Texto de reflexão
Reflexão
O que é o prazer
Senão uma reflexão entre corpos
O que é o amor
Senão uma reflexão entre almas
O que é a paixão
Senão se jogar no mar do amor
Sem medo de afogar
Dar asas aquele que nasceu para voar
Se tão forte é seu pavor
O que pode se opor
Ao verdadeiro amor ?
Arthur Silva
Ah, como pudemos nos esquecer do momento em que vivemos? Quaresma, tempo de silêncio e reflexão, foram quarenta dias no deserto, lá Jesus foi tentado e afrontado, mas resistiu, pois estava em plena oração...
Não podemos considerar esta Quaresma como uma época a mais, citando a cíclica do tempo litúrgico como uma simples repetição.
Este momento é único; é uma ajuda divina que temos que aproveitar, refletir e orar, pois queremos a presença de Jesus nessa hora, o Cristo que espera de nós uma grande mudança, não somente externa, mas que seja de dentro para fora...
Não é um tempo comum, ainda mais diferenciado é o momento "do agora", pois a cada passo dado, reflete o que pensamos, o que sentimos e o que esperamos...
É tempo de oração, tempo de olhar para o alto com os joelhos firmes no chão!
Uma reflexão:
Você trabalha arduamente; luta como um guerreiro; briga pelo que acredita e aprendeu dentro da ética; constrói uma família frente a tantos que desistiram, e ergue seus filhos a sua semelhança em sabedoria; cultiva as virtudes de um ser humano saudável, e alimenta sua moral com o exemplo de vida que mostra para sua construída família. Nada disso é verdadeiro! Segundo um crédulo fanático (doente letal na raça humana) tudo isso é "obra de Jesus Cristo", então: Jesus Cristo é o pai e não eu; e Maria é a mãe não minha amada mulher; e o meu filho é um demônio que deve ser purificado, "nas águas santificadas pelo Espírito Santo".
Não importa, na visão do crédulo, o seu árduo esforço para viver! Tudo é Jesus Cristo que faz, então, qual a vontade de seguir construindo família, cultivando virtudes, fortalecer a ética e a moral?
Jesus Cristo é o advogado frente a seu pai, o Deus da Cruz, e somente ele vive e sabe o que é viver! Todos são inúteis pecadores que "não sabem nem construir família".
Moral da reflexão:
- Quando você tenta agradar a Jesus Cristo irá ser marionete dos seus ensinamentos.
- Agradar a todos destrói quem você é, te transforma em um "doente letal na raça humana" e te desvia da vida saudável.
- Aquilo que te ordenam fazer não é mais valioso que aquilo que você aprendeu a fazer.
- A maldade primeiro precisa destruir sua capacidade de amar sua família, construída por você com árduo esforço.
“RE”VOLUÇÃO
Vivemos tempos de muita reflexão. Onde culpar um inimigo, aliás, tese que não é novidade na história, é um dos fatores para tentativa de uma pseudo-união, que se forma em torno de combatê-lo. Antes que alguém me acuse do que quer que seja, pasme-se, por ambas as forças que cada vez mais se polarizam em nosso Brasil, convém que se façam alguns registros.
Essa caça às bruxas não nasceu de hoje, a história mundial já registrou vários desses episódios onde esse antagonismo implacável acabou por emplacar guerras, mortes, violência. Todos deram a vida por suas causas. E o que a humanidade tem evoluído com isso? Geralmente é e nome da liberdade que muitos perderam a vida.
Mais especificamente em nível de Brasil, nasci num regime de exceção e hoje o creio assim, haja vista que, embora não tivesse tido uma infância abastada, havia alguma ordem na sociedade e não vou reportar aqui ser era por força ou por educação. Em tal época, pelo que lembro, era preciso estudar para as provas, as lições eram “tomadas”, o trabalho doméstico era uma obrigação de todos, inclusive crianças, dentre tantos outros “disparates”. Inexistia qualquer criminalização para isso!
Em seguimento, vivi a abertura democrática, lembro que em tal época havia pressões sindicais entrelaçadas com outros interesses políticos, cuja bandeira comum era acabar com a ditadura.
Pois bem, a “dita cuja” faleceu, negociadamente, houve campanha para eleições diretas, com o povo nas ruas.
O país, entretanto, passou, a meu ver, a viver um período de abertura, mas, na imensa maioria dos governos, tanto os ditos de direita quanto os ditos de esquerda, houve a gestação, cada vez mais pujante, da grande mácula desse País Gigante batizada de corrupção – e com um excelente “pré-natal”.
Passamos por presidentes: com “problemas de saúde” (falo físicas), quase super-heróis (na luta contra os já velhos fantasmas), intelectuais (na época era apoiado pela direita mas hoje tem a pecha de esquerda), governos mais populares (à base de romanée conti) e, agora, um governo, eleito pelo povo como todos os outros, que também tem como bandeira central o combate à corrupção (comum na campanha de todos os outros).
Não é preciso repisar a história do que aconteceu e do que vem acontecendo.
As “desinformações” existem de toda a “desordem” (redundância proposital), desde a imprensa massiva até os meios mais populares de comunicação.
Há fomento de novos “valores”, como se toda a sociedade fosse obrigada a colocá-los acima de todos os outros que também sustentam as famílias. E mais, são situações que estão muito mais como bandeiras remotas em relação às verdadeiras atitudes. São muitas bandeiras levantadas em nome disso ou daquilo, mas a efetivação do amor ao próximo pouco se vê na prática, ali, do outro lado da rua.
Posso referir que já vi fervorosos defensores, das mais variadas bandeiras da modernidade, tratar com desdém e desrespeito um trabalhador de um restaurante. O que realmente vale? Bandeira ou atitude?
O sistema de um País democrático é sustentado em dois grandes pilares: respeito aos direitos e garantias individuais; e também na autonomia e independência entre os poderes.
Como será que estão nossos pilares?
A resposta, independendo de sua ideologia, a menos que se possa rubricar fortemente a hipocrisia, é que ambos estão fragilizados. E muito!
Ocorre que, ao ver do escritor destas palavras, os poderes não são autônomos e independentes há muito tempo.
Da mesma forma, o respeito aos direitos e garantias individuais, nessa disputa pelo poder, está cada vez mais fragilizada.
E o Outorgante Maior está cada vez mais desprestigiado!
Aquele que não reza na cartilha do congresso (nem vou dizer qual) não governa. Da mesma forma, estamos vendo um judiciário que a tudo pode (manda investigar, prender e ainda julga). Bem verdade que não sou favorável a outorga de uma carta em branco a quem quer que seja no executivo.
Mas as reflexões que entendo pertinentes são:
- Será que vivemos num Estado de Direito? Na forma e na realidade?
- Será que já não vivemos uma ditadura (mas travestida)?
- E o povo, nesse cenário, está, verdadeiramente, com seus direitos resguardados?
- Que Ordem desejamos?
Tudo ainda é uma incógnita, mas essa instabilidade não tem um nome ideológico, vem sendo fomentada há anos e financiada pela malfadada corrupção que assolou, assola e não se sabe, por quanto tempo, ainda assolará esse amado País.
Estejamos sempre altivos e intransigentes com os nossos valores, não os fragilizando em nome de quem quer que seja.
A respeito da grande reforma, pego carona no legado deixado por Immanuel Kant: “Toda reforma interior e toda mudança para melhor dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço”.
Tenhamos fé que, de alguma forma, a Ordem se estabeleça, a Paz possa reinar soberana e o respeito a todos que pensem de forma diversa seja respeitado.
Encerro nas palavras de Voltaire:
“Posso não concordar com nenhuma das palavras do que você disser, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las”.
(Alfredo Bochi Brum)
Momentos de inspiração e reflexão
Tudo tem o porquê, nada acontece aleatoriamente. Desde o desabrochar de uma linda flor até as mais duras catástrofes.
Tudo responde a um estímulo, a uma vontade, a uma ação. E quando essa é equivocada, o universo, mais cedo ou mais tarde atrairá o infrator à reparação. Consciente do propósito e por mais que doa, tudo tem o objetivo reconduzi-lo novamente em direção a uma rota segura e redentora.
Reflexão sobre crescimento e fé…
Com o fluir do tempo, compreendemos que cada vivência, seja um desafio, uma incerteza ou um triunfo, integrou-se ao nosso desenvolvimento pessoal.
A Divindade não nos impõe fardos insuportáveis; antes, com a maturidade, discernimos que cada acontecimento possui uma finalidade e uma razão subjacente.
Todas as intervenções divinas visam harmonizar e instruir, e quanto mais árduas se apresentam as circunstâncias, mais próximos nos encontramos das nossas maiores graças.
O Fardo do Sucesso: Uma Reflexão Urgente Sobre o Brasil Atual…
No panorama incerto do Brasil, a prosperidade individual, em vez de ser celebrada como motor de avanço, parece converter-se em um fardo cada vez mais pesado. A cada novo amanhecer, a nação se vê enredada em uma teia de tributos crescentes, que se estende insidiosamente sobre aqueles que ousam buscar e alcançar o êxito. É como se, em terras tupiniquins, a contramão se tornasse a via principal, onde o esforço e a iniciativa são recompensados não com incentivos, mas com o peso sufocante de uma carga fiscal exorbitante.
Nesse cenário paradoxal, o espírito de iniciativa e a criação de valor, em vez de florescerem livremente, enfrentam uma miríade de obstáculos que parecem erguidos para tolher o ímpeto criativo. Cada passo em direção à inovação e à construção de novos negócios é recebido com a burocracia labiríntica e a onerosidade de um sistema que parece punir o dinamismo. E, no entanto, é justamente nesse ambiente adverso que a capacidade de gerar progresso se destaca como uma força vital, indispensável para o avanço do país.
A capacidade de inovar e criar é, de fato, a espinha dorsal da economia brasileira, um vetor incansável de progresso. Sua relevância transcende o mero ato de fazer negócios; ela se materializa na criação de empregos, que oferece dignidade e sustento a inúmeras famílias, contribuindo significativamente para a redução do desemprego. É através da iniciativa de mercado que novos produtos e serviços surgem, impulsionando a inovação e promovendo o desenvolvimento de soluções eficazes para os desafios prementes da sociedade. Essa força não apenas injeta dinamismo no mercado, mas também se revela fundamental na geração de riqueza, elevando o Produto Interno Bruto (PIB) e fortalecendo as bases econômicas da nação. Sua capacidade de descentralização é um diferencial notável, promovendo o crescimento em regiões menos desenvolvidas e equilibrando as disparidades que frequentemente caracterizam o território nacional. Adicionalmente, essa força de mercado atua como uma poderosa ferramenta de inclusão social, capaz de empoderar grupos historicamente marginalizados, proporcionando-lhes acesso a oportunidades de trabalho e a serviços essenciais. Ela é um agente propulsor da competitividade, introduzindo novas tecnologias e estimulando um ciclo permanente de modernização do tecido empresarial, e seu impacto se estende ao campo social e ambiental, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável, ao abordar problemas e buscar soluções inovadoras.
É imperativo, então, que se erga um brado por uma transformação substancial. A premente necessidade de reduzir os gastos públicos não é apenas uma questão de eficiência administrativa, mas um clamor por justiça e por um futuro mais equânime. Diminuir a dívida pública não é somente um imperativo econômico, mas um alívio para as gerações presentes e futuras, que hoje carregam o ônus de desmandos passados. E, acima de tudo, aliviar a carga tributária não é um privilégio a ser concedido, mas uma condição fundamental para que o talento e a capacidade produtiva da nação floresçam sem amarras.
A política atual, com sua predileção por extrair cada vez mais daqueles que produzem, assemelha-se a um navio que, em vez de velejar com o vento a favor, tenta avançar contra uma tempestade crescente. É uma visão que asfixia a inovação, desestimula o investimento e, em última instância, mina a própria base do progresso. Essa pressão fiscal não atinge somente o setor produtivo; ela recai diretamente sobre o cidadão comum, erodindo seu poder de compra à medida que o custo de produtos e serviços básicos se eleva. Todos os contribuintes, sem exceção, arcam com o peso dessa conta.
O mais alarmante é que toda essa arrecadação crescente e a escalada de impostos não se revertem em serviços essenciais e de qualidade para a sociedade, que tem direito a eles. Pelo contrário, observamos uma deterioração contínua de todos os serviços públicos. O que realmente se vê é um aumento desproporcional nos gastos estatais, muitos dos quais, chocantemente, foram protegidos por um sigilo de cem anos, uma medida amplamente criticada no passado recente. Que país é esse, que exige tanto de seus cidadãos e oferece tão pouco em retorno, enquanto suas próprias contas são envoltas em tamanha opacidade? A nação merece e exige uma virada de rumo, uma política econômica que celebre o esforço, que estimule a criação de riqueza e que reconheça no ímpeto produtivo não um alvo a ser taxado, mas o motor vital para um futuro próspero e justo para todos os brasileiros. É tempo de reflexão, mas, sobretudo, é tempo de ação para que o Brasil não continue a punir o sucesso, mas sim a cultivá-lo como o mais precioso de seus bens.
Chega o momento de reflexão onde começamos a nos perguntar:
Mas porque eu tenho insistido tanto?
Será que vale mesmo a pena?
Porque essa paixão tem me feito tão mal?
Talvez a gente goste mesmo do que não pode ter, quando o melhor é deixar que o tempo... ou melhor dizendo, que Deus faça da sua vontade.
1 Paixão
1 desejo louca
1 saudade incontrolável
5 músicas e 1 aprendizado
Ninguém morre de paixão, mas aprende a ser forte com as chicotadas que ela dá na gente .
Reflexão.
A vida é como um dia. Pela manhã, somos crianças cheias de alegria, apenas começando a entender a vida. Ao meio-dia somos jovens preocupados, tentando deixar tudo pronto para a tarde. E à noite, somos idosos que fizeram tudo durante o dia e só querem dormir, preocupados com que tipo de pessoa seremos amanhã.
Refletindo e partilhando essa reflexão com os meus irmãos.
O Amor de Deus por nós é um amor misericordioso, um amor compassivo e gratuito. Ele toma a iniciativa de nos amar nos dando seu filho único para ser crucificado por nossos pecados.
Um coisa é clara para nós, a essência de Deus é o "Amor", mais qual seria a nossa essência ?. Acredito que Deus ama a todos de forma incondicional, mas será que nós o amamos também ? Essa é uma pergunta que deveríamos fazer todos os dias.
Amar a Deus vai além de irmos a igreja ou prestarmos culto a ele, amar a Deus implica em uma renuncia, e a vivência de seu senhorio sobre nossas vidas, dizemos ser de Deus mas é sempre a nossa vontade que prevalece, sempre será os nossos caprichos em primeiro lugar, mas aí lhe pergunto, que amor é esse ? , Amor que não existe um comprometimento, que não nos submete a uma mudança não é amor. Vemos pessoas em nossos dias prejudicando as outras pessoas, fofocando , contam mentiras, se mordem como animais na tentativa de serem melhores, se revestem de uma autoridade que não lhes foi dada. Amar a Deus é morrer para si mesmo para e outros conheçam esse Jesus que conhecemos, mas muitas vezes no queremos brilhar mais que Jesus.
Essa é uma reflexão que devemos fazer todos os dias, tenho amado a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a mim mesmo ? Vivemos em um tempo que não podemos ser hipócritas, não podemos nos revestir de uma falsa humildade.
Deus quer a nossa salvação !!!
Pense em cada linha, em cada Palavra.
Marcelo - Sorocaba SP
Reflexão
A verdadeira motivação para conquistarmos o impossível, é acreditamos em nós mesmo, é acreditar na capacidade que Deus nos deu. Quando nos sentimos incapazes, é por que desconhecemos nossas capacidades e nossas limitações. Se queremos vencer, não podemos limitar nosso espaço e nossa capacidade.
Reflexão sobre Prioridades
Lídia resolveu fazer uma lista das coisas importantes em sua vida, numerando-as por ordem de prioridade. Para avaliar melhor a prioridade, ela decidiu simular várias situações e avaliar suas escolhas.
Ela imaginou que, se precisasse fazer uma dieta radical ou passar por um procedimento doloroso para manter a beleza, optaria pelo conforto. Portanto, colocou o conforto acima da beleza em sua lista. Percebeu que não hesitaria em realizar sacrifícios em nome do dever no seu trabalho, portanto, o trabalho ficava acima do conforto. Ela também percebeu que se sua família precisasse dela, o trabalho ficaria em segundo plano, então colocou o trabalho abaixo da família.
Ao final, fez uma constatação que a entristeceu profundamente: o Reino de Deus ficaria por último. Naquele momento, fez uma oração sincera pedindo a Deus que refizesse sua lista e a organizasse da melhor maneira possível, reorganizando as prioridades dentro do seu coração para que o Reino de Deus ficasse em primeiro lugar.
TUDO É SOBRE O SER HUMANO
Demétrio Sena - Magé
Toda reflexão escrita (e publicada) é sobre você e eu, de alguma forma, porque tudo é sobre o ser humano. Até quando se usa o recurso do abstrato, do sobrenatural, da generalização e da licença poética. Já li muitos textos que mexeram comigo, me deixaram incomodado e só a custo me convenci de que não que foram escritos especialmente para mim, porque lá não estavam meu nome, o endereço, um segredo meu, uma vivência única ou específica nem qualquer descrição pessoal minha, mesmo quando os autores eram do meu rol de convivência.
Somos flagrados por um texto e outro, porque somos humanos, temos feridas onde cabem certos dedos e, sendo assim, ninguém precisa nos retratar para chamar à reflexão, ao sentimento e ao repensamento sobre nós próprios, talvez movidos por alguma coincidência de cunho generalizado. A menos que sejam declaradamente sobre, ou nominais, literaturas não atiram em alvos singulares... e muitas vezes falam dos próprios autores, ainda que o façam na terceira pessoa. Eu mesmo, falo de muitas mazelas minhas e depois percebo que o fiz como se apontasse o dedo na direção de outros.
Quem escreve e publica textos cuja fonte principal de inspiração é o ser humano com as suas virtudes e mazelas, vive na linha tênue entre surpreender pelo encanto e magoar pessoas que ele nem imagina. Algumas próximas, que reagem como se autuadas em flagrante... outras distantes, que se perguntam como certos textos as encontraram; como quem escreveu as adivinhou. Constato no espelho de minha trajetória, que ser um "escrevedor" às vezes é uma dádiva; outras vezes um incômodo; muitas outras um infortúnio.
REFLEXÃO NATALINA
Demétrio Sena - Magé
Vocês não fazem ideia de como a fome é dura. Dói no estômago, no corpo, na auto estima e na alma. Não a fome de quem vai comer mais tarde. Quem tem a comida e aguarda seu preparo, que hoje demora mais um pouco. Falo da fome de quem a passa; quem tem a comida regular como algo distante; garimpo inalcançável.
Para mim, Natal é de remorsos. Hoje como bem e sou grato à vida por não ter me abortado antes de conhecer um conforto relativo e criar filhas com esse conforto. Mas os excessos do fim de ano doem na consciência, como dói a fome, pelo remorso de saber que sou, nestes dias, o extremo oposto abusivo dos que a sentem permanentemente... de comida, brinquedos, brincadeiras, a segurança de um lar, pessoas queridas e, fome de serem queridas por alguém.
Não tenho remorso diário de comer, beber, morar... conquistei a vida sem privações, com educação e trabalho. Faço jus e creio que muitos conseguirão o mesmo, tantos outros muito mais do que eu, que sou um acomodado incurável, pelo que deixei passarem tantas "oportunidades" na vida.
Fim de ano é melancólico. Lembro que fui plateia de farturas alheias... até de natais vizinhos não tão fartos, mas de portas cerradas, porque os nove meninos de Maria poderiam adentrar, desejando migalhas. Hoje me sinto com portas cerradas, para que meninas e meninos como nós "não estraguem a ceia".
Não punirei meus afetos com recolhimento, ausência e tristeza em razão das lembranças do passado. Minha esposa e filhas não têm culpa e, meus irmãos, que viveram comigo tais experiências, têm um poder maior de superação... merecemos o ajuntamento feliz. Sabemos o quanto choramos juntos. É tempo de sorrimos.
O que sinto é inevitável, porém sou feliz. Como não, depois de sobrevivermos a tanto, sem recorrermos às piores formas de sobrevivência? Felizes festas... mas não façamos aquela oração "em agradecimento pelo que temos, enquanto muitos não têm nada". Isso é requinte de crueldade.
... ... ...
#respeiteautorias É lei
REFLEXÃO PATERNA
Demétrio Sena - Magé
Ninguém escolhe o pai que terá. Ser filho é uma sorte favorável para uns, desfavorável para outros... na verdade, para maioria, sobre ter pai. Aliás, o número de filhos que nunca teve um pai, de fato nem de mentirinha, consanguíneo nem adotivo, é imenso. Infelizmente, há casos em que não ter a presença de um pai é melhor do que ter. É aí que tantas mães viram pais, o que não é comum vice-versa.
Ser pai é uma escolha. Essa escolha não pode ser apenas a de fazer uma filha, um filho. Ela deve ser intensa e verdadeira, do fazer ao criar, com afeto; provisão; orientação; acompanhamento presente, com todas as responsabilidades que acompanham o amor. Não entendo como alguém escolhe ter filho e não ser pai; "modelar" simplesmente, um ser humano, e não cuidar. Deixar de lado, abandonar ou ser presença negligente. Muitas vezes brutal; violenta; opressora.
Não chamo de abandono a separação da mãe, e sim, ao tornar essa essa mãe sua ex-mulher, também transformar o filho, a filha em ex-filho; ex-filha. O mundo está cheio de órfãos de pais vivos. Também há mãe que abandona, mas o número de pessoas criadas apenas pela mãe é incontável. São milhões que não têm ao lado nem nos registros de nascimento, a referência do pai. Só conhecem mãe.
Sonho com um tempo de mais filhos felizes. Mais pais presentes, em todos os contextos e sentidos. E de menos dias dos pais que só servem para muitos lamentarem ausências paternas ou presenças que seriam melhores como ausências. Espero que as minhas falhas como pai, até então, ainda estejam naquele grupo das que fazem um homem "passar raspando" em suas provas finais
...
Respeite autorias. É lei
Breve reflexão sobre o tempo
O tempo é plenamente incapaz...afirmam que tudo ele "retira". Que ilusão! Comentam que ele leva o vigor, a distância, a inspiração e a paixão. Não satisfeitos, dizem também que a ingratidão, a desesperança, a superação, a arrogância e o amor são também carregados, como em um rio e, assim, solucionasse quaisquer "desafios" nos caminhos sinuosos da vida de cada um.
Custo a crer que dessa forma meditam. Como pode uma invenção humana ter o poder de mudar o anseio supremo? Entretanto, em sua perfeição divina, aprendemos a conviver com a experiência de vida, contudo jamais cessando o vigor da vontade de viver. Tomamos conhecimento que o mais simples ato de admirar os pássaros, jamais deixará a inspiração ausentar-se.
A ingratidão e a desesperança caminham próximas uma da outra, embora inexistam enquanto houver sempre o afã de superação guardado no coração de todos nós. A paixão não resistirá quando olhos cruzarem-se sob o reflexo das estrelas no oceano. O amor, nobre e indefinível sentimento, permeando todos os demais, haverá de conter os mais cruéis desejos, sublimando os mais singelos.
Então, um dia, entenderemos que o tempo, fruto da mente humana, é feito de momentos que nos fazem felizes ou tristes na sucessão dos anos, meses ou dias e que nos tornam a imagem e semelhança de Deus.
A verdade de uma reflexão que poucos conseguem ressignificar, está nasevidências percebidas e ignoradas . . . ou seja, é a mesma coisa quando se olha para uma estátua e pensar que por detrás daquela superfície existem apenas os elementos materiais para sua composição!
Logo . . . Antes de perguntar para uma pessoa amiga o porque ela se afastou, tenha coragem de refletir se não foram suas atitudes que a fez distanciar mesmo sentido a falta de sua amizade!
Trocar Ouro por Brilho: Uma Reflexão sobre Saúde, Consumo e Consciência
Já reparou como os alimentos industrializados são mais baratos, mais bonitos e mais “práticos”? Mas o que ninguém te conta é que esse “barato” pode sair bem caro, para a sua saúde.
Eu vivi isso. Antes de enxergar pelo prisma espiritual, adoecia o tempo todo. Dependia de medicamentos, e minha rotina era uma fila sem fim de farmácias e desconfortos. Até que percebi: saúde de verdade começa no prato.
Mas não qualquer prato. Falo de comida viva, natural, sem química, nascida da terra, regada pelo sol e pela chuva, não por laboratórios e embalagens chamativas.
E sabe o que acontece quando você volta para essa simplicidade? O paladar se refina. O que antes parecia “sem graça” agora tem sabor de verdade. É prazer sem exagero, saciedade com menos quantidade. Descobre-se um equilíbrio que nenhum pacote com rótulo colorido consegue entregar.
Mas há um porém: o alimento natural é mais caro. Um quilo de açúcar de coco custa 35 reais. O comum, apenas 6. Isso é coincidência? Ou será que o sistema facilita o que adoece, e depois lucra vendendo o “remédio”? Irônico é que o açúcar de coco, além de adoçar, atua como probiótico natural e beneficia o intestino, justamente onde se origina grande parte das doenças.
E seguimos: desmamamos da mãe, mas seguimos mamando na vaca em nome do cálcio, mesmo sem nos perguntar de onde a vaca tira o dela. O bezerro nasce pesando o equivalente a um adulto humano. Será que nosso corpo foi feito para processar algo criado para ele? Leite em pó custa 35 reais. O de coco, 100. De novo, o mais acessível nem sempre é o que mais cuida.
O ciclo é claro:
Você come o que te adoece. Compra o remédio que não cura. A doença vira rotina. E a saúde? Vira luxo.
A verdade? A natureza não fabrica embalagens. Ela fabrica equilíbrio. O sistema, por outro lado, fabrica dependência, seja de açúcar, medicamentos ou crenças equivocadas sobre o que é “normal”.
Então, até quando vamos trocar ouro por brilho? Até quando vamos chamar de saudável o que só é barato e viciante?
Repense. Recomece. Retorne à simplicidade. Porque o verdadeiro luxo é viver com saúde e bem-estar, e isso, a terra já oferece.
E você? Tem se nutrido da raiz ou da rotina? Tem vivido em harmonia com a vida ou apenas cuidando da doença?
O Ciclo da Doença: Reflexão sobre Vida, Lucro e Morte
A vida moderna parece girar em torno de hábitos que nos aprisionam: vícios, consumos excessivos, distrações digitais. Não são apenas escolhas individuais, mas engrenagens de um sistema que conhece nossas fragilidades e as transforma em lucro.
Planos de saúde prosperam com a manutenção da doença, reajustando valores enquanto a população se torna dependente de consultas e exames. A indústria farmacêutica sustenta sua riqueza em medicamentos contínuos, que não curam, mas mantêm o corpo em funcionamento. O SUS, mesmo essencial, reforça essa lógica ao garantir acesso universal ao tratamento, mas não à reversão.
E quando o corpo finalmente cede, o ciclo não se encerra: funerárias transformam o luto em negócio, oferecendo pacotes caros e associando amor e respeito a cerimônias luxuosas.
O percurso é claro:
Hábitos nocivos → doenças crônicas → tratamento contínuo → manutenção da doença → morte precoce → lucro funerário.
Assim, o sistema não cria os vícios, mas deles se alimenta. A saúde se torna mercadoria, a doença, fonte de renda, e até a morte é explorada como oportunidade. O que se revela é um ciclo perverso, em que viver e morrer se confundem com consumir.
Sempre é Tempo de Recomeçar
Então, nesta virada de ano, época de festa e reflexão, faça por esquecer e perdoar quem feriu você. Tente não se focar no que deu errado, onde você falhou, mas sim no futuro, na retoma, no recomeço.
Basta que a força de vontade seja superior a todos os receios e a determinação maior que qualquer obstáculo que se intrometa no seu caminho.
Para recomeçar, é preciso ter em mente que tudo que é bom deve ser refeito, revivido.
Lembrando apenas dos momentos em que os olhos falaram mais que as palavras. É começar do zero, usando o único material que não se esgota. O amor.
O importante é superar e não desistir, e recomeçar, pois sempre estamos em tempo de recomeçar!
Feliz 2022!
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