Ternura
Paz que me trazes
Em mim te guardo.
Olho-te com ternura.
Amo-te como nunca amei ninguém.
Gratidão sempre pela paz que de ti vem.
Nossos caminhos se cruzaram...
Coisas do destino acredito eu.
Agradeço essa força que nos uniu.
Sou tão feliz em poder dizer que tu és meu.
Te guardarei em mim... pra sempre... nosso amor, eu sei, jamais terá fim.
"Renascer"
Ainda bem que minha dor foi removida
Com a ternura de uma flor
Das folhas da tristeza
As pétalas das rosas me salvaram
Das artimanhas da vida sem graça,
A possibilidade foi minha amiga
Fui doença que a poesia curou
Tudo em mim foram possibilidades,
De aprender a ver o mundo com mais Amor
Autora:Simone Lelis
Na beleza de todos os trajetos
na ternura de jamais sermos sozinhos
na confiança que são, todos os passos,
adiante, precisos, e certos ...
o que lhe compreende a confiança de se estar certo?
A vida, tão imprecisa e incerta, mas ela é sem margem à qualquer dúvida: viva, certa... e nela, tudo é "certo"!
Na inocência do toque a ternura das palavras mudas, o desejo brando de aconchegar em um desses cantinhos perfumados do coração.
Virá o dia
Em que a minha poesia
Relembrará com ternura
Nos versos que farei
Dos momentos eternizados
De um grande amor
Que se passado
Jamais acabado
Talvez fosse apenas ternura se eu me negasse a te amar. Quem sabe tenha sido apenas aventura, mas hoje eu preciso e quero lembrar.
Amo-te na harmonia do amor
Quando eu lembro-me de ti.
Logo faço poesias.
Poesias de ternura.
Poesias de um crente
Que chora ardentemente
Com a paixão de sempre
Querer te amar.
AMOR...
Fonte inesgotável de ternura e compreensão.
Fonte de vida ....
que sacia toda sede...
Guiando alma silenciosamente
até sua nascente....
matando toda sede ...
que emana do coração
"A minha outra parte,
Sinto e pressinto ternura.
Basta pensar, sem abraçar.
Ouvir sem escutar,
Beijar sem ao menos saber o gosto de um lábio.
Metades, só se completam, quando a ternura está além de um gesto.
Minha outra cara, é flor.
Meu outro pensamento, é amor!!!"
Teus lábios... Teu olhar de ternura... Tua voz de encanto...Teus toques de segurança...
Por que não me confessas que eis um anjo?
Oh... mulher confessa-me enqanto tens tempo. Pois aviso-lhe que meu controle sobre o encanto por te não estou tendo.
Ah... mulher esqueças quem é. E vem. Vem comigo hábitar o céu que iremos construir enquanto brincamos de pintar a vida.
A dor corta.
Mais fria que o gelo, mais afiada que uma katana.
Não chega com ternura, nem com piedade.
É indesejada como a visita inesperada de um parente distante, aquela que ninguém quer receber.
Ela desnorteia, faz tremer de raiva só por existir,
e, paradoxalmente, agradeço por sua presença profunda.
Não a entendo, nem a expulso.
Mas sinto sua força e sei: ainda estou viva.
A dor é ambígua;
vazia e completa,
forte e frágil,
louca e sã,
eterna e fugaz,
calma e tempestade,
causa e remédio,
amiga e inimiga,
indesejada, porém essencial.
E a ela eu agradeço.
Porque só me levanto após a queda;
como pérolas que nascem da ostra que sofre,
porque só aprendo quando sinto.
A dor não é amiga, mas tampouco inimiga.
É a mestra silenciosa que me ensina a ignorá-la,
e, ao mesmo tempo, a conviver.
e enquanto
eu era errante
pelas incertezas da vida,
lá eu te encontrei.
de ternura demasiada,
e de uma presença
que trazia paz.
ela não tinha pressa,
preferia beijos lentos
olhares estacionados.
com ela, aprendi
a namorar o silêncio.
