Texto a Traga dia Paulo Coelho

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⁠Aniversaria dois
anos trágicos
do fatídico dia
treze de março
do ano de dois
mil e dezoito,
e por maltrato
de que tem um
coração nefasto
o General quase
perdeu a vida,...
O General foi
preso num hotel
no meio de uma
reunião pacífica,
onde teve a militância
política interrompida
por causa de uma
miserável mentira,
O General é inocente,
qualquer crime
ou desordem
vocês sabem bem
que ele jamais cometeria:
como não cometeu;
O General continua
preso sem nenhum
acesso à justiça,
vítima de uma
injustiça interminável
e de um veneno
rasteiro e silencioso
que não concedeu
à ele nem mesmo
audiência preliminar,...
Desde o maldito
e fatídico dia
desta injusta prisão,
venho escrevendo
sem ninguém
ter me pedido
tantos versos por ele,
por tantos fatos,
rincões e pessoas
com ou sem patente
- que nada tem a ver -
com a história dele;
mas que me comoveram
igualmente mesmo
sem conhecer,
mas por pressentir
que talvez neste
continente não tenha
quase ninguém
para gritar por
toda esta gente
que pensa diferente;
E que possivelmente
talvez nem tenha
alguém ao menos
para uma única
oração na vida à ofertar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A construção
da poesia
de cada dia
não escolhe
lado ou cor
de ideário:

Nunca crê
no absoluto,
Revisa porque
erra e corrige
sempre que
for preciso,
Porque estar
na trilha
da realidade
até na rima
deve-se estar
com verdade.

No escuro,
e no ritmo
do que o povo
vem falando
e na confusão
da imprensa:

Que gargalha
da entrega
da espada,
Que apontou
o Coronel
entre dois
ambientes
e os olhos
e mentes
da população
obscurecem.

Tentando todo
dia sensibilizar
a reconciliação
para a tropa
no país vizinho
assediado
pelo Império,
Falando da dura
realidade nossa
E rogando
pela soltura
do General
que continua preso
injustamente
desde o dia
treze de março
do ano de dois
mil e dezoito,
fato marcante
que nos brindou
com desassossego.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Querendo saber
como se encontra
o General injustiçado
desde o dia treze
de março do ano
de dois mil e dezoito,
aprisionado num
martírio infinito, lento
e sem esperança
nenhuma de justiça,
ando revisitando
e revisando cada
poema que foi escrito,
buscando no escuro
do mundo o mistério
a ser esclarecido:

É assim que tentando
entender tudo o quê
se passa na Venezuela
e na América Latina.

Passaram três meses
ninguém foi punido
lá na Bolívia
para fazer dissolvida
a história
da nossa memória:

Estão apagando
aos poucos os vestígios
dos massacres
de Senkata,
Sacaba e Yapacaní;

Autorais frutos
das mãos imundas
por um golpe absurdo
de um abissal inimigo,
que deseja que
até estes capítulos
sejam esquecidos,
e bloqueios imperiais
por nós sejam
celebrados como
se fizesse parte
da lógica ser aceitos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Desde o dia 13 de março
do ano de dois mil
e dezoito venho contando
em poesia, prosa
e verso o abismo do mundo;
porque ali é uma
realidade de quem vestiu
ou veste farda que não
tem mais direito a nada.

A prisão injustificada de
um General no meio
de uma reunião pacífica,
e também fatos
da nossa América Latina
que vem passando
por um momento confuso
fazem parte desta
poética que aspira
que a história
não seja mais repetida:

O General foi preso do nada,
sem nenhuma prova,
obrigado ao silêncio,
sem direito a nada,
desaparecido por algumas
vezes forçado,
a saúde dele foi precarizada
e sem acesso total
ao devido processo legal.

Passaram dos limites
com ele e o abuso
vem sendo sideral,
até a Bíblia foi arrancada,
a justiça desapareceu
de maneira integral;
ele é mais um destas
duzentas e dezessete
fardadas vidas
e por isso escrevo como
me cortasse todos os dias.

Há outros cidadãos
passando pelo mesmo
pesadelo que seria
evitado se ali houvesse
amplo diálogo,
e direitos tão básicos;
como ter memória
se faz necessário,
por cada um deles
relembro os casos:
Caso Óscar Pérez,
Caso Operação Jericó,
Caso Golpe Fênix,
Caso Golpe Azul,
Caso Drones,
Caso Operação David,
e Caso Militares Cotiza.

E ainda vejo gente
com o poder de fazer
o dia amanhecer
vivendo de braços
completamente cruzados
na ilha da indiferença:
a falta de humanidade
vem sendo a sentença.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não doem os meus
ouvidos os gritos
dos excluídos,
A cada dia fazem
mais vivo
o meu coração
rendido aos ecos
do meu apego
ao solo sagrado,
Escrevo mesmo que
não seja escutado:
Convivendo no meio
de um oceano
de presos políticos.

Não há como fingir
e dizer que há
como ver o eclipse,
o ideal era ficar
esperando pela
passagem das nuvens.

Correndo contra
o tempo para
tentar encontrar
os desaparecidos
mesmo sem saber
quem eles são,
Sem ter como
cuidar dos feridos
E ciente de que há
quem anda sendo
processado por
exercer a missão.

Não há como fingir
que há justiça
para uma tropa
e um General,
e contra eles
sobra a covardia.

A paz vem sendo
todo o dia asfixiada
a base de golpes,
Lares retalhados,
A inteligência
vem recebendo
advertência pública
Estamos sitiados
por irregulares
grupos armados,
por mil pensamentos
todos os dias dolarizados
e por muitos que querem
os povos indígenas despojados.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No dia treze
de março
do ano de dois
mil e dezoito,
um General
foi preso
injustamente
no meio de
uma reunião
ordeira e pacífica,
E contra ele
tudo ficou tudo
ficou por
isso mesmo:
nunca mais
se ouviu notícia
de libertação.

Um poemário
em reclamação,
Dando conta
de saber do
destino da tropa
e da população
de um continente
a poesia
além escrita,
vem alimentando
uma multidão
e dos ouvidos
virou a canção.

O General deixou
como mensagem
a reconciliação,
E eu poesia
todo o dia
pela consciência
continental
para um povo
nascer de novo
e libertar a mais
frágil filha de Bolívar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Da tropa e do General
que foi preso inocente
há quase dois anos
no dia treze de março
existe um poemário,
E venho contando
nas entrelinhas dos
meus versos dedicados
sobre os estilhaços
que tantos tiranos
estão a nos deixar,
Não vou parar por aí,
não posso ignorar,
É Pátria Grande
ou Pátria maior ainda.

Não há explicação
golpe é golpe,
O golpe na Bolívia
foi dado e um
informe da sucursal
do inferno que
leva como sigla
três letras a fraude
não conseguiu provar,
Não me canso
por este continente
um só minuto de gritar.

No exílio os líderes
se encontram
e estão convertidos
em milhões
que este golpe
não vão parar
de denunciar
pelo mundo e seus rincões.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠É proibido esquecer
deste dia que vi:
cidades destruídas,
casas incendiadas
e corpos baleados
pela direita da Bolívia
que genocidou
o povo que estava
exercendo o direito
de dizer sim à vida.

O jagunço de Bíblia
na mão que jogou
a bandeira no chão
e o líder de nada
foram eles que
começaram a tocar
fogo na população
a mando histórico
e reconhecido mentiroso,
e a alma vulgar fez
o seu governo
de autoproclamação.

Os oficiais superiores
que incentivaram
o golpe foram
para o luxuoso exílio,
e a tropa em transe
em oração e de fuzil
na mão derramando
o sangue índio.

Entre fronteiras
já não há
mais diferença,
e creio que nem
nunca houve:
há quem rasgue charge
e quem rasgue o verbo
contra o negro como
a violência aceita fosse,
para gente assim
em cada verso
envio para
a consciência
de cada um coice.

Há segredos neste
continente que hei
de desvendar porque
prenderam um General
e uma tropa que
não deveriam prender
e soltaram quem não
deveriam jamais soltar,
e tem até um que
solto nem deveria estar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu sou o seu mar,
para compreender
é preciso saber
nadar, estar em dia
com a tua carteira
de arrais e saber
que a tua carta
de navegação,
é mais a sua poesia
do que a minha,
Você como marujo
conhece a direção
das correntes,
E não importa por
onde você decidir
navegar a sua intuição
sabe que irá me encontrar,
porque passar nunca
vou passar porque eu sou
inevitavelmente o seu mar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Madrugada que acolhe
nos braços a noite
e gentilmente desperta
o dia para trazer
esperanças e alegrias
para o coração da gente,
No caminho surpreendente
um Ipê-branco florido
parecia estar dançando
para tornar ainda
mais lindo o caminho
que me levou a ser milagre
e o seu mais místico destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não preciso procurar
porque em mim floresce
como o Sacuanjoche
a inspiração dia e noite

Morta ou viva sobrevive
a ferro, fogo e fumaça
o mais etéreo diante de todo
o pesadelo que passa

O importante que todo
o sentido sou eu que dê
distante ou perto de você

Porque o quê mais quero
é ser ou ser diante de qualquer
coisa que possa acontecer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Meus lábios de Rose Kayenn
eu pintei igual as mudas que
um dia desses com orgulho plantei
para lembrar que a paz faz a lei.

O meu coração também é feito
de Rose Kayenn porque vive
crendo que sempre terá jeito
e por si só sendo refeito.

Porque no final tudo vai passar,
como o Sol há de raiar e a Lua
há de encantar com beleza a noite
que iremos de vez nos aproximar.

Certa de que não saí da sua
cabeça e nem você da minha
daqui todos os dias têm sido poesia.

Daqui para frente não haverá
mais como adiar este amor
que não vai nunca mais se calar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Um dia estarei sob
a Palma Real da terra
do meu poeta favorito
com o meu amor bonito

Entre os braços
dele não me fartarei
e o farei sentir
como um verdadeiro Rei

Porque tudo o quê ele
pedir não recusarei
o meu amor é de alta grei

Tenho certeza que
no tempo certo virá,
e no meu colo descansará.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cada silêncio seu
é o sinal que dentro
de você eu estou
a cada dia crescendo
e que o seu peito
canta mais forte
do que a Ára pong
que canta no momento.

Com cada uma
das tuas resistências
eu sei como lidar,
não tenho o quê
me preocupar porque
sei porque outro
alguém igual ou melhor
do que eu você
nunca vai encontrar.

Quando você menos
pensar estaremos
desarmados e rendidos
vivendo o amor
que sempre sonhamos
nos entregar,
e para chegar este dia
falta pouco para o amor falar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Último Dia do Ano


A poesia do último dia do ano

é para você libertar de tudo

aquilo que te trouxe castigo,

ou aquilo que coloca a sua paz sob

perigo,

Se você quiser você pode sossegar

aqui comigo em Rodeio,

Encontrar a sua paz e ficar bem

distante de tudo o quê te puxa para

trás.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Agradeço

⁠Depois de um dia
de calor intenso
sobre nossa amada
cidade de Rodeio
ao vento que encontra
a rota graças
ao Rio Itajaí-Açu
sempre agradeço,
porque é com ele
que me refresco,
tranquilizo e deito
encontrando o quê
preciso no sono noturno
para ter o meu corpo refeito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No dia de hoje,
não quero nem
ser lembrada,
Se os poetas
governassem
o mundo talvez
o nosso destino
seria diferente.

Só quero mesmo
é ver os meus
poemas recitados
na boca de toda
a nossa gente,
Pedir diálogo
entre os povos
não é insolente.

Não dá para fingir
que não houve
o Tratado que
reconciliou a Paz
e a Amizade entre
os governantes
da nossa gente,
A Corte poderia ter
decidido diferente,
o quê a vida agora
pede é que se busque
dialogar pacificamente.


(Se a Corte Internacional tivesse sido correta, não estaria com o coração dolorido... )




🙏🌊😢💔
#MarParaLosPueblos

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Na trilha da perfeição tentando ser todo o dia a própria superação afastando-se daquilo que desvia das autorrecomendações, de tudo que afasta da brandura, do diálogo e de pensar com qualidade a existência como ser social, é a trilha que colocará cada um de nós no eixo deste século confuso.

A busca constante por reconhecimento e aprovação quase sempre nos oferta situações perigosas num mundo onde poucos pensam no amanhã e valorizam verdadeiramente o próximo, e tem emergido em todas as frentes e impedido pensar de forma tranquila e altruísta para buscar soluções efetivas para tudo o quê nos aflige.

Observar, ouvir e refletir é o tríduo que quase todos se esquecem e acabam se deixando sugestionar pelo cômodo da ocasião que quase sempre coloca cada um de nós em situações que não ofertam paz e segurança, e que exigem que cada um se afaste delas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Magnífico Brasileto
beijando o horizonte
como você sempre beija
com amor a minha fronte
diante do cair da noite,
Não preciso ir longe
porque tenho tudo o quê
preciso em ti e que sempre
traz o quê me mantém
viva, intensa e livre de tudo
o quê não enleva em paz,
Sei que para nós juntos
não existe o limite jamais.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não nasci Poetisa
da noite para o dia,
eu morria de raiva
de ler e até de escutar,
até que chegou
a ironia do destino
que me apresentou
a Fernando Pessoa
que fez a raiva passar.

Em seguida veio
"o Alberto Caeiro,
o Alexander Search
e Álvaro de Campos"
que me apresentaram
a outros tantos.

Mais próxima deles
pude conhecer
"o António Mora,
o António Seabra,
o Barão de Teive,
e o Bernardo Soares"
que me levaram
para muitos lugares.

Pelo caminho fui
apresentada "a Carlos Otto
a Charles James Search,
a Charles Robert Anon,
a Coelho Pacheco,
e a Faustino Antunes"
que fizeram entender
que não há segredo
para compreender
e gostar de poesia.

Praticamente íntima
de todos os anteriores,
fui apresentada
a outros senhores
que me levaram
a outros lugares
que jamais pude sonhar.

E assim fui apresentada
"a Frederick Wyatt,
a Frederico Reis,
a Henry More,
a Crosse, a Jean Seul
e Joaquim Moura Costa"
que de maneira amistosa
na mesma mesa ensinaram
que poderia vir a gostar
de muitos outros mais.

A medida que fui
me reencontrando
com todos eles,
fui evoluindo e pedi
para ser apresentada
por cada um deles "a Maria José,
a Pantaleão, a Pêro Botelho,
a Raphael Baldaya, a Ricardo Reis,
a Thomas Crosse e a Vicente Guedes"
que após a minha rotina de preces
passei a incluir a poesia
e encontrei nela muitas benesses.

Tudo entre eu eles aconteceu lento
e rápido ao mesmo tempo,
que a raiva enorme que sentia
sempre que ouvia poesia
por encantamento passou.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt