Textinho de Amor
Porque é o seu amor
o certo,
vai prevalecer.
“A sua fé".
Porque não há ferida
que não se cure ao seu tempo.
..
O PERDÃO DO AMOR É MAIS DIFÍCIL
O amor se magoa mais do que a paixão. E tem gente que tende a achar o oposto. Tem gente que pensa que o vínculo do amor é tão forte, que por isto pode se afastar um pouco dele, arranhar as laterais e voltar depois, que conserta. Pelo amor ser mais sólido, mais seguro e mais fixo, creem que é mais difícil de ser derrubado, esturrado, rachado de forma duradoura. Mas justamente por todos esses motivos, ele é muito mais fácil de ser contundido.
A paixão faz o perdão ocorrer com mais facilidade. Sem nada a ser perdido, somente preenchido. Quando é ela, e só ela, a alma fica muda, é mais matéria do que coração, e isso faz com que inconsequências ocorram pelos impulsos, pelo momento, pela loucura. O amor faz loucuras, sim, o amor é maior, contudo, ele pensa mais, é tudo reflexo, é tudo procura do respeito, é tudo voto a ser zelado, é tudo mais milimetricamente importante. É um cosmo inteiro de minúcias fundamentais. É tudo consequência. Teia. Ele sonha com precisões, ele é tão mais real que para viver faz mais cálculos e guarda com maior grandeza cada dorzinha.
O amor tem mais o que perder, tem o antes, o agora e o depois. Tem a intimidade, a amizade, a dependência. A paixão só tem o instante que se alimenta do passado e de frutos sem tanta credulidade, come a esses pratos nos toques para existir no exato momento, mas sabe que se for, que se realmente for embora um dia, não vai deixar um buraco nos acontecimentos mais cotidianos, no escovar dos dentes, no pentear do cabelo, na certeza de quem é cada um. O amor é o peito, o peito é alma e a alma é onde fica mais fácil de remoer.
O amor tem princípios, que são maiores do que os de quem ama, que engrandecem os valores de quem sente. O amor tem uma lista de itens característicos que o acompanha. A paixão só tem a ela. A paixão quando ferida, sangra somente nela mesma e nas suas juras descabeladas feitas sem uma crença total (o que dá no mesmo individualismo e simplicidade). O amor quando ferido, sangra no plural, nos planos, nas certezas, nas verdades, nas constâncias, na terra que passa a ser lama, no conforto da familiaridade, na tranquilidade das confidências, nos agasalhos dos defeitos compartilhados, nos interiores dos atributos descobertos/criados/imaginados a dois.
É muito mais simples para um apaixonado que não ama, absolver e desculpar. A paixão só quer ser, a paixão se rende a uma boa pegada na cintura e a um olhar intenso, a algo que acalme na hora de forma que traga possibilidades. O amor não quer ser, ele é. Ele só se rende a garantia, a algo que acalme pela eternidade, de forma que traga afirmação. Tão mais forte quando sendo, tão raquítico quando posto em dúvida.
Quem perdoa rápido demais não cultivou ainda um destaque pelo outro em medida elevada. Até o apaixonado precisa pensar, cicatrizar e requerer. A paixão pode dar um perdão com porcentagens sinceras, com amnésia vez ou outra, mesmo que, dependendo do caso, também não consiga por completo desculpar. Afinal, ela não é lá coisa miúda, pelo contrário, quando está, quer ser o centro das atenções, quer ganhar da força do amor, se finge capaz de segurar tudo. Só que o amor não demora a relevação quando golpeado em seus princípios, ele simplesmente não perdoa, nunca, mesmo se perdoar.
O apaixonado vai pensar "e agora?". Quem ama vai pensar "e daqui a cinco anos?". O peso dos erros para um apaixonado (e somente apaixonado) é retraído nas mais doidas manobras feitas para se desculpar, em qualquer maneira que mostre os mais altos graus de desatino que o culpado pode chegar para conseguir o perdão. O peso dos erros para quem ama é retraído nas mais concretas metodologias de comprovar. Em algumas seletivas maneiras que mostrem as mais repetidas formas que o culpado pode chegar para conseguir a tentativa de ainda, quem sabe, se redimir.
A paixão é recuperável em mesmo tamanho. O fogo pode ser refeito com mais madeira. O amor nunca é recuperável em mesmo nível depois de uma quebra de asserção. De todos os sentimentos, o mais forte e invariável é o mais fácil de ser destruído, por ser o mais difícil de restaurar. Todos os níveis passados para chegar no estágio do amor só podem ser concretizados uma vez, e dali, mantidos. Qualquer fator que cause a queda para um grau menor, que requeira a prova de que aquele ponto ainda é válido, destrói todos os outros mais antigos conquistados.
O perdão do amor é o mais difícil. Porque na paixão as decisões são para o romance, no amor as decisões são para a vida. O amor é fusão de tempos e seres, no amor tudo fere mais à frente, tudo fere mais detalhes. Mesmo que a paixão seja mais intensa em horas de clímax, o amor é mais intenso em contagem de horas integrais, porque no amor cada ato futuca um pacote de considerações, porque em todos os outros sentimentos não existe tamanha instância. A paixão precisa comprovar o crédito, o amor, a confiabilidade já estabelecida. Nada é tão mais existente, e se tirar um pedaço do que o faz ser o que é, ele deixa de progredir, como nada mais tem a capacidade.
É como naqueles antigos jogos da cobrinha. A cobra fica gigante, mas bem mais frágil assim. A paixão é a cobrinha pequena se alimentando, todos os outros sentimentos são. Ela só pensa em crescer, em estar para ficar maior, como um almejo cego por explosão.
A paixão às vezes some, enjoa, fica esperando mais agoras. O amor prossegue com a nutrição do que foi e será, e tem algo que não o deixa ir. O amor é tolerante, por vezes até entediante de tão brando, porque tem o bem-querer. E é aí que está. Destrua a certeza desse querer bem, e perca, integralmente, a certeza do seu perdoar.
Carregue o seu coração com coisas boas, energias positivas e amor ao próximo. Procure não guardar mágoas. Elas só servem para envenenar a alma, causar doenças e machucar o coração. Pense nisso!
Todos somos frios e categóricos ao afirmarmos:
"O amor não tem explicação!";
aí...vem um caloroso carinho categórico,
e nos dá várias explicações.
Um sentimento meio louco, que não dá pra entender bem, indescritível … alguns dizem sobre o amor.
Outros dizem que entendem bem o que é. É estar perto de quem gosta, se sentir bem com essa(s) pessoa(s) onde tem respeito e carinho recíproco.
Crescemos ouvindo diversas descrições e, não sabemos no que acreditar. Talvez possa ser a mistura de um pouco de cada. Aquele sentimento doido que você não sabe explicar, que em alguns momentos pode te fazer mal, mas em outros te fazem melhor que nunca. Ou aquilo de estar com quem gosta, sabe que alí está bem e feliz, um sentimento de paz e tranquilidade.
Particularmente, eu acredito que exista vários tipos de amor. Amor entre pais e filhos, entre irmãos, entre amigos, entre família, aquele amor ao animais e o amor que temos que escolher pra vida.
Com o tempo vamos descobrindo os vários tipos e aprendendo a amar, porém, tem um que já nascemos sabendo. Sabe o amor de mãe e filho? Então, esse aí é o mais puro e verdadeiro que pode existir. Não descarto o amor paterno, até porque tem muito pai que é mãe, e é um amor essencial também, mas, vamos admitir que não tem nada como aquele colo da nossa mãe, aquele colo reconfortante, acolhedor, que nos acalma e tranquiliza. Esse amor que dura pra vida toda, inesquecível e insubstituível. Esse amor, que tudo há de suportar, até a maior das distâncias. O principal e melhor amor a se viver.
Pulando para um outro tipo de amor, acredito que este seja o mais temido, é aquele que você escolhe uma pessoa para amar e desenvolver sentimentos que talvez você nunca tenha tido antes. Aquela pessoa que você escolhe para crescer junto com você, onde os dois aprendem, onde os dois ensinam. Um amor lindo, mas que não o encontramos de primeira, e quando há de dar errado, pra alguns, é a pior sensação, um sentimento frustrante de que você não foi suficiente, de que você não foi capaz de fazer acontecer. Ficam mágoas, mas também aprendizados, e só com o tempo você se sente preparado à tentar de novo. Tentamos, erramos, caímos, levantamos e aprendemos. A cada tentativa, uma esperança de essa ser a pessoa certa.
Quando encontramos, ou ao menos, pensamos que encontramos, e que achamos que dessa vez há de dar certo, é lindo não é mesmo? Aquela pessoa que te faz bem como ninguém, que além das brigas e desentendimentos, sabem se acertar depois e ficar numa boa. Aquela pessoa que te entende, aquela com quem você quer dividir todos os momentos, sendo bons ou ruins, aquele colo, também reconfortante e tranquilizador, enfim, aquele amor que todos querem ter um dia. Aquele amor que não desistimos até o encontrar.
Assim vamos seguindo, tentando e tentando, até acertar, pois pra todos, ele há de chegar.
Ou não, pois não posso dizer que seja assim, com toda certeza, até porque, eu sou uma mera aprendiz nesse lance do amor pra vida inteira.
Já reparou que noventa e oito por cento das pessoas que escrevem sobre o amor, estão solteiras? É porque é mais fácil escrever do que viver de fato.
Na verdade, sempre é. Você escreve quase sempre sentado e em uma folha de papel, o único risco é errar uma letra e ter que apagar. E vivendo? Não dá pra simplesmente apagar uma história que deixou marcas.
Meu irmão diz pra ela que ela mudou tua vida, diz que ela é o novo amor que curou seu coração, diz pra ela que tudo não foi uma ilusão, diz qualquer coisa, mas por favor diz, não deixa ela ir embora assim, não deixa ela partir com o peso de não ter sido suficiente pra você, ela tem o direito de saber, que além de suficiente, ela foi a única que fez você aprender a viver.
Sabe todo esse amor que você dedica pra ele? Pega ele e dedique para si próprio. As pessoas são mais felizes quando tem um amor recíproco.
Eu acho que assim, um relacionamento não sobrevive só de amor, o amor é essencial óbvio, mas não é tudo, se não tiver respeito, por exemplo, não adianta. As vezes, duas pessoas se amam, mas elas não foram feitas para ficarem juntas. Tem uma frase que eu gosto muito que é assim "Há uma grande diferença entre o grande amor e o amor certo." Talvez ele seja só o grande amor, ou talvez ele seja também o amor certo.
Isso só o tempo vai dizer, e cabe só a você querer esperar esse tempo ou não.
Assuntos de amor sempre são complicados... um dia você se acostuma a toda essa montanha russa, mas conhecida como amor.
Dissabor
Meu amor resistiu ao tempo.
Percorreu nas diretriz de grandes espinhos,
chocou-se nas inclinas de nossas vidas,
tropeçou na solidão,
e estacionou na rotina.
Debateu-se na indiferença,
nadou em pedras ferozes dia após dia.
Foi do sorriso a dor,
da alegria ao dissabor.
Em um mar negro deságuo,
por não ter mais forças
naufragou.
Todas as mãos que te soltaram
não eram as minhas.
Todas as bocas que te beijavam e
juravam amor,não era a minha.
Todas as pessoas que te prometeram
e não cumpriram,não era eu.
Por favor,
Não desacredite do que eu sinto,
Nem subestime meu amor.
Me deixe ao menos me defender,
É uma Injustiça ser condenada pelo
crime dos outros.
Lágrima que meu sorriso sepultou,
o amor no deserto ardente me deixou.
Joguei todas as cartas, perdida estou,
para o abismo da solidão ele me puxou.
O amor é rebelde. A rebeldia é contra injustiça, rebeldia contra a falta de empatia, rebeldia contra a falta de humanidade. Você é um rebelde, porque não aceita viver sob a sombra da ilusão.
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