Texto de Tristeza

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🎶 Sons do cotidiano




Não permita que a tristeza te decepcione;
Agarre um saxofone ou faça um de origami e deixe a melodia fluir.
Extraia a maldade e transforme-a em algo belo,
Reagindo com o coração.


Deixe a tristeza ir embora
E traga o amor para o coração
Encontre a serenidade nos braços da emoção
E deixe o amor te levar


Cante uma canção enquanto eu assobio pro vento
Libere o peso das coisas ruins e traga emoção para o seu ser.
Em um mundo repleto de idas e vindas
Encontre a paz e o amor que você merece.
Não te diminua se engrandece...ܓ⋆˚✿˖𖡼.𖤣𖥧𖡼.𖤣𖥧°❀⋆.ೃ࿔*:・°❀⋆.ೃ࿔*

Nas lágrimas nos libertamos.
Mais mesmas lágrimas escorrem a tristeza. Mais profundo sentido do sentimentos vemos alegria da existência.


Compaixão é a virtude da alma...
O amor é centro do universo e compõem a vida que amamos.


Nos rabiscos da ilusão trazem desilusão as liberdade de chorar traz infinito desejos....
As lágrimas veladas pela angústia e saúde torna se a resiliência da existência.

⁠Ela aprendeu a sorrir em meio ao caos..
Ela aprendeu a sorrir em meio a tristeza..
Ela aprendeu que viver cada segundo vale a pena, vale o risco...
Ela aprendeu a ser livre, ser leve, ser borboleta...
Ela aprendeu a dar valor nos pequenos detalhes...
Ela aprendeu a ser feliz por ela mesma e isso basta!
Ela aprendeu a agradecer e ser resiliência .... ela aprendeu a ter coragem de enfrentar os obstáculos de cabeça erguida e fé sempre..
Ela aprendeu que o mundo não para de girar pra que ela se conserte... e que nada fica mais fácil ou mais leve..o caminho é difícil e espinhoso..nós que precisamos não perder nossa fé nem um segundo...

O medo!!.
O medo superamos.
O desconhecido pode nós causar ansiedade, tristeza e até insatisfação, por não realizar o que se deseja. Se propoēm.
Ninguem que avançou seja no processo evolutivo, ou qualquer outro , que não passou pelo medo, pela dúvida. Isso é normal.
Mais temos que enfrentar.
Não podemos deixar que o medo nos paralize.
Temos que arriscar, mais com consciência.
De qualquer forma, será sempre aprendizado, mais devemos tb estar preparados para a perda.
Nem sempre ganhamos.
Muitas vezes o que acreditamos estar nas mãos, esta " longe" dela, "ou" mais "perto " que imaginamos.
Este risco temos que correr.
Quem não arrisca, não avança.
Agora, qdo vc se arrepende do que poderia ter feito e não fez, ai é muito pior, porque instala a consciência de :
Porque não tentei?
Não fiz?
E se tivesse dado certo?
O... "se" é muito ruim. Pesado.
Perder algo por medo, é muito desagradavel.
Muitas vezes o momento não volta mais
O tempo não volta.
Perdemos, por não ter tentado.
Muitas vezes perdemos oportunidade de ser felizes, ou outros. Várias coisas.
Viver é um desafio diário.
Que as vaidades possam ser exoneradas, o orgulho, o medo, e acreditarmos que a vida tb não joga para perder, e que meio ao medo podemos nós deparar com milhoes de oportunidades e satisfações, alegrias.
Todos os dias enfrentamos situações que nos desafiam.
Enfrentar é sempre melhor.
Com clareza, consciência, e verdade. !!
Simone Vercosa
Paz e luz 🙇‍♂️🙏

Pela morte da amiga Elfriede Galera

E* difícil não sentir tristeza
L*embrando de suas alegrias
F*rida e os seus belos sorrisos
R*evigorando todas nossas vidas
I*ncrivelmente focada em sua luta
E*strela inspiradora de luz eterna
D*eixa-nos nesta saudade em vida
E*mbeleza o céu com sua presença

Que Deus a receba em seus braços!!!

Amar Corrói

Amar corrói o profundo
do ser.

Quando a dor vem,
a tristeza bate,
e, em prantos,
o coração inquieta.

Amar corrói até
a mais pura essência,
e a solidão machuca
até queimar a alma,
pelo amor que não
se pode ter.

E a vida fica uma bagunça:
viver com dor
e viver sem
o amor do lado.

NÃO DESANIME

De onde vem as lágrimas de seus olhos?
Por que essa tristeza que te lança no desânimo?
Onde estão aqueles que estavam do seu lado?
Cadê os que disseram estar em todos momentos?
Que na alegria e fartura
Quantos com você juravam amizade
Agora sumiram como fantasmas.
Mas um novo dia vai acontecer
Seu choro pode durar um tempo
Mas vem o tempo de Deus
Que está olhando sempre por nós
E jamais abandona seus filhos
Que acreditam e lutam mesmo na dor
Que mesmo entre fracassos e lágrimas
Não perdem a fe ou se desviam do amor
Por não acreditar no milagre
Que vem somente do Senhor.
Todos podem ter abandonado você
Mas nunca se esqueça que mesmo Jesus
Pregado e sangrado na Cruz
Morreu para salvar e nos dar vida eterna.
Não desanime pois somos filhos de Deus!
Suas lágrimas serão enxugadas
Sua dor e feridas serão curadas
Pois o tempo virou a seu favor
Deus está contigo todo momento
Ele sabe de todos seus sofrimentos.
Então levante os olhos ao céu
Abra as janelas e deixe a luz entrar
Sua vida vai começar a mudar
Pois existe um Deus que sempre vai te amar!

DEPRESSÃO

Ah essa dor que no vai e vem
Se esconde como convém
Uma tristeza que corrói devagar
Faz até o tempo parar
Pois o relógio do vento
Gira um grande sofrimento
Ah essa dor que não cessa
Parece que nada impeça
Pois o vazio invade o peito
E nada parece ter jeito
Pra levar embora essa dor
Que faz virar um horror
Cada momento é sem sorte
Um pulsar assim tão forte
Que parece não valer a pena
Que nada nada engrena
E nem existem lágrimas
Não existe mais forças
Nenhum canto pra querer
E até bate vontade de morrer...
Dessa forma sofre alguém
Que não sente falta de ninguém
Uma força negativa
E caso não haja tentativa
Onde alguém insista ajudar
Pra que a vida volte a brilhar
Caso não haja compreensão
De quem entenda a depressão
E poder segurar pela mão
Esse alguém perdendo o coração
Possa recuperar a estima
E compor uma nova rima
Pois somente entende tal dor
Sabe que a única cura é através do amor !

João Batista Barbosa
Poesias e pensamentos

Tempo

A tristeza assola essa terra
Tristeza sem fim, sem trégua
Nostalgia outonal
Saudade condicional

O vento sopra a poeira do que restou
Trazendo consigo lembranças de um tempo...
Lembranças que vivi...
Lembranças que sempre sonhei...

Tristeza e saudade de tudo
Recordações doces de uma vida amarga
Tempo que não volta...
Tempo que não para...

A tristeza é uma emoção simples demais para certos momentos da vida.
Existem estados de espírito para os quais ainda não inventaram palavras. Regiões intermediárias entre a melancolia, a nostalgia, o arrependimento, a esperança e o medo. Lugares obscuros da alma onde sentimentos contraditórios convivem como exércitos inimigos obrigados a dividir o mesmo território.

Mote: Quando o justo governa alegra o povo. Mas, se o ímpio domina traz tristeza.

Um país que é justo no agir
É uma quase quimera nesse mundo.
Confusão, injustiça e caos profundo
São os pontos mais fortes por aqui.
São Palavras jogadas, sem cumprir
As promessas não passam de fineza
E o povo padece com clareza
Não avista opção nem sangue novo
Quando o justo governa alegra o povo
Mas se o ímpio domina traz tristeza
Desespero é uma realidade
Que o povo encontra quando vê
Que não tem a ninguém pra recorrer
Que não tem influentes na cidade
Mas quem tem o poder tem a vaidade
De mostrar seu domínio sem fraqueza
Esmagando os mais fracos sobre a mesa
Dá banquete e rir fazendo pouco
Quando o justo governa alegra o povo
mas se o ímpio domina traz tristeza.
Todo ser que trabalha ele quer vê
Seu sustento no fim do mês sair
Ele tem compromissos a cumprir
É um justo e trabalha pra viver
Mas se algo maior acontecer
E ao invés de salário ter despesa
Tem sua vida numa grande correnteza
E de tanto falar vai ficar rouco
Quando o justo governa alegra o povo
Mas se o ímpio domina traz tristeza
Se o mundo parar de desandar
E o comando for meio só pro bem
Os países vão caminhar além
Tendo um bom porta-voz pra ajudar
Eu almejo um dia encontrar
Esse bom portador que faça e veja
Que o povo precisa de presteza
E a história precisa de um renovo
Quando o justo governa alegra o povo
Mas se o ímpio domina traz tristeza.

(23/09/2015)

Como queria, rasgar o peito e arrancar, toda tristeza, todo sentimento de pesar, todas as lembranças tristes, que insistem em ficar.
Como queria, deitar e acordar, livre das desilusões, das fadigas também.
Dor na alma, quem não tem? Muitos dissimulam e fingem ser fortes, conseguem ocultar.
Dor na alma, como proceder? Não há remédio humano capaz de curar.
Quando a alma chora ninguém pode ver Porquê água dos olhos não escorrem, um sorriso oculta a face triste do ser.
Muito se fala sobre ter empatia, solidariedade, e o que mais vemos é o mal prevalecer. Até mesmo os doutores, destilam horrores contra seres humanos que a alma implora o socorro ao ser.
Quando a alma dói não tem como explicar, se compreensão não existe, dobrado é o sofrer.

Tiago Scheimann,
Caro poeta, sua poesia traz muita tristeza e também muita determinação, senti suas palavras tocar meu coração profundamente, confesso que senti uma certa dor no peito, e também compaixão, talvez porque às vezes também me sinto assim, quebrada, cacos caídos pelo chão. São breves os momentos assim.
Que o amor possa fechar as ranhuras do seu coração.
Carinhosamente, MariLira

Quando tudo parecer derrota, iremos nos reerguer, ainda que feridos.


Haverá tristeza, mas não será um monólogo: forçaremos que ela dialogue com a alegria, e elas se alternarão.


Se a saudade nos cortar com a ausência, devolveremos a ela a presença embrulhada em forma de lembranças.


Quando a dor descolorir o nosso dia, derramaremos novos potes de tintas sobre a tela.


Para cada último suspiro em uma cama de hospital, uma forte puxada de ar do outro lado da cidade.


Sejamos, portanto, igualmente implacáveis com a morte: adversário à sua altura. Essa é nossa única reviravolta possível.


Assim, deixemos que ela se vista de escuridão para nos confundir.

Em resposta, nós nos vestiremos de vida para envergonhá-la.

Desisto


Quanta tristeza
há nesta vida,
quando a esperança se esconde
atrás da última janela
e o silêncio veste
a cor das despedidas.


Só incerteza
caminha comigo,
feito sombra sem nome,
feito chuva que não termina
sobre os ombros cansados
de quem já não sabe esperar.


Não há portas de entrada,
apenas corredores estreitos
conduzindo ao adeus.
E sigo,
descalço, pés sangrando,
pisando os cacos dos sonhos
que um dia chamei de lar.


Cada passo dói,
mas ainda é passo.
Cada lágrima cai
como semente invisível
na terra escura do peito.


Talvez, além da noite,
exista uma manhã.
Talvez o mundo guarde
uma fresta de luz
para quem insiste em respirar.


E, mesmo perdido,
mesmo ferido,
levanto os olhos ao céu:
há tristeza em minha voz,
mas ainda pulsa,
teimoso e frágil,
um coração que não aprendeu
a desistir.

Em “profunda consternação e tristeza” estamos nós, Sra. Ministra, por vermos ministros da Suprema Corte proferindo votos — mais uma vez, enviesados pela opinião pública.


Um ministro do Supremo não deve explicações a mim, nem a qualquer outro, menos ainda à opinião pública, mas sim às LEIS.


Quando citas “taxistas” e, agora, “padaria e farmácia”, o viés em seus votos torna-se evidente.

⁠Um domingo triste!
A tristeza dá-se pela a ausências do abraço, do cumprimento ao próximo, do bate papo com os amigos, do confinamento em nossas próprias casas. A dor que sinto é oriunda da incerteza e da sensação de impotência que emana do ser humano diante de um ser tão minúsculo , invisível, poderia dizer insignificante diante das extraordinários avanços que o homem já conquistou, mas somos frágeis e isso serve para que possamos retirar dessa experiência que não somos deuses, que a arrogância nada significa na presença da insignificância de um ser diminuto, que o dinheiro pode lhe proporcionar melhores tratamentos e profissionais de saúde, mas não evita-o de se curvar diante dele. Esse momento é importante para refletirmos que a ideia do capital é erronea, que o homem perfeito é um erro, que a mulher impecável é uma fantasia, que o dinheiro não compra tudo. A evolução do ser quanto humano é oriunda da aprendizagem que ele faz de suas experiencias vividas, mas que tipo humano somos nós que não conseguimos abstrair desses momentos atuais, tão difíceis para todos, ensinamentos que nos transforme???
Tenham um bom domingo e não esqueçam que uma de nossas caracteristica é adaptar-se às mais diversas formas de vida e o amanhã é a soluçao de todos os problemas, mas é importante sabermos aprender com o dia que passou.

As Lágrimas que Não Caem

Já sentiu a tristeza chegar sem fazer alarde,
como a noite abraçando o fim de uma tarde?
Ela entra sem pedir licença ou perdão,
faz morada no peito e silêncio no coração.

Há dias em que tudo parece pesar,
e a alma só deseja o direito de chorar.
Mas meus olhos aprenderam o idioma das secas,
como rios perdidos entre lembranças desertas.

Não sei por que sou assim, tão fechada em mim,
nem quando o silêncio passou a morar aqui.
Talvez eu tenha aprendido, sem sequer perceber,
que algumas dores sobrevivem sem nunca dizer.

Não sei o que sinto, nem sei explicar,
só sei que há um vazio difícil de nomear.
É um aperto no peito, um nó na respiração,
uma ferida invisível sangrando o coração.

Dentro de mim, tempestades rompem o horizonte,
mas o céu dos meus olhos jamais se desmonta.
O pranto se perde antes mesmo de nascer,
como se até as lágrimas tivessem medo de viver.

Quis chorar...

Mas até o choro parece ter me esquecido.
Enquanto o mundo pergunta se está tudo bem,
eu visto um sorriso e respondo baixinho: "sim".
Ninguém escuta o barulho do que desaba por dentro.

E talvez o mais cruel não seja a tristeza,
mas querer desabar e permanecer de pé;
sentir a alma implorando por alívio,
enquanto o peito aprende, em silêncio, a sofrer.

Então sigo...

Carregando um oceano inteiro preso nos olhos,
uma tempestade acorrentada na alma,
um inverno escondido entre os meus versos
e um coração que descobriu, tarde demais,

que existem lágrimas que nunca tocam o chão.

Elas escorrem por dentro,
afogam o que ainda resta de luz,
fazem da esperança um sussurro distante
e da saudade uma morada.

Porque nem todo choro molha o rosto.

Há lágrimas que escolhem o silêncio.

E são justamente essas...

as que mais doem.

POESIA E TRISTEZA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Minha poesia não floresce nos jardins.
Minha poesia corta.
Não possui a delicadeza das rosas nem a mansidão dos campos adormecidos sob o crepúsculo.
Ela nasce onde a terra rachou.
Onde os ventos deixaram de cantar e passaram a lamentar.
É lágrima de sangue escorrendo pelas faces da memória.
É riacho seco em pleno deserto, conservando no leito estéril a lembrança longínqua das águas que um dia o atravessaram.
Escrevo com os fragmentos daquilo que não sobreviveu.
Com os escombros dos afetos sepultados.
Com as cinzas dos horizontes que incendiaram-se antes da chegada da aurora.
Minha poesia não pede abrigo.
Ela caminha descalça sobre os espinhos da existência.
Habita cemitérios interiores.
Conversa com fantasmas que a razão preferiria esquecer.
E contempla, sem desviar os olhos, as feridas que a maioria dos homens cobre com os véus da distração.
Há nela algo das árvores mortas que permanecem de pé durante décadas, desafiando os ventos e a decomposição.
Algo das catedrais abandonadas onde o silêncio adquiriu a solenidade de uma oração.
Algo dos abismos que não desejam ser preenchidos.
Porque certos vazios possuem uma dignidade própria.
Minha poesia não busca consolar.
Busca revelar.
Revelar que existem dores tão profundas que se transformam em paisagens.
Ausências tão vastas que se convertem em continentes.
E tristezas tão antigas que parecem ter sido esculpidas na própria arquitetura da alma.
Por isso escrevo.
Não para fugir da noite.
Mas para escutá-la.
Não para apagar as cicatrizes.
Mas para compreender a língua secreta que elas aprenderam a falar.
Minha poesia é uma fonte sem água, um céu sem alvorada e um coração que continua pulsando mesmo depois de ter sido atravessado pelo inverno.

TRISTEZA.

Há uma tristeza antiga, obscura e fria,
que desce sobre a tarde, lentamente,
como um sino perdido, cuja agonia
se dissolve no espaço inutilmente.

Não sei de onde ela vem, talvez do chão
onde repousam mortos esquecidos,
ou desse imenso e fúnebre sertão
que guarda os sonhos todos sepultados.

A noite cresce. O céu, desabitado,
derrama sobre a terra um véu profundo;
e o vento, entre os ciprestes fatigados,
parece prantear o fim do mundo.

Há vozes que não chegam aos meus ouvidos,
mas vivem na penumbra da memória;
são nomes, rostos, amores já perdidos,
cinzas errantes de uma antiga história.

E a lua, espectral, sobre o ermo,
contempla a solidão dos caminhos;
seu clarão parece um olhar enfermo
vagando entre sepulcros e espinhos.

Oh, morte! Tu, silenciosa soberana,
que igualas rei, mendigo, sábio e incréu,
quando recolhes a matéria humana,
que abismo abres entre a Terra e o céu?

Talvez sejamos apenas poeira
levada pelo vento dos destinos;
talvez a alma, eterna forasteira,
atravesse outros mundos e caminhos.

Mas hoje, não. Hoje somente a dor
me fala ao coração com voz soturna;
e até o próprio silêncio, ao meu redor,
parece ter saudade da vida diurna.

Se há depois da morte alguma aurora,
se existe além do túmulo outra estrada,
que a alma encontre aquilo que implora
quando a existência termina desolada.

Enquanto isso, permaneço junto ao nada,
ouvindo a noite em sua imensidão;
e, sobre a terra fria e abandonada,
deposito uma lágrima, e uma oração.

Porque a tristeza, quando é verdadeira,
não grita, não suplica, não reclama:
é como uma árvore derradeira
que morre lentamente dentro da alma.