Frases sobre Território
Educar é olhar nos olhos, saber ouvir e falar, é essencial tocar o território do coração, não se educa com meias palavras, mas com sensibilidade, amor e valorização do ser humano em sua totalidade.
Dados são mapas; não são o território. O líder lúcido lê os números sem esquecer a paisagem humana que eles representam.
No imenso território do Brasil,
Onde a política desafia o sentir,
A pátria vive tempos de tormenta,
Injustiças e dificuldades sociais a enfrentar.
Desde os tempos da colônia,
Traumas se arrastam com desgosto,
A opressão e exploração do passado,
Ainda marcam o presente e o futuro.
Na política, o poder se mistura,
Interesses obscuros em jogo,
Enquanto o povo sofre e luta,
Por direitos justos e mais diálogo.
Mas a esperança não pode morrer,
Brilha em cada brasileiro batalhador,
Unidos, somos capazes de vencer,
Essa luta pela igualdade e pelo amor.
Nosso Brasil é feito de lutas e força,
Epicamente escreveremos nossa história,
Solidários e determinados,
Transformaremos a situação com vitória.
Ser mãe é caminhar por um território onde o amor não tem medida,
onde o cansaço se mistura com o riso, e o coração aprende a bater do lado de fora do corpo.
É se redescobrir todos os dias… na escuta, no colo, na espera.
É duvidar de si e, ainda assim, seguir.
Ser mãe é não saber tudo, mas amar como se soubesse.
É aprender que há uma força silenciosa nas mãos que acolhem,
nas palavras sussurradas na madrugada,
nos olhos que dizem “estou aqui”.
E estar…
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Eu sou indigena, indigena em contexto urbano.
Dentro do meu corpo território, também já houveram invasões.
Primeira invasão foi ao nascer nesse mundo e ser arrancada do pertencimento da minha cultura.
Segunda invasão foi na infância, saquearam minha inocência de achar que éramos todos iguais.
Em todos lugares, tentaram me marginalizar, escantear e dizer que eu era menos, apenas por ser na indígena.
A terceira invasão foi na adolescência, onde acharam que meu corpo tinha que ter dono, pois uma mulher indigena é considerada apenas objeto de dominação.
Cor do pecado, olhos que hipnotizam, exótica, selvagem, são palavras usadas pra normalizar a violência e o abuso sob nosso corpo território.
Dominaram e destroçaram meu espírito mais vezes do que eu saberia contar, mas eu nunca abaixei minha cabeça, ando com nariz empinado em qualquer lugar que eu passo porque apesar de me tratarem como invasora da minha própria terra, eu resisto e insisto em mostrar que estaremos aqui.
Sempre estaremos aqui, na nossa terra, com nossos ancestrais nos levantando em cada caída rumo a nossa re(tomada). ✊🏽
O luto é um território onde o tempo anda diferente. Não é atraso, nem falha — é o corpo e a alma tentando compreender a ausência que não cabe em palavras. O luto não é um túnel escuro, como tantos dizem; é uma travessia, sim, mas uma travessia feita de noites e amanheceres entrelaçados, onde dor e amor caminham de mãos dadas.
Perder alguém é sentir o mundo deslocar-se um pouco para o lado, como se tudo estivesse igual, mas profundamente alterado. E, ainda assim, dentro dessa ferida aberta, existe um brilho silencioso: é o amor que permanece. O luto nada mais é do que o eco desse amor, tentando encontrar um novo lugar para morar dentro de nós.
A verdade é que não “superamos” o luto — nós o integramos. Aprendemos a carregar a ausência com mais leveza. Aprendemos que lembrar não é sofrer, mas honrar; que chorar não é fraqueza, mas prova da presença que existiu e transformou quem somos. Com o tempo, a dor muda de textura: deixa de ser um corte bruto e se torna cicatriz sensível, que dói quando tocamos, mas também nos recorda de que vivemos algo real, grande, importante.
Brilhar no luto não significa esconder a dor, mas permitir que ela se transforme. É deixar que o amor que ficou ilumine as partes escuras. É reconhecer que, embora alguém tenha partido, aquilo que essa pessoa despertou em nós — ternura, coragem, riso, memória — permanece vivo.
No fim, o luto é uma prova silenciosa de que tivemos a sorte de amar alguém a ponto de sua ausência mudar nosso mundo. E, pouco a pouco, aprendemos que seguir em frente não é deixar para trás, mas caminhar levando junto — de outro jeito, em outro ritmo, mas com o mesmo amor.
A rodoviaria de toda cidade representa seu cartão postal ou seu dominio de território por direito devido arrolado
The bus station of the entire city is your postcard or your domain territory rightfully due enrolled
La estación de autobuses de toda la ciudad es su tarjeta o su dominio el territorio que legítimamente se debe inscrito
Num território dominado pelo crime a abstração se torna perigosa,... por isso as artes escasseiam, e a produção do homem se torna bruta, sem o fino tecido do belo.
ALMA EM CHAMAS
Carrego dentro de mim um território secreto,
um labirinto que não nasceu do acaso,
mas foi esculpido nas guerras da existência.
Cada curva guarda cicatrizes,
cada sombra revela batalhas.
Quem tenta me decifrar sem profundidade
se perde no eco da própria confusão.
Mas eu não me perco!
Há uma chama que não se apaga,
um amor que pulsa como bússola invisível
e me aponta a direção mesmo na noite mais escura.
Não é fogo comum.
É erupção, é clarão,
é calor que não queima, mas transforma.
Corre em minhas veias como lava viva,
fazendo meu coração bater
num ritmo que o mundo não entende.
Enquanto tantos vagam frios,
perdidos no vazio da própria indiferença,
eu ardo.
Num tempo que rejeita ternura,
numa realidade que tenta me moldar,
eu resisto.
Podem ferir, humilhar, aprisionar,
mas jamais apagarão o incêndio que me move.
Essa chama é imortal.
É farol que rasga a tempestade,
força que me ergue,
alegria que me sustenta.
Eu sigo.
Entre sombras e quedas,
meu passo é firme, minha fé é chama.
Avanço sem recuar.
Porque já compreendi:
a vida só encontra sentido verdadeiro
quando se escolhe amar.
A vida insiste em se mostrar absurda, mas é nesse absurdo que a consciência encontra seu território; e só quem encara o caos sem ilusões descobre a textura nua da existência.
O entre-lugar não é o ponto de partida nem de chegada. É o território da travessia, onde o ser é provado pelas batalhas mais árduas e lapidado pelas pedras mais ásperas do caminho.
“Conquanto protocolarmente Pedro Álvares Cabral tenha chegado ao Brasil em 1500, o território já era habitado por povos indígenas, e há registros e indícios de que outros navegadores, como Vicente Yáñez Pinzón e Pedro Álvares Duarte, possam ter alcançado suas costas antes dele; além disso, mulheres indígenas foram abusadas durante a colonização, tornando o termo ‘hermético’.
Há corações sobreviventes das batalhas da paixão, cuja o amor ainda é um território a ser conquistado.
A mente confusa é como um labirinto sem mapa, um território onde cada passo ecoa em corredores intermináveis. A viagem de uma mente perturbada não conhece fronteiras, não possui destino certo, e se estende além do que a razão consegue alcançar.
Nem mesmo a tecnologia, com toda sua força e precisão, é capaz de decifrar o colapso silencioso que habita dentro de uma mente em tormento. O caos interior não se deixa capturar por algoritmos, não se deixa medir por máquinas. É um universo próprio, feito de sombras e enigmas.
Essa jornada nos lembra de uma verdade dura: diante da vastidão do mundo e da fragilidade da existência, não somos nada além de poeira em movimento. A grandeza que acreditamos possuir se dissolve quando confrontada com a imensidão do desconhecido.
E é justamente nesse reconhecimento da nossa pequenez que surge a possibilidade de paz. Não a paz superficial, mas aquela que nasce da aceitação. Aceitar que não controlamos tudo, que não precisamos vencer todos os labirintos, que o silêncio pode ser mais sábio do que a luta.
Assim, o melhor a fazer é estar em paz — não como fuga, mas como escolha. A paz é o único porto seguro na longa viagem da mente confusa.
O território proibido
É um labirinto de espelhos,
onde cada reflexo engana,
onde cada passo parece liberdade,
mas é apenas prisão disfarçada.
No amor, o território proibido
não se revela em mapas,
mas nas escolhas silenciosas,
nas palavras não ditas,
nos gestos que se perdem no vento.
A solidez pode ser miragem,
a certeza pode ser véu,
e o coração, cego pela vaidade,
se deixa guiar por promessas
que nunca se cumprem.
E então, o pântano se abre:
um chão macio que engole,
um silêncio que grita,
um arrependimento que floresce
como erva daninha no jardim da alma.
Quem não soube valorizar o real,
quem trocou o ouro pelo brilho falso,
descobre tarde demais
que o verdadeiro não retorna,
que o amor, quando ferido,
não se refaz com ilusões.
O território proibido é lição:
um aviso gravado na pele,
um eco que lembra,
que o presente é sempre mais precioso
do que qualquer fuga.
