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Texto de Borboleta

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⁠Em “tibungo”

Sou “asas” de borboleta... beijo de beija-flor...
ninho de passarinho quentinho e fofinho...
Sou burburinho de rio mar amar...
Sou pôr do sol me pondo em você...
sou arco íris colorindo teu corpo e riso...
Sou poesia em tua cantoria...
sou ‘estripulia” em nossa folia magia...

Somos mel a lambuzar a vida
de doçura e literatura ternura...
Ternura que cochicha e urra
em nossa urdidura bordadura...
Somos sol nascendo... um no outro...

Olho no olho...
mergulhados em “tibungo” um no outro...
Somos ouro um para o outro...

⁠↠ Corpos leves ↞
.
Quem me dera,
ser uma borboleta!
Banhar no pólen da gérbera
ou procurar néctar na violeta.
.
Ser uma mariposa,
abandona o casulo na flor-de-lis
ex lagarta pomposa,
em devorar a folha da flor de anis.
.
Imaginação povoa,
libélula que sobrevoa
e, aterrissa na papoula.

⁠borboleta voa,
em cadência rápida
esvoaça e carrega
o olhar que enlaça

sussurra na brisa
o ritmo encanta
baila e desliza
desafia e levanta
poesia viva,
paira e flutua,
um ballet que motiva
de ousadia e punjança

entre fendas de luz,
ela se lança,
dança e avança
na ilusão que produz

(Ritmo de Borboletal

⁠Em toda parte atribui significados
Tudo que me deu.
A borboleta amarela
A comida estranha da panela,
Nem tô com fome também.
O fato é... ir embora foi o ato mais covarde e mais corajoso que tomaste.
Te admiro, me orgulho de mim
resistir foi minha escada de subida.
Te amar , minha descida.
Decida resistir, decida esquecer
Decida por você.

O efeito borboleta é real, embora o meteorológico Edward Lorenz explicou que não se aplica a tudo que é evento na vida e etc, para mim afetou tudo.

Eu tinha tudo que queria, não tudo mas o suficiente pra tocar minha vida eu acho, algo além de ter uma casa e um emprego físico, uma vida social ativa, tanto na internet quanto pessoalmente, amigos, namorada, e agr,não tenho nada.
Todo mundo se afastou ou me deixou.
Minha namorada só me usou e me largou a uns 7 meses mais ou menos, a pessoa que realmente queria ficar CMG ficou frustada de eu ter escolhido outra, e não só por isso, algumas coisas ruins que aconteceu com ela a fizeram entrar entrar em depressão e me bloqueara, sabe a angústa de saber se uma pessoa está viva ou morta? É tô sentido agora.
A minha melhor amiga/ ficante casou, e por isso me bloqueou pq o namorado é ciumento e pra ela o que importa é só ele, o resto que se foda.
Meus amigos me abandonaram, tanto os superficiais que agente sabe que é só pelo momento, quanto os meus amigos msm, a maioria já tem uma família, e nem liga pra tomar uma cerveja ou sei lá, eu entrar nas redes sociais é o mesmo que nada, entro mas só serve pra ver a vida das pessoas,pq ninguém mais manda uma mensagem, nadinha, e se eu mando demora uma semana pra olhar e depois manda um oi, depois disso, não respondem mais nada.
Acho que é por isso ansiedade tá em alta no país, pq as pessoa que realmente sofrem depressão estão sozinhas, as pessoas podem dizer que se importam e coisa e tão mais as pessoas não estão nem aí, tá pode ter chat de acolhimento as pessoas podem até ajudar mas depois disso nem ligam mais, aí a pessoa volta pra mesma rotina e entra em depressão de novo, esse mundo é tão superficial, tão egoísta que me dá nojo.

Tal qual borboleta é o amor
O devemos deixar pousar
Assim sendo, sentiremos...
Todas as suas cores por dentro.
Livre...
Porém, atraído, seduzido...
Amor então é isso___
____uma liberdade aprisionada.
É mais que um querer
É a necessidade de estar junto
Rodeado de cores
Que não nossas.
Amor é isso__
___gostar das nossas cores
Em companhia de outras.
Aquarelas inteiras...
Cores compartilhadas formam arco-íris.

BORBOLETA

Que curioso!

Ao observar uma borboleta percebi que a
sua fragilidade em nada a impede de exibir a
exuberância de suas cores.

Manifesta-se através de seu voo rasante à procura
de água e de sombra, mas também à procura do
sol a fim de que irradie sua beleza.

Sabe que tem vida curta, mas isso não a impede
de cumprir seu encargo maior.

Parece que tem pressa de encontrar as flores que
lhe trarão o mais doce néctar, pois já passou pelo
pior.

Deseja experimentar o mel que adoçará sua jornada.

Tão feliz! Parece até que acabara de nascer, mas
está na última fase de sua existência. Já passou
por ovo, lagarta, crisálida e agora, em seu ápice,
poucos dias lhe restam.

Demorou muito até chegar ao formato tão esperado.

Coloração viva e lúcida que a tornam tão admirada
e querida por todos.
Antes, apenas um lagarto indesejado que causava ânsias.

Depois em seu casulo, não vendo a hora de poder voar,
queria acompanhar o vento e se lançar sem direção em
busca do inesperado.

Quando suas asinhas tão frágeis secaram, não
esperou mais nem um instante para ousar na
tentativa de pairar.

Ela quer conhecer o mundo e lamenta que para
adquirir asas precise de toda essa experiência, meses de formação para poucos dias de diversão.

Ela desliza, flutua, encanta!

Faz meu pensamento girar e me questionar em
que fase da minha vida estou?
Ainda demorarei muito para ter as asas tão
desejadas e sonhadas?
E minhas cores?
O que venho passando para o mundo?
Uma imagem cinza e fria em forma de larva?
Será que já posso enfeitar o jardim na vida de
alguém ou vai demorar muito para perceber que,
assim como na vida da borboleta, vivemos em
constante metamorfose?

Mas, no meu caso, a natureza só me deixa um
exemplo: a transformação dependerá de mim.

Quero asas para romper o estático pensamento
de que sou limitado.

Quero cores para encher de alegria a vida de quem amo. Quero ousar e seguir em busca da liberdade que
um dia me foi tirada, a liberdade de me expressar.

Quero ser como uma borboleta que não sabe
quando será seu fim e tem noção da sua fragilidade
mas que não se atém a nada que a impeça de ousar novos voos.

E a cultura absorve os sem cultura.
É a partir desse momento que a joaninha se acha borboleta,
exuberante em sua beleza, dona do mundo
sem se tocar que poderia se tornar uma eterna criança,
que a tudo admira,
mesmo sabendo que pode destruir qualquer pequeno ser,
mas a criança é mais que isso,
ela é inocência, a roda com propulsão própria.
E eu: estou aprendendo a admirar...........

Borboleta pousou no meu ombro
Bem na hora certa
Mudou a cor...o tempo...
A liberdade apareceu
E se estabeleceu como dádiva
Borboleta amarela
Quer que eu vá atrás dela
Onde me levaria?
Ao jardim mais florido da primavera
A um lugar de PAZ!
Entre o branco e o azul
Borboleta azul
A doçura e a sutileza
Borboleta vermelha
A beleza
A força num vôo mais longe
Borboleta colorida
Brilha nas ruas do céu!
E Deus segue nos enviando
Respostas pelas suas asas.

A borboleta e o lirio




O lírio ergue-se, altivo,
como templo branco no jardim das eras.
Enraizado no mistério,
não se curva ao vento,
não se rende ao efêmero.


A borboleta o busca,
peregrina das auroras,
traz no voo a lembrança dos mundos,
na cor das asas —
o sopro das almas que já se amaram.


Ela pousa,
e em silêncio o universo desperta:
pétala e asa não se tocam apenas,
se reconhecem.
É a paixão que não se mede em carne,
mas em eternidade.


O lírio permanece,
irredutível em sua pureza,
e a borboleta dança,
abandonando o tempo a cada batida de asa.
São diferentes como raiz e vento,
mas unidos como chama e oxigênio.


Na eternidade, não há fronteira.
O amor deles não é desta vida —
é um cântico gravado na alma do cosmos,
onde o lírio espera,
e a borboleta retorna,
sempre, sempre.

Utopia ou Distopia?


Em meus devaneios abstratos, sondei um mundo diferente:


Onde borboletas e pássaros nadavam no oceano acima das montanhas,
e os peixes voavam nas nuvens sob nossos pés.


Onde o Sol coruscava, frígido,
e o lume tórrido da Lua evaporava o mel das abelhas.


Onde a dor era conforto,
e o choro ditava alegria.


Onde os ricos eram paupérrimos,
e o dinheiro somava à miséria.


Onde a fome era lenda,
e a fartura brindava com equidade.


Onde a corrupção era mito,
e a honestidade se via em cada esquina.


Onde a cor não definia padrões,
e o preconceito rastejava na lama.


Onde a guerra era ficção,
e a paz adejava como poesia.


Onde a morte, desempregada,
implorava por esmola à porta da vida.

Meu amor e assim...
como o toque da lua no mar
Borboleta desenhando
Corações nas folhas das flores...
E chuva leve que faz as tardes tremerem
Arco-íris depois da chuva no verão
É sonhar acordada
É desejar estar sem chão...
Viajem sem sair do lugar
banhar a alma no perfume das manhãs
É passear no jardim do Éden
Adormecer laçada na ternura
É desejar como menina
Tocar com força de mulher
Encantamento no olhar
Vislumbre do meu ser
Total fome do desejo
Calmaria na hora de beijar...
Tempestade na hora de amar...

A minha borboleta
Hoje me lembrei de você. Não porque estava triste, pelo contrário. São nos momentos mais felizes que nos enchemos de saudade. Todas as vezes que eu respiro sinto sua falta que me dilacera a alma. O dissabor da perda de uma mãe é dor que dói a todo instante. Claro que o luto passa, mas o amor, ah o amor não. Quem ama ultrapassa a barreira da eternidade. É no brilho do sol, na luz das estrelas, na flor que colore cada rua que eu passo que me faz sentir saudade de ti, minha Lina.
Ter saudade de ti me faz sentir saudade de mim, de quem eu era com sua presença física.
As vezes bate a solidão de não caber em qualquer lugar, em qualquer conversa, em qualquer simples troca num cafezinho.
Ser diferente era o que me fazia especial pra ti.
O dissabor e o privilégio de ser laranja quando o mundo gosta de outras cores me faz sentir ainda mais a sua falta.
Éramos a dupla perfeita. Agora sou carreira solo.
Saudade dos nossos papos abertos, daquele colo que eu podia ser quem eu quisesse ser, sem ter o julgamento de quem não entende as diferenças.
Ai ainda acho que devia ter a lei que proibisse que a mãe da gente morresse.
Cá estou numa sexta borboletando e respirando saudade.
Ai que saudade de ôce minha borboleta.

⁠Quanta coragem e força precisou a borboleta para sair do casulo?
Quanta força de vontade ela precisou para perceber que precisava deixar o casulo, por mais confortável que ele podia parecer. Enfim, ela precisou compreender que isto era somente uma fase! Houve lutas, medos, e muita coragem para se tornar livre de si mesmo! A borboleta compreende que ao sair pode Ser o que se É e voa livre para encantar a todos com suas lindas asas ao vento a brilhar no jardim do solo sagrado!

Uma lembrança esquecida é como uma borboleta que já não é mais lagarta. Liberta do casulo, ela voa entre as flores e nesse instante é para sempre borboleta, pois o presente é inexorável e, se há sol, a chuva é esquecida, como girassóis que não se lembram da semente. A vida acontece no agora e o arco-íris não permanece no céu.
Há em nossas mentes uma cidade que só existe quando ninguém pensa nela. Nessa cidade mora o passado esquecido e todas as pessoas que passaram como vertigem ignorada. Aquela velha preocupação já esquecida mostra que o tempo passa e não há bem ou mal que dure, como um rio que corre para o mar e ignora a margem transitória que o delimita. A cidade dos temores esquecidos e das alegrias peremptória. Restam dois olhos que observam, na agudeza da retina subjetiva, como o espaço que a câmera enquadra.
O universo está de tão forma organizado que se um objeto decide abandonar sua função, um efeito cascata acontece. Digamos que o relógio já não marca as horas, todo o mundo entra em desordem, pois nem sempre há o sol para marcar o tempo universal. Se um tanque de guerra passasse a lançar flores, não haveria cheiro de morte, nem corações pretos de luto.
O som pede desculpas com o silêncio. Antes de haver som havia o silêncio. O som é sempre uma quebra na ordem cósmica, um ruído que reverbera como uma flauta desafinada, que incomoda os ouvidos. Apenas a música como obra de arte vale mais que o silêncio, mas não é possível viver de aplausos. O silêncio é a resposta da natureza quando uma semente brota sem anúncio.
Eu me encontro em mim mesma em vários momentos do dia. Sou aquela que escolheu a direita e a esquerda e estive no céu e no inferno. E o inferno era a própria terra tomada pela ganância e seus horrores. No céu não havia nuvens, havia paz. E a paz é o silêncio primordial que organiza o caos em melodia. Não há inferno que ofusque a grandeza do paraíso. E então minha alma repousa e adorme em meio à natureza harmônica.

Uma borboleta entrou na minha casa
como quem não pede licença,
mas traz recado.
Veio leve…
pousou no silêncio da sala
e, sem dizer palavra,
falou direto com a minha alma.
Talvez não fosse só asa e cor.
Talvez fosse transformação
batendo à minha porta,
me lembrando que o casulo
não é prisão —
é preparo.
No espiritual, ela sussurra:
“Ciclos se encerram.”
No emocional, ela abraça:
“Você sobreviveu.”
Veio dizer que o peso não é eterno,
que a dor não é morada,
que o inverno não impede
a primavera de acontecer.
Entrou como sinal,
como visita invisível de esperança,
como quem diz:
— Você já não é quem era.
E isso é milagre.
A borboleta foi embora.
Mas deixou em mim
asas que eu ainda estou aprendendo a abrir. 🦋

Existe algo no amor que se parece muito com a história da borboleta.

Antes de voar, ela precisa aceitar o escuro do casulo.
Ali dentro tudo muda. O que ela era deixa de existir para que algo novo possa nascer. É um processo silencioso, difícil e invisível para quem olha de fora.

Com o amor acontece a mesma coisa.
Ele também nos transforma por dentro. Faz a gente abandonar medos, quebrar antigas versões de nós mesmos e aprender a sentir de um jeito novo.

Quando o amor é verdadeiro, ele não apenas chega. Ele muda quem somos.

E então, um dia, quase sem perceber, abrimos as asas.
Descobrimos que aquilo que parecia um fim era apenas o começo de um voo.

Talvez seja por isso que borboletas emocionem tanto.
Elas lembram que algumas das coisas mais bonitas da vida só existem porque tivemos coragem de nos transformar.

E amar, no fundo, é exatamente isso.
Ter coragem de mudar para poder voar junto. 🦋

A Borboleta Azul

Ela tem tantos poemas…
Que eu nunca imaginei.
Muitos já a viram…
Não fui só eu.

Li vários significados,
não sei se todos são verdade.
Alguns, eu gostaria que fossem…
Outros, talvez.

O que eu sei é que
foi uma sensação maravilhosa —
algo mágico.

E não sei se mereço
o direito de presenciar
um milagre assim.

E isso me assusta.
Penso: “Quem sou eu
para viver todo esse encanto?”
Um pequeno grão de areia…

E, incrivelmente, é real.
E nesse momento de reflexão,
compaixão e humildade…
ela pousa em mim.

Meu coração se renova
e se enche de uma alegria inexplicável.

Me sinto completa.
Me sinto num mundo de fantasia,
de faz de conta.

Ela levanta voo,
dança feliz…
E em nenhum momento
pensei em detê-la.

Porque a maravilha
é a vida,
e está em ser livre.

Penso que talvez
seja um sonho
do qual eu nunca quero acordar.

Não vi só beleza…
vi magia.
Abaixo a cabeça novamente
e, humildemente, agradeço.

Obrigada, Borboleta Azul.
Obrigada, meu Deus.

O amor se parece muito com a borboleta.
Antes de voar bonito e colorido, ela passa um tempo escondida dentro do casulo. Ali dentro acontece a verdadeira transformação. Nada é fácil, tudo muda.

Com o amor é igual. Antes de se tornar algo leve e bonito, ele também passa por processos, dúvidas, medos e mudanças dentro de nós. É no silêncio dessas transformações que o amor aprende a voar.

Quando finalmente abre as asas, ele já não é mais o mesmo.
Ele se torna livre, delicado e capaz de levar cor para onde antes só havia rotina.

Talvez por isso as borboletas sejam tão especiais.
Elas nos lembram que as coisas mais bonitas da vida não nascem prontas. Elas se transformam.

E o amor verdadeiro sempre nasce de uma transformação.

⁠Borboleta com cuidado pousou.
Trouxe esperança embrulhada para presente e voou...
Ela sorriu.
Sentiu dentro de si imenso amor.
Com carinho o embrulho abriu...
Ela sorriu.
Seus olhos brilharam quando lhe viu...
A esperança pousa e a gente guarda no coração para no momento certo dizer:
Valeu a pena acreditar nos sonhos meus,
pois agora estou nos braços teus.