Texto de Conscientização
Na sociedade contemporânea, o conceito de RESPEITO revela-se subjetivo e multifacetado. Enquanto para alguns envolve habilidade de lidar com as diferenças do próximo sem depreciá-lo, não excluindo seu direito de discordar, para outros, está associado a evitar discordâncias ou reprovações em relação às atitudes alheias.
No entanto, é importante ressaltar que para Deus esse conceito é claro e imutável, sem espaço para dúvidas e está explícito em toda a Escritura.
A nuance da pele realmente se manifesta em cores diversas, mas abaixo do tecido epitelial, somos todos iguais. O que seria o mundo, se fôssemos todos iguais??? Seria uma plena monotonia, não é mesmo??? Somos todos diferentes, seja na altura, na massa corpórea, na capacidade intelectual, no tom da voz, nas impressões digitais, e em muitas outras coisas mais, porém uma coisa é certa e não há como fugir, somos formados pelas mesmas substâncias moleculares existente no solo terreno, indicando que viemos do pó, e tão certo que, ao pó haveremos de retornar.
Vivamos as diferenças em plena harmonia, irradiando ao nosso próximo, toda a paz possível e plena alegria. Viva a vida plenamente!!! Que Deus nos ajude, hoje e sempre!!!
O que seria de Elis ou Zizi, não podendo cantar pra “Nega do Cabelo Duro”, “qual o pente que te penteia? Mesmo sendo o Brasil, brasileiro? e o Luiz, se dissesse que ela não gosta de pentear?
Imagina a Sandra Sá, mesmo com seus olhos coloridos, quem a queria imitar”? Na melodia de Thaíde & DJ Hum “ Que tempo bom que não volta nunca mais”....
Sabe, na busca pela “inclusão” estamos nos separando, essa separação nos traz perdas, essas perdas nos enfraquece, quando preto fala de preto, ou é aceitável e permitido ou é capitão do mato, quando branco falando de preto é preconceito e racismo, não vejo muitas saídas, estamos nos afunilando....
O Amor sim é inclusivo, o respeito sim é amoroso, por que “Preto que é preto ilumina porque é preto, Preto que tem resolvida sua cor, Não tem que se impor, nem que se curvar, A gente ajeita quando tem cabeça feita, pois lá no fundo quando deita é tudo igual”, eita Jorge!!!
Eu amo! E sei que só existe uma raça, a raça humana, por isso, todas as vidas importam!
QUEM É ESSE HOMEM
(Nepom Ridna)
Todo ano, fazem festa em seu nome,
Mas ninguém sabe quem é esse homem.
Se enfeitam, como espantalho, meninas viram mulheres, meninos viram homens,
Mas ninguém sabe quem é esse homem.
Se embriagam, dançam, brincam, gritam viva! em seu nome,
Mas ninguém sabe quem é esse homem.
Melhor destino; é caminho da roça, queimar madeira, pisar no chão... ...antigamente podia até soltar balão,
Mas queimava floresta, isso não pode não!
Encontro de culturas, primos, tios, amigos, irmãos,
Hora de dançar agarrado, fazem um barulho desgraçado,
Isso não muda não.
Fazem do milho o rei, e ainda podem soltar rojão,
Mas ninguém sabe quem é esse homem,
Que todos chamam de; "São João".
(Nepom Ridna)
"Eu, Marcos e Míriam"
Oi
É bom te ver
E ler no seu olhar
O sorriso ao me ver
Nos abraçar
Pegar em sua mão
E dizer; como vai
Como você está
Tudo bem
E a gente começa a conversar
Contar um pouco sobre cada um de nós
Abrindo os corações
Falar das decisões
Viver a harmonia
E toda vida
Respeitando as opiniões
Oi
É bom te ver...
(Nepom Ridna)
MANIFESTO – 2 DE ABRIL DE 2025
"Ser autista não é tragédia. A tragédia é o silêncio."
Por Diane Leite
Hoje é 2 de abril.
Dia da Conscientização do Autismo.
E se você quer realmente entender o que é isso, então sente. Leia. Sinta. Porque eu não estou aqui pra suavizar. Estou aqui pra mostrar o que é real.
Eu sou Diane.
Sou mãe.
Sou mulher.
Sou autista não diagnosticada.
Não porque não seja. Mas porque sou funcional demais, falante demais, inteligente demais…
Pra caber no seu laudo.
Tenho dois filhos autistas.
O mais velho, superdotado, escondeu o diagnóstico por medo do preconceito.
O mais novo, autista clássico, grau 1 de suporte, depende de um papel assinado pra ter acesso às terapias.
Recentemente, precisei tirar meu filho pequeno da escola.
As professoras diziam na cara dele que não gostavam dele.
Sim, em 2025.
Pra vocês verem o despreparo. A crueldade.
Foi um fato isolado?
Talvez.
Mas doeu. Doeu porque eu reconheci aquela dor.
Porque eu senti isso a vida inteira.
E a pergunta que fica é:
Até quando?
Até quando os típicos vão passar por cima dos atípicos como tratores,
destruindo a mente de uma criança de 7 anos, como destruíram a do meu filho mais velho aos 10?
Ele passou os 10 anos seguintes trancado dentro de um quarto.
Porque era o único lugar onde não existiam pessoas que machucam.
Porque lá dentro, pelo menos, ele era livre da dor social.
E eu?
Mesmo ferida mil vezes, fui criando casca.
Fui ficando forte.
Tão forte que o mundo já não conseguia mais me quebrar.
Mas ele ainda consegue quebrar os nossos filhos.
É por isso que eu estou aqui.
Pra usar minha voz — inteira, tremendo, mas firme —
pra dizer às mães de filhos autistas:
Não tentem mudar o mundo lá fora.
Mudem o mundo dentro da sua casa.
A inclusão começa no café da manhã.
No abraço.
No olhar.
Na aceitação diária de quem eles são — sem tentar "consertar" o que não está quebrado.
Foque no que seu filho tem de melhor.
Aprecie o amor que ele entrega.
Aprecie a visão de mundo única que ele oferece.
Eles não estão atrasados. Eles estão no tempo deles.
Quer avaliar Marcos do Desenvolvimento?
Faça, sim. Com responsabilidade.
Mas entenda:
cada criança tem o seu tempo.
E antes de dizer que é “preguiça”, “manha” ou “frescura”,
investigue.
Aceite o diagnóstico.
Estude.
Lute.
Use a neuroplasticidade a seu favor.
Pare de ter vergonha de ter um filho autista.
E comece a amá-lo como ele precisa ser amado.
Eles não são problema.
Não são castigo.
Não são atraso.
São presente.
Num mundo cheio de mentiras, jogos sociais e maldade,
eles são a pureza que a humanidade esqueceu.
Sim, nós temos limitações.
Luzes demais. Sons demais. Texturas demais.
Falta de organização mental, confusão com piadas, dificuldade de leitura facial.
Mas também temos foco.
Intensidade.
Fidelidade.
Talento.
Nós somos necessários.
E sabe o que mais dói?
Não é ser diferente.
É ser ignorado.
É ver seu filho ser excluído da festinha.
É ver ele ser o “bobo da corte” na escola.
É ver ele ser tratado como fardo — até mesmo por familiares.
O que é “só uma brincadeira” pra você…
pode custar a vida de um autista.
E eu sei do que estou falando.
Eu vi meu filho tentando sair desse mundo cinco vezes.
Cinco.
Porque não se sentia pertencente.
E enquanto isso, as mães atípicas como eu seguem invisíveis.
Sem laudo, sem escuta, sem apoio.
Ou somos “a forte demais”
Ou “a sensível demais”.
Mas nunca “a humana que só quer ser compreendida.”
Por isso hoje, neste 2 de abril,
não basta você vestir azul.
Não basta postar uma imagem de quebra-cabeça.
Você precisa mudar.
Você precisa olhar.
Você precisa incluir.
Porque autismo não é doença.
Doença é o preconceito.
Doença é a omissão.
Doença é a arrogância de quem acha que só existe um jeito certo de existir.
E se tem algo que eu aprendi com meus filhos é isso:
a diferença é um dom.
A pureza deles é um lembrete do que o mundo deveria ser.
E a sua aceitação pode ser o primeiro passo para transformar esse mundo.
Hoje, tudo o que eu peço é:
Nos veja.
Nos ouça.
Nos respeite.
Nos inclua.
Porque nós também somos o mundo.
— Diane Leite
"Além das Sombras"
Nas sombras da mente, a escuridão se esconde, A depressão, um buraco negro, profundo e além. Não é frescura, nem defeito, mas uma batalha real, Que muitos enfrentam em silêncio, sem alarde.
O preconceito, como um veneno sutil, Se infiltra nas mentes, como uma erva daninha. “É só tristeza”, dizem, sem compreender, Que a dor é mais profunda, uma ferida que não se espinha.
A alma encolhe, o coração pesa, Enquanto os olhos sorriem, mas a dor permanece. Julgamentos cruéis, como flechas afiadas, Atacam aqueles que já estão à beira do abismo.
“Supere!”, dizem, sem entender a luta interna, Como se a força de vontade pudesse dissipar a tormenta. Mas a depressão não é uma escolha, nem uma fraqueza, É uma tempestade que devasta, sem piedade ou prece.
Então, ergamos nossas vozes, contra o estigma e a ignorância, Defendamos aqueles que enfrentam essa batalha silenciosa. A depressão não é frescura, nem defeito, mas uma doença, E todos merecem compreensão, empatia e esperança.
Quebraremos as correntes do preconceito, Com palavras de compaixão e amor. Porque, além das sombras, há luz, E juntos, podemos ajudar uns aos outros a se levantar.
Só quem luta arduamente se cansa,
Só quem se quebra, se fere e tem cicatrizes.
Junte seus pedaços, menina, mulher guerreira,
Pois cada marca é um símbolo de força e resiliência.
Em setembro amarelo, lembre-se:
Você é luz, mesmo quando a escuridão tenta te envolver.
Levante-se, reconstrua-se,
E brilhe, pois o mundo precisa do seu brilho.
Eu espero que todos votem de acordo com aquilo que acreditam. Pois se ficarmos julgando as escolhas politicas dos nossos amigos não estaremos exercendo politica.
Politica no dicionario deverias ser: "Respeito mutuo aos pensamentos adversos."
Preconceito algum não deveria abalar as pessoas. Se você é diferente e gosta disso pra que se vitimizar ou popularizar sofrimento? Seja feliz sendo o que é ou não será feliz.
A expressão "vidas negras importam" não passa de uma moldura ideológica de grupos interessados em produzir a luta de classes, do que valorar o verdadeiro sentido da vida, que a rigor não se presta ao reducionismo da cor da pele. A vida é descolorida, seu valor é intrínseco e por isso todos devem se importar com o especial zelo de se importar e não simplesmente importar.”
MOMENTOS VIVIDOS
As histórias sempre serão contadas. Pode ser que não seja pela boca, mas pela memória. Os momentos que foram vividos, não tem mais como apagá-los. Eles existiram e permanecerão vivos no livro de história da vida. Já faz parte de nós, da nossa trajetória e do nosso passado. Podemos até tentar tirá-los da nossa mente, mas sempre estará lá, vivos. Não devemos lamentar pelo que aconteceu.
Por mais que não aceitamos, nada mais poderá ser feito. Apenas esquecer e deixar guardado na memória do tempo. É bom ter história para contar, momentos para lembrar e inícios para recomeçar. Quem tem história, tem vida. Quem tem momentos para relembrar, já viveu algo inesquecível, seja ele bom ou não. Os momentos foram feitos para que vivamos sem preconceitos e sem arrependimentos. Portanto, vamos viver o hoje e ser feliz...
Se você é o primeiro a criticar , se é o primeiro a apontar e anda arrotando santidade , como se estivesse acima do bem e do mau .
Cuidado ...
Repense seus conceitos .
Cale seus preconceitos
respeito é muito mais que tolerar , ninguém deve ser juiz de nossa consciência .
A não ser , nos mesmos diante de Deus !
Mestra Emília
Navegando em sonhos surreais
Uma só mente
Vaga e ambulante
O ser solitário
De um coração vibrante
O pensante pensador de vastos sentimentos delirantes
Navegando em sonhos surreais.
O branco entrelaçado com o preto
Quebrando barreiras do preconceito nas mentes subliminares e egoísta.
O fino lixo mental
Descrito nas cores quentes
Apregoando maldades
Na disseminação do mal.
240822
Declaro para devidos fins,
Que, se ser autista,
É viver num mundo particular:
Eu sou autista, não posso negar.
Escrevendo ou não, todo o poeta
é autista porque tem um jeito
- único -
De sentir, experimentar e vibrar.
Eu moro num planeta azul,
No Hemisfério Sul,
Tenho um olhar azul,
E um coração que sente,
Que querem pintá-lo
- diferente-
Porque ele está sempre
- presente -
Voltado para o céu anil,
Tenho orgulho da minha terra,
Eu moro no Brasil,
Vestir-me da cor do oceano,
Do céu e do planeta,
Para que ninguém se esqueça,
Que sou poeta e autista,
Para mostrar que não sou ausente,
Para escutarem o meu canto,
Ainda vou te surpreender,
Eu e a minha estrela azul,
Iremos vencer os desafios,
Não nos importamos
- aparentemente -
Estamos mais do que presentes,
Prontas para salvar o mundo
Imaginado por você.
O pré-conceito
só existe para aquele
que ainda não colocou o pé no conceito.
Colocar o pé no conceito
é entender
direito e abandonar
o PRECONCEITO.
Não estamos sozinhos,
Temos a liberdade,
Guardada no coração,
Dentro da mente,
Revoando nas ideias,
Formando caleidoscópios,
Com tantos nomes,
Belas etnias,
Todas as crenças,
Com fé na vida,
Construindo caminhos,
Estrelas na orbe.
Todas brilhantes,
Comoventes,
Tão espetaculares,
Exatamente iguais,
Perfeitas para que nos ama,
Imperfeitas para quem não nos conhece.
Não somos solitários,
Temos a igualdade,
Estampada no sorriso,
Na gentileza,
Segura nos afetos,
Gentis e concretos,
Existimos,
Não desistimos,
Persistimos,
Insistimos,
Porque temos a arte,
De fazer,
De crer,
De amar,
Para que tudo possa,
E que um dia aconteça,
O nosso Sol aqueça esse planeta.
Racismo?
Desigualdade!
Racismo contra a própria raça,
Mal da Humanidade,
Que atenta contra si mesma,
Que se destrói,
Que se perde,
Que se desencanta,
Que se renega,
Que se exila,
Que se diferencia,
Que se aliena,
- Atentando
Contra a própria identidade,
Espezinhando a liberdade,
Se dissociando,
Matando,
Morrendo todos os dias,
- em quantidade e qualidade
Do que se vive, e como se vive,
Aprendi a resistir,
Com Martin Luther King.
Sou mais da chuva… Ela desce como quem lava os silêncios que me habitam, desfaz a poeira invisível que cobre meu espírito.
Enquanto cai, borra as dores, dissolve as arestas do peito.
O sol, ao contrário, me expõe como vitrine vazia: sua luz varre os cantos,
revela rachaduras, escorre sobre minhas lágrimas… as que finjo… não existir.
Há dias em que o cansaço pesa tanto… que desistir parece um alívio, um oásis no deserto da dor. A luta contra a depressão, contra a dor crônica, me empurra para esse abismo de querer parar… Mas então… me agarro a um fio de fé, um sopro mínimo de esperança… E decido: viver só mais um dia.
Apenas… mais um.
Minha vida… um depósito de excessos inúteis. Tristezas, pensamentos sombrios, compaixão mal direcionada… restos de guerras sem vencedores. Sou um reservatório entupido de emoções tóxicas, incapaz de filtrar o que me faz bem. Cada sorriso forçado… é um disfarce frágil
diante da avalanche de memórias escuras. No fim… essa batalha interna não deixa heróis, apenas sobreviventes… exaustos.
Já entreguei meu afeto, já me doei… Hoje, sou frio, um escudo erguido para sobreviver. Doar amor a quem não valoriza é soprar feridas abertas, não deixá-las cicatrizar. Esse gelo me protege, mas deixa uma saudade aguda
do calor humano que um dia foi natural… e hoje me trai em julgamentos e abandono.
Aprendi da forma mais dura: deixar o coração de lado e usar o cérebro como escudo. As pessoas são guerras silenciosas, pensam em si antes de estender a mão. Minha compaixão virou alvo, minha fragilidade, exploração. Hoje, sou um general cauteloso, planejando cada passo
em terreno hostil, pois a confiança cega só trouxe dor.
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