Teto
SEM TETO
Nesse mundo de desigualdades,
Uns tem muito, outros nada tem.
Sem nenhuma oportunidade,
Na rua, vivem sem ninguém.
Será que a justiça existe,
Nesse mundo intolerante?
Pois a maldade persiste,
Faz vitimas a todo instante.
Enquanto dormimos aquecidos,
Há seres dormindo ao relento.
Jazem sós e esquecidos,
Congelados pelo vento.
- Cedric Constance
Nessa noite de calor, tenho um ventilador no teto do meu quarto, fico olhando para ele, para ver quantas voltas ele dá. Assim é o nosso mundo girando o tempo todo para nós ensinar que a vida dá muitas e muitas voltas.
#Romano
E nós somos assim
chão e teto
mar e porto
vento e calmaria
amor e poesia.
É aconchego
e colo bonito
Nenhuma ventania
conseguirá nos afastar .
O nosso amor vai além de todo infinito !
- Para o meu filho Vitor Hugo Monteiro
Desculpe a bagunça! É que por aqui, já passou várias tempestades, á última me levou o teto, me deixando as estrelas!
Letra
Cifra
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Por você eu dançaria tango no teto
Eu limparia os trilhos do metrô
Eu iria a pé do Rio a Salvador
Eu aceitaria a vida como ela é
Viajaria a prazo pro inferno
Eu tomaria banho gelado no inverno
Por você eu deixaria de beber
Por você eu ficaria rico num mês
Eu dormiria de meia pra virar burguês
Eu mudaria até o meu nome
Eu viveria em greve de fome
Desejaria todo dia,
A mesma mulher
Por você, por você
Por você, por você
Por você conseguiria até ficar alegre
Pintaria todo o céu de vermelho
Eu teria mais herdeiros que um coelho
Eu aceitaria a vida como ela é
Viajaria a prazo pro inferno
Eu tomaria banho gelado no inverno
Eu mudaria até o meu nome
Eu viveria em greve de fome
Desejaria todo dia,
A mesma mulher
Por você, por você
Por você, por você
Nananana....
Eu mudaria até o meu nome
Eu viveria em greve de fome
Desejaria todo dia,
A mesma mulher
Por você, por você
Por você...
“...Ó tu que vens de longe,
ó tu que vens cansada,entra,
e sob este teto encontrarás carinho:
Eu nunca fui amado,
e vivo tão sozinho.
Vives sozinha sempre e
nunca foste amada...!”
A luz do sol refletiu na janela do meu quarto,
abri os olhos e vi a claridade que no teto formava o seu retrato,
só me fez aumentar ainda mais a saudade,
porém quando abri a janela e senti a brisa me tocando os lábios,
imaginei você me beijando com ternura,
ai sim abri meu olhos e vi que era uma tremenda loucura,
O amor é assim, deixa a gente louco,
sem razão, com sufoco no coração.
Olho para o teto,
penso no que sou,
penso no que não sou.
A um passo, um pássaro se joga a voar.
Quase conheço e desconheço o ato de se libertar.
Lado contrário da cama, cá estou eu mirando o teto. Deitei na esquerda hoje, nada de rolar pra direita. Ali, entre a realidade do cheiro do lençol limpo invadindo meu olfato e a ilusão de sentir o seu perfume corroendo minha imaginação, deixo meu corpo encontrar o colchão e sentir o formato do seu corpo. Te abraçávamos toda noite sorrindo, eu e a espuma que acabou moldando. Agora tudo parece vazio demais sem você.
A cama, a vida, eu.
Sou um pássaro que quer bater asas,fugir do ninho, fazer do céu meu teto e das estrelas minhas companheiras.Anseio pela liberdade, anseio pelo abrir das grades, pelo dia em que vou olhar para mundo da minha maneira e tomar as rédeas desse imenso palco de dramas e comédias que é a vida.
..Como foi bom não ter ficado "em casa", "sob seu teto", como um delicado e embotado inútil! Ele estava fora de si, não há dúvida! Que felicidade mesmo no cansaço, na velha doença, nas recaídas do convalescente! Como lhe agrada estar quieto a sofrer, tecer paciência, jazer a sol!
“Eu acho que a gente se acerta.
Na mesma fagulha, no mesmo teto. Na correnteza contrária, no elo infinito. Num beco da vida, num banco de praça. Ah, a gente se ajeita. Num cômodo pequeno, em foto 3x4. Em ideias fúnebres, em um blues anos 60. A gente se ampara até nos desencontros. Nos contrapontos, rumo contra o tempo. A gente se restringe a uma história por dia e três sorrisos por mês. Matamos quatro lembranças e dois dragões por sonho. A gente se acerta nos erros, na curva do engano, na rota do ego, na estrada dos ensejos. Ah! Sim. E chegamos a fingir que os sentimentos suspiram como balas perdidas inesperadas, e nos enganamos, pela milésima vez, de quê somos de naipes diferentes, peças de quebra-cabeças totalmente distintos que se encaixam de vez em quando. Que não ligamos para a laceração do orgulho ou pro precipício da eternidade. Acho que a gente se acerta. Você aí e eu aqui. Evitando os olhares certos, os lugares errados, a hora hipotética apenas para não se render aos encantos de um perfume doce. E posso até cogitar que a gente se equilibra. Na solidão das queixas, no vazio ao qual o preenchimento ainda é uma incógnita. Na carência flamejante, na cama desarrumada, respiração desregulada. Percebo então a falta do xeque-mate, da surpresa que não surpreende mais, nos carinhos intermitentes. Porque eu aceito as circunstâncias da confusão para que o segredo das mordidas no pescoço continue oculto. Eu suporto o peso regresso, as sensações anacrônicas, mas nunca a risada sarcástica das despedidas que pesam os teus ombros, e nos meus olhos. E assim eu acho que a gente se acerta. Você com os olhos negros distantes e eu poetiza dissimulada. Ambos sonhadores e criminosos.
Ah, a gente se ajeita.
Quando dá, a gente até se fantasia de criadores de caso e adoradores do caos pra nunca se perder de vez.”
- Ao regresso que odeia despedida.
Eu tenho estrelas no teto do meu quarto. Sim, muitas estrelas, porque meu quarto é grande. E o teto dele também. Nele também tem uma lua. Linda lua. Sabem onde eu moro? Eu moro na rua, eu moro na rua...
estava olhando sorridentemente o teto encardido
quando ao longe ouvi mansamente uma voz
suave e tão solitária como as paredes que nos aprisionam.
Assim sou eu!
A imensidão no infinito do universo...
Estrela que brilha no teto do quarto,
Sou sol que amanhe e anoitece,
Sou o sonho na escuridão dos olhos cegos.
Assim sou eu! Sou brisa sem frio...
Vendaval em tempestade,
Vento inquieto que sopra sem destino certo,
Sou andorinha sem verão.
Sou tempo nebuloso ou inverno tenebroso?! Não,
Assim sou eu! O som do barulho
E o silêncio do vazio,
Sou dias e noites a fio em busca do tempo perdido.
Assim sou eu! Galho seco imerso no verde esperança,
Sou deserto sedento por um pingo de alento,
Sou balsamo para solidão
E sombra que surge no sol escaldante.
Assim sou eu! Boca sem céu azul...
O sorriso da felicidade,
Retrato da vida no passado, presente e futuro dourado,
Sou chocolate puro? Não, chocolate com leite e açúcar!
Assim sou eu! Sou perfume, cheirinho de aroma...
Sou tulipa vermelha do campo
E sangue que pulsa fora dos corações
Sou essência do eu imponente.
Eu sou assim! Amor sem fronteira...
Liberdade ávida em companhia,
Carrossel sem giro perfeito
E criatura com saudosa lembrança da infância
Sou o desenho criado pelos dedos de Deus.
Assim sou eu!
MAIS UM JOÃO
(Matheus Maia)
Sem teto,
Sem muro,
Sem rumo,
Com alma,
Com mundo.
Mais um Féla... Felá... Feliz!
Sem teto, não levo problema pra casa.
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