Texto palavras
O que sei de solidão...
Palavras não ditas
O Tempo se esvai...
Saiba o silencio Fala
Lágrimas vem e vai
Um soluço cala a voz
E não sufoca a paixão
O coração sabe tudo
Que sei de solidão...
Faço coisas sem sentido
No meu porto de ilusão
Te procurando me invento
Tento enganar meu coração
Cada instante eu vivo
Te refaço no meu desejo
Você sorri me olhando
anima meu desespero...
Por ter você em mim
Exausta me apaixonei
Por tantos planetas em ti
Todos com meu beijo batizei ..
.
Hoje me perco neles
Tentando me convencer
Estrelas são para o céu
Ainda que viva por te querer
Vivo um suspiro
Existe um céu em nossos beijos
Nas palavras de suas páginas
Que eu ainda não pude ler...
Nas loucuras que gritamos
E em tudo que provo de ti...
Um céu traçado em momentos
No silêncio dos segredos
Nesse desejo incontrolável
Que me move e me leva pra você
No espaço derroto minha solidao
Quando me encontro indefesa
No aconchego do seu abraço
É la que me encontro nua,
Toda tua...Nesse amor que sinto,
Neste êxtase meu coração sabe
Que sente o mesmo por mim
Eu te encontro brilhando em mim
Em todo lugar,em todos os pontos
Nas frases ocultas,em nosso ser
E de tanto amor ...vivo um suspiro
Que tenho aqui trancado no peito
E só liberto quando te encontro...
Hoje eu senti a necessidade de escrever, de transbordar em palavras aquilo que sinto. Ontem, permiti-me vazar, escoar as emoções que estavam represadas. Recordei-me de Viviane Mosé, que em seus poemas presos nos lembra da importância de dar vazão aos sentimentos. E foi isso que fiz: deixei que eles fluíssem.
Encontrei duas amigas queridas, com quem compartilho um amor de 12 anos. Ambas trilharam caminhos distintos, mas agora se reencontram. Apesar das marcas do tempo e dos desafios enfrentados, o elo entre elas permaneceu. É fascinante perceber como a vida, com seus fluxos e refluxos, separa e une as pessoas, quase sempre com um propósito maior do que conseguimos entender. Talvez o destino as coloque juntas novamente para que uma seja o reflexo e a transbordação da outra, preenchendo os vazios que cada uma carrega.
Ao observá-las, senti-me atravessado por suas histórias e pela beleza contida no reencontro. A essência de cada uma continuava intacta, mas transformada pelas experiências vividas. Nesse encontro, enxerguei a potência do amor que resiste, que sobrevive às dores e floresce em formas inesperadas.
É difícil para mim escrever sobre isso. Desde que desci da estação, construí um escudo protetor contra as dores do amor. Ainda assim, não posso negar: a estação continua linda. Cada amanhecer me encontra em paz, leve, livre. Mas essa liberdade é paradoxal – enquanto posso ir e vir, sinto-me, por vezes, sem saber o que fazer com tamanha vastidão. Ainda assim, é uma sensação boa, reconfortante.
Ao reler o que escrevi sobre solidão, percebo agora que a solitude começa a tomar forma. Talvez a vida nos ensine, incessantemente, que estamos aqui para curar e sermos curados. Cada despedida e cada reencontro trazem consigo lições veladas. A partida da estação me fez perceber quais trens não quero mais tomar. E, apesar de ainda nutrir certa descrença no amor genuíno, descobri que sou capaz de amar.
Reconheço o amor que passou, ou talvez ainda passe, por minha vida. Ele foi lindo – e isso basta. Ontem, durante a parada na estação, reafirmei para mim mesmo que o amor, mesmo atravessado pela dor, é belo. A dor, passageira como é, tem a estranha capacidade de nos iluminar, de nos fazer compreender nosso lugar no mundo.
Quando o amor floresce, ainda que sob a penumbra do sofrimento, ele deixa de ser dor para se transformar em calmaria. É como se, em meio ao desequilíbrio do coração, uma paz silenciosa se instaurasse. Assim, compreendo que o amor é, antes de tudo, uma experiência humana sublime: é a transformação da dor em beleza, é o reconhecimento da nossa própria vulnerabilidade e grandeza.
E assim, como as amigas que se reencontram e se completam, percebo que cada história, cada encontro, cada despedida, desenha um ciclo que nos convida a viver plenamente. O amor é, no fim, o que nos une a nós mesmos e aos outros, transbordando para além do tempo e do espaço. E na estação da vida, onde chego e de onde parto, carrego comigo a certeza de que o amor, mesmo atravessado pela dor, continua sendo o ponto de encontro mais bonito.
São tantas palavras.
Tantos desejos.
Histórias que sonhamos em viver.
Perguntas em busca de respostas.
Falamos tanto sobre compreender o outro,
mas o primeiro passo é buscar entender os próprios pensamentos.
É fácil resolver aquilo que não se conhece direito.
Difícil mesmo é olhar para si.
A mudança começa por dentro.
Não me acompanhe, acaso sou novela? As palavras fluem do nada, desconexas da realidade por vezes, ou eivadas das resuntantes do dia a dia.
A vida, se bem refletida é inexplicavel evento na vastidão do infinito. Qual dos homens será capaz de mensurar o firmamento, as galáxias e seus acontecimentos?
Qual dos seres será capaz, de fluir pelo universo em voos siderais?
Os sábios e entendidos sofrem mais, sim, ora pois, alcançaram plena compreensão da realidade, que somos o nada ante a grandeza universal da existencial do infinito, que por horas se manifesta em azul celestial, mas também revela o tom enegrecido do nada, pontilhado por luzes infindas em manifestações de cores e tons diversos, algo impossível de se contar, assim como os grãos da areia do mar.
Penso, logo sofro. Por não poder compreender a minha existencial manifestação em vida, aprisionado em um invólucro frágil e debilitado com o avançar dos anos, e na certeza de que breve, num piscar de olhos, não mais existirei em manifestação corpórea para este mundo físico.
Logo, o que fazer? Senão desprezar a sina pelo conhecimento e procurar viver iludido, ou cair em realista manifestação de entendimento para saber que verdadeiramente, nada somos.
Escrever me acalma, um alento para a minha alma. Gravar palavras em versos ocasionais, exprimir talvez algo mais, cantar em silêncio a poesia, fruir dos pensamentos em letargia, suplica a alma por energia, em prantos rogando a alegria, esperança de um novo dia.
Mas como ser otimista, se das vidas esvaecem a maestria, do despertar de um novo dia, na esperança de plena alegria, se desfalecendo em nostalgia, deveras sobremaneira às porfias, no desencanto qual a magia que não vos faz ver realmente um novo dia?
A lição educativa dá às palavras, vida, e nas observações dos fatos históricos, ampliando a capacidade do cristão na comunicação da linguagem bíblica.
Nesse modelo a ser seguido, à aprendizagem dos elementos tem mais valor.
Essencialmente desenvolve e exercita a inteligência, desperta o espírito de observação de pesquisa e desenvolve iniciativas de fazer valer a palavra da verdade. Aprende a comparar, suas observações, raciocinar e concluir e exercita suas faculdades, sua inteligência.
O ensino ancora para a dedução e a exprimir seu pensamento, a imaginar, desenvolver a intelectualidade, os sentidos da alma, o senso prático, estético, moral e espiritual.
Máscaras Caídas
Em rostos de sorrisos largos,
moram palavras que ferem,
promessas lançadas ao vento,
ilusões que se desvanecem.
São sombras que fingem luz,
companheiras de jornada,
mas, quando a maré se agita,
somem na estrada calada.
Olhos que desviam o olhar,
mãos que soltam sem aviso,
amigos que eram de tudo,
mas nunca firmaram compromisso.
A falsidade veste traje fino,
perfumada de afeto e lealdade,
mas sua essência é frágil, vazia,
não suporta a verdade.
Quebram-se as máscaras aos poucos,
revelando o que sempre foi,
e no espelho, só o vazio,
de quem nunca existiu depois.
A arte é o canto do vento,
A dança da luz no escuro,
É a alma que fala sem palavras,
É o mundo em seu jeito puro.
Nos detalhes, a beleza se esconde,
Nos toques, a vida se revela,
Para quem sente, a arte responde,
Com a suavidade que a vida vela.
Quem não vê, não sabe o que perde,
A arte é um mundo escondido,
E quem não valoriza, em sua sede,
Fica vazio, perdido.
Mas para quem tem o coração aberto,
A arte é farol a brilhar,
É a chama do espírito desperto,
Que nos ensina a sonhar.
O Peso do Egoísmo
No olhar desviado, no gesto apressado,
nas palavras doces de tom calculado.
O egoísmo anda leve, quase invisível,
mas deixa um rastro frio, irreversível.
Faz-se de vítima, veste-se de certo,
muda o enredo, distorce o concreto.
No fim, quem só pensa em se aproveitar
descobre que nada lhe resta a guardar.
Porque quem toma e nunca oferta
um dia se vê de porta aberta,
sozinho, no eco do próprio querer,
sem nada para perder… ou viver.
Ser professora de Libras é compartilhar o dom da comunicação, que vai além das palavras. É inspirar, ensinar e conectar corações por meio dos sinais. Que minha paixão por ensinar essa língua incrível continue a transformar vidas, abrindo portas para a inclusão e a compreensão. Meu trabalho é uma luz que ilumina o caminho daqueles que muitas vezes são silenciados pela falta de comunicação. Peço a Deus sempre que eu continue sendo essa ponte entre os mundos, porque cada gesto que ensino traz mais conhecimento. igualdade e amor ao universo das pessoas surdas.
Iza lira
Duas palavras…
Ritmo e poesia
Abra cadabra
Apenas Palavras
Mansas e bravas
Duro doma-las
Pensar e cita-las
Cuidado, Cara
Tolo, cala
Sabias palavras
Mente solta
Sem travas
Duas palavras…
Doces amargas
Carga pesada
Da nada
Ideia cantada
Ideia encantada
Ideia Escrita
Ideia falada
Na moral
Sem patada
Quem fala?
Um poeta
Mero poeta
Rimas filhas
Cria Brasilia
Um dia
Bem criadas
rimas netas
Nossa raiz
Infinita Matriz
Você curte?
Me diz?
Bom som
Volume máximo
Fico feliz
Sempre quis
Santa Paranoá
Hadda Beliz
Dois grupos
Duas palavras
Varios versos
Um objetivo
Somos diversos
Assim superlativos
Duas palavras…
Amor e paz
Boa sorte
Ritmo e Poesia
Vida e morte
Palavras Hirtas
Não a culpo por sua falta de afabilidade comigo; ao menos, essa é a minha impressão.
Apesar de meu coração ainda estar em estado de convalescença, e de meu corpo viver num torpor
causado pela falta que você me traz,
ainda não sei dizer se cessei o amor que sinto por você, diante do estado exasperado em que você me abandonou.
Mesmo nos meus momentos mais felizes, sinto a sofreguidão do meu corpo em busca do seu.
Espero que meu coração, hoje quebradiço, torne-se como minhas palavras em momentos de solilóquio:
hirtas, com o amargor de um café ruim.
Para que, assim, ele não se despedace nunca mais.
Espero que, quando meus olhos encontrarem os seus, ele não mesure a você
a mulher que tanto odeio, a mulher que tanto amei...
AQUINO, Henrique. Palavras hirtas. In: O livro que nunca vou escrever. Texto literário inédito. Ano de
produção: 2026.
As palavras têm poderes mágicos, benevolentes ou trágicos, exercem efeitos perfeitos, tanto para o bem quanto para o mal, são capazes de matar a larva da mágoa que prolifera no coração e reflorir em abundância com ânimo e inspiração...
Para o oposto são tempestades vorazes, capazes de devastar uma plantação de lírios e dentes de leão.
O amor algo tão simples em se traduzir em palavras, o ideal perfeito mais que comercialmente é apresentado em simbolismos representativo e de preferência.
Com auto custo para marcar e vibrar a expectativa e a ilusão dos manipuladores devoradores de esperança e por ser algo simples é usurpado por víboras predadoras.
Mais em macro aspecto tudo e valido para o desperta de uma consciência no buscar de se transformar, com um ter humano simples não confundindo o termo da simplicidade pela submissão das vontades alheia.
Trago a simplicidade de uma forma autônoma, segura, saber falar sim e saber falar não em uma perspectiva de se posicionar de uma forma firme e segura sem mágoa, sem rancor, sem vaidade.
Ser um único indivíduo encontrando na essência superior da busca interior a descoberta do amor em perceber, descobrir e aceitar a beleza das minhas Próprias imperfeições.
Eu já escrevi que
Te Amo
Na areia da praia.
Eu procurarei
Palavras Diferentes,
mas a diferença não está na fala.
Atitude eu retenho.
O que faço é para ter
o teu sorriso, coisa celestial a minha graça.
Desde o sempre
E o então
Meus Sentidos
Estão em meus Sentimentos
E que é por você, a minha razão.
Amor I
Sinto por ti, amor sobre-humano,
Amor que estas palavras não descrevem
Amor de sentimento mais que profundo
Amor que o próprio Deus desconhece.
Sinto por ti, amor!
Amor cá de dentro...
Amor de loucura e sofrimento
Num campo de força intransponível.
É tão grande o meu amor, amor!
Que não admite o teu sofrimento
Amor que fala tão alto e sem orgulho
Que é incapaz de deixar-te sem alimento.
Sinto por ti, amor!
Amor acima do meu tormento
Acima da dor que o meu corpo recente
Sinto por ti, amor! Amor cá de dentro...
Monstro
Homem que possui o domínio
Eleva-se de formosa ternura
Com palavras simples e agradáveis
Emana a delicadeza das plumas,
Olhos claros, límpidos,
Que encanta o feminino
Com os louvores da doçura.
Homem que o domínio perde
No cume do ciúme enraivece
Como fera ferida enlouquece.
As paredes ressoam sons monstruosos,
Torna-se pétreo à doçura
E olhos matam as pessoas que mirar.
Mentecapto na humanidade já insana.
A flor do poeta
O néctar, a sua alma mais profunda
O pólen que germina em palavras
inspiradas nas tenras folhas esvoaçantes
os mistérios, dos perfumes das pétalas
As cores, o amálgama da beleza,
solidão misturada em fantasias
O caule que a brisa dobra
são sentidos que a poesia abriga
No outono, a flor do poeta
canta folhas secas, nostalgia
A sedução não é mérito da primavera
é o ocluso na bela flor da poesia.
Sobre você
Eu queria escrever sobre você
Já me disseram que não sou boa com as palavras
Talvez seja a minha ironia que desmantela a minha escrita
Escrever sobre você é demasiado complexo
É como arrancar da cartola um coelho
zombar e criar ilusões com o nada
Com essa mágica, a mim, devem respeito
Descrever as partes físicas, as mãos pequenas
nariz pontiagudo, corpo roliço
andar da preguiça
algum encanto sempre fica
As palavras que sussurradas, saídas dos finos lábios
têm leve doçura, mesmo embaladas pela língua ferina
Os olhos não se fixam, sempre olhando de menesgueio
com certo galanteio
buscando solicitude de alguém por perto
não do meio
Em você todo o brilho do físico se perde
perante o seu interior, a civilidade, o zelo
O carisma como se doa e comunga socialmente
amparando, franqueando os necessitados
sem "cobiçar", como se estivesse em Calcutá
voluntário do bem com posses alheias
Um perfeito filho, sonho de toda mãe, homem com "H"
garanhão de pasto
Com as noras, não deixa água aos sedentos, faltar
Relutante às datas comemorativas
mas não falta pro jantar.
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