Texto Aprendi
Estou diminuindo minha bagagem a cada dia, não carrego peso desnecessário.
Aprendi a deixar de lado o que não tem importância e a priorizar o que realmente importa.
Cheguei a esse mundo de mãos vazias e da mesma maneira irei deixá-lo.
Não importa quanto eu acumule, no fim sou eu e Deus e ninguém maís.
O que ficar será distribuído aleatoriamente, é bem provável que se desfaçam, o que levou uma vida para ser construído é desfeito em minutos.
Os bens materiais serão divididos, mas o amor que distribui esse ficará com cada pessoa em particular.
Semear em terra boa é colheita garantida, mas vai sempre existir um terreno ruim no qual você irá arriscar semear; possa ser que a chuva ajude e essa semente venha a dar frutos, mas no final tudo é vaidade.
Permanecer em terra infértil é tolice, mas o desejo de mudar o que não é para ser faz com que permaneça no erro, enfraquecendo seu propósito de vida.
Falando em terras boas , expressando pessoas reais.
Você encontrará todo tipo de gente, algumas te abraçarão e serão gratas por sua companhia , amizade e respeito, mas outras testarão o seu limite e jogarão fora tudo o que ofertar.
Então deixe ir o que precisa ir , não insista em permanecer aonde não é bem vinda.
O verdadeiro amor começa em você, e sinceramente não vai precisar de muito para ter uma vida plena e feliz. Escolhemos nossa jornada, evoluímos com às experiências, e entendemos que tudo é passageiro.
Eu tenho sede , eu tenho fome!
Há muito que aprender, há muito o que viver!
Reflexão de Islene Souza
Como você me vê?
Sim, aprendi que com o tempo as pessoas mudam e nem sempre são as mesmas com você ou seja, o tempo passa e as pessoas também. Por isso que eu amo o clima de frio, demora mais a passar, enfim.
Pare para relembrar uma amizade que você considera bastante, pensou aí?
Beleza.
Agora me diz: No começo vocês conversavam bastante, e questionavam o tempo por passar tão rápido, brincavam, se divertiam, não eram muito de sair, mas sempre que se viam, era de lei ficar perto um do outro para tratar de algum assunto.
O tempo passa, não podemos prender ninguém, mas esse pequeno detalhe é o que faz tudo mudar cada qual conhece pessoas diferentes e seu amigo vai tratar essa amizade como te tratava no começo e você?
Sim, com você já vai ser mediano, e quando você perceber, já estão sentados um ao lado do outro como desconhecidos mexendo no celular, sem dar aquela atenção, aquele carinho todo que te faz tão bem.
Assim, você ainda tem no seu coração aquela sensação de dor, tristeza e agonia, no final das contas isso é saudade... Parte 2 da minha história triste?
Ao longo da estrada,
Aprendi que não adianta desperdiçar tempo
dedicando-se apenas a uma flor.
Quanto mais regarmos todo o nosso jardim e
espalharmos água e vida por todo ele,
colheremos mais flores, e sentiremos melhor a sua fragrância.
Nem mesmo a mais bela e preciosa flor
quando sozinha
é capaz de ser tão bela quanto um jardim repleto de flores,
não tão preciosas.
Contigo eu aprendi a amar
Amar verdadeiramente
Ensinaste-me a alcançar a felicidade
Ensinaste-me a conhecer o amor
És a mulher que todos os dias aparecias incansavelmente nos meus sonhos
Que enchias-me de felicidade
Fazendo-me tocar nas rochas das minhas calcadelas
Por ti eu dei a minha vida só para te amar
Dei o mundo só para te conhecer
Eu só quero-te amar
Amar verdadeiramente
Viver o amor mesmo estando inconsciente
Eu só queiró te tocar
Ao mais profundo deslizar do teu corpo
Aos mansos lábios seus
Beber do seu beijo
Porque para mim é um desejo
Num simples piscar de olhar eu senti-me atraído
Senti-me derretido
Permita-me mergulhar no teu coração
Para que eu possa desfrutar da sua beleza
Eu não posso viver
Sem o teu amor
Sem o teu cheiro
Sem o teu calor
Eu só queiró amar-te
Amar-te verdadeiramente
Eu só queiró viver a te amar
E todos os dias em ti poder tocar
E do seu lindo nome poder chamar
Ama-me que eu vou-te amar
Toca-me que eu vou-te tocar
Chora porque darei o meu amor para te consolar
Mas não me deixe porque não vou aguentar
Tudo que eu fiz ao longo desta vida foi-te conhecer e te amar
E agora eu só quero-te ter
Diz que serás apenas minha e que do meu amor cuidarás
Parecendo uma boneca ainda aprendi a falar papai e mamãe
Parecendo uma criança aprendi a ler
Parecendo uma menina aprendi a somar
Parecendo uma adolecente aprendi que temos que ser forte
mesmo na hora que mais nos achamos fracas
Temos que saber como dizer sim a um amor verdadeiro
e não a um falso
Aprendi que a vida não é sempre um mar de rosas
Troquei as bonequinhas por maquiagem
Meu mundo de sonhos pela realidade
e assim encaramos o mundo, pois nao e feito
so de alegria e sim de dores que vem e vão.
Nos últimos tempos eu aprendi que calar antes de falar qualquer coisa impensada é sempre o melhor a se fazer. Você evita mágoas, evita feridas que não cicatrizam nunca, evita perdas, evita caminhos que não precisaria ter que passar.
Nem tudo que você quebra pode ser consertado, e a pior arma de destruição que se pode usar são as malditas palavras mal ditas em momentos de raiva, bem aqueles que você sai fora de si, e nesses momentos que por muitas vezes não duram mais que segundos, causam um estrago enorme, destruindo o que por vezes levamos dias, meses, anos para construir.
Por mais que você faça tudo certo, se esforce e se doe ao máximo, é num erro desses que tudo se perde. Mas a gente aprende, cresce e se tiver pelo menos um pouco de bom senso e inteligência, não comete mais os mesmos erros.
Acredito que nada aconteça por acaso, mas uma coisa é fato, o silêncio as vezes é a melhor forma de se evitar dores futuras.
TITULO:
DEIXE SEU CORAÇÃO FALAR!
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APRENDI A DEIXAR MEU CORAÇÃO FALAR,
POIS SERIA MUITO FÁCIL DA MINHA PARTE,
COPIAR O QUE OS OUTROS ESCREVEM ,
OU FALAR O QUE OS OUTROS DIZEM.
DEIXEI DE LADO A MINHA MENTE PREGUIÇOSA,
EXPULSEI DA MINHA VIDA , A ALMA OCIOSA,
E FUI A LUTA ,CONQUISTAR.
RESOLVI DEIXAR DE LADO A VAIDADE,
POIS É MELHOR AGIR COM VERDADE,
POIS NÃO DÁ PRA LUTAR CONTRA A IDADE,
E TOMEI A DECISÃO,
SEPULTEI OU EXPULSEI EM MINHA VIDA, O QUE JÁ MORREU,
AGORA O MEU CORAÇÃO GRITA LIVRE ,
NA MINHA VIDA QUEM MANDA SOU EU ,
FALANDO ALTO O QUE DESEJA,MEU CORAÇÃO É ASSIM...
RESOLVI A PARTIR DE AGORA,
NÃO REPETIR MEUS ERROS DE OUTRORA,
E LIVRE, DEIXO O MEU CORAÇÃO GRITAR, CHORAR E COMO "ÁGUIA" VOAR,
CHEGA DE LAMENTOS E AUTO-COMISERAÇÃO,
TRISTEZA E LAMENTAÇÕES? QUE NADA !
APRENDI A DEIXAR MEU CORAÇÃO FALAR !
POR ISSO INSISTO...NÃO DESISTO,
DOS OUTROS NADA REPITO,
PERDOEI OS QUE ME AGREDIRAM,
E DEPOIS SUMIRAM,
POIS APRENDI A DEIXAR O MEU CORAÇÃO FALAR !
Já se foi a época em que eu catava os pedaços do meu coração jogados por ai.
Aprendi a conservá-lo em um lugar aquecido e longe de falsas pretensões.
Hoje, ele está inteiro e encontrou serenidade ao seu lado.
É o tal do negócio, foi preciso ganhar vários ferimentos pra aprender a valorizar o que é puro e que faz bem.
Foi preciso entregá-lo na mão de muitos idiotas, pra aprender que o verdadeiro carinho vem das mãos de quem menos esperamos.
Já não colo mais estilhaços. Agora, o coloro todos os dias com novas cores, as quais você me trouxe.
Juntei com as minhas e hoje ele não é só vermelho, ele tem as cores do arco-íris. Nossas cores!
Você fez tudo que tinha que fazer deixa eu te mostrar o que aprendi com você que amar é viver e que você e eu somos duas vidas.
Vida minha eu preciso dizer que você me faz subir nas nuvens quando estou com você
Vida minha a minha vida é sua você pode fazer o que bem entender não existe segredos entre mim e você.
Amar é viver vivo porque amo você
E se amar é viver quero te amar
Vou viver pra ter você.
Aprendi de pior maneira que nós temos que amar a pessoa que no ama, não terá mais alguma pessoa querendo a sua compania, amizade e seu amor. Se perdermos essa pessoa parece que tudo em nossa volta não tem mais importancia. Para a nossa sorte e que temos sempre uma segunda chance na vida.
Nen sempre teremos uma segunda chance logo de cara. Temos que percistir até o fim.
Qualquer que seja a sua escolha na vida, ela será válida, na pior das hipóteses servirá como aprendizado.
Chorar por escolhas erradas não deixa ninguém aliviado e sim torturado.
O meu conselho é que se comemore os erros, porque a partir daí se adquirirá a habilidade em alcançar resultados desejados.
Reconhecer e admitir os erros é fundamental !
Agora, devemos entender também, que nem sempre o que errado é a pior opção: assim sendo, o certo não o faria feliz.(Guy Barreto)
Repassei lembranças, revisei-as, julguei, aprendi e ensinei.
Brinquei por um instante com o passado, que sempre está presente. Brinquei pois sei que posso, não me prendo mais à ele, não me machuca a lembrança.
As lembranças boas, voam como borboletas ao meu redor, já as ruins, estão dentro da mochila, na urgência recorrerei as experiências nelas obtidas.
E nessa estrada eu vou, rumando aos sonhos infinitos de um sonhador terrestre finito... Com bagagens úteis.
Pouco me importa se a estrada for de terra, se for asfaltada, se tiver curvas fortes, se for curta, se for de mentira, se for escura, se for clara, se eu errar o caminho, se eu pegar caminhos mais longos ou mais curtos, me importam as pegadas que deixarei. Quero deixar pegadas para que saibam que fui eu, pegadas visíveis, fortes, quero deixar pegadas que fiquem, que marquem cada viajante.
Deixarei minhas pegadas, pois não aceitarei ser mais um apagado pelo vento.
De tanto sorrir, aprendi a chorar....
De tanto cair, aprendi a me levantar...
Muitas vezes me escondo,muitas vezes me revelo, e assim vou levando a vida, neste vai e vem!
Sou como o mar e tenho meus momentos de revolta,sou como uma rosa,delicada, porém cheia de espinhos!
Há quem compreenda e também quem me julgue...há quem me ame e também quem me odeie...
Há quem nos braços me carregue e quem num precipício me atire!
É... de tanto ver o sofrimento das pessoas, me tornei emotiva e criei medos dos quais um dia eu falei que nunca teria!
Sabe, nunca me imaginei como uma pessoa assim... Mas, talvez aquela menina mulher que nada temia, que sempre sorria, talvez tenha precisado adormecer...Por quanto tempo eu não sei,talvez dias, meses ou anos....
O que agora restou foi a minha história levar, pelos lugares onde eu andar!
Aprendi que a seriedade e o respeito não são primordiais aos olhos da maioria,
Que a "sociedade" ainda não tem maturidade política,
Que os interesses pessoais momentâneos prevalecem frente a um futuro decente.
Aprendi que gostamos de ser dependentes, ao invés de termos autonomia,
Que a mentira soa melhor que a verdade...
Diante de tudo isso, ainda prefiro me manter com pensamentos contrários!
Quem sabe um dia, a minoria da qual faço parte hoje, seja a maioria que de fato vai mudar o nosso mundo amanhã!
A Força do Estranho
Aprendi, com o tempo, que nem sempre quem está mais perto é quem mais estende a mão. As ajudas mais sinceras e inesperadas muitas vezes vieram de estranhos — pessoas que cruzaram meu caminho sem aviso, sem intimidade, mas com um coração aberto.
Enquanto muitos dos que eu chamava de amigos desapareceram nas horas difíceis, rostos desconhecidos apareceram sem pedir nada em troca. Um gesto simples, uma palavra de conforto, uma atitude despretensiosa — foram esses estranhos que seguraram minhas quedas quando eu pensava estar sozinho.
A vida me ensinou que nem sempre amizade significa presença. Amizade, às vezes, é lembrança. Mas ajuda verdadeira... essa vem da bondade disfarçada na simplicidade de quem não nos deve nada, mas escolhe ser luz no nosso caminho.
Hoje, não me surpreendo mais. O abraço inesperado vale mais do que mil palavras não ditas. E, em silêncio, agradeço aos estranhos que, sem saber, salvaram partes de mim que meus amigos esqueceram.
Conceição, terra que me viu nascer,
no calor das tuas ruas aprendi a viver.
Te carrego no peito, no passo e no sonho,
cidade pequena de coração medonho.
Aqui plantei meus afetos, minha história,
na poeira dos dias, escrevo tua glória.
Do volante ao olhar, respiro teu chão,
sou filho do barro, da fé, da paixão.
Na luta dos bairros, na voz que ecoa,
sou grito que pulsa, justiça que doa.
Por ti, Macabu, já enfrentei correnteza,
enfrentei o silêncio, venci a incerteza.
Com o povo na alma, sigo a caminhar,
pois quem ama sua terra não pode parar.
Te amo, Conceição, com força e ternura,
na brisa da tarde, na infância mais pura.
Sou tua semente, sou tua esperança,
sou o menino que voltou com confiança.
E até que o sol baixe atrás da serra azul,
eu lutarei por ti, minha Conceição de Macabu.
Eu estou muito velha para esse negócio de ficar
Tenho muita pele dos dias por viver
E aprendi: ficar é um verbo frouxo, que não cabe no meu corpo [não cabe].
Quero alguém que não venha por carência —
mas pela urgência do ser a dois.
Alguém que se sente do meu lado com firmeza,
como se ser parelha fosse natural, inevitável.
Alguém que apresente minha pele–história
à família, aos velhos amigos —
como quem expõe um gesto de honra.
Quero alguém que seja coautor da casa que habita meu sonho:
cada cômodo planejado no calor do desejo compartilhado,
cada canto respirando o nosso agora e o depois.
Quero alguém que entenda que construir família
é um verbo contínuo —
não um projeto estático,
mas o pulso insistente das certezas e dúvidas
que se renovam e endurecem e curam juntos.
Quero alguém que saiba
que votos não são palavras soltas ao vento,
mas carnavais de promessa,
ternuras assumidas em público,
como se cada “até que a morte nos separe”
fosse gravada na carne do tempo.
Estou velha demais, disse:
velha para brinquedos de amor novo,
para encontros sem peso,
para corações improvisados.
Quero alguém que queira morar dentro dos meus medos e descobertas,
que saiba que ficar é escolher
não fugir daquilo que assusta —
mas abraçar o medo como se fosse casa.
Eu já sou casa,
sou árvore, sou vento e sou cinza.
Quero alguém que me encontre inteira,
com minhas ranhuras e minha fome de pertencer —
pertencer a um “nós” mais vasto que o medo,
mais vasto que a própria solidão.
Namore-se consigo mesmo!
Estou sem companhia há quase dois anos e, com isso, aprendi a me convidar a ir ao Espetto no ParkShopping... ah, lá tem música ao vivo, um bom vinho... canto, bebo, divirto-me num grau inimaginável;
pago minhas contas e saio de lá simplesmente de bem comigo
mesmo, amo. Amo esses momentos em que estou comigo, onde minha autoestima e meu auto-respeito levam-me a cuidar do meu corpo, meu cabelo, minhas unhas... e que minha paz está em alta. Nada melhor que estar em paz consigo e com tudo aquilo que fazemos e fizemos com nosso próximo; não engano, não omito e não minto.
Sou tão de bem comigo que não tenho a necessidade de um outro ser para me acompanhar a qualquer lugar que seja, a não ser que esse alguém esteja disposto a me dar as mãos, andar comigo pela rua livremente, abraçar-me quando der vontade, sem a necessidade de se esconder até dele mesmo porque deve respeito a outrem. Alguém
que saiba que a verdade e o respeito deve prevalecer em quaisquer circunstâncias.
Neste semestre voltarei a fazer minha pós, minha mente terá barulhos
de estudos, quer coisa mais gostosa que estar aprendendo? Amo ler
e viajar no tempo, no espaço... envolvo-me nas histórias de tal forma que precisei parar de ler um livro porque esse estava fazendo-me mal com tantas repugnâncias que li.
Então, voltei a amar-me mais, respeitar a necessidade que possuo
de estar em paz. Falando sobre a paz, recordei-me do desejo
que tinha quando criança. E aí você pergunta-me: _Valéria, qual era o seu desejo de infância? Respondo-lhe: _Durante toda minha infância vi meu pai discutindo com minha mãe por ciúmes ou qualquer outro motivo que ele achasse relevante, se não houvesse motivos, ele os criava. Eram discussões homéricas, quando não se voltava para nós, os filhos. Nesses momentos era que eu me recolhia à laje de casa, deitava-me sobre a laje e ficava a admirar o céu onde as nuvens levavam-me a imaginar criaturas e a criar histórias onde a paz reinava. Foi por isso que meu desejo de morar só foi instaurado no meu cerne, porque a paz é paz; é não ter que se deparar com situações que te limitam, te priva de ser quem você é, é poder reconciliar-se ao sono com a cabeça leve, sem receios de que o pesadelo possa vir a te assombrar. Respeito-me a ponto de dizer não a um novo amor caso ele seja comprometido e não vá de encontro com aquilo que acredito.
Continuo amando-me e permitindo-me estar aberta para o novo.
É assim que namoro comigo, de bem com a vida, sem o peso da consciência e livre para o novo despertar.
Com o tempo e a experiência, aprendi a questionar a vida.
Aprendi a valorizar aquilo a que atribuía valor.
Aprendi com o tempo e a experiência a enxergar quem me via.
Com o tempo e a experiência, aprendi a amar quem me amava de verdade.
Aprendi a valorizar a amizade, quem me valorizava como amigo.
Aprendi a cuidar de quem se importava comigo também.
Aprendi a valorizar as coisas que eram verdadeiramente importantes para mim e tinham significado.
Aprendi a respeitar apenas quem me respeitava.
Com o tempo e a experiência, percebi que não deveria me importar com pessoas que não se importavam comigo, para quem eu nem existia.
O tempo e a experiência me ensinaram a contar e amar quem verdadeiramente retribuía com o mesmo carinho e se importava com tudo o que eu lhes oferecia de corpo e alma, sem questionar.
Mas foi o tempo e a experiência que me ensinaram e me tornaram sábio o suficiente para valorizar aquilo que realmente atribuía valor a mim.
O tempo e a experiência
Mesmo não sendo indígena, aprendi que posso — e devo — usar minha voz e minha escrita para partilhar tanto a beleza quanto as lutas enfrentadas pelos povos indígenas. Eles têm uma voz potente, uma voz ancestral que resiste e pulsa há séculos, ainda que tenha sido silenciada e invisibilizada por tanto tempo.
Essa voz brota de suas culturas, línguas, ritos, danças, cerâmicas, culinárias e memórias vivas. Ela ecoa nas resistências cotidianas contra o preconceito, a injustiça e o apagamento histórico.
Meu papel é escutar atentamente, criar espaços para que essas vozes sejam ouvidas e amplificadas, e contribuir para que o mundo reconheça e valorize essa riqueza cultural e histórica que permanece viva e atuante.
