genuíno, de onde ela nunca deveria ter se desviado. O restante da história nós já conhecemos e não é preciso relatar o que aconteceu depois que Lutero afixou as 95 teses na porta da igreja do castelo de Wittenberg.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Graça, Gratidão e Contentamento.
O contentamento ou a felicidade é um estado da mente. Em 1ª Timóteo 6.7-8 está escrito: Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.
Em Hebreus 13.5 o autor diz: Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.
Em Filipenses 4.12 Paulo declara: Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez;
Em Marcos 8.36 Jesus é enfático: Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?
O contentamento ou a felicidade é um estado de gratidão de um coração que entendeu que tudo é Graça de Deus nesse mundo caído.
A gratidão é um sentimento de reconhecimento a um favor recebido ou atendido. Com a gratidão vem o amor, fidelidade, amizade etc. A palavra gratidão tem origem no termo do latim gratus, traduzido como agradecido ou grato. Também deriva de gratia, que significa graça. Na Palavra de Deus a gratidão também está associada à adoração a Deus por um favor concedido. Pois a gratidão é uma forma de louvar a Deus (Ts 5.16-18).
A gratidão é uma das últimas “conquistas” do ser humano no processo de amadurecimento; pois ela nos introduz em um estado de reconhecimento feliz de que todas as coisas de fato cooperam para o nosso bem (Rm 8.28).
A gratidão faz muitas adversidades fazerem sentido, mesmo quando essas adversidades parecem absurdas! A gratidão é a única força com poder de manter nosso coração incontaminado pelas mazelas, traições e decepções deste mundo caído.
Pense nisso, seja grato sempre e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Um Resumo de Uma História de Natal Que Poucos Conhecem
O Natal está chegando e com ele surgem os canceladores, os mal-humorados, carrancudos, os achologos, mal intencionados e um tanto de teorias bizarras acerca do tema. Há muitas versões, fake news e desconhecimento sobre a origem da utilização da árvore de Natal. A lenda do paganismo circula como se fosse verdadeira sobre o tema. Ledo engano, sem nenhuma fundamentação histórica, mas apenas uma guerra de fake news iniciada por católicos no século 15, após a reforma protestante e na era pós-moderna pelo marxismo cultural, com claros objetivos de destruir as tradições cristãs.
A primeira árvore de natal, com o significado atual, foi decorada por Martinho Lutero, na Alemanha. Isso é ponto pacificado entre historiadores e estudiosos de crenças cristãs. É importante saber que Martinho Lutero, antes de ser um homem que ensinava assuntos da espiritualidade, era um professor conhecedor de filosofia e mitologia.
Tudo começa quando Lutero numa noite de inverno vislumbrou o céu estrelado entre as copas dos pinheiros, na Alemanha. Ao perceber o céu intensamente estrelado pareceu-lhe este, um colar de diamantes encima da copa das árvores. Contam que ele ficou tão extasiado com o espetáculo natural que decidiu arrancar um galho do pinheiro e levou para sua casa, na qual, tentou reproduzir o que viu ao ar livre. Ele colocou o pequeno pinheiro em um vaso com terra e chamou sua esposa e filhos e decorou a pequena árvore com pequenas velas acesas presas nas pontas dos ramos. Para a árvore ficar mais bonita e alegre, arrumou papéis coloridos para enfeitar seus ramos. Sobre a copa, representou a estrela cadente, que segundo a história, guiou os reis Magos ao local onde estava o menino Jesus, na cidade de Belém.
A família de Lutero ficou maravilhada com a árvore acesa, o que lhes parecia ter adquirido vida. Lutero quis reproduzir a noite de natal dentro de sua casa e mostrar aos seus filhos, como deveria ser o céu na noite do nascimento do Menino Jesus. Este é um dos motivos, pelos quais, muitos países católicos não aceitavam a árvore de natal e somente o presépio natalino - motivos religiosos.
"Os católicos zombavam do culto de Lutero da mesma forma que do costume da árvore de Natal", explica Döring. Aliás, uma das expressões sarcásticas com que denominavam o protestantismo era "a religião da árvore de Natal". Alois Döring - Etnólogo de Bonn.
A partir desse fato, como estratégia, passaram a associar o costume de Lutero e dos protestantes comemorarem o natal com o paganismo. Poucos sabem, mais esse foi um dos temas mais acalorados de discórdia entre católicos e protestantes. Durante séculos, o símbolo natalino foi distintivo entre católicos e protestantes. Mas a celebração protestante acabou viralizando na Alemanha por volta de 1800, se tornando uma tradição. Já no fim do século 19 a tradição protestante conquistou as salas de estar católicas.
A primeira árvore pública, exposta numa praça e enfeitada com guirlandas, foi registrada no Natal de 1910, em Nova York. Com a propagação do símbolo para além dos limites confessionais, foi desaparecendo gradualmente a tradição protestante e cristã de comemorar o natal. No século 19 criou-se o Papai Noel comercial, isso praticamente sepultou a tradição protestante e cristã do natal.
Portanto, nesse natal permita que essa tradição cristã permeie sua casa. Deixe Cristo nascer dentro de você todos os dias. Não perca a chance de misturar pernil com frutas doces e peru com pêssego; não deixe de comer um bacalhau; e de também comer muitas castanhas regadas ao vinho. Ore com todos e para todos; e agradeça a benção de estarem juntos e em paz!
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Bibliografia:
Fascinanting Facts about Jesus (by Robert Strand) New Leaf Press.
Natal - Os Cristãos Podem Celebrá-lo? (by Christian Apologetics & Research Ministry).

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠John Wesley e um Jovem Promissor
Houve um grande avivamento na Inglaterra e nos Estados Unidos no século 18, através de John Wesley e a primeira geração de Metodistas. Mais de um século e meio depois da morte de Wesley, James Edwion Orr, professor da Faculdade Wheaton, levou alguns de seus alunos numa caravana à Inglaterra e visitaram a casa que John Wesley morava. Ao lado da cama dele encontraram um tapete desgastado, com dois pequenos círculos. Eram os dois joelhos de Wesley. John Wesley orava tanto que fez marcas no tapete. Ao deixar o local, o professor notou que faltava um aluno. Ele voltou, subiu as escadas e encontrou o aluno ajoelhado, orando: “Deus, faz de novo! Faz de novo em mim Senhor o que fizeste neste homem!”. O professor pôs a mão sobre o ombro do rapaz e disse: “Vamos, Billy, temos que ir embora”.
Esse menino foi Billy Graham, e como sabemos, foi o maior ganhador de almas do século 20, levado mais de três milhões de almas para Jesus em suas cruzadas evangelísticas. O Senhor fez de novo porque um ele ousou clamar por mais um avivamento.
Conta-se que John Wesley era tão cheio do Espírito Santo, que certa vez lhe perguntaram o que ele fazia para atrair as multidões nas ruas. Sua resposta imediata foi: eu me incendeio e as pessoas vêm me ver queimar. Wesley se incendiava da glória do Espírito e isso fazia com que os pecadores se sentissem atraídos.
Por que não temos mais isso hoje? Talvez seja porque não desejamos mais. Como disse Leonard Ravenhill, outro pastor Metodista e um dos maiores Avivalistas dos tempos modernos. "Muitos são os que querem um púlpito. Mas onde estão aqueles que querem orar"?
Deus ainda pode fazer de novo. E quais são os requisitos necessários?
Olhos molhados, joelhos dobrados no lugar secreto, volta aos princípios do Evangelho e coração quebrantado! (Ezequiel 22.30)
Ah, faz de novo, Senhor. Precisamos! Vem e incendeia nossos corações! Aviva-nos! Encha-nos! “Faz a chama arder novamente em Seu povo”!
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A Hipocrisia de uma Sociedade Cristofóbica
Essa semana estava assistindo à entrevista de um médium, e foi quando a minha ficha caiu para o seguinte: Quando um espírita diz que a depressão é uma desordem espiritual fruto do acúmulo de energia negativa derivada de sentimentos ruins, ninguém liga (se é que não acha belo e poético); mas quando um cristão afirma exatamente a mesma coisa identificando a origem da tal energia negativa como falta de Deus ou atividade demoníaca, rapidamente surge os xingamentos de "preconceituoso" e "ignorante".
O problema, portanto, não é dizer que o depressivo é alguém espiritualmente enfermo, e sim quem declara isso. Se for um kardecista ou budista a fala é tida como um discurso sobre "ciência da alma", "física quântica" ou qualquer outro eufemismo intelectualóide para o espiritismo ou sincretismos religioso; mas se for um crente na Bíblia, a coisa vira "superstição" e "estupidez".
A cada dia veremos mais dessas hipocrisias sendo vomitadas em programas de TV, rádio, blogs e redes sócias, sendo chancelados por celebridades decadentes, superficiais e cristofóbicas.
Mas, nada disso é surpresa, pois Cristo disse: “E de todos sereis odiados por causa do meu nome”. (Lucas 21.17).
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Os Confessionalistas
A confessionalidade é apenas um modo esperto (desonestidade e proselitismo) de tratar como definitivo e canônico aquilo que não é definitivo, canônico e nem infalível.
Frequentemente escuto algumas criaturas nas redes sociais ou em alguns púlpitos arrotando: “eu sou presbiteriano confessional”, “eu sou luterano confessional”, “eu sou anglicano confessional”, como se eles fossem alguma casta de cristãos especiais (espécie de Illuminatis gospels) e todos os outros cristãos fossem uma espécie de casta inferior (dálites ou xudras).
Para os confessionalistas, seguir minuciosamente os documentos da sua instituição, letra por letra, é ser um cristão hiper-mega-power-salvo-sacro-santo. O que essa gente ainda não entendeu, é que ninguém dá a mínima para essa babaquice deles. Essa postura é apenas uma CONFISSÃO (trocadilho foi intencional hahaha) arrogante, que pressupõe a infalibilidade dos seus credos, tornando esses documentos em pé de igualdade com as Escrituras Sagradas, o que é um absurdo!!!
A prova dessa aberração patética e arrogante, é que quase nenhum dos confessionalistas é humilde para reconhecer que esses documentos são produções humanas, e por isso em diversos pontos contem declarações erradas, obsoletas e algumas até absurdas, quando comparadas com a Bíblia e a ortodoxia. Outro ponto absurdo nessa postura, é que esses confessionalistas são quase todos indispostos a iniciativa de dialogar com outras tradições cristãs em busca de um vínculo de unidade. Afinal, para eles, apenas a sua tradição está correta.
Precisamos lembrar que existem várias tradições protestantes, que divergem em muitos pontos importantes, portanto, todas não podem estar corretas ao mesmo tempo. Essa postura irredutível e arrogante dos confessionalistas não faz sentido algum, como se o seu reformador (ídolo) particular fosse o único que conservou o Evangelho e a doutrina dos Apóstolos em sua forma mais pura.
Os documentos confessionais são importantes, mas são produções humanas; não canônicos; não estão em pé de igualdade com as Escrituras Sagradas e se contradizem em diversos pontos entre si.
Pense nisso e ótima semana!
No Verbo que se Fez carne e é o único Caminho, Verdade é Vida, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Um Pequeno Resumo da Graça de Deus
O que é Graça?
A Graça é um favor imerecido. A Graça é algo bom que é dado, não porque a pessoa que recebe merece, mas porque a pessoa que dá é misericordiosa.
Deus nos oferece a salvação de graça; e quando alguém oferece um presente de graça, significa que quem recebe não tem que pagar pelo presente, mas tem que querer recebê-lo (João 3.16; João 3.36; João 5.24; João 11.25-26; At 16.31; Rm 4.5; Rm 10.9-10) e ser zelosos (Mt 24.13; Fp 2.12; Hb 2.3; 1º 6.20-21; 2º Tm 1.12-14; Ap 2.26) por esse precioso presente.
Portanto, a Graça é um ato de amor incondicional, não depende da pessoa que recebe, mas essa pessoa precisa humildemente aceitar essa oferta misericordiosa e zelar desse presente, ou então ficará privada dos benéficos do mesmo. A Graça revela o amor de quem dá e não de quem recebe; pois quem recebe, recebe como um mendigo com mãos estendidas.
Agora, o ato de receber um favor ou um presente pela fé não é mais meritório do que é o de um mendigo ao receber uma ajuda. Seria bizarro dizer que o mendigo teve mérito por receber um presente, e não o doador! Assim como seria uma insensatez afirmar que um mendigo que estende as mãos para receber uma esmola dada por Graça a recebeu “por suas boas obras” ou que causou a própria doação; assim também é ridículo alegar que o ato de aceitar a Graça é uma “boa obra” que “causa a salvação” e a torna “centrada no homem”.
A decisão da fé não é causa meritória ou eficaz da salvação; a única causa é Cristo e sua morte. A decisão da fé é apenas a causa instrumental de salvação (como o ato de descontar um cheque), ao fazer isso, o dom é ativado. Mas isso não acrescenta nada ao dom ou o torna menos gratuito.
Cuidado com as heresias deterministas e fatalistas do calvinismo e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A maior riqueza de um cristão não são os tesouros da terra, mas os tesouros do céu:

Graça Preveniente, Livre-Arbítrio, Expiação, Conversão, Redenção, Regeneração, Justificação, Adoção, Habitação do Espírito, Batismo com Espírito, Dons, Santificação, Segurança em Cristo e Glorificação.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Pergunta: O que é Gnosticismo?
Resposta: Um culto do período da Igreja Primitiva, com algumas derivações. Um ramo de particular interesse é o maniqueísmo, porque Agostinho foi originalmente um gnóstico maniqueísta por quase uma década antes de se converter ao catolicismo romano. Os gnósticos negavam o Livre-Arbítrio e afirmavam a Depravação Total Intensiva, o Pecado Original e o Determinismo. Eles também usaram a palavra ELEITOS para denotar os mestres, em contraste com os OUVINTES. Mais tarde, após a conversão, o ex-gnóstico, Agostinho, coincidentemente DESCOBRIU um forte DETERMINISMO nas Escrituras.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Calvinistas e a Existência em um Mundo Caído

Calvinistas enxergam a salvação como se já estivessem na eternidade. Agem como se praticassem a “religião dos anjos”, e não como se fossem pessoas caídas e que estão vivendo em mundo caído, sujeitas a erros.

Eles se comportam como se já tivessem sidos glorificados. Agem como se fossem especiais e mega evoluídos espiritualmente, nos mesmos moldes dos gnósticos e maniqueus do primeiro século.

Eles negam que precisamos usar todos os nossos sentidos na piedade. Negam que são agora peregrinos no tempo, que é o domínio da mudança, da instabilidade, da possibilidade, e inclusive de perder o dom de Deus.

Essa postura heterodoxa e arrogante é um erro que poderá custar muito caro no final, pois isso reflete na comunhão com Deus, na comunhão com o próximo e na devoção particular.

Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠No dia 24 de maio de 1738, numa pequena reunião na Rua Aldersgate, Wesley ouviu a leitura de um antigo comentário escrito por Martinho Lutero, sobre a carta aos Romanos, onde ele relata em seu diário que sentiu seu coração se aquecer. Essa experiência de Wesley não transformou somente ele, mas uma nação e posteriormente se espalhou pelos confins da terra aquecendo os corações de homens e mulheres por varias gerações, chegando até os nossos dias.
Testemunho de Wesley: “Cerca das nove, enquanto ouvia a descrição que Lutero fazia sobre a mudança que Deus opera no coração através da fé em Cristo, senti que meu coração ardia de maneira estranha. Senti que, em verdade, eu confiava somente em Cristo para a salvação e que uma certeza me foi dada de que Ele havia tirado meus pecados, e que me havia salvo da lei do pecado e da morte. Comecei a orar com todo meu poder por aqueles que, de uma maneira especial, me haviam perseguido e insultado. Então testifiquei diante de todos os presentes o que, pela primeira vez, sentia em meu coração”.
Nos 50 anos seguintes, Wesley pregou em média de três sermões por dia; a maior parte ao ar livre. Milhares saíram da miséria e imoralidade e cantaram a nova fé nas palavras dos hinos de Charles Wesley, irmão de John. Os dois irmãos deram à religião um novo espírito de alegria e piedade.
Eu sempre digo: Não basta dizer que é Metodista, é preciso ter também a experiência do Coração do Aquecido.
Em Levíticos Deus orienta aos sacerdotes que “o fogo deveria arder ininterruptamente no altar” (Lv 6.12-13). Devemos nos lembrar de que foi Deus quem acendeu o fogo no altar de bronze (Lv 9.24) e os sacerdotes tem a obrigação de garantir que essas chamas nunca se apaguem. O Apostolo Paulo recomenda ordena “não apagueis o Espírito” (1º Ts 5.19).
Assim, todos devem buscar essa experiência transformadora de ter um coração aquecido.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Armínio fazia uma distinção muito clara entre um regenerado eleito (crentes que perseverarão) e um regenerado não eleito (crentes que não perseverarão). Essa distinção é popularmente conhecida como “eleitos” e “crentes”. Para Armínio um regenerado eleito é todo aquele que após o novo nascimento irá perseverar até o final, e um regenerado não eleito é todo aquele que mesmo tendo nascido novamente não irá perseverar até o final, ou seja, apostasia da fé. Essa distinção que Armínio faz, refuta alguns heterodoxos defensores da perseverança dos santos que dizem que os “apóstatas” não eram crentes genuínos, ou seja, regenerados.
Portanto, alegar que ele não acreditava que um cristão autêntico poderia apostatar da fé é desonestidade intelectual, e as soluções para tal questão tramitam entre o reconhecimento na teologia de Armínio da possibilidade da queda da fé ou abraçar a graça irresistível e suas consequências. Outra coisa, essa distinção que Armínio faz ajuda muito e é esclarecedora na perspectiva da onisciência divina.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠O Casamento Judaico – Um Pequeno Resumo
Diferente do nosso, o casamento judaico passava por duas etapas:
1- O Qidushin. A mulher, depois do pagamento do dote e da assinatura do contrato de casamento (qetubá), ficava prometida em casamento, como foi no caso de Maria que estava prometida ou desposada de José. Nesta primeira etapa, que para nós seria o noivado, na cultura judaica, apesar de ainda não poder estar com o marido, ela já estava casada e seria considerada adúltera caso viesse a ser tocada por outro homem. Nem mesmo o esposo poderia tocá-la. Essa etapa era tão séria que só poderia ser desfeita mediante uma carta de divórcio.
2 - O Nissuim. Era a segunda e última parte do casamento que poderia ocorrer até depois de um ano da primeira parte citada acima. Essa era a fase em que o esposo, depois de haver preparado uma casa para a esposa, voltava da casa do seu pai para buscá-la. O encontro entre os dois, diferente da primeira vez, não era mais na casa do pai da moça. Pois ela era conduzida da casa de seu pai por uma comitiva de moças ao encontro do seu esposo que a tomava e a levava para a sua casa ou para a casa de seu pai. Era o momento da festa das bodas, quando , então, finalmente, ele poderia tomar a sua esposa e levá-la para uma tenda nupcial chamada "Chupá".
Isso o faz lembrar de alguma coisa? (Jo 14.1-3; 1°Ts 4.16-17). Maranata!
Pense nisso e ótimo fim de semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Todo Ser Humano tem um Potencial
Não permita que ninguém te confunda entre o que você é e o erro que você cometeu.
Observo muitos nomeando o outro jocosamente por um erro cometido em algum momento da vida. Alguns acabaram perdendo até a sua identidade, pois já não são mais chamadas pelo nome, mas são diabolicamente nomeadas pelo erro cometido.
Muitos passaram a ter o nome e o sobrenome do seu erro. Todas as vezes que nomeamos uma pessoa pelo erro que ela cometeu, estamos diabolicamente condicionando que ela é o seu erro. Não façam isso! Ninguém é o erro que cometeu ou comete, somos a imagem e semelhança de Deus.
Precisamos aprender com Deus que, todos têm qualidades e capacidades que ainda não foram despertadas. Todo ser humano tem um potencial enorme que ainda não foi descoberto. Portanto, errar, pecar ou tomar uma decisão equivocada não é aquilo que somos, mas um erro que cometemos na vida.
Dito isto, lembre-se do conselho de Jesus: Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno. Mateus 5:22
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Shrek

Um dos contos mais bonitos, em relação a romance, que eu acho é a do Shrek e Fionna.
Muitos falam que Fionna abriu mão de tudo para ficar com Shrek mas, eu tenho outra perspectiva.

Shrek é um ogro violento, solitário, que não ligava para nada e nem ninguém. Vivia sem propósito na vida.

Fionna é uma princesa que tinha um defeito que guardava a sete chaves pois tinha medo de ser ela mesma e aguardava o seu princepe encantado e perfeito para que ela não pudesse mais ter defeitos.

Shrek e Fionna se encontram. No início só pensavam em si, nas suas necessidades e não percebiam o tesouro que havia um no outro.

A medida que foram se conhecendo, começaram a perceber esse tesouro escondido. Fionna, mesmo com toda agressividade, rabugisse, porcaria de Shrek ela percebeu nele, através de todas as máscaras, o "Príncepe" que ele era. E Shrek, em toda sua humildade no coração, viu na Fionna, mesmo sabendo que ela tinha um "terrível" defeito, que ela era aquilo que faltava em sua vida.

No fima do filme, ele a aceitou com todos os defeitos que ela possuia pois para ele, ela é perfeita em toda a sua imperfeição. E ela viu nele, com toda a sua monstruosidade, o Príncepe que era bom para ela. Com isso, Fionna percebeu que ela poderia ser ela mesma, sem medo de esconder seus defeitos já que, para o Princepe dela, ela era perfeita. E ele estava disposta a sacrificar tudo para ter esse pedaço que lhe faltava.

Com isso, ambos se complementaram. E a demonstração disso é quando ela se torna uma ogra (ao meu ver, é quando Marido e Mulher se tornam uma só carne) e ele, acaba que no final, se torna um Rei (A Esposa edifica o seu lar).

Ainda há a questão que um está sempre tentando agradar o outro e ainda sim, não deixam de ser quem são.

Por isso que, para mim, é a história de Amor das animações mais bonitas de todas.

Obs:
Quero deixar claro que não me importo em estar ou não certo e também não tenho intenção nenhuma em dizer que fulano ou ciclano está errado. Aqui estou para compartilhar perspectiva.

Inserida por LyonRJ

⁠A Idiotização da Sociedade
O mundo está passando por um fenômeno diabólico e muito bem pensado pelas classes dominantes, que é a idiotização da sociedade. Esse processo vem sendo implementado dia após dia na sociedade.
Esse processo de idiotização da população tem se alastrado desde a política até a religião, das universidades até as creches, das músicas até aos programas de TV. Prova disto é que, quanto mais superficial, fútil, vazio, danoso, nocivo, erotizado e escandaloso esse conteúdo for, mais aceitação e admiração tem do público.
Em uma sociedade pensante, essa gente geradora de lixo e dessa subcultura nunca estaria fazendo sucesso. Essa gente não passa de falsos mestres, falsos profetas, professores da idiotização, influencies do nada, coaches do vazio e pseudointelectuais.
A idiotização sistemática da sociedade é o processo de deformação ou má formação cultural de uma pessoa ou sociedade em qualquer área. Essa idiotização acontece principalmente pela mídia, dentro de um contexto político social obscuro, levando as pessoas a absorverem e adotarem comportamentos e hábitos idiotas. Já a sistematização é algo que se comporta ou se desenvolve de acordo com um método ou uma ordenação. Portanto, esse processo organizado e estruturado visa tornar as pessoas cada vez mais idiotas. Pois, pessoas vazias, superficiais e tolas são fáceis de manipular.
Segundo a pesquisa Perigos da Percepção (Perils of Perception), realizada em 38 países pelo instituto inglês Ipsos Mori, países como o México, a Índia, o Brasil, o Peru, a África do Sul e as Filipinas são os mais idiotas do mundo.
Esta é uma agenda do establishment, e o Brasil tem sido sistematicamente idiotizado pelos pseudointelectuais e pseudosartistas lacradores gerados pela mídia marxista. É necessário para esses ditadores que o povo se torne cada vez mais idiota e que a sociedade esteja culturalmente cada vez mais mal formada e mentalmente deformada para que eles possam permanecer no poder e prosperar em seus projetos nefastos.
Um povo bem formado e mentalmente autônomo é o terror de toda essa estirpe de aproveitadores. Logo, para o bem deles, é necessário que os idiotas se multipliquem e os lúcidos sejam silenciados (cancelados), percam a vez e voz na mídia e sociedade.
A principal ferramenta usada por esses grupos elitistas para tornar a sociedade mais superficial e inclinada para futilidades são a anulação da autonomia mental da pessoa dia após dia. A capacidade de pensar por si só deve ser suprimida pela opinião das massas (coletivismo). Basicamente, o individuo precisa saber o que os pseudosespecialistas e pseudosartistas contratados pela elite pensam, dizem e acham antes de fazer qualquer coisa. Nessa etapa o individuo perde a capacidade de cuidar da sua própria vida. Ele precisa de um pseudosespecialistas, pseudointelectual, um coach, um influencer, um personal, um falso profeta ou guru para tomar decisões simples, como se vestir, comer, educar, viver, etc.
A sociedade sem perceber tem ficado cada dia mais dependente dessa mentalidade coletiva (coletivismo ou identitarismo) abstrata. O individuo vai deixando cada vez mais de confiar em sua intuição, inteligência, discernimento e seu próprio juízo para receber comandos de uma entidade coletiva que por sua vez é liderada por corruptos (burguesia, elitismo, globalistas, esquerda, falsos profetas, pseudosartistas e pseudojornalistas) cujos interesses são inconfessos.
A remoção da autonomia mental das pessoas gera mulas, animais de carga e de manobra. Gera massas burras e incapazes de distinguir sorvetes de fezes sem a ajuda de pseudosespecialistas. Gera seguidores acríticos, passíveis de receber toda sorte de imposição imoral e amoral vinda de quem os manipula. A sociedade está se tornando mentalmente dependente e cativa do coletivismo. Não se enganem! Em muitas “igrejas apostólicas” o processo de idiotização dos membros segue o mesmo modelo de alienação e coletivismo identitário, só que numa versão gospel.
Jesus disse certa vez: E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8.32.
Nelson Mandela (Metodista) disse: Ser livre não é apenas quebrar as próprias correntes, mas viver de uma maneira que respeite e aumente a liberdade dos outros.
Martin Luther King (Pastor Batista) disse: Não tentemos saciar nossa sede de liberdade bebendo do cálice da amargura e do ódio.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A Bíblia é um Livro em 4D
A quarta dimensão é uma dimensão, além de comprimento, largura e profundidade, especificamente: uma coordenada, além de três coordenadas retangulares, especialmente quando interpretada como a coordenada de tempo em um continuum espaço-tempo, algo fora do alcance da experiência comum.
A Bíblia é o livro mais traduzido, mais comprado, mais memorizado e o mais perseguido em toda a história humana. Somente ela tem resistido há mais de dois mil anos de intenso escrutínio pelos seus críticos, não apenas sobrevivendo aos ataques, mas prosperando e tendo a sua credibilidade fortalecida por tais críticas. Mas a bíblia não é só atacada externamente; Ela também sofre ataques internos pelo liberalismo teológico, secularismo, teologia da prosperidade e a nova onda do coaches.
Para muitos a bíblia é apenas um livro histórico, mas, esta é apenas a primeira camada, a camada exposta da obra. A bíblia é como um livro em 4D. Ela reflete o nível de consciência do leitor. Somente leitores com profundidade espiritual podem compreender o nível mais poderoso de cura, regeneração e transformação do livro (Ez 47.1-10). Cada nível de compreensão é como se fosse um véu. Os véus só são removidos quando o leitor está em Cristo e tem uma vida de intimidade com Ele.
Os céticos encontram na bíblia somente suas próprias contradições.
Os historicistas encontram na bíblia somente história.
Os religiosos encontram na bíblia somente doutrinas, dogmas e regras.
Os legalistas encontram na bíblia somente a lei, a condenação e a transformam em letra morta.
Os salvos encontram na bíblia amor, perdão, redenção, salvação, restauração, cura, libertação, auxílio e propósito.
A minha pergunta é: O que você tem encontrado na Bíblia?
Pense nisso é ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Jesus Cristo
1.2 – Jesus Cristo:
Discípulos e crucificação.
“Nessa época havia um homem sábio chamado Jesus. Seu comportamento era bom, e sabe-se que era uma pessoa de virtudes. Muitos dentre os judeus e de outras nações tornaram-se seus discípulos. Pilatos condenou-o á morte E aqueles que haviam sido seus discípulos não deixaram de segui-lo...”.
O testemunho de Flávio Josefo – História dos Hebreus, capítulo 4, parágrafo 772.
Não há como negar a existência histórica de Cristo, nem mesmo agnósticos como Bart Herman faz uma bobagem dessas. Já os naturalistas e ateus modernos, usam a estratégia da relativização da figura de Cristo, dizendo que na época que o suposto Jesus teria aparecido era um momento de revoluções e que apareceram vários Cristos (o que está certo em partes). Ou seja, até mesmo para negar a figura do Cristo Divino eles precisam assumir a existência de outros Cristos.
E saiu Jesus, e os seus discípulos, para as aldeias de Cesaréia de Filipe; e no caminho perguntou aos seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens que eu sou? E eles responderam: João o Batista; e outros: Elias; mas outros: Um dos profetas. E ele lhes disse: Mas vós, quem dizeis que eu sou? E, respondendo Pedro, lhe disse: Tu és o Cristo. (Marcos 8.27-29).
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo