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Texto Medo

Cerca de 7594 texto Medo

⁠Será que eu percebo a sutil linha divisória, entre a cortesia e a covardia?
Será que eu percebo o momento em que o Amor, se transforma em instrumento de manipulação ou desespero?
Será que eu percebo qual a hora exata, de fechar a porta e não abrir nunca mais... ou abrir a porta e permitir que alguém entre no meu mundo?
Somos distraídos, ou medrosos demais para experimentar a vertigem, diante da imensidão do agora?

Inserida por MiriamMorata

⁠Identificar o que te machucar é Decisão sua e de mais ninguém. Entender que somos responsáveis Não é fácil preso nas dores.
Trazer mente e corpo para luz ou Iluminar a vida com um passado lamentável
Faz a gente muitas vezes fugir. Importante querer de verdade aceitar ajudar.
Quando estamos em paz conseguimos
Uma conexão melhor com o divino.
Evoluir é um processo interior e infinito.

Inserida por NABYCURY

⁠Ontem tive medo

Ontem tive medo, não aquele medo de barata, de avião, de altura que às vezes nos incomoda... Ontem tive medo, o maior medo que já senti... Percebi que esses medos são pequenos perto do medo de ser mãe e não poder cuidar do seu filho... Ontem tive medo de cair e não ter forças pra levantar... Ontem tive medo de me machucar e deixar um ser tão indefeso sozinho... Ontem tive medo de não ter forças pra segurar minha filha, foi por pouco tempo, mas o suficiente para saber que o mais importante pra mim hoje é estar bem para cuidar de outro alguém... Ontem tive medo só de pensar que poderia abandonar, nem que fosse por um minuto aquele serzinho tão dependente de mim... Ontem tive medo, muito...
Talvez exagero, ou hormônios à flor da pele... Mas se você é mãe e já sentiu isso vai entender perfeitamente o medo que senti...

Inserida por thaiscritocomamor

Sinto-me triste pelos tantos capturados pelas armadilhas desta vida, pelos que calam-se diante de tantas injustiças e ficam à deriva em uma maré de conforto que não trará mudanças interessantes que poderiam trazer para a própria vida de quem solta as suas amarras e segue de cabeça erguida com a coragem de enfrentar o que é diferente das meras repetições.
Não tenha medo de pensar, aprenda a desenvolver-se, pensar nas peripércias que a vida nos traz é sensacional. Viva a vida e não deixe com que a vida viva você!

Inserida por AndersonArpini

MEDO DE VIVER.
Tive medo da infância, porque era criança e achei que não seria capaz de me defender.
Tive medo da juventude porque, nesse mundo louco, não seria capaz de sobreviver.
Tive medo da meia idade porque, com tantas responsabilidades, talvez não conseguiria vencer.
Hoje, com a experiência dos anos vividos, não tenho mais medos porque: nos medos de criança e de juventude tive mãos que me conduziram e, com os exemplos recebidos na meia idade, fizeram-me crescer, compreender e aprendi a caminhar.
Aprendi e rompi as barreiras dos medos e essas vitórias me deram confiança, maturidade e tranquilidade para dizer:
VENCI O MEDO!!! NÃO TENHO MEDO DE VIVER!!! PORQUE ANTES DE TUDO, APRENDI A ACREDITAR EM MIM MESMO.
Autor: Márcio Souza.

Inserida por marsouza42

O AMOR liberta, o medo prende, o AMOR Expande, o medo retrai, o AMOR dá, o medo cobra, o AMOR solta, o medo segura, o AMOR aceita e o medo rejeita.

Contudo o medo é perfeito assim como o amor. Porque não seria possível conhecer o AMOR sem a existência do MEDO. Assim como não saberíamos o que é a luz sem a existência da escuridão.

Para toda sombra existe uma luz!

Inserida por alechow

Uma reflexão sobre o amor.
Amar ou não amar?
“Amar; talvez risco correr e na ilusão viver”
“Não Amar; Talvez na solidão morrer.”


Para uns a solidão é uma escolha, para outros é a única opção, você pode escolher em caminhar sozinho ou não, e pode decidir quem caminhará contigo. A grande dádiva não é ter muitos a sua volta, mas ter os poucos e bons.
Mas se olhar a sua volta e não ver alguém para escolher, é porque a solidão é a sua única escolha. Porém ainda é tempo, você não precisa estar só, a caminhada é longa, plante bons relacionamentos, mantenha o convívio com os outros seres, harmonioso e pacífico, você pode pensar que nunca precisará de alguém, mas um dia aqueles a quem não deu a devida atenção pode ser aquele vai estender a mão e lhe tirar do abismo que construiu a sua volta.

Há pessoas que constroem uma muralha em torno de si mesmas, impossibilitando que as outras pessoas cheguem perto, essas pessoas se denominam fortes, mas não são, ao contrário, são fracas, e temem que sentimentos de amizade e generosidade invadam sua alma, por medo de se entregarem e depois terem seus corações partidos, por ações não virtuosas praticadas por indivíduos que não tem a mínima noção do amor, e brincam com nossos sentimentos, estas que por sua vez não são más, só ainda não foram suficientemente amadas por nós.
A grande questão é que você pode escolher se vai amar ou não. Se escolher o caminho do amor, tenha a certeza de quem nem sempre será correspondido e na maioria das vezes seu coração será partido. Por que amar, requer riscos, e também sacrifícios. O amor que digo, é um amor, universal, aquele que se tem a todas as criaturas deste mundo, e não aquele amor, que escolhe a quem vai dar o seu amor, este não te serve de nada, apenas para encher seu ego e te afastar do verdadeiro sentimento, no qual exige tolerância e respeito para com todos.
Se escolher não amar, tudo bem, é uma opção sua, porém tenha certeza de que a solidão vai invadir seus dias, e tornar suas noites mais longas e entediosas. Você pode optar em não amar, para evitar justamente correr riscos que julga desnecessários e não viver na ilusão. Então você se pergunta; Qual das opções me favorecem ou desfavorecem?
Você pode responder a si mesmo com uma outra pergunta:
Evitando correr riscos, não vou estar perdendo a chance de dar certo?

É como uma frase que diz um texto de Carlos Drumond de Andrade:

“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos,na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade”.

“E então concluo, a dor é inevitável. O sofrimento é natural da vida, já manter-se no sofrimento é opcional”

Inserida por wesleydiniz

E o relógio preguiçoso estava com as pernas cruzadas uma sobre a outra fazendo tic-tac sem parar , naquela solidão eu me esbaldava na ultima dose de cachaça pensando em mais nada fazer , meia noite o sino da igreja lá no alto da montanha me chamou a atenção e vi que já era hora de banhar e dormir.
Despeço-me com medo do escuro.

Inserida por Jherecardoso

⁠O Peso dos Dias e a Leveza do Tempo

Nunca gostei de comemorar aniversários.

Não me entendam mal — não é um desprezo pela vida, tampouco um capricho melancólico. É, talvez, um desacordo silencioso com o calendário. A data do nascimento me soa arbitrária demais para conter em si todo o mistério e a beleza de estar vivo. Há algo estranho em reduzir a celebração da existência a um dia fixo, como se a vastidão da vida coubesse numa vela, num bolo ou num parabéns apressado.

Eu prefiro envelhecer a fazer aniversário.

Gosto da ideia de envelhecer porque ela carrega marcas. Rugas, histórias, memórias e silêncios. Envelhecer é a confirmação de que estive aqui — que sangrei, sorri, perdi e me encontrei. Cada linha no rosto é uma frase escrita à mão pelo tempo. Cada ano que passa é mais uma página virada com esforço e sentido. Envelhecer é a prova irrefutável de que vivi — ou ao menos tentei viver.

Mas viver, veja bem, é diferente de estar vivo.

Estar vivo é biológico: pulmões funcionando, sangue correndo, agenda cheia. Viver é outra coisa. É quando a alma respira, quando os olhos se demoram num pôr do sol, quando o silêncio não assusta mais. É quando a dor ensina, quando o amor transforma, quando o tempo passa e você sabe que ele passou por você — e não apenas ao seu lado.

E é exatamente por isso que não temo a morte física. Essa virá para todos, no tempo que não escolhemos. O que realmente me assusta — e profundamente — é a morte em vida. Aquele estado em que os olhos seguem abertos, mas o mundo já não causa espanto; em que o coração bate, mas não se comove; em que se respira, mas não se sente mais o perfume da existência.

Essa morte silenciosa, discreta, cotidiana, me aterroriza. Porque ela se instala devagar, sem anunciar-se. De repente, já não se sonha. Já não se espera. Já não se luta. É essa a morte que me recuso a aceitar.

Por isso celebro o cotidiano. Todo dia é um aniversário da minha consciência desperta. Todo gesto de sensibilidade, toda lágrima sentida, toda esperança cultivada é uma prova de que ainda estou vivo — e não apenas biologicamente funcional, mas inteiro.

Não preciso de presentes nem de aplausos. Preciso apenas do milagre cotidiano de seguir. Porque todo dia que me é dado é, por si só, um aniversário da minha resistência. Um lembrete de que estou aqui — apesar de tudo, apesar de mim.

E assim, envelhecendo sem pressa, vivo celebrando o que realmente importa: a arte rara de continuar sendo.

Inserida por eduardo_medeiros_1

não tenho mais medo

não tenho mais medo
Ou mais do que temo?
Me fale todas aquelas coisas,
E fingirei não ouvir, nem ligar

Finjo tanto quanto sinto, sinto
E escondo tanto o que sinto
Minhas palavras são como facas
Para humilha-lo como facadas
Mas minhas lágrimas que são – como feridas em todo o meu corpo

não tenho mais medo
Mas ainda tenho medo que volte, volte
Tenho a mim, que tenho que me afastar
Para me sentir segura
Eu não tenho mais medo.

Inserida por Veecxwll

⁠Desejo em Negação
Escrevo sobre os sentimentos que desvendam o que arde em ti,
mas tu, com os olhos em silêncio, me negas.
O desejo é ser devorada, mas temes a entrega.
Dizes ser incapaz de despir-te, de te deixar conduzir.
Mas, no jogo dos sentimentos, tua pele grita.
A carne exige o que a mente recusa.
O tempo é o tempo, mas o desejo é sempre o agora.
Tu me lês, me sentes, mas não confessas os teus desejos.
Há medo nos teus gestos,
mas o abismo do teu querer me chama.
E eu, sem pudor, me perco nele,
em busca do que te faz tremer em orgasmos.
<br><br>
Augusto Silva

Inserida por augusto_silva_1

⁠O que podemos contar de nós mesmos?
Momentos bons, conquistas, vitórias.
Os dias passam, as pessoas mudam,
mas nós só vemos as boas histórias.
O porquê disso é fácil entender,
eu assumo ser algo que também faço,
por medo de que os outros possam ver
o erro, a perda e o fracasso.

Em um mundo onde tudo nós compartilhamos,
só queremos que vejam o nosso sucesso.
Até com as pessoas que mais amamos,
nós omitimos o nosso progresso.

Ao captar em foto um momento
que para você foi especial,
surge um medo de constrangimento
“será que essa foto ficou legal?”

Aquele treino que não rendeu,
sinto vergonha de compartilhar
“eu fracassei, não bati a meta”,
como se o mundo fosse acabar.

transmitimos uma imagem que não é tão real
e eu sei já foi dito o que vim replicar,
mas mesmo sabendo que isso nos faz mal
ainda insistimos em nos comparar

a foto pode ser a mais feia
mas representar um momento especial
ou também pode ser na montanha mais linda
sozinho, com frio ou passando mal

não almeje tudo o que você vê em tela
na prática as coisas são diferentes
não se encante com qualquer imagem bela
efeitos deixam telas mais atraentes

não tem problema você ser humilde
buscar referência te faz progredir
mas só que tudo tem um limite
sua própria percepção pode te diminuir.

Se quer mesmo alguém para se comparar,
busque alguém que queira seu bem.
O problema é quando nós nos comparamos
com quem posta apenas o que lhe convém.

(Eu posto apenas o que me convém)

Inserida por emersomgold

⁠Cicatrizes que sussurram

Estou em pé, mas não inteira, há frestas em mim onde a luz hesita, esquinas da alma onde o medo ainda mora, e a vergonha sussurra antigos nomes.

Carrego silêncios que pesam mais que gritos, feridas que não sangram, mas ardem baixinho.
Já quis fugir de mim,calar partes que doem só de existir.

Mas hoje aprendo a me sentar comigo,
a ouvir sem julgar, a tocar cada sombra com mãos de ternura, e chamar pelo nome o que antes eu escondia.

Porque há beleza também no imperfeito,
força no que um dia foi queda, e cura, talvez, em simplesmente não fugir mais.

Inserida por RosahyarahAlves

⁠Espuma de Aço

Passei fome —
como quem mastiga a ausência com os próprios dentes.
Passei frio —
como se o mundo tivesse esquecido meu nome.

Tive medo de dormir,
como se o sono fosse um portal sem volta.
Temi ser incendiado por mãos anônimas,
esfaqueado por sombras sem rosto,
baleado por silêncios armados.

Achei que a qualquer instante
me enjaulariam por crimes que só a miséria conhece.
Achei que o azar me atravessaria como um carro sem freios.
Achei que acordaria num hospital,
com tubos dizendo o que restou de mim.

Tive pensamentos que se transformaram em presságios.
E presságios que bateram à porta como visitas indesejadas.
Coisas que temi… e que vivi.

Nunca imaginei sentir esses medos.
Nunca imaginei que seria a morada deles.
Mas eu os enfrentei —
não com bravura,
mas com a entrega de quem não vê saída.

Fechei os olhos,
não para fugir,
mas para pular.

Como quem salta de um avião sem paraquedas,
mergulhei no invisível,
me entregando a Deus com a fé de um desesperado.

Os dias passaram como segundos —
e os segundos, como preces sufocadas.

Quando enfim toquei o solo,
não havia pedra, nem asfalto,
mas um vazio que me acolheu.
Como se o próprio abismo
tivesse mãos.

Não foi ele que me segurou.
Foi a ausência do medo.
Foi o sangramento interno de um coração que desistiu de resistir
e se dissolveu —
espuma de aço.

Espuma: porque já não pulsa.
Aço: porque já não quebra.

Sem emoção,
mas também sem dor.
Sem esperança,
mas longe do pavor.
Nem vivo, nem morto —
apenas desperto.

Enquanto Tudo Silencia

O que me paralisa não é o medo
é o excesso. Excesso de sentir, de lembrar,de não caber em lugar nenhum.

Sou feita de silêncio cheio, de girar pra fugir, de tocar o chão gelado pra não sumir. Sou diferente porque sinto fundo, porque leio entre as dores, porque meu caos tem poesia.

E quando tudo pesa, e a voz some no escuro, a escrita me salva, me devolve
palavra por palavra e me volto a existir, nua e crua.

Inserida por RosahyarahAlves

⁠Um dia eu senti muito medo
Aliás, muitos dias eu senti muito medo
Mas um dia...um dia eu decidi que seria o último
Foi um dia horrível,
Foram dias terríveis, difíceis e tristes
Então eu encostei meus pés no fundo e me impulsionei...
Quando eu senti que perdi tudo, o medo também foi embora.

Inserida por evlin_garmatz

⁠🧠 Desafie Sua Mente, Liberte Sua Alma: A Jornada da Verdadeira Transformação

“O verdadeiro encontro consigo mesmo exige coragem para enfrentar as resistências da mente. Ela protege o familiar, rejeitando o desconforto do novo. Porém, é justamente ao superar esse medo que o autoconhecimento floresce. A transformação não é um caminho seguro, mas é na persistência diante da incerteza que nasce a prosperidade que equilibra alma e mente.”

Inserida por sabedoriahistorica

⁠"Por que a partida é tão inexplicável?"

Talvez porque ninguém está realmente preparado para o fim.
Passamos a vida tentando entender o começo, lutando para nos encontrar, e quando percebemos... o tempo já está nos escapando pelos dedos.

Corremos tanto. Atrás do que? De dinheiro? De aceitação? De promessas que nem sempre se cumprem?
E nessa corrida desenfreada, esquecemos de viver.
Esquecemos que cada dia pode ser o último.
Esquecemos de olhar nos olhos, de escutar com o coração, de abraçar sem pressa.

A vida é pequena, sim.
Mas não no tempo.
É pequena na forma como a vivemos — cheios de medo, de dúvidas, de silêncios engolidos.

Temos medo do amanhã.
Medo de partir.
Medo do que vem depois…
Mas às vezes, o que mais assusta é a ideia de partir sem ter vivido de verdade.
Sem ter deixado uma marca de amor, de verdade, de presença.

Então, talvez a pergunta não seja "por que temos que ir embora",
mas sim: o que estamos fazendo com o tempo que ainda temos?

Inserida por VictoRodriz

⁠O homem morreu de fome. E quando já era tarde demais, serviram comida no velório. Não é metáfora. É o retrato do quanto as pessoas se importam... só quando já não dá mais tempo.

Todo mundo diz que vai ajudar, todo mundo jura que se preocupa, mas a verdade é que quase ninguém está disposto a fazer algo enquanto você ainda está respirando.

Preferem te aplaudir no caixão do que estender a mão quando você ainda podia ser salvo.
Gostam de parecer bons — não de fazer o bem.

Então entenda: se você espera ser alimentado pela compaixão dos outros, vai morrer com fome. E ainda vão dizer que você partiu em paz.

Inserida por VictoRodriz

⁠Mundo Vago

Caminho por ruas que não respiram,
muros mudos, olhos sem luz.
O tempo escorre entre dedos frios
como um lamento que não se traduz.

O mundo é uma casa desabitada,
com portas trancadas por dentro,
e eu sou o eco de alguém que partiu
antes de ter sequer um centro.

As vozes sumiram nas esquinas,
os toques morreram nos gestos.
O amor virou uma palavra vencida
perdida entre gritos discretos.

Nenhuma cor permanece na pele,
nenhum som me alcança inteiro.
Sou casca de sombra flutuando
num céu sem ar, derradeiro.

Há dias em que nem a dor responde,
em que o silêncio pesa demais.
E sorrir é apenas um espasmo,
nos cacos de tempos normais.

Não há horizonte, só névoa.
Não há futuro, só negação.
E tudo o que restou de mim
é o vulto de uma ausência em expansão.

Inserida por reinaldohilario