Texto Motivação na Vida
Estava tudo calmo, até que avistei uma pantufa azul com nuvens brancas estampadas. Imediatamente olhei tudo que rodeava o meu quarto e que pudesse entrar em sintonia com essa pantufa. Estaria ela isolada da minha existência, ou algum motivo teria para me chamar tanta atenção? Comecei então a observar meu quarto, e notei que, assim como as cores daquela pantufa, meu lençol também é azul de bolinhas brancas. Olhei em seguida de forma mais abrangente o meu quarto, cenário onde passei os últimos momentos na infância e pré-adolescência, antes da partida para os insondáveis e misteriosos planos e objetivos profissionais. O local está exatamente como deixei. Abrindo a janela, esta que ainda é protagonista constante nos textos feitos durante as minhas férias, notei, nas montanhas, o mesmo verde de sempre. No ar, a mesma brisa que caracteriza o clima paradisíaco de Friburgo. Só o céu parece agora mais azul e com as nuvens mais brancas depois que parei para observar as pantufas. Ao lado da janela, o espelho de sempre; porém, o reflexo mudou. Percebo um corpo mais maduro pela idade, mas, mesmo assim, com o mesmo vigor de alma. E Isso me deixou mais ansioso, agora, para chegar até você. E vem daí a minha grande dúvida. Como tanta reflexão pode partir apenas da observação de uma simples pantufa azul com estampas de nuvens brancas? Tento sair então da redoma desse quarto e volto novamente à janela; e vem aí a incerteza de que nossos respectivos carmas se processem. E isso, por si só, já me faz vibrar, assim como acontecia nos tempos quando olhava minha infância nesse mesmo espelho, cheio de expectativas acerca do colégio. Então me pergunto: será que, por sentir essa sensação novamente, isso não merece uma continuidade? Por mais que eu pense a respeito, não encontro, por mim mesmo, o caminho para um esclarecimento, ainda que imperfeito, mas que traga um pouco de qualquer coisa. Dizem que a ânsia de exteriorizar o que sentimos por nós mesmos pode assustar as pessoas. Mas acho que não... Nada mais natural numa fase de adaptação de uma alma ainda em plano material. Nesse ponto divirjo de certos pensadores que afirmam que devemos ficar mais em paz com nossos pensamentos. Não concordo, repito. Estou certo de que uma reflexão sincera e vibrante é um pensamento em forma de prece e que pode atingir para o bem, de alguma forma, aquilo que nos inspira a refletir. Espero apenas deste mundo, que em breve possa encontrar respostas para estas dúvidas, decorrentes, certamente, de uma simples pantufa azul com nuvens brancas estampadas.
Uma vez me falaram que as lições eram extraídas das dificuldades. Foi quando deixei, para conferir, o meu castelo ruir. Ameias, seteiras, tudo desabou. A ponte levadiça também. Só restou o fosso que o cercava. Ah! Eu consegui sobreviver... Mas fiquei preso, no porão, sob os escombros da incerteza. Até que, depois de uns dias no escuro, achei um buraquinho na parede para olhar; veio um clarão! Estava eu, então, novamente no meu quarto, assistindo a bougainville vermelha subindo pelas grades da minha janela. Percebi o olfato ileso, que me fez sentir o perfume do manacá novamente, o mesmo dos outros textos escritos; aquele mesmo que havia sido plantado, também, sob a janela do meu quarto. Percebi novamente a audição intocada, que me levou ao êxtase com Vivaldi, Schuman, Grieg, Massenet, Chopin, e outros mais que emprestaram à Terra, onde deixaram para sempre os sons do Céu. Notei em seguida a parte incólume do cérebro, justo aquela onde se alojava as boas lembranças, os aprendizados, os fatos marcantes, as doces-amargas saudades, as referências da vida, os exemplos, minha cultura, os amigos e tudo mais que eu acreditava, ou seja, tudo que nos resta, órfãos que somos de saber o que nos espera para o amanhã. Mas havia uma fé que induzia a crer em um entendimento escolhido e que dava sentido à vida. Foi então que percebi, com essa experiência, que acabava de aprender com a dificuldade.
No dia em que você dormir pensando em Jesus, acordar pensando nele, programar seus compromissos priorizando-o, cancelar programações por causa dele... Em todas as suas conversas, sempre ele estiver incluído, mudar de comportamento por causa dele... Seu mundo girar em torno dele... Então, realmente, seu amor transbordou e você pode viver de forma plena o Evangelho!
Nossa vida é como o rio. Ora ligeiro, ora lento,transbordando ou quase seco. Às vezes morno, às vezes frio. Sem poder voltar por onde passou, seu destino está traçado na terra, na rocha, entre as pedras. Rodopia, salta, pula, canta e por fim, sossega. Vence sendo vencido e se transforma no oceano. 20/09/2009. (Walter Sasso autor de "Pedras submersas" e "Soca pisada")
Enquanto governantes e Estados estiverem negociando economicamente o elixir da vida – a vacina – o vírus continuará se alterando, desenvolvendo outras cepas, fragilizando o conhecimento humano. Enquanto o ser humano se preocupar com seu status de ter por meio da dor alheia, ele mesmo será derrotado pelos ensinamentos do universo até que compreenda a sua pequenez humana.
A vida nos ensina, por meio das dores, dos momentos e das alegrias, tudo aquilo que a espiritualidade pode oferecer a todos nós. Estamos seres terrenos e seguimos nessa jornada para nos melhorarmos como espíritos. Desse modo, com nossa alma/espírito fortificado e por meio do aprimoramento moral, nosso corpo mudará sua conduta a cada dia um pouco e, em cada pouco, para ser melhor consigo e para com os outros. Que esse dia seja de reflexão e aprimoramento, uma oportunidade para nossos espíritos encarnados vibrarem na frequência da paz, da paciência e da humildade.
Walter Benjamin já havia sido eleito meu teórico de cabeceira. Um de seus livros ficava próximo ao meu travesseiro. Sobre o que ele escreveu, entre tantas frases de Benjamin, uma em especial me colocou a pensar nessa manhã: “o modo de sentir e perceber o mundo não depende apenas da natureza, mas também da história ”. Foi por conta dessa frase que me senti na obrigação de olhar no espelho e repensar o que de fato sinto sobre mim mesmo, como me sinto dentro de mim, e o que sinto que me tornei. Dado que nasci na década de 70, me tornei adolescente na década de 80, adulto da década de 90 e alguém em crise na segunda década do século XXI. Por tanto, é dessa forma que pretendo contar essa história, porque ela será uma história sobre os sentidos, não somente os meus sentidos, mas os sentidos que atuaram sobre mim e me fizeram assim. O que sou hoje.
A gente passa por um Adestramento Social,pela educação,pela cultura,pela publicidade,...Começa nas crianças,você mete uma criança na escola ela já vai ser enquadrada,não pode ter alegria enquanto aprende,por quê?.Adulto não pode ter alegria enquanto trabalha.Você vai deixar para viver nas horas vagas...Não vale a pena você fazer o que não gosta por dinheiro,porquê com o tempo você se adoece,vai precisar do dinheiro pra se tratar.A gente não precisa de muita coisa,a gente precisa de "satisfação de viver".A adolescência é "problemática" porquê a pessoa tem a intuição da criança e tá recebendo a pressão do enquadramento pra ser adulto...Você abre mão da sua individualidade,você abre mão do seu prazer,você abre mão de si pra poder satisfazer o Mundo.
"pessoas criam Deus baseado em um pai,por isso dizem que ele julga,pune e condena...criaram essa realidade baseada no medo, precisam do medo pra tudo..só mudam de vida forçados pelos medos..medo do inferno e já vivem nele, medo da felicidade quando ela bate na porta e não querem acreditar pra continuarem com medo... medo de pensar..de agir..por isso pensam e agem mal...porque fazem tudo com medo... e culpam Deus por isso...julgam o que e certo e errado..e esquecem que nem mesmo eles sabem o que é o certo e o que e errado... criam as próprias regras;;em tempo de dor..esquecem de pensar o que o único ato de AMAR faria.... fazem escolha por paixões doentias..e esquecem que Deus e apenas amor..sem regras sem limitações....o que esta acontecendo só esta acontecendo..se resolve....o tempo e as ações servem pra isso.... Deus nada mais é que amor..um amor que o seres humanos estão sendo incapazes de sentir." vivem se medindo com vergonha de si mesmo..esquecem de amar o que eles dizem que DEUS criou..eles mesmos...
"temos tão pouco tempo aqui..que não vou ficar tentando ser outra pessoa pra viver pra os outros...vivo para mim...é pra isso que estou aqui..nasci só..e os amigos que tenho são presentes da vida..mas viver..só vivo para mim..estou só mas não me sinto abandonada...se sou criação e produto de um DEUS, nunca estarei só...as pessoas se contradizem com seus próprios ensinamentos..se dizem criaturas de um DEUS e moldam uma sociedade doentia e cheia de preconceitos consigo mesmo.sou unica onde quer que eu vá..como não me amar? como esquecer de mim mesma,da minha pele,meu ser,meu espirito,minha alma pra julgar outras pessoas?"
"sabe porque nao permito que pessoas me ofendam,porque só eu sei quem sou..só eu olho no espelho e vejo aquela menina,que teve a infância arrancada a força e mesmo assim ela brincou enquanto pode,só eu vejo aquela garota que teve a adolescência arrancada por conta de escolhas alheias da qual ela nao tinha culpa,apenas estava ali,sem saber porque tanta dor e tanto sofrimento e mesmo assim ela cresceu,só eu conheço essa mulher que tem uma vida difícil e mesmo assim ela é feliz,então não venha me dizer o que fazer ou me julgar,porque nao viveu minha vida pra saber o que me trouxe aqui.
e já me ensinou o que ela tem de ruim..muito ruim e de bom também.mas esse bom é também cheio de contradições e medos e fragilidades que não posso me permitir...ou nascemos com tudo que precisamos ou somos obrigados ser forte na marra ... a vida me tirou muito e tive que aprender na marra, sempre da pior maneira, mas não lamento, isso em fez forte e foi o preço que paguei, e ainda pago,nada vem de graça.
Hoje me pergunto quem sou eu, que está sempre em linha tênue, sempre sem ao menos saber Quem sou, mesmo vivendo a grandiosidade da minha honestidade,e meu coração que não sabe ferir,e por isso se divide em gostar de solidão, e cansar dela muitas vezes, isso é tão valioso e destrutivo ao mesmo tempo
Na longa estrada da vida, por vezes, sobre áridos caminhos, precisamos remover "pedras" e confrontar "espinhos"...Mas são das pedras brutas que extraímos as mais belas "jóias" do ser, e por trás de duras e pontiagudas "excrescências", é que descobrimos a razão representada, na real beleza que nos cerca... Deixemos então, que a construção aconteça, sob os olhos do amor e da nobreza, pois todos temos uma linda representação "acesa", no espetáculo da vida, que infinitamente reina...
A grande obra de arte esculpida pelo Criador, através da fusão de "partículas" elementares, é a Vida, simbólica em sua representação, e Divina em seu mais nobre fundamento. Quando falamos da arte, falamos da vida com sentimento e verdade, colorimos as telas do "EU" profundo, sutilizando harmonicamente os movimentos em conjunto, assim como cintilam as estrelas e serenam os astros, no fluir das galáxias... A musicalidade é um composto de natureza elementar, pois tudo canta, tudo soa e tudo ecoa no universo, desde os "lamentos" massificados na inferioridade dos mundos, às grandes sinfonias de Luz , que na fluidez das vibrações superiores, silenciam toda dor e todo pranto. Viemos aqui, antes de mais nada, para agradecer imensamente por este elo constituído de bençãos, que através deste Sentimento Maior, vem solidificando os seus "pilares" na regeneração da criatura humana. Senhor Deus, louvado sejas, e que neste gigante cenário de beleza, possamos aprender a multiplicar a caridade nos corações, que o Amor possa de nós expurgar toda vaidade e toda descrença, que sejamos infinitamente fortes diante dos desafios da senda, e que possamos de tal forma, transformar o mal, na sombra dos infelizes, em Luz irreversível, no coração do universo... Asserenemos então, e nos sintamos envolvidos, pois o "Universo Canta" aos nossos ouvidos, e pacientemente espera que cantemos em júbilo à luz de uma nova era...
A vida nem sempre é como exatamente enxergamos. Importante mergulharmos na intimidade, processando as informações do "eu" profundo, uma vez traduzido, pelas próprias emanações psíquicas do espírito imortal. Jornadeamos incansavelmente sob as arestas incandescentes da evolução, como "astros" reluzentes da constelação do cruzeiro. As "lápides" do ser varrem o infinito, e a cada ação solidária, restauramos um novo "fragmento" disperso na solitude dos mundos...
Desejamos tanto, e nos doamos tão pouco; Planejamos o futuro e sequer nos lembramos do que deixamos de fazer no passado...Acumulamos os nossos bens supérfluos, e esquecemos o que nos é realmente necessário...Perdemos o sentido da vida, porque na realidade, não acreditamos nela...Reclamamos de tudo, porque ainda não conhecemos a verdadeira miséria..Somos egoístas, porque somos desumanos...Somente viveremos a plenitude, quando não mais houver sequer uma alma em desatino...
A cada minuto de existência, cumprimos mais uma ordem no aprimoramento contínuo da vida que não cessa....Assim somos, valiosas partículas na imensidão do imensurável cosmos, que em movimento, reflete a unidade do Divino...Tudo é exato, próprio e cientificamente explicável, afinal, não é a falta da ciência que nos oculta o então desconhecido, mas a condição atual em que nos encontramos, é que não nos permite compreender os princípios evidentes de todas as ciências que se revelam...
Na infinidade de tudo o que existe, do átomo ao Cosmos, do Homem ao pó...Agradecemos o dom da Vida, o dom do existir...A oportunidade de nos projetarmos ao maravilhoso tempo, no suave frescor da brisa de cada momento, ao amor que nos invade, e ao Sol que nos ilumina alegre e contente, dissolvendo as sombras do nosso passado, as lágrimas que ainda não secaram, mas que já aceitam a beleza cristalina, das "águas", que continuam se movendo...
Sejamos humildes para nos reconhecermos, e fortes para recomeçarmos... Nesta curta e breve temporada chamada existência, valemos pelo que fomos e pelo que construímos. As feridas abertas, cicatrizam-se com o tempo, e aquilo que deixamos registrado, seja no presente ou mesmo no nosso passado, definirá as razões de tudo o que realmente poderá ser alcançado. Dia após dia, ano após ano, na saúde ou na doença, na alegria ou na dor, na presença ou na falta, somos todos iguais, onde ninguém ganha menos e ninguém perde mais, afinal de contas, os valores da Vida se alteram, à medida em que crescemos e evoluímos ainda mais...
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