Texto para minha Sogra
Olho para cima!
Por que você está abatido, ó minha alma? . . . Esperança em Deus; pois ainda o louvarei. - Salmo 42:11
Todos temos momentos na vida em que ficamos tristes - quando nos sentimos tristes e a tristeza nos envolve. O salmista Davi não foi exceção. Falando por experiência própria, ele gritou: “Por que você está abatido, ó minha alma? E por que você está inquieto dentro de mim? Esperança em Deus ”(42:11). Esse é um bom conselho para quem está enfrentando desânimo.
No livro de Atos, somos informados sobre uma experiência na vida do apóstolo Paulo enquanto ele estava em um navio em direção a Roma. Uma tempestade violenta ameaçou afundar a embarcação e todos os seus passageiros no fundo do mar.
Uma noite, no entanto, um anjo do Senhor apareceu e garantiu ao apóstolo que nenhuma pessoa a bordo pereceria. Paulo acreditou nessa mensagem e disse a seus companheiros de viagem: “Homens, tenham ânimo, pois creio em Deus que será exatamente como me foi dito” (Atos 27:25). Como o escritor do Salmo 42, Paulo depositou sua esperança no Senhor.
Mesmo que você esteja com medo e desanimado, poderá encontrar motivo de ânimo se olhar para o Pai celestial. Lembre-se do que Davi aconselhou: “Esperança em Deus” e depois diga com o apóstolo Paulo: “Eu creio em Deus”.
Da próxima vez que estiver abatido, lembre-se de olhar para cima!
Erga os olhos, desanimado.
O Senhor será sua ajuda;
Nova força virá daquele que disse:
"Descanse, venha a mim". - Anon.
Quando você não encontrar uma saída, procure! Richard DeHaan
Pela insólita noite irei ruar
Recôndito
Com minha rubicunda face preconizando tegiversar
Confabulando sozinho suscitar em tu o perene amor que em mim reside
A irrupção não deixou incólume minha lucidez
Este nada frugal sentimento não torna-se-á fugaz
Fleumático em meu imo
Deixou-me inquieto
Pacávio ocasional
Pândego sob a lua cintilante
Taciturno no azul céu dos teus olhos
E nesta epístola que é a veneta do meu traquejo peço que me dê a vitória do teu beijo
Linda
Linda, deixa eu te mostrar quem tu és
Tu és meu bem estar, minha paixão
Tu és em meus dias tristes, minha proteção.
Tu és aquela que em um mundo de ódio
Me faz encontrar no coração, emoção.
É linda quando sorri pra mim
Com aquele sorriso que me encanta, cativa
Humilde e sincero,
Ah meu Deuss, como eu te venero.
É linda quando está do meu lado
Porque tudo que é bom fica melhor em teus braços.
Toda aquela dor, passa
E no fundo encontro em ti, a graça, alegria
Encontro em ti a companhia
É linda quando tem esperança
Ela demonstra, ela se abre em palavras
Ela é a mais linda
Porque diante de tanta dor
Ela ainda acreditada no nosso amor.
Quase um ano sem a sua presença física, minha mãe.
Tão querida, tão amada!.
Você continua comigo, nas manhãs, quando eu acordo e imagino o seu sorriso. No café que você fazia, nos risos que haviam...
Você continua aqui em mim, e enquanto eu existir,
você vai estar. E as tardes vazias, repletas da sua falta...
Sabe mãe, os dias de chuva são os mais difíceis pra mim.
É quando a saudade realmente me incomoda.
Mas tudo bem, vou seguindo em frente, com alegria, sem ter a mesma alegria...
Na verdade, o que eu sei, a certeza que tenho, é que você está guardada para sempre no meu coração. E isso me acalma, e por enquanto me basta.
Primavera, é Jesus
Só em Jesus, acho a primavera,
Ele sendo flor que nunca murcha,
Minha vida fica cada dia mais bela,
No futuro, é assim que meu jardim permanecerá...
Esta flor incrusta-me todas as manhãs,
A esperança que preciso,
Pra viver a cada momento, saciando-me do amor...
Jamais viverei sem esta nutrição,
Pois a cada dia que o busco,
Balsamiza meu coração, em profusão.
POEMA PARA MINHA UNHA ENCRAVADA
Minha unha encravada
oh me digas por que é,
que persistes doer tanto
nesse meu dedão do pé?!...
Quantas vezes te extrair,
pensando que extinguiria
de uma vez por todas a dor
que sempre me perseguia.
Mas você, unha encravada,
só para fazer maldade,
sempre, sempre retornava,
parecendo ter saudade!
Só de raiva, só de raiva,
eu andava de sapato;
pisava firme no chão,
disfarçando meu maltrato.
Pomadas e antibióticos
sempre estavam em minha pauta;
mas quando eu te extraia...
confesso que sentia falta!...
Só depois de muitos anos
convivendo no meu pé,
ouvindo as minhas queixas
e sentindo o meu chulé,
foi então que descobri
que tu és minha grande amiga!
Pois contigo eu tenho calma...
— não corro tanto na vida!...
DOR
Quem é você pra me dizer que sou feliz
E a minha dor, que não te mostro?
Também dói aqui no peito
E já não tem esse direito de dizer que estou errado de fingir o que já sou
Já não me escondo no sorriso de manhã
E não me fala que estou certo de querer o que já conquistei
Pois é, já me entreguei demais, não sei mentir.
Meu coração não sabe ainda que essa dor não vai embora.
QUERIA PODER LEMBRAR
Queria poder lembrar das lagrimas da minha mãe ao me vê pela primeira vez fora de sua barriga, lembrar do gosto do leite que derramara de seu peito.
Queria poder lembrar das dezenas de visitas que recebi na primeira semana de vida e dos milhões de beijos que ainda sinto no meu rosto.
Queria poder lembrar do cheiro daquela lancheira azul que levara pra escola.
Queria poder lembrar daquele tombo, do corte, da dor Ah! Como eu queria!. .
Queria mesmo que por um instante poder lembrar da cor daquela bicicleta da roda quebrada que ganhei do meu pai quando fizera 8 anos.
Queria poder lembrar daquela tarde chuvosa em que não fomos a aula.
Queria poder lembrar das cores dos caminhões que contávamos na beira da estrada quando passara férias na casa da vovó Maria.
Queria poder lembrar......
Queria poder lembrar daquela viagem, daquele presente, daquela garota, daquele dia.
Enfim queria poder lembrar.
SE TE CONTO POR ONDE ANDEI
Se te conto por onde andei saberias o motivo da minha tristeza e alegria
Saberias o por que desse meu descontentamento com quem rouba, dessa minha indignação com quem mata.
Se souberes por onde andei, saberias talvez o porquê do meu silêncio repentino em meio a discórdia, desse meu desalinho ao ver uma tragédia. É como um poeta sem inspiração ou um palhaço sem graça, sem rumo.
Saberias o por que da minha preocupação com o incerto
Saberias o por que da minha surpresa com o errado
O por que .....
Mochila
Minha mochila anda meio pesada
A alça esquerda quebrou devido ao grande peso dos livros e cadernos que levara para escola
Outro dia derrubei tudo no caminho de casa
Muitos riram de mim, um me ajudou, desse último lembro-me muito bem.
Mas eu segurei firme a alça rompida com a mão esquerda e segui de cabeça baixa
Minha mãe reforçou as alças da mochila com costura de linha resistente
Daí pude carregar mais coisas na mochila: um tênis velho que usava no futebol no intervalo das aulas na antiga quadra atrás da escola, alguns sonhos que ficaram para trás, talvez tenham caído no caminho de volta pra casa.
Carreguei muita coisa naquela velha mochila marrom, livros, amigos, cadernos, projetos, desejos, propósitos, despropósitos.
Muros
Os muros da minha memória vez ou outra quebram alguns tijolos.
Deixando à mostra o nostálgico passado me fazendo beber lembranças.
Como o vento azul que nos transpassa sem permissão.
Aquela lancheira azul como era cheirosa.
O bigode daquele professor como era engraçado.
Tudo é tão vago e confuso.
Tolice não saborear o gosto amargo que o passado nos concede.
“ ... minha linda São Franciscana,
se pisei descalço naquele chão,
arrebentado o dedão do pé num toco
outro dia, tomado banho pelado num córrego
frio; se senti um dia o orvalho da madrugada
escorrendo na pele e a brisa fresca
cantando nas cavernas das orelhas;
se apertei as tetas de uma vaca brava
e provei araticum embaixo de um pé de árvore,
é porque procurava rumo na escrita da história.
Ainda sou devedor da vida, antes de tudo,
uma extensão da terra e dela desconfio
que sou filho que não se desgrenha e com ela
sou verdadeiramente vida como toda mãe propicia.
Cortar esse cordão totalmente não consigo,
essa ligadura é também
essência para viver esta peleja.
De guardar tantas recordações
e de gostar do que vi, faço
este pálido registro, contrariando
o que muito se fala e faz
neste mundo do asfalto,
quando se separa a alma do material
– para dar mais valor a este segundo.
Lembro aqui enquanto ainda é tempo de confirmar,
umas coisinhas de nada, do que vi e vivi
na depressão do rio São Francisco,
onde sitia-se o sertão do homem-terra
ou seria a terra-homem ?
Depois sei, mudaram o mundo
para longe e mudaram de vez,
mas aqui tenho lembranças do amor,
mesmo que me encontre um pouco à margem
de um novo tempo inaugurado...”
A Rosa tão rosa
Que se desdobra em prosa
Da minha vontade incessante
Que busca em ti a todo instante
Como o baile das pétalas ao vento
Um prazer e ternura que são meu intento...
Esta é a minha procura
entre os espinhos de sua clausura
Com toda minha vontade de te invadir
nesse orvalhado respingo de amor pedir
O desabrochar aveludado de tão bela flor
Como é minha rosa que perfuma e dá calor.
Passar pela vida como uma sombra escura
Não é grata missão nem bondosa elegia
Mas a minha batalha segue pelo dia
Nos versos de dor que encontra a cura.
Sei que poderei apenas relembrar
a pele cor pêssego maduro,
mas neste caminho perduro
onde pude no gozo de outrora beijar.
Mas sei que serei chamado num raio de luar
Para o umbral das nuvens e do céu, partir
E certamente há um momento sublime por vir
Onde até Sócrates e Galileu vou encontrar.
E meu semblante não estará mais pálido e branco
Pois sabia que pelo menos no céu poderia
Novamente ter quem eu tanto queria.
Com o coração vencer qualquer pranto.
Eu preciso terminar minha obra,
corpo e mente, transcrita escrita,
papel, mas o que é obra se na dobra eu acabar,
da arte, sem por fins, nada vale, um inicio sem o acabamento, quem o admirará?
Ninguém, estrutura bruta, construção sem acabamento,
um grande lamento precisa acabar,
se me foi dado o poder para pensa-lo, construí-lo-ei,
no tempo ou fora do tempo, não cabe a mim,
se no corpo ou fora do corpo, só Deus o sabe.
O tempo não é mais meu inimigo, mas um amigo
ainda guiando-me contra um caminho sem volta,
passo eu a trabalhar, em finitude minha, no infinito do tempo, re-penso, meu pensar.
A luz baixinha, um surrou,
trocando teclados por papeis, deixo-me guiar,
as palavras, que verborragicamente insistem em me chamar,
da trama, um drama, mesmo na lama vou continuar.
Sem por fim, ou no fim não sei te falar, mas com certeza vou terminar.
NOSSO ABRAÇO
De repente
Tudo cabe aqui
Assim
Dentro de mim
Correndo por sobre a minha pele
Desfazendo nós
Realçando laços
Preenchendo espaços
De repente
Tudo cabe aqui
Assim
Em mim
Dentro desse abraço
Por vezes terno
Em outras amassos
De repente
Tudo cabe aqui
Assim
Em nós
No nosso
Abraço!
-
Desculpa por ser assim...
Bobona, Grossa, Sarcástica
Chata, Idiota, esquisita
Desculpa pela minha...
Opção sexual
Escolhas
Desejos e sonhos
Desculpa por ocupar um espaço a mais nessa terra...
Desculpa se sou estressada, e as vezes falo sem pensar...
Eu só estou cansada, de me desculpar...
Me desculpar por ser eu mesma...
Eu mudo a minha vida por você,
Eu mudo o sentido de viver,
Eu mudo o meu caminho para te ver.
Eu mudo meus princípios
para entender os teus porquês .
Eu mudo as perguntas sobre você
Eu mudo as palavras
para te dizer que você faz
a minha noite amanhecer..
🍒Nanda Gontijo
Sao Paulo...
Meu time, minha cidade, meu Estado
Terra da garoa, do Sol e do ceu cinza nd estrelado
Terra dos sonhos de muitos e desespero para tantos outros
Cenário de história, de guerra, favelas e prédios gigantes
Palco de tantas alegrias com alguns episódios de sangue
São Paulo... cidade de vida com odor de poluição
Quantos aqui vivem e ainda sobreviverão?
Paulista... cariocas, capixabas, nordestinos, aqui tudo se tem
Japonês, libanês, bolivianos, demanda de venezuelanos, há espaço para mais alguém?
Sao Paulo é Luz... é Brás, Sé, Tamanduateí...
Tudo isso e muito mais, so se tem aqui.
►Melancolia
Minha linda sereia de sonhos encantados
Hoje lembrei-me de tuas caricias
Hoje lembrei-me e contemplei o nosso belo passado
Adoeci, minha linda sereia, adoeci
Talvez eu não conseguirei terminar esta carta
Escrevi tantas, doces como o tocar em uma pétala
Tantas, que me fogem, com a pressa
De encontrar tua dona, linda sereia, minha dama.
Os meus dedos, outrora combatentes ávidos da solidão
Hoje estremecem perante o vazio dos anos sem ti
Em meu coração, sereia, ficara à vontade e, logo, se fora
Linda sereia, entristeço-me, sem limites
Às vezes acordo quando estou prestes a sorrir,
Por vê-la, linda sereia, em minha preciosa imaginação.
Lágrimas, fora tudo o que meu caderno recebera de mim
Borrões escondem dedicatórias, escondem minha aflição
Espero, linda sereia, que esteja à minha espera
Oh, minha linda sereia, quero senti-la
Assim como naquela breve primavera, que lhe fiz a promessa
Promessa aquela que se rompera com a tua partida
Ah, que desejo incontrolável de gritar o teu nome, em desespero
Envelheço abatido, triste, com apenas versos sofridos
Almejando reencontrar contigo, linda sereia, me condeno
Em te apreciar em devaneios, em ilusões feitas pelo tempo
Linda sereia, poeta não sou e jamais serei
Pois, sem o teu amor, me torno um ninguém
Linda sereia, sereia minha, espero que ainda me ame,
Pois te amo tanto, que consigo vê-la em quaisquer cantos.
Ontem presenciei uma cena tão bela, nostálgica
Dois jovens apreciando os campos floridos da praça
Prática essa esquecida, e levada pelo vento, uma lenda mística
Mas, minha alegria deu lugar a lembranças de uma vida perdida
Ah, se tu ao menos me enviasse cartas,
Como aquelas que outrora me alegravam, simples e descuidadas
Não se preocupando com erros e com as palavras.
Amarei você até que a última rosa toque o caixão
Paixão, deixarei para traz uma vida sem direção
Pois minha musa, minha sereia, se despedira sem prévia comunicação.
Escrevo, como sempre o fizera
E, em solo fértil, quebrarei minhas algemas
Meu amor, que saudade de suas peripécias
Que saudade de nossas conversas.
Escrevo, como sempre o fizera
Esperando abraçá-la novamente, minha doce donzela
Esperando abandonar este mundo de trevas,
E retornar aos braços de minha Bela
Despeço-me, por hora, de ti
Venha me visitar algum dia, sim?
Estarei aqui, na cadeira que grita sua velhice
Estarei aqui, assim como um dia você dissera, como um "cãozinho"
Querendo mais que tudo o carinho e, tenho certeza,
Que voltarei para ti
Minha doce e linda sereia.
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