Texto de Saudade Profunda
Tentei descobrir na alma alguma coisa profunda
Consegui apenas descobrir que;
Que o sábio pode descobrir o mundo sem transpor a sua porta
Que quem tentar possuir uma flor verá sua beleza murchando
Que amor não se conjuga no passado
Que a esperança é o sonho que se tem acordado
Que mesmo com a alma partida preciso manter um sorriso para afastar a tristeza.
Quantos vivem a vida inteira sem descobrir o sabem
A ti, todos os meus males acuso,
Desde da profunda chaga ao abismal sofrimento,
A ti, todos os sorrisos te culpo,
Eterna Senhora do meu lamento.
Se Dona és do meu tormento,
Se de ti vem a causa da minha prisão,
Prefiro ficar para sempre neste lamento,
Pois há muito espero esta maldição.
Sendo apenas um mortal,
Como penso uma Deusa Amar?
Sem que haja o destino fatal,
Tirania dos Céus se mostrar….
De ti, lágrimas minhas são,
Sorrisos teus,
Chagas amigas de ilusão,
Consolo dos céus
Triteza
Eu vivo em depressão profunda e tudo o que eu queria nessas horas era alguém
Mas como se não tenho ninguém...
A gente sempre fala que quer crescer, mas quando a gente cresce quer voltar do início Aí as pessoas perguntam pq
Pq vale bem mais um joelho ralado do que um coração 💔partido...
Amor Oculto
O amor é afeição profunda
Dentro do velho e sofrido coração.
É o Sentimento que fecunda
Despertando a emoção.
É o sentimento de carinho
A mais pura felicidade.
O ato de beijar estando sozinho
É viver a eterna saudade.
É gritar para o mundo que ama
E viver imaginariamente.
Debruçar-se com ela sobre a cama
É viver sonhando eternamente.
É gritar para si que ama alguém
É sentir-se feliz ao vê-la.
Que solitário fica porque não a tem
É platônico torna-se por nunca tê-la.
Que essa Páscoa seja um momento de reflexão profunda sobre a vida e a ausência de vida, processo este vivido por Jesus na sua morte e ressurreição.
Assim como ele, nós da educação experimentamos diariamente este processo de morte; morte das expectativas, das vontades, da esperança, mas também, porém nos reerguemos plenos de fé,
crentes de que podemos mudar o mundo por meio da educação.
Utopia? Só poderemos saber quando todas(os) enxergarem a educação como nós, como o caminho para a transformação, para a vida.
Sonhos em esperança!
Ouço nas paredes do meu coração ecoar o som da sua voz, sinto uma profunda alegria, minha carne treme de desejo, minha consciência é atraída a lembrança de cada momento que dividimos, meus olhos se abrem para memória de cada detalhe de você, minhas mãos lhe procuram, muitas vezes e toda noite, minha respiração para, minha pela relembra cada toque, troca de carinho, e meus sonhos se tornam esperança. Tenha um dia maravilhoso, cheio de conquistas, sucesso e alegria. E claro no fim dele que estejamos juntos realizando desejos e sonhos! Att. Seu amor!
A noite escura, longa, profunda, vazia. Um misto de passado, futuro e incertezas se reúnem para atormentar meu coração, momentos de pensamentos insanos onde a loucura se aproxima da genialidade. Pensamentos entorpecentes
extâses furiosos,
confunde-me entre a realidade e o sonho o vento gelado bate na janela avisando que a tristeza, a saudade e o medo desejam marcar presença madrugada á dentro. Então visto-me de um sorriso no rosto agasalho o coração com a esperança, aqueço a alma com a fé fecho os olhos e seja o que Deus quiser boa noite.
VOCÊ VAI SORRIR DE NOVO.
Uma tristeza profunda na alma, na qual ninguém parece compreender; dor, vazio e solidão.
Cenários que não caracterizam nenhuma perspectiva de mudança. Sensação de abandono e impotência. Pensamentos fervilhando na mente, nada pode ser feito, não existe saída. É o fim da linha. Não há como dar mais um passo, se mover, sair do mesmo lugar. É aquele momento onde se conclui: SÓ UM MILAGRE, eu não consigo sozinho.
E como alcançar um milagre em meio a fraqueza, uma esperança quase morta e um fé sufocada pela dor?
É impossível vencer tudo isso sozinho. E nem é preciso. É um tremendo engano achar que estamos sozinhos ou que estamos tão distantes de Deus que os olhos dEle não conseguem nos alcançar. É exatamente nesse momento de fraqueza que a força e a vida de Deus se manifesta em nós.
Os olhos do Senhor passeiam sobre a terra e enxerga todo aquele que clama por socorro. Deus pode ouvir até mesmo aquele sussurro fraquinho. Deus ouve, Deus vê, Deus compreende.
Acredite, Deus fará esse MILAGRE. Ele vai te fazer sorrir de novo. Tem propósito de Deus nessa dor. Quando tudo terminar e você tiver superado, vai olhar para trás e não vai conseguir acreditar no tanto que você foi capaz de suportar. E sabe por quê vai conseguir suportar? Porque Deus está sempre contigo, o todo tempo. A sua carne pode estar abatida, mas Deus está fortalecendo o seu espírito. Ele só quer te mostrar que fez você para algo grandioso; que você é forte; que você é vencedor. As provações que Deus permite fazem parte do treinamento que vai preparar você para onde Ele deseja te colocar. E quando você chegar lá, VOCÊ VAI SORRIR DE NOVO.
- Kálita Aquino
Mas sempre acompanhada de uma agonia
Paixão que por vezes me trouxe profunda tristeza
Mas sem nunca me deixar perder a certeza
Certeza de que acima de qualquer coisa eu a amo
Um amor que por muitas vezes não correspondido
Tentei ao máximo estar sempre ao seu lado
Fiz de tudo pra estar contigo
Ora voltava chorando ora voltava sorrindo
Por mais fáceis que pareçam
Nenhuma de nossas batalhas é simples
Ou perdíamos uma conquista
Ou a conquistávamos no último segundo
Talvez por isso você seja tão diferente das outras
Afinal, há coisas que só acontecem com você!
Às vezes podemos pensar que isto tudo é puro azar
Mas é esta a razão de tanto te amar
"Mais eu vivo, mais te amo linda”
Amor- Afeição profunda, pessoa amada, cuidado.
Palavras de dicionário nada expressam.
AMOR:
Sentimento que todo ser é capaz de sentir.
Amor pela, caneta, esposa, cachorro, padre, pai, cabelo, marido, tartaruga, carro, namorado,
enfim... Amor por TUDO. Sentimento que nos envolve trazendo cuidado, carinho, felicidade e também tristeza.
Amor que se diminui, aumenta, multiplica, que se divide, amor que sobra ou que falta.
Mais o melhor, o mais profundo dos amores é o que se estabelece na alma, o que homens sentem por mulheres e mulheres por homens.
Há esse amor!
Esse sim!
Transforma pensamentos, atitudes, palavras e até mesmo personalidades.
Amor que forma sonhos, planos e tragédias.
Felizes aqueles que se encontraram, um complementando a vida do outro.
Infelizes são aqueles que passam a vida procurando e sonhando com o complemento de suas vidas.
Oh! pena, dos homens e das mulheres que não acordam de seus sonhos!
Poema da Amante
Eu te amo
Antes e depois de todos os acontecimentos
Na profunda imensidade do vazio
E a cada lágrima dos meus pensamentos.
Eu te amo
Em todos os ventos que cantam,
Em todas as sombras que choram,
Na extensão infinita do tempo
Até a região onde os silêncios moram.
Eu te amo
Em todas as transformações da vida,
Em todos os caminhos do medo,
Na angústia da vontade perdida
E na dor que se veste em segredo.
Eu te amo
Em tudo que estás presente,
No olhar dos astros que te alcançam
Em tudo que ainda estás ausente.
Eu te amo
Desde a criação das águas,
desde a idéia do fogo
E antes do primeiro riso e da primeira mágoa.
Eu te amo perdidamente
Desde a grande nebulosa
Até depois que o universo cair sobre mim
Suavemente.
Poema da Amante
Eu te amo
Antes e depois de todos os acontecimentos
Na profunda imensidade do vazio
E a cada lágrima dos meus pensamentos.
Eu te amo
Em todos os ventos que cantam,
Em todas as sombras que choram,
Na extensão infinita do tempo
Até a região onde os silêncios moram.
Eu te amo
Em todas as transformações da vida,
Em todos os caminhos do medo,
Na angústia da vontade perdida
E na dor que se veste em segredo.
Eu te amo
Em tudo que estás presente,
No olhar dos astros que te alcançam
Em tudo que ainda estás ausente.
Eu te amo
Desde a criação das águas,
desde a idéia do fogo
E antes do primeiro riso e da primeira mágoa.
Eu te amo perdidamente
Desde a grande nebulosa
Até depois que o universo cair sobre mim
Suavemente.
Kierkegaard
Kierkegaard é um dos raros autores cuja vida exerceu profunda influência no desenvolvimento da obra. As inquietações e angústias que o acompanharam estão expressas em seus textos, incluindo a relação de angústia e sofrimento que ele manteve com o cristianismo – herança de um pai extremamente religioso, que cultuava a maneira exacerbada os rígidos princípios do protestantismo dinamarquês, religião de Estado.
Sétimo filho de um casamento que já durava muitos anos – nasceu em 1813, quando o pai, rico comerciante de Copenhague, tinha 56 e a mãe 44 –, chamava a si mesmo de "filho da velhice" e teria seguido a carreira de pastor caso não houvesse se revelado um estudante indisciplinado e boêmio. Trocou a Universidade de Copenhague, onde entrara em 1830 para estudar filosofia e teologia, pelos cafés da cidade, os teatros, a vida social.
Foi só em 1837, com a morte do pai e o relacionamento com Regina Oslen (de quem se tornaria noivo em 1840), que sua vida mudou. O noivado, em particular, exerceria uma influência decisiva em sua obra. A partir daí seus textos tornaram-se mais profundos e seu pensamento, mais religioso. Também em 1840 ele conclui o curso de teologia, e um ano depois apresentava "Sobre o Conceito de Ironia", sua tese de doutorado.
Esse é o momento da segunda grande mudança em sua vida. Em vez de pastor e pai de família, Kierkegaard escolheu a solidão. Para ele, essa era a única maneira de vivenciar sua fé. Rompido o noivado, viajou, ainda em 1841, para a Alemanha. A crise vivida por um homem que, ao optar pelo compromisso radical com a transcendência, descobre a necessidade da solidão e do distanciamento mundano, está em Diários.
Na Alemanha, foi aluno de Schelling e esboça alguns de seus textos mais importantes. Volta a Copenhague em 1842, e em 1843 publica A Alternativa, Temor e Tremor e A Repetição. Em 1844 saem Migalhas Filosóficas e O Conceito de Angústia. Um ano depois, é editado As Etapas no Caminho da Vida e, em 1846, o Post-scriptum a Migalhas Filosóficas. A maior parte desses textos constitui uma tentativa de explicar a Regina, e a ele mesmo, os paradoxos da existência religiosa. Kierkegaard elabora seu pensamento a partir do exame concreto do homem religioso historicamente situado. Assim, a filosofia assume, a um só tempo, o caráter socrático do autoconhecimento e o esclarecimento reflexivo da posição do indivíduo diante da verdade cristã.
Polemista por excelência, Kierkegaard criticou a Igreja oficial da Dinamarca, com a qual travou um debate acirrado, e foi execrado pelo semanário satírico O Corsário, de Copenhague. Em 1849, publicou Doença Mortal e, em 1850, Escola do Cristianismo, em que analisa a deterioração do sentimento religioso. Morreu em 1855.
Filósofo ou Religioso?
A posição de Kierkegaard leva algumas pessoas a levantar dúvidas a respeito do caráter filosófico de seu pensamento. Pra elas, tratar-se-ia muito mais de um pensador religioso do que de um filósofo. Para além das minúcias que essa distinção envolveria, cabe verificar o que ela pode trazer de esclarecedor acerca do estilo de pensamento de Kierkegaard. Pode-se perguntar, por exemplo, quais as questões fundamentais que lhe motivam a reflexão, ou, então, qual a finalidade que ele intencionalmente deu à sua obra.
Estamos habituados a ver, na raiz das tentativas filosóficas que se deram ao longo da história, razões da ordem da reforma do conhecimento, da política, da moral. Em Kierkegaard não encontramos, estritamente, nenhuma dessas motivações tradicionais. Isso fica bem evidenciado quando ele reage às filosofias de sua época – em especial à de Hegel. Não se trata de questionar as incorreções ou as inconsistências do sistema hegeliano. Trata-se muito mais de rebelar-se contra a própria idéia de sistema e aquilo que ela representa.
Para Hegel, o indivíduo é um momento de uma totalidade sistemática que o ultrapassa e na qual, ao mesmo tempo, ele encontra sua realização. O individual se explica pelo sistema, o particular pelo geral. Em Kierkegaard há um forte sentimento de irredutibilidade do indivíduo, de sua especificidade e do caráter insuperável de sua realidade. Não devemos buscar o sentido do indivíduo numa harmonia racional que anula as singularidades, mas, sim, na afirmação radical da própria individualidade.
De onde provém, no entanto, essa defesa arraigada daquilo que é único? Não de uma contraposição teórico-filosófica a Hegel, mas de uma concepção muito profunda da situação do homem, enquanto ser individual, no mundo e perante aquilo que o ultrapassa, o infinito, a divindade. A individualidade não deve portanto ser entendida primordialmente como um conceito lógico, mas como a solidão característica do homem que se coloca como finito perante o infinito. A individualidade define a existência.
Para Kierkegaard, o homem que se reconhece finito enquanto parte e momento da realização de uma totalidade infinita se compraz na finitude, porque a vê como uma etapa de algo maior, cujo sentido é infinito. Ora, comprazer-se na finitude é admitir a necessidade lógica de nossa condição, é dissolver a singularidade do destino humano num curso histórico guiado por uma finalidade que, a partir de uma dimensão sobre-humana, dá coerência ao sistema e aplaca as vicissitudes do tempo.
Mas o homem que se coloca frente a si e a seu destino desnudado do aparato lógico não se vê diante de um sistema de idéias mas diante de fatos, mais precisamente de um fato fundamental que nenhuma lógica pode explicar: a fé. Esta não é o sucedâneo afetivo daquilo que não posso compreender racionalmente; tampouco é um estágio provisório que dure apenas enquanto não se completam e fortalecem as luzes da razão. É, definitivamente, um modo de existir. E esse modo me põe imediatamente em relação com o absurdo e o paradoxo. O paradoxo de Deus feito homem e o absurdo das circunstâncias do advento da Verdade.
Cristo, enquanto Deus tornado homem, é o mediador entre o homem e Deus. É por meio de Cristo que o homem se situa existencialmente perante Deus. Cristo é portanto o fato primordial para a compreensão que o homem tem de si. Mas o próprio Cristo é incompreensível. Não há portanto uma mediação conceitual, algum tipo de prova racional que me transporte para a compreensão da divindade. A mediação é o Cristo vivo, histórico, dotado, e o fato igualmente incompreensível do sacrifício na cruz. Aqui se situam as circunstâncias que fazem do advento da Verdade um absurdo: a Verdade não nos foi revelada com as pompas do conceito e do sistema. Ela foi encarnada por um homem obscuro que morreu na cruz como um criminoso. O acesso à Verdade suprema depende pois da crença no absurdo, naquilo que São Paulo já havia chamado de "loucura". No entanto, é o absurdo que possibilita a Verdade. Se permanecesse a distância infinita que separa Deus e o homem, este jamais teria acesso à Verdade. Foi a mediação do paradoxo e do absurdo que recolocou o homem em comunicação com Deus. Por isso devemos dizer: creio porque é absurdo. Somente dessa maneira nos colocamos no caminho da recuperação de uma certa afinidade com o absoluto.
Não há, portanto, outro caminho para a Verdade a não ser o da interioridade, o aprofundamento da subjetividade. Isso porque a individualidade autêntica supõe a vivência profunda da culpa: sem esse sentimento, jamais nos situaremos verdadeiramente perante o fato da redenção e, conseqüentemente, da mediação do Cristo.
O Sofrimento Necessário
A subjetividade não significa a fuga da generalidade objetiva: ao contrário, somente aprofundando a subjetividade e a culpa a ela inerente é que nos aproximaremos da compreensão original de nossa natureza: o pecado original. E a compreensão irradia luz sobre a redenção e a graça, igualmente fundamentais para nos sentirmos verdadeiramente humanos, ou seja, de posse da verdade humana do cristianismo. A autêntica subjetividade, insuperável modo de existir, se realiza na vivência da religiosidade cristã.
A subjetividade de Kierkegaard não é tributária apenas da atmosfera romântica que envolvia sua época. Seu profundo significado a-histórico tem a ver, mais do que com essa característica do Romantismo, com uma concepção de existência que torna todos os homens contemporâneos de Cristo. O fato da redenção, embora histórico, possui uma dimensão que o torna referência intemporal para se vivenciar a fé. O cristão é aquele que se sente continuamente em presença de Deus pela mediação do Cristo. Por isso a religião só tem sentido se for vivida como comunhão com o sofrimento da cruz. Por isso é que Kierkegaard critica o cristianismo de sua época, principalmente o protestantismo dinamarquês, penetrado, segundo ele, de conceituação filosófica que esconde a brutalidade do fato religioso, minimiza a distância entre Deus e o homem e sufoca o sentimento de angústia que acompanha a fé.
Essa angústia, no entender de Kierkegaard, estaria ilustrada no episódio do sacrifício de Abraão. Esse relato bíblico indica a solidão e o abandono do indivíduo voltado unicamente para a vivência da fé. O que Deus pede a Abraão – que ele sacrifique o único filho para demonstrar sua fé – é absurdo e desumano segundo a ética dos homens.
Não se trata, nesse caso, de optar entre dois códigos de ética, ou entre dois sistemas de valores. Abraão é colocado diante do incompreensível e diante do infinito. Ele não possui razões para medir ou avaliar qual deve ser sua conduta. Tudo está suspenso, exceto a relação com Deus.
O Salto da Fé
Abraão não está na situação do herói trágico que deve escolher entre valores subjetivos (individuais e familiares) e valores objetivos (a cidade, a comunidade), como no caso da tragédia grega. Nada está em jogo, a não ser ele mesmo e a sua fé. Deus não está testando a sabedoria de Abraão, da mesma forma como os deuses testavam a sabedoria de Édipo ou de Agamenon. A força de sua fé fez com que Abraão optasse pelo infinito.
Mas, caso o sacrifício se tivesse consumado, Abraão ainda assim não teria como justificá-lo à luz de uma ética humana. Continuaria sendo o assassino de seu filho. Poderia permanecer durante toda a vida indagando acerca das razões do sacrifício e não obteria resposta. Do ponto de vista humano, a dúvida permaneceria para sempre. No entanto Abraão não hesitou: a fé fez com que ele saltasse imediatamente da razão e da ética para o plano do absoluto, âmbito em que o entendimento é cego. Abraão ilustra na sua radicalidade a situação de homem religioso. A fé representa um salto, a ausência de mediação humana, precisamente porque não pode haver transição racional entre o finito e o infinito. A crença é inseparável da angústia, o temor de Deus é inseparável do tremor.
Por tudo o que a existência envolve de afirmação de fé, ela não pode ser elucidada pelo conceito. Este jamais daria conta das tensões e contradições que marcam a vida individual. Existir é existir diante de Deus, e a incompreensibilidade da infinitude divina faz com que a consciência vacile como diante de um abismo. Não se pode apreender racionalmente a contemporaneidade do Cristo, que faz com que a existência cristã se consuma num instante e ao mesmo tempo se estenda pela eternidade. A fé reúne a reflexão e o êxtase, a procura infindável e a visão instantânea da Verdade; o paradoxo de ser o pecado ao mesmo tempo a condição de salvação, já que foi por causa do pecado original que Cristo veio ao mundo. Qualquer filosofia que não leve em conta essas tensões, que afinal são derivadas de estar o finito e o infinito em presença um do outro, não constituirá fundamento adequado da vida e da ação. A filosofia deve ser imanente à vida. A especulação desgarrada da realidade concreta não orientará a ação, muito simplesmente porque as decisões humanas não se ordenam por conceitos, mas por alternativas e saltos.
O Anjo
Eu sou a reconciliação com tua natureza profunda.
Eu sou a paz que permite reconhecer isto que tu és.
Eu sou a tranquilidade deste que sabe.
Eu sou o espaço que dás a tua sabedoria,
A potência que tu portas no amor.
Eu sou o Plano Divino que segura teu lugar através de tua manifestação,
Que pacifica todas as frações do teu ser.
Eu sou este que mantém tua presença ainda que tu não acredites mais.
Eu sou este que mantém a coesão de teu coração acima da eternidade.
Eu sou a força tranquila que manifesta.
Eu sou a Paz encarnada,
Tu és a Paz manifestada.
Nossa, ás vezes sinto uma profunda vergonha de mim mesma, da grande hipócrita que eu sou. Vivo criticando as pessoas fúteis, que só se preocupam com a beleza exterior, que não fazem esforço pra ter conteúdo e fazer alguma diferença no mundo. Mas afinal, eu sou o que?
Mais uma dessas pessoas que se preocupam com um arquétipo perfeito de mulher, com roupas bonitas, maquiagens bonitas, essas coisas idiotas!
Claro que em toda minha vida procuro evoluir, me tornar uma pessoa melhor e mais culta. Porém a sociedade exije de mim a futilidade, como dizia Rousseau “O homem nasce bom, e a sociedade o corrompe.” E concordo plenamente com Rosseau, o homem nasce puro, vem ao mundo nu, sem riquesas, sem roupas, sem nada. Mas a sociedade faz ele se viciar nessas futilidades da carne humana.
Essa alienação fica cada vez pior, as pessoas se importam mais com que roupa vão sair hoje do que com aquele indigente que está ali, quase morrendo de fome por não ter um pão pra comer.
Mas é claro, porque se importar com outra pessoa sem ser si mesmo, sua família e seus amigos?! Se eles estão com fome o problema é deles…
Coisa mais ridicula é esse pensamento podre do ser humano.
Eu posso ser uma mulher futil, que me preocupo com minhas roupas, meu cabelo, minha aparência e a minha diversão, mas em nenhum momento da minha vida deixo de pensar nas pessoas que precisam disso tudo muito mais que eu.
Ajudar ao próximo, um DOM que poucos tem, e que muitos deveriam ter.
Posso ter vergonha de mim por ser essa pessoa tão dependente dos vicios da sociedade, mas tenho dentro de mim a consciência de que com a minha ajuda muitas pessoas podem ter mais esperança de vida.
Nós devemos ser um modelo de benevolência para com os outros.
Sem a bondade e com o egoismo o mundo não vai pra frente, e cada vez mais o mundo vai parecer o inferno pra uns (os indigentes) e o paraiso para outros (os ricos). Mas isso não está certo, nós não podemos ser tão errantes assim… Nós não podemos ser tão ruins ao ponto de ver alguém morrendo de fome e não darmos o que comer, ver as pessoas implorando ajuda e não fazermos nada para ajuda-las.
Tudo bem que nós somos seres errantes, tudo bem querermos ter uma vida com grandes regalias, uma boa casa, um bom carro, uma boa roupa… Mas ter isso tudo não nos impede de doar só um pouco do que temos há quem precisa. Ás vezes o que pra nós é pouco, pra uns é muito. Ajude ao próximo, seja uma benção na vida de alguém…
Pare e pense, você poderia estar no lugar dele, precisando da ajuda dele assim como ele precisa da sua. O mundo gira, a vida muda, e a única certeza que temos é que nada é concreto, tudo que você tem hoje, amanhã pode não ter mais. Assim gira o mundo, isso é o tempo.
Estamos na Terra para aprendermos, para vivermos e nos regenerarmos a cada dia.
O mundo está se perdendo, entrando em uma rotativa triste onde o que mais reina é o sofrimento. Diante de tudo isso nós vemos o quanto nós somos escravos das aparências, escravos do consumismo, escravos do querer sempre mais e mais. Infelismente a culpa disso é de todos nós, que buscamos isso nos outros e deixamos que os outros busquem isso na gente.
Mas isso não é a vida, a verdadeira arte de viver consiste em ser feliz, evoluir intelectualmente, espiritualmente e saber doar um pouco de felicidade ao próximo.
Hitler, escrevia Herman Rauschning em 1939, 'tem uma profunda reverência pela Igreja Católica e pela ordem dos Jesuítas, não devido à sua doutrina cristã, mas devido ao maquinismo que eles elaboraram e controlaram, o seu método hierárquico, as suas táticas bastante hábeis, o seu profundo conhecimento da natureza humana e o sagaz uso da fraqueza humana para dominarem os crentes'.
(Admirável Mundo Novo)
UMA DIA DE MÃE: RICARDO FISCHER
..."No teu riso é que eu encontro a paz profunda e o amor perfeito
do teu corpo fiz meu leito como morada provisória para o encanto de tua vida.
Sou o fruto do teu amor e da tua glória, um pedaço da tua história
De todas as rosas a mais linda e perfumada, a mais bela e a mais amada por Deus fosse escolhida para dá vida, és linda e encantada, és sim o mais doce mel dentro da mais fina flor.
Em teu rosto fui a alegria de uma lágrima incontida foi tu quem me gera-se para a vida embalado nas asas do teu mais profundo amor.
Amor que inventastes incondicional, louco e irracional tu me livrastes do mau e deus disse amém!. O mais rico tesouro da mais rica nobreza que um dia com certeza Deus me agraciou. Lava-se o meu pequeno corpo com teu sangue que me deu a vida e a dor de teu sagrado ventre que desse dia em diante ficou em ti pra todo o sempre como o teu amor por mim que é cego, gostoso e ardente porquê és a mais sublimada criatura que o supremo Deus um dia criou. Amo a te"... - Ricardo Fischer -.
ainda te amo
Estarei mentindo dizendo que não te amo
Sinto uma dor profunda quando penso em você e de tudo que agente já viveu e sabendo que ainda poderíamos viver mais coisas como essas,E sinto que você é minha alma gêmea mais nem sempre alma gêmeas estão destinadas a ficar pra sempre juntas
Mais sempre te amei e sempre vou te amar,mesmo que eu e você não fique juntos espero que seja feliz.
Querido Deus,
Hoje, eu quero expressar minha profunda gratidão por tudo o que tens feito na minha vida. Sou grata pelo dom da vida, pelas oportunidades que tenho tido, pelas bênçãos que tenho recebido e pelo amor incondicional que tens demonstrado.
Agradeço por cada novo dia que me dás, com suas oportunidades e desafios. Agradeço pela saúde, pelo alimento na minha mesa, pelo teto sobre minha cabeça e pela segurança que me rodeia. Sou grata por minha família e amigos, por seu amor e apoio inabaláveis.
Agradeço pelos momentos de alegria e risos, pelas lágrimas que me ensinam e pelos obstáculos que me fortalecem. Agradeço pelas lições aprendidas com os desafios e pelas oportunidades de crescimento pessoal.
Deus, eu sou grato por sua orientação e proteção em minha vida. Sou grata pela sua presença constante, mesmo nos momentos mais difíceis. Sua graça e misericórdia têm sido abundantes, e sou grata por sua fidelidade inabalável.
Que eu possa continuar a viver com um coração grato, reconhecendo e valorizando as muitas bênçãos que recebo diariamente. Que eu possa compartilhar amor e bondade com os outros, como reflexo da sua generosidade para comigo.
Mais uma vez, obrigada, Deus, por tudo o que tens feito e continuas fazendo em minha vida. Minha gratidão é eterna.
Com amor e apreço, Ruth Moreira
Lua, que brilha lá do alto, brilha em minha alma,e ilumina está escuridão, ela está em profunda amargura , o lua radiante já estou na fase final, não sei se vou estar aqui por muito tempo pra contemplar a sua bela, se ainda vou ter o privilégio de ver com a brisa do mar.
O lua radiante peço que continue a iluminar está imensidão de sorrisos e acalma está tempestade que agita meu coração.
DOMINGOS MELANCÓLICOS
Aos domingos sinto uma tristeza tão profunda que não consigo nem nada ou até em pensar em nada além da solidão.
Nem mesmo as músicas que eu gosto bastante de ouvir, conseguem suprir toda essa solidão, no qual eu estou vivendo.
O vazio é tão grande que nada compensa, nada me tira dessa bolha no qual eu estou vivendo todos os dias por 22 anos.
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Todos esses sentimentos que ficam sem guerra dentro do meu peito, eu não tenho favoritismo para ganhar essa guerra. Dor, tristeza, angústia, vazio, paixão e amor são fortes concorrentes.
Domingo é cansado, traiçoeiro e manipulador, desperta tudo isso aos pobres meros mortais solitários, assim como eu.
