Texto para minha Sogra

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VIDA

Depois que a vida chorou pelos meus olhos
E soprou a minha boca pela boca dela
Temos sido assim amantes barulhentos
Quando em nossas encruzas
Mostramo-nos os dentes.
Depois de fincada no chão uma semente,
Pelas mãos dela, e eu era um silente
Pequeno grão suado em sua mão fechada.
E ali já germinava, eu florava.
Aflora agora uma vida em dormência
Sob os caprichos dos seus pés, fui
Calcado, e transplantado tantas vezes
Por não ser o enfeite pra sua janela aberta.
E eu não pergunto de mim a ela
Não incomodo a dona dos arados,
E o que quer de mim, nessa lavoura úmida?
Que eu chore, que me decline.
Serão meus frutos de sabor ruim,
Que ela não arreda o seu olhar,
E quando eu digo gosto desse canto,
Ela me espanta apontando um outro igual
Faz-se arrendatária, também de mim.
Eu me iludo que com os outros
É mesmo assim:
Por ela transplantados, fustigados,
Enxertados, lavrados.
E que não têm sentido
Os seus caprichos arcaicos.
E terá acertado, e sabe o que faz.
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naeno*comreservas

Inserida por naenorocha

GINA

Amo, que sinto, desando
Gosto de ter em meus braços
Sempre minha flor dormindo.
Ela é uma obstinação minha
E da roseira ainda pra rachar-se.
Vejo a mulher e me provoca a rosa
Acochado o meu coração.
Primeiro veio o botãozinho,
Logo se abriu num soninho
Minha delicada, tão mínima
Todo diamante é assim.
Porque não haveria de ser
O amor, todo de estimação
E Ela além de ser muito mais que gente
Por aí, chamo meu amor, coração
Só do batente pra dentro
Meu coração a tem nos braços
Pra onde ela pousa subindo,
Amo esta mulher pequenina,
Como já a botei em minha sina,
Amo esse anjo encantado
Amo essa força de cima,
E para que todos sabem
Desse amor que a mim anima
O nome dela confesso,
Eu mesmo não sei qual daria
Mas quando a viram no galho
O mais alto da rosa-mimo,
Já foram logo chamando,
O meu amor, de GINA.
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naeno*comrervas

Inserida por naenorocha

Espero pelo seu doce abraço
O toque que cessará minha dor
Por um minuto fecho os olhos
Na tentativa de fugir da realidade
E dormir em seus braços.
Os braços que me fazem desaparecer.
Que ao invés de me prender,libertam-me
Libertam-me do medo,de minha dores...

Fecho os olhos,na tentativa de fugir
Pois o mundo vai desmoronar.
Eu não quero ver.
Você não vem?
Suavizar minha dor...
Me deixará assim?
Você não vem
suavizar minha dor?
Logo o dia surgirá.
Você não vai trazer a luz para o meu quarto?
Quebre as algemas dos meus braços
Liberte-me
Rompa o selo de lágrimas e fel
Eu ainda espero o seu doce abraço
Você vai esperar pra beijar meu cadáver?

Inserida por michellyrockmar

Tudo na minha vida está se deteriorando
Simplesmente não há como escapar
Estou chegando no meu limite.
Depois vem o golpe.
As torturas...
Me fazem por uma idiota revoltada.
Claro,é tudo tão normal.Tudo normal,tudo normal...

Ser enterrada viva.Morrer,mas continuar viva...
Não,não é uma contradição.
Mas realmente não sei como se chama
E esse gosto amargo que me embriaga devagar
E me destrói,tal como um furacão do Caribe
Eu sei que sou muito jovem pra me sentir
Assim tão cansada,tão derrotada...
Fazer o que???

Você diz que eu tenho que mudar.
Sabe,eu adoraria mudar sua cabeça...
Poupe-me de restrições
De seus conselhos não careço
E esses sentimentos...
Meu estômago revirando...
Minha cabeça explodindo...
Você sempre teve o controle de tudo né?
Então me diga o que fazer agora
Diga-me como não enlouquecer
Ou então faça o seguinte:
Deixe-me consentrar em minha morte!

Inserida por michellyrockmar

PASSARINHO

Estou fazendo a minha parte,
Passarinho,
Estou vertendo água dos olhos.
Gota a gota, derramando, passarinho.
Sem nem ter quem me console.

Estou fazendo dessa dor
Uma promessa
Que sem nem ver, estou pagando
E sem ter razão, que vida,
Passarinho, eu canto ainda,
O teu nome vou chamando.

Passarinho um rio indo
Na corrente é um destino
Que só se acaba com a morte.
Contravir é sacrifício
Que só peixe faz perdido
Confundindo o sul e o norte.

Inserida por naenorocha

Estações

Quando acordei já era hoje, havia um sol tão forte que queimava a minha pele como ácido de minhas próprias criações, me fechei dentro de mim por todo o verão, não vi as crianças correrem na praia atrás de uma felicidade simplória, não observei o passeio do casal de velhinhos que moram no andar de cima do meu apartamento, que costumeiramente saiam com seus chapéus de pano e um óculos bem engraçado todas as tardes com seus dedos entreleçados, parecendo não deixar que o suor do cansaço os separassem, não escutei as músicas que mais tocaram nas rádios e fizeram a trilha sonora na vida de muitos vivantes, não fui beijado por vários lábios, não pratiquei exercícios físicos que fortalecessem minha auto estima, não fui convidado para uma noite quente, em meio a risos e um total despreendimento sobre o dia seguinte, não alimentei os pássaros que suicidamente bateram no vidro da minha janela querendo entrar, não frequentei nenhuma exposição de artes ou uma temporalidade cultural que me inspirasse, não tomei aquele sorvete de maracujá que tanto gosto na sorveteria perto da revistaria do seu Pedro, não cantei no chuveiro depois de ter transpirado de tanta alegria, não tive conquistas, nem amores de estação, não dancei até perder as forças nas pernas, não me entreguei ao novo e desconhecido e muito menos me joguei do alto do morro agarrado em uma asa delta, não houve grandes aventuras e nem elevações em meu nível de adrenalina, foi apenas mais um verão que se passou. Agora, abro o guarda roupa e procuro minhas vestes de frio e me agasalho em plena nostalgia, tomo aquele velho vinho deixado na estante da sala para abrir com alguém especial, assim fiz, o bebi. Meu coração se aquece a cada vento frio e pego os álbuns de fotografia e me transporto a cada imagem que se mantêm viva dentro de minhas inócuas lembranças, ouço velhos discos e até me arrisco em alguns passos, mas, mesmo assim o silêncio da sala me agridem como punhais e o tempo faz questão de mostrar o quanto o calor da vida vibra, resolvi bater na porta dos meus vizinhos do andar de cima e lhe oferecerem um pedaço de queijo e me deparei com correspondências jogadas ao chão perto da porta, banhadas com uma leve poeira, quando repentinamente a voz do porteio me disse em meio a surpresa o que eu não sabia, chorei e desmoronei lentamente quase que acompanhando o toque das lágrimas em meu rosto, corri sem direção e gritei sobre as grades do prédio: "já é inverno", e mesmo assim meus pés não respondiam ao meu desejo de ultrapassar as barreiras que eu mesmo construi e poder ver aquelas pessoas e certos lugares, de me encantar com o nada, de rir das minhas peripécias, de fazer novos amigos e rever os antigos, de escrever uma carta de desculpas, de viajar e obter novas memórias, de retomar os meus projetos profissionais e sonhos pessoais, de deixar o coração bater até sentí-lo saltar pela boca, de me emocionar e realizar a auto cura que tanto espero. Não conseguirei resgatar todos aqueles dias de verão, mas posso transformar este inverno no começo da minha nova estação, pois, um dia ainda quero admirar o brilho deste planeta amarelo, sentir as cores me dominar, ler um livro no banco da praça e esperar que ali se aproxime a pessoa que tanto espero e me convide a ver o pôr do sol.

Inserida por PietroKallef

Ò Senhor Deus,
Ouve a minha oração!
Escuta o meu pedido.
Responda-me, pois, és fiel e bom.
Não julgues a mim, este teu servo,
Pois ninguém é inocente
Diante de ti.


O meu inimigo me perseguiu
Até me pegar
E me derrotou completamente.
Ele me pôs numa prisão escura,
E eu sou como aqueles que
Morreram há muito tempo.
Por isso, estou quase desistindo,
E o desespero despedaça
O meu coração.



A ti levanto as mãos em oração;
Como terra seca,
Eu tenho sede de ti.



Ó Senhor Deus,
Responde-me depressa,
Pois já perdi todas as esperanças!
Não te escondas de mim
Para que eu não seja
Como aqueles
Que descem ao mundo dos mortos.
Peço que todas as manhãs
Tu me fales do teu Amor,
Pois em ti eu tenho posto
A minha confiança.



As minhas orações sobem a ti;
Mostra-me o caminho
Que devo seguir.

Inserida por LINARTT

Preciso de um tempo para mim
Ser o centro da minha atenção
Buscar o que me agrada
O que dá prazer...

ouvir música...
soltar o corpo numa dança...
ou a imaginação em um livro...
dirigir sem destino...
cuidar do corpo e da alimentação...
curtir um hobby...
pintar...

Preciso de um tempo para mim
Um tempo para nutrir minha alma
Um tempo para ouvir meu coração
Um tempo para conversar com DEUS...

Inserida por eliane.stahl

REFÉM

Algemada, fruto do meu coração
Consumada, minha própria condenação...
Viver sem ti, é estar sem mim
Mesmo sabendo aonde estou
Certo de que nada sou.
Certo demais,
De que não sou capaz.

Confinado, olhos da minha razão
Fustigada fio da minha canção.
lembro os teus olhos
Entre as vidraças
Te acostumando ao pavor
E eu me entreguei ao sabor
Da mesma pena e da mesma dor.
_________________
naeno*comreservas

Inserida por naenorocha

PALMA DA MÃO

Eu não conheço a palma da minha mão.
Entre tantos cruzados de linhas,
E mais de um veio principal
Onde descambam as águas dos meus dias.
Não tenho noção do que seja a palma da minha mão,
Reconheço, e já é volumoso
As coisas que toco, a embaralhar meu destino.

Reconheço, quando a espalmo frente aos olhos,
Alguns poros suados, o anel centenário,
A cor, que coincide com a cor do meu corpo inteiro.
Na aventura a que me lancei,
Em me procurar e me achar,
Em algumas partes de mim deu pra ver
Outras nem que eu virasse o mundo o contrário
Daria para medir, saber, esboçar.

Alguém, como eu, desconhece, numa vista frontal
O seu crânio, seu cabelo, tal como tal, são?
Ou conhece seus buracos
Que só na cabeça contam-se sete,
Afora os outros por onde se mete
Nosso temor, dizer explorar.
E os seus encontros de mãos e pernas,
Como uma árvore, quem conhece?
O por trás todo, ninguém sabe o que é.
Sabemos dos outros, também minúcias,
Nada de definido se sabe
O que conhecemos de nós mesmos
Também os ouros conhecem,
E somos mais conhecidos por eles,
Do que por nós, da mesma forma inversa.

Se por fora de nós pouco sabemos,
Imagine um devaneio por dentro.
_________________
naeno*comreservas

Inserida por naenorocha

POEMA DO CÉU

Se eu vier a nascer de novo
Pedirei ao Deus da vida...
Seja esta a vez da minha morte.
Mandai-me velho, com todo o tempo que terei
E deixai que progressivamente eu regresse.
Largai-me cambaleante como uma criança
Nos seus primeiros passos
Que daí eu desça, remoçando
Com a carga pesada de tudo o que é meu
Das coisas que vi e fiz e repetirei de novo.
E siga esquecendo, desaprendendo
Diminuindo ou aumentando.
Destapados os ouvidos, limpos meus olhos
Que eu ouça e veja.
E que tudo vá se diluindo e consistindo
No olhar atento e sentidos perfeitos de moço.
Mas que eu vá me esquecendo,
E o que eu lembre dure o tempo de esquecer.
Que a mim seja da beleza
De primeiro ver o crepúsculo
Pra só depois ver a aurora.
Que as estrelas e a lua, eu veja antes
Que a luz ofuscante do sol.
Que as mulheres se surpreendam
Com os beijos que sugarei de suas bocas
Que eu siga de tudo esquecendo...
Que as estações se invertam
Da forma como eu venho vindo e indo.
Que eu veja as águas que não se repetem
No mesmo ponto do rio
Descidas distas dos meus olhos, um dia.
Que as chuvas primeiras sejam as derradeiras
E eu já colha antes de plantar, antes de arar.
Que o meu primeiro presente, uma bola furada
Dê-me a alegria de um menino encantado.
Que eu desça ou suba esquecendo...
Desaprendendo, perdendo e sendo o sentimento adulto.
Que de repente eu me veja
No regaço de minha mãe sugando o colostro,
E de tudo esquecido,
Que se abram as portas
Por onde entrei e saí pela segunda vez.
________________
naeno*comreservas

Inserida por naenorocha

CARTA

Um dos meus desejos mais ardentes
Sempre foi o de sair deste lugar
Minha primeira ambição foi ser
Um militar do exercito brasileiro
Sempre os julguei importantes demais
E trabalhadores eventuais.
Porém eu não era do tipo certo
Que recebiam ordens e a executava
E o mais complicado de tudo,
Sou o tipo miúdo, a que se serve quase a nada
E ainda com uma forte tendência a me perder
Nos meus devaneios de poeta.

Inserida por naenorocha

DESAFORTUNADO

Eu conheci a casa de um desafortunado
Nela vivi quase toda minha vida,
Apanhei gravetos para os invernados,
Puxei gavetas e guardei retratos,
Um arquivo morto de mim retirado.
Eu andei por dentro da casa cumeada
Tropecei pelos atalhos, cadafalsos
Troquei uma vida, que me dera, inventada
Por uma que eu vi de perto, andando enfalço.
Fui o primeiro desordeiro do motim.
Não tive nunca uma gota de raiva,
E foi assim, andando dentro e fora dos pântanos
Que hoje dou graças à sorte fora de mim.
A imaculada virgem, mãe da Conceição
O meu amparo, de quem mais eu vi nos olhos,
A minha amada, o tempo todo cortando a rota
Dos desamados, sempre me trouxe por sua mão.
Fiz pisoteio até o cultivo dos desgarrados,
E vi a festa da colheita das formigas,
E disso eu disse, com o coração e alma aflitos,
Não me descanso, mesmo quando estou sentado.
E da lavoura que os cupinzeiros demarcavam,
Umas espigas de milho bem debulhadas,
Pus o sabugo como mastro da bravata,
E lutei só, com Conceição, nela amparado.
Olha-me Deus, no que escrevi,
Eu relatei a minha vida e Vos traí,
Era um segredo até à outra por vir,
Até cansar, e cansado, aqui cair.

Inserida por naenorocha

Você consegue mexer no mais profundo da minha alma
Faz me sentir as mais estranhas sensações
Viajo ao paraíso somente com o brilho do seu olhar
Você me toca e perco o equilíbrio da razão
Quando fala ao meu ouvido a sua voz me faz viajar pelo tempo e pelo espaço
Compartilhar meus momentos com você é muito mais que atração e desejo...
Quando estou nos seus braços me sinto um menino...
Nossos olhares quando se cruzam, instante mágico que viajamos ao infinito
Quando toco sua boca... Sinto o mel!

Inserida por SidAguiar

Eu não vou mais olhar atrás
O que passou não volta mais
Não temerei o que virá
Minha Esperança está Em Deus
Cada lágrima que chorei
Cada sonho que perdi
Coloco aos Teus pés
Levanta-me Senhor
Eu confio em Ti
Nada poderá me afastar de Ti
Tu És a minha Fonte, meu sustento
Meu Amigo Fiel
Eu confio em Ti
Nada poderá me afastar de Ti
Em Todo tempo eu sei que estás comigo
Meu amigo Fiel

Inserida por thaaysmaaria

Se eu não escrever...

Palavras e versos...
Me perseguirão,
Minha vida se perde,
As noites são frias,
Madrugadas sombrias,
O sim, vira não.

Se eu não escrever...
O dia é triste,
O mar não existe,
E a saudade insiste.

Se eu não escrever...
Reinará a ilusão,
Um dia faltará o perdão,
Vai sobrar ingratidão,
Viverei noites de cão.

Se eu não escrever...
As palavras me caçam,
Os dias só passam,
E os livros se rasgam.

Se eu não escrever...
Poemas e poesias,
Serão papel em branco,
Alegria vira pranto,
E tristeza será um encanto.

Se eu não escrever...
O amor vira dor,
A fé se desfaz,
O ódio toma conta,
E amar, nunca mais.

Ai de mim..
Se eu não escrever.

Inserida por ClebioCarvalho

PEDIDO

Uma coisa peço a Deus, e peço incessantemente,
Ser na minha velhice o mesmo moço que sou
Não com o mesmo viço, os olhos no mesmo brilho,
Não com a desenvoltura física,
Com as mãos pesadas de agora,
Com os mesmos cabelos na mesma cor,
Não com a mesma voz altiva,
O andar desenvolto, com os mesmos anos que conto,
Tampouco que o tempo pare para que eu permaneça só,
Com o mesmo olhar malicioso,
Com as ambições que alimento,
Não quero ser o velho renitente contra os feitos da vida,
Não ser jovem ardente, de sonhos imediatos, meus,
Nem desejar que o mundo me veja como um prodígio,
Alguém que rompeu as leis e permanece,
Incólume às intempéries do tempo.
O que peço a Deus e já faço inconscientemente,
É ser capaz das mesmas boas ações,
Dos sonhos, do bem querer, da alegria
Que sinto com a alegria dos outros,
É ser este mesmo moço formoso,
Preparado pra declinar.

Inserida por naenorocha

INFÂNCIA

Quando eu era menino
A vida era minha namorada.
E foi o tempo da melhor amada.
A vida também era menina,
E brincávamos de viver,
Desfazíamos tudo
Só para acomodar de novo.
Tínhamos tempo para tudo,
Até que a vida e eu fomos mudando
Eu me esticando
E ela se encurtando.
E por desavença, numa dessas brincadeiras,
Bati nela com uma cadeira,
E desencadeou-se um desencanto.
Duas caras de espanto.
Do meu lado, eu a desfazia,
Do seu, ela me agoniava
Com seus achaques de pura raiva.
E nunca mais nos demos bem,
Embora nos abracemos todos os dias,
Não passam de normalidades,
Um fala e o outro responde.
De mim, não há um amor que volta,
Dela recebo beijos à toa,
Acho que nos esquecemos, um do outro.

Inserida por naenorocha

Assim é você...

Assim é Você

Abrigo para a minha dor.
Afago para a minha alma.
Carinho que me alimenta.
Calor que me esquenta.

Desejo ardente que nao apaga.
Fogo que me queima.
Luz que me ilumina.
Sol da minha vida.

Assim é você.
Verdade para crer.
Caminho a seguir.
Você é minha certeza dessa e de outras vidas.

Você é meu maior bem querer.
Amor que eu sempre quero ter.
Base para o meu viver.
Essa é VOCÊ

Inserida por olivialassance

A vida está cercada de mistérios...
Eleva minha sede de saber, de descobrir...
O mistério é a magia... é o impulso...
Sejamos bem-vindos aos véus... todos...
Sejamos bem-vindos ao mistérios...
Ao doce e amargo da imaginação...

Eis que chega-me um ianque...
Percorrendo caminhos desconhecidos em mim...
Desbravador de outros mares íntimos....
Chamo-o de ianque por não estar acostumado comigo...

Este estrangeiro descobriu-me...
Retirou o meu véu...
Deixou os mistérios mais plenos de sentido...
Aumentou em mim quem sou...
E retirou em mim quem já passou...
Deixou a vida repleta de todo mel que eu ousaria querer...

Inserida por debbyoliver