Texto eu Amo meu Namorado
Fora Orquestrada
Me pergunto se ela já fora orquestrada pelo universo. Se esses detalhes foram a vida que lhe dera, ou se ela conseguiu colecionar por conta própria. Fora uma metamorfose, não tão ambulante, vivera cada fase como deveria e como conseguia. E assim conseguiu, e também com algumas cicatrizes, que hoje são pinturas abstratas em sua pele. Mas ainda me pergunto se ela já fora orquestrada, com todos aqueles detalhes que virgula nenhuma saiba citar.
Em um universo paralelo
E em algum momento se criou um universo paralelo, em que você seria totalmente minha, que andaria nua sempre que estivesse comigo, sem nenhuma armadura, sem nenhum disfarce. Vestiria apenas o que você escondeu durante todos os anos, traria de volta a sua criança interior e suas melhores memórias afetivas. Em algum lugar onde haveria espaço para vários erros, afinal só se aprende assim. Um lugar que não haveria desencontros. Que eu quisesse voltar de onde eu estivesse só para encontrar com sua boca e o casal mais lindo de olhos que tive oportunidade de encarar. Seria um lugar paralelo que você não precisaria se sentir perdida nem com falta de nada, que a tristeza até tentasse ter suas vezes, mas que fosse embora antes de desfazer as malas. Seria um lugar que toda a imperfeição faria parte da perfeição. E que parasse de se pegar com olhar vazio, pensando em como as coisas poderiam melhorar. Um paralelo que você como beija-flor que é, teria todos os lugares e liberdade para ir, mas que só voltasse para o meu jardim porque quisesse, não porque tivesse que voltar.
Criou-se um universo paralelo, em que você, só queria estar toda em mim.
Foi bom te ver
Foi bom te ver de novo, foi muito bom, mas não como era antes, não houve chama quem me incendiava por completo, não houve aquele desejo indescritível, não consegui mais ler poesias em seus olhos castanhos, não foi mais como se eu tivesse diante de tudo que eu queria.
Foi bom te ver, mas foi porque também foi poético, como eu percebi, que eu estava apaixonado, pela sua versão de quando eu conheci você e não pelo que você é hoje.
Quem eu sou hoje, de fato não cabe você em minha vida, deixamos de ser nós, até mesmo na nossa fantasia. Foi bom te ver, mas foi melhor ainda, perceber que eu conseguir acabar com a minha versão, que um dia tanto amou você.
Quinta-feira de Vênus
Ela acorda assustada com o despertador, por um instate acreditou que era segunda-feira e precisava ir para o trabalho. — desativou o alarme e percebeu que ainda era só o feriado de quinta-feira. Sorriu por ter esquecido de desativar o alarme na noite passada. — Bom, já que eu acordei, então vamos né?! — Disse ela sem o menor tom de queixa por acordar cedo em pleno feriado.
O dia começara breve, mas ela não tinha pressa, já teve urgência em sua vida e percebeu que avidez, nunca te satisfez. – Aprendeu a ter calma, a sentir cada passo, dos físicos aos metafóficos. Já teve sonhos engavetados, sonhos em rascunhos, sonhos falidos e sonhos realizados. Mas a vida não assustara, não tinha medo da única coisa que a vida tem a oferecer — viver — e assim seguia seus dias. Aprendera que sua paz era mais importante do que manter um status. Na escola da vida, era uma boa aluna, levava como podia, ajudava como podia, sofria só pelo que deveria, não prolongava o que não deveria — mas o mais importante, sorria, sempre que podia.
Mulher decidida, de carater marcante. Se fosse poema, seria como a Divina Comédia escrita do Dante Alighieri - se fosse MPB, Relicário da Cássia Eller - se fosse filme, não seria uma obra concluída - ela é muito para caber em tão pouco. — Moça sorridente, com que fosse sorridente — tinha passos leves pelo feriado da sua quinta-feira. Colocava música para ouvir, andava pela casa, em sua distração entre canções e tarefas diárias, cantava e esquecia que o tempo passava — esquecia a vida lá fora — lembrava apenas dela, rodopiava entre cômodos enquanto dançava. Cantava melhor a cada taça de vinho que tomava.
A tristeza se perdia
em suas ravinas,
fazia da vida teu teatro,
aprendeu a nunca
se arrepender
de nenhum ato.
Se tivesse nascido em outra época, faria parte do Panteão de Roma — talvez a chamariam de Vênus — já era quinta-feira a noite, o dia passara, mas não sua vontade de viver ele, a noite também era sua, não temia pelo desconhecido, continuava deliciando seu vinho para afogar sutilmente algumas saudades misturada com vontades — sabia das suas prioridades, mas naquela noite so precisava de uma pausa, não queria raciocinar, não queria se policiar, seu juizo já havia dormido — no fim daquela noite, na sua banheira ela queria relaxar, no final daquela noite, ela só queria se amar.
Moça sorridente,
com quem fosse sorridente
tinha passos leves
pelo feriado da sua quinta-feira.
Colocava música para ouvir,
andava pela casa,
em sua distração
entre canções e tarefas diárias,
cantava e esquecia
que o tempo passava
esquecia a vida lá fora
lembrava apenas dela,
rodopiava entre cômodos
enquanto dançava.
Cantava melhor
a cada taça de vinho
que tomava.
Bem certo que és uma arte interessante, que possui uma essencialidade genuína, onde o amor é constante, uma rica nascente de vivacidade, graciosidade farta e entusiasmante em todos os teus detalhes, olhar confiante, boca de lábios suaves, face delicada, cabelos cacheados, de fato, uma existência impactante, possível inspiração para um belo quadro.
O teu agir não é nada forçado, tamanha é a tua espontaneidade, um jeito discreto e ao mesmo tempo ousado, reflexo da tua verdade, referência aos teus sentimentos, alguns intensos, alegres, outros ácidos, todos sinceros, providos de profundidade, singularidade que não tem preço, que não combina com a falsidade e merece ser tratada com zelo.
Por conseguinte, dádiva notória é conquistar-te e assim, poder adentrar o teu universo, ler as entrelinhas significantes de um lindo texto, ser cativado por uma história sedutora, emocionante, quiçá, fazer parte dela, desde que com o devido respeito, vivenciando contigo muitos momentos agradáveis, distintos e amáveis, inegavelmente, verdadeiros.
Chega disto , pessoal,
escrever não é brincadeira,
se usarem só inteligência artificial
não farão na vida, a carreira
Digo isso e bem às claras,
pois vai dar para perceber
que o robô solta as palavras
que os capacitaram a ter
Robôs não tem sentimentos,
fazem tudo de modo automático,
escrevem- tipo - só engajamento
em textos frios e imediatos
Um robô da tal *artificial*,
jamais irá substituir um autor,
não fará quase nada especial
e muito menos com amor
Obs// Dirigido à quem pensa que poderá escrever bem e criar por cabeça de metal
Ninguém que escreve é bobo
a tal ponto que vá acreditar
que certos textos e trabalhos
foram feitos com originalidade
temos agora a Inteligência Artificial
que tantos aproveitam para o bem,
mas muitos a estão usando para fraude
só que máquina não tem sentimento
nem perfeita ainda ela é ou será
por isso atente-se a este fato,
cumpra corretamente seu dever
pois a máquina em breve irá entregar
quem a usa para plágio ao escrever...
Quando calamos toneladas de verbos para não entrar em polêmicas desnecessárias é porque vemos com clareza, que, infelizmente a maioria não tem entendimento de texto.
Mal leem algo e já opinam, se arvoram em analistas de algo que nem assimilaram.Querem mesmo é ter razão, mas felizmente numa poesia autoral e verdadeira nada pode ser mudado. O poeta é rima, é criador e criatura e tem licença poética para cumprir sua missão. Tão boa ela é, faz mergulhar em nuvens ou voar sem asas sobre abismos, faz colher as miríades e iluminar seu próprio caminho !
Mesmo que siga só, tropeçando em vírgulas e adjetivos, ele segue. Foi escolhido pela arte, não a escolheu, é um pupilo que respira e expira a poética, noite e dia.
Cela da Alma
Entre concreto e ferro, a mente vaga no fluxo... Liberdade não é bandeira, não é hino é ter a parada certa no peito, mesmo se o mundo te engoliu no trecho. Na cela escura, o coração é o único rolê sem custódia.
Quem tá de consciência limpa não teme a sombra do juízo. “Mano, o sistema pode trancar o corpo, mas o pensamento voa tipo pipa sem linha.” Na quebrada do cárcere, a paz é o traço mais rebelde: não se vende, não se rende.
Enquanto o tempo rasteja na parede, a alma dá um grau... Saber que não deve nada é a única cela que não tem grade.
Sangue no chão nunca foi sinal de derrota.
É sementeira.
A vida nos ensina:
O que parece fim é começo.
O que dói, fortalece.
O que sangra, renasce.
Cada luta, cada queda, cada ferida aberta no asfalto da existência...
Não é marca da morte, mas raiz da resistência.
É do chão manchado que brota a revolução.
É da dor regada que nasce a revolução.
Essa abordagem transforma a dor em poesia visual, alinhada ao espírito de resiliência que a frase propõe.
Só para poetas, escritores e estudantes e afins com conteúdo postado fora das redes sociais: quando houver confronto de horários de prints nos seus posts nas redes sociais em posts de muitos anos, use os aplicativos para caçar plágio que eles encontram o seu post mesmo que ele não esteja indexado no Google.
Há uma infinidade de aplicativos caçadores de plágio para auxiliar na sua busca como uma maneira ainda mais robusta de comprovar a sua autoria.
Excesso de autoestima é estupidez
A relutância do homem dentro do caos impressiona a nossa racionalidade kantiana, é como o Cândido de Voltaire: "tá ruim, mas tá bom, ainda bem que perdi apenas um olho, foi Deus quem me livrou", coisas desta natureza.
Aqui, infelizmente temos conhecidos, amigos e alguns parentes, com a vida emocionalmente e espiritualmente destruída, famílias desestruturadas, casamentos falidos etc... Contudo, suas postagens são de auto superação, de auto enganação, tipo "eu posso tudo, o universo conspira a meu a favor," Tolices "Coelhianas" (Paulo Coelho) deste tipo.
A vida física, para quem tem confiança em algo superior, numa esperança firme como âncora, estes não se iludem com a ideia de um final feliz na carne decaída. Contudo, sabe que este estágio da vida humana, onde se dá num mundo imperfeito e cercado por injustiça e violência de toda sorte, o homem não deve alimentar ilusões. Ilusões destes tipos levam ao descontentamento e à fadiga, à falta de fé.
O homem precisa equilibrar razão com emoção, saber das suas limitações, sem viver deprimido com sua condição mortal e impotente diante do caos.
Todavia, ainda há sim, uma receita para se ter felicidade relativa, apesar dos percalços do mundo, das injustiças sofridas por semelhantes, e pelo sistema, apesar das pedras que encontramos no caminho, não raro colocadas por nós mesmos, cada um deve encontrar um norte para onde deve remar seu barco, contudo, se não for movido pela substância divina do amor não chegará onde deseja em segurança.
Sou poeta-escritor, entre os meus melhores livros de prosa destaco o Moralista e Ensaio sobre a loucura, são livros que desconstroem ilusões, não são confortos para almas deprimidas.
Edito revistas e jornais há muitos anos, sempre com o foco na divulgação de autores nacionais, sou editor, realizo projetos não sou vendedor de sonhos. Sem nenhuma alusão a Augusto Cury é claro, pois como escritor Augusto é um ótimo psicanalista.
Suas tesses são superficiais, mas são importantes para literatura médica, como tratamento psicológico, mas como literatura são tão ruins como as de Paulo Coelho.
Não é à toa que ambos vivem discutindo quem é melhor ilusionista, quem vende mais livros, coisas desta natureza.
ESCREVER, OFÍCIO SAGRADO QUE REQUER RESPONSABILIDADE
Escrever é um ofício de artesão, a prática é que aperfeiçoa o texto e a obra final, portanto, por fazer deste ato um exercício diário, não raro cometemos equívocos; às vezes por falta de experiência no manuseio da palavra, em outras por descuido ou falta de compromisso ou concentração.
“Deve-se escrever da mesma maneira com que as lavadeiras lá de Alagoas fazem em seu ofício. Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada, agora jogando água com a mão. Batem o pano na laje ou na pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra, torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas dependuram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar. Pois quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa. A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a palavra foi feita para dizer.”
Graciliano Ramos sobre o ato de escrever
Linhas Tortas (1962)
Desta forma penso que ao escrever, todos nós abraçamos uma grande responsabilidade, seja no ato de comunicar, instruir ou entreter. Devemos buscar a cada dia resolver questões complexas relacionadas com a nossa língua, procurar desvendar alguns mistérios que são desconhecidos do senso comum e de pessoas que não têm como hábito o sagrado ofício da escritura.
Portanto, se houver dúvidas quanto a uma sentença, sobre um verbo e sua temporalidade, ou ainda sobre a bendita crase: por exemplo: se em " ofereço a Deus" usamos crase. Se há dúvida é porque não dominamos o assunto perfeitamente, busque as respostas antes de publicar.
Isto que escrevo não é um desincentivo ao ato de escrever, é, ao contrário, um incentivo para que mais pessoas atinjam a excelência em se comunicar através da palavra escrita.
"A menos que te tornes outra vez criança não poderás entender os mistérios de Deus"
Uma paráfrase da essência espiritual do Cristo, ao crescer, segundo Rousseau, nos tornamos maus, nos afastamos da bondade nata da qual fomos dotados por Deus ao nascer.
A humildade de uma criança, seu encanto com a vida e com as coisas simples, sua capacidade de perdoar, tudo isto se perde com o tempo, então nos embrutecemos com a convivência diária com a estupidez do mundo e com a injustiça praticada pelo homem em nossa volta. Então para voltar ao estado de divindade e inocência requer aproximação de Deus, isto pode ser feito de modo prático por meio de uma de religião sem hipocrisia.
Todavia, há uma maneira exemplar para se conseguir este milagre: Se aproxime das crianças, sendo pai, avô, tio ou professor, imite sua conduta, pratique a humildade e aprenda a dar sem interesse, aceite as normas da vida, sobretudo da justiça de Deus, observando o nascer e morrer, as transformações dos seres vivos que compreendem toda a natureza de Deus. Seja criança outras vez.
O poder da leitura com objetivo: José Saramago, um serralheiro que virou escritor e ganhou um Nobel de Literatura.
Conheço outras histórias tanto quanto interessantes e reais, por exemplo: Um pedreiro que virou filósofo, poeta, editor e jornalista atuante nas questões nacionais.
Leitura com objetivo de crescer e contribuir com a humanidade, eis a nossa função como agentes produtores de livros e de conhecimento.
AOS ESCRITORES, NO SEU DIA MUNDIAL
Sobre o ato de escrever, não se trata de coragem, ou de algo sobrenatural, se escrevemos é porque sentimos necessidade, isto ocorre sem os tambores de uma epifania.
Escrever é uma forma natural de comunicação entre os humanos, mas se fosse possível os gatos, cachorros e até baratas escreveriam, não se trata portanto de uma coisa espetacular...
Escrever não engradece a alma do escritor acima do pedreiro, do médico ou do professor... Somos todos da mesma essência, humanos...
Parabéns aos que com sua escrita acrescentam conteúdo, sobretudo, amor e paz à humanidade.
Evan do Carmo
Diz Camus, que o homem é o único ser que não aceita o que é
O espírito humano necessita de novidades diárias; e assim quando não as tem, as inventa...
Não viver satisfeito faz parte da natureza do homem, mas a natureza não é assim, sobretudo com os irracionais não ocorre a mesma insatisfação.
Os animais, que não possuem consciência nem sofrem com as ansiedades do amanhã, se contentam com seu vai e vem incansável de dias e noites sempre iguais. Contudo, se observa entre homens comuns, não raro a mesma motivação ou costume.
Vejo homens que vivem enjaulados, numa rotina obstinada ao fim caótico sem lamentar sua injusta sina.
Penso que entre homens que possuem o mesmo espírito, o da conformação, estes não são capazes de mudar seu Status quo, sua simples existência se resume em existir e não em viver.
Sobre o ano - 2016/2017
Estamos fechando um ciclo velho, entrando noutro novo, mudança de um ano para outro, coisa importante para os crédulos, dizem até se tratar de algo muito significativo, emblemático e até místico para muitos. Contudo, a razão nos ensina o contrário... Nenhum evento especial separa um dia de outro, apenas uma noite, como nos demais dias do ano.
Nem mesmo existe um nascer e um por de sol, como criam os antigos ignorantes da ciência. É isso o que ocorre de fato, apenas o giro de número 365 da terra em torno do sol. Mas muitas coisas acontecem em volta desta débil superstição: festança e bebedeira, choro e ranger de dentes, arrependimentos e comemorações simultâneos. A maioria dos homens acha mesmo que algo de novo deve nascer com o primeiro dia do ano, ou que a roda da sorte deve girar a favor de uns e em desfavor de outros no ano que começa.
As ações concretas dos homens, tolos ou sábios é que determinam o caminhar da humanidade. Portanto as mudanças devem acontecer apenas para aqueles que, por erros e repetições percebam, que devem agir de outra maneira no decorrer do ano que começa e, caso estejam insatisfeitos com os resultados obtidos no passado, poderão fazer de outra forma o que até então têm feito sem sucesso.
Existe uma regra muito simples, porém muito difícil de por em prática, “para obter resultados distintos deve-se usar outra forma de calcular o tempo e o espaço que nos resta”...
Acredito que em 2016 tive a chance de fazer muita coisa do que fazia, de outra forma, foi o ano mais intenso de todos que vivi, foi o mais desafiador, o mais difícil, o mais pesado para transpor, mas foi ao mesmo tempo o mais transformador na minha forma de pensar e de agir.
Desejo aos amigos que nos acompanham e nos apoiam, que a nossa história de superação sirva de inspiração para muitos. Não há limites para o pensamento, logo também não há limite para se fazer o novo, para empreender novos projetos e trilhar novos caminhos.
Que a ideia de algo novo permaneça na mente de cada homem, durante todo o ano de 2017, mas que estes mesmos homens não se esqueçam de que sem as experiências vividas no passado, sem fazer uso correto delas como matéria de reflexão e como cimento para edificar novos castelos, não se pode esperar nada do futuro.
Resumo da ópera: que esta ilusão de um ano novo sirva para que possamos tirar proveito desta “nova chance” que nos dá o relógio do tempo, para reparar os erros cometidos em 2016 e evitar cometer os mesmos erros em 2017.
Por Evan do Carmo & Iranete do Carmo
