Termino de um Amor Proibido
Um dia, tudo vai sumir. Até o céu. Meu planeta se foi. Está morto. Ardeu, como a terra. Só restaram pedras e pó. Antes do tempo.
Jamais me arrependerei de nenhum bem que fiz,
Cada um dá o que tem,
Quem é inteiro jamais se entregará pela metade,
Tudo tem um preço,
O mundo tem seus valores trocados,
Mas, eu escolho não me corromper.
Sou solidez, numa sociedade líquida.
A expressão típica de um começo de amizade seria algo como: "O quê? Você também? Pensei que eu fosse o único."
(Os quatro amores)
Um brinde aos homens que se encantaram por um olhar e não por um decote.
E aplausos para as mulheres que se apaixonaram pelo que eles são e não pelo que eles tem.
Um pedido de perdão
Me perdoa pelas vezes que eu fiz você chorar,
errei na decisão de te abandonar,
sei que te magoei e que não quer voltar.
Sinto falta de quando a gente andava pela praia,
você me olhava de um jeito engraçado,
que me fazia sentir a pessoa mais amada.
Tem horas que o coração não dá para aguentar,
pede apelo para os olhos e começo a chorar,
não passo uma noite sem em você pensar.
Sei que não mereço, mas não posso desistir,
preciso do teu sorriso...
por favor, volta para mim.
Meu coração se alegra em boa companhia
E melhores amigos não terá,
Mas não existe um trem no qual eu não iria,
Aonde quer que ele vá.
Odeio falsidade, mas infelizmente preciso conviver com um monte de parente falso que existe na minha família.
Sabe aquela pessoa que tem um lugar fixo no seu coração? Pra mim, essa pessoa é você, amiga! Uma mulher inspiradora, guerreira, amorosa e muito especial. Sua amizade me faz um bem tão grande, chega a ser difícil descrever com palavras. Obrigada por ser minha grande companheira da vida. Meu amor por você é infinito, amiga!
Não se vá com a chuva
Lembro-me bem da primeira vez que a vi. Estava com um vestido azul florido. Com os cabelos escuros soltos sendo levemente bagunçados pelo vento, e suavemente molhados pela garoa. Andava apressada, acredito que não pelo fato de estar chovendo, pois não me parecia incomodada com os chuviscos. Repentinamente virou-se para o lado esquerdo encontrando meus olhos tão fixamente postos sobre ela. Nossos olhares se cruzaram por instantes que duraram uma vida, acredito que não só para mim. Vagarosamente caminhou em minha direção, sem ao menos desviar o olhar adentrou no restaurante em que me encontrava.Não pude conter-me ao vê-la, senti um sorriso moldar-se em meus lábios finos da forma mais convidativa possível. Ela veio sentar-se comigo. Conversamos durante alguns minutos, ou horas, não sei, o tempo era a última coisa que me vinha à cabeça. Eu estava feliz, não sei o porquê, mas eu estava feliz. Não sei se era o fato de estar ali conversando com alguém que acabara de conhecer, e que de alguma forma fazia-me sentir como conhecidos de longa data. Ou por simplesmente estar apaixonado por esse alguém. Não importava. Eu senti como se a felicidade pulsasse por minhas veias. Era algo mágico. Não conseguindo me controlar mais, fui me aproximando cada vez mais de seu rosto, delicadamente prendi a mecha de cabelo que escondia parcialmente seu rosto atrás da orelha, me aproximei um pouco mais e, desisti.
Aqueles olhos castanhos eram praticamente ilegíveis, não conseguia saber se me convidavam ir mais além ou se me repreendiam. Voltei ao meu lugar inicial, e foi à vez dela, esta não se preocupou em ir pausadamente , diferentemente de mim, ela o fez depressa. Nossos lábios se tocaram e se encaixaram perfeitamente. Foi nesse exato momento em que pude desvendar o enigma. Eu não estava apaixonado, não mesmo. Eu estava amando, da forma mais insana e imprevisível, eu estava amando. Ela afastou-se. E consultou o relógio de pulso, dizendo:
- Eu tenho que ir. Estou atrasada para um compromisso.
Ela levantou-se e virou em direção a saída. Vendo isso, a segurei pelo braço e disse:
- Espera. Ao menos me dê seu telefone, por favor.
Ela me ignorou. Andou em direção a porta sem nada dizer. Num impulso andei atrás dela. Correndo, ela cruzou a porta do restaurante e esta se fechou num estrondo. Quando saí já não chovia mais e não restava mais nada, nem um rastro, nada, a chuva se fora e a levara junto. Olhei para todos os lados em busca dela, nenhum sinal, nada. Abatido, entrei em meu carro e dirigi até o trabalho. Durante algumas noites tive pesadelos. Sonhava que em um momento a tinha em meus braços e no outro ela simplesmente desaparecia.
Mas não resolvi contar essa história para desiludir aqueles que sonham com o para sempre, amor à primeira vista ou coisa assim, mas simplesmente por que hoje eu a vi. Lembrei-me do primeiro dia. Ela avançada pelas ruas, deixando que o vento bagunçasse levemente seus cabelos escuros. Mas a diferença foi que dessa vez ela não andava depressa, e também estava acompanhada. Não podendo mais conter minhas lágrimas, chorei sem disfarçar. Por um instante senti o calor de seu olhar, jamais conseguirei saber se foi delírio meu. Mas por um instante em que a olhava revivi os momentos naquele restaurante, pude ouvir em minha mente o som repetitivo de seus sorrisos, pude sentir o calor de seus lábios novamente, vi todo o amor que em mim ainda não passou, mesmo depois de todos esses anos. Um dia acreditei em para sempre, em amor à primeira vista, mas tive a infelicidade de perdê-lo no mesmo dia.
A felicidade é um estado de espírito. Há uma frase na Bíblia que diz: “escolha neste dia a quem vai servir”. Você tem a liberdade de escolher a felicidade.
Antes de usar sua criatividade para resolver um problema, certifique-se de que está resolvendo o problema certo. Cavar bem no lugar errado é cavar mal.
Você não precisa ser um expert em tudo, mas conhecer onde fica o perímetro desse círculo das coisas que você sabe e não sabe – e manter-se dentro dele – é muito importante.
Não sou nada especial; disso estou certo. Sou um homem comum, com pensamentos comuns e vivi uma vida comum. Não há monumentos dedicados a mim e o meu nome, em breve, será esquecido, mas amei outra pessoa com toda a minha alma e coração e, para mim, isso sempre bastou.
