Termino de um Amor Proibido
O presidente Ikeda afirma que o casamento ideal é quando duas pessoas focalizam um objetivo em comum e caminham juntas para concretizá-lo.
– Não gosta de ser especial um dia?
– Sou especial todos os dias. Este vem com bolo e uma música ruim.
O tempo linear é uma invenção do Ocidente, o tempo não é linear, é um maravilhoso emaranhado onde, a qualquer instante, podem ser escolhidos pontos e inventadas soluções, sem começo nem fim.
Você foi a minha vida Holly, mas eu sou apenas um capítulo da sua, haverá mais eu prometo portanto aqui vai o meu grande conselho: não tenha medo de se apaixonar de novo, fique atenta àquele sinal de que não haverá mais nada igual.
P.S. Eu sempre vou te amar.
(P.S. Eu Te Amo)
Um bom guerreiro não é apenas aquele que não perdeu a coragem numa operação importante, mas também aquele que não se aborrece no ócio, que suporta tudo e que, haja o que houver, consegue prevalecer
semente
No início,
eu queria um instante.
A flor.
Depois,
nem a eternidade me bastava.
E desejava a vertigem
do incêndio partilhado.
O fruto.
Agora,
quero apenas
o que havia antes de haver vida.
A semente.
E de repente, depois de um dia cheio de sorrisos, eu me senti triste.
Volta e meia eu fico assim.
Porque, mesmo que eu tente me enganar, eu sei que falta algo, sabe? Porque sempre que eu me vejo diante de boas novas, eu lembro que não posso correr pra ele e contar como estou feliz.
Então bate o tal desânimo e eu tento pensar em outras coisas, e por um certo momento eu até consigo esquecer...
Mas o problema é que as coisas boas me fazem lembrar novamente. Lembrar de como ele ficaria feliz em saber e me presentearia com um sorriso lindo.
E as coisas tristes me lembram mais ainda, porque eu penso em como ele me abraçava e fazia tudo parecer bem.
Então eu respiro fundo e continuo sorrindo e mentindo pra mim mesma, fingindo que acredito que meus dias podem ser melhores sem ele.
Dizem que um dia vou mentir tão bem, que vou conseguir acreditar.
Então eu bloqueio os pensamentos, e sigo...fingindo que esqueci que ele ainda me mata dessa saudade sem fim...
[K]
Nada como se deliciar com um café
a beira de uma janela ou varanda
Degustar os sabores da vida,
Recheados com uma nova esperança...
O homem pretende ser imortal e para isso defende princípios efêmeros. Um dia, inexoravelmente, descobrirá que para ser imortal deverá defender princípios absolutos.
Neste dia, morrerá para a carne, efêmera, e viverá para o espírito, eterno. Será imortal
era uma vez uma menininha..
que acreditava em contos de fada. Um dia ela era chapeuzinho verмelho, chegou a conhecer o lobo mau de perto. Outro dia, ela era uma sereia pequena. Uma vez, pensou até que tinha encontrado o príncipe encantado! Mas aí fizeram ela achar que era o patinho feio. e ela deixou de acreditar em contos de fada! O tempo foi passando, mas a história não terminou por aí. Um dia ala encontrou a fada madrinha, que mostrou para ela que a fantasia pode virar realidade! e ela passou a acreditar nela mesma. Hoje, um dia ela é a gata borralheira, a branca de neve, rapunzel.. Você pode ser o que quiser!
Quem trai a confiança de um amigo por uma mulher não merece ser chamado de amigo, mais sim de estranho.
METAVERSO DAS MÁSCARAS E DOS NOMES.
No princípio era o signo.
Um círculo.
Uma seta.
Uma cruz.
Símbolos gravados como selos antigos
na pedra fria da biologia.
Mas eis que a era digital abriu
não o ventre da matéria,
mas o espelho do infinito.
No metaverso, cada consciência
modela a própria silhueta
como quem esculpe névoa.
Ali, o corpo é código.
O nome é escolha.
O gênero é avatar.
Multiplicam-se ícones como constelações
num céu sem astronomia fixa.
Agender.
Andrógino.
Fluido.
Não binário.
Cada palavra, uma tentativa
de domesticar o indizível.
O humano, cansado da carne,
experimenta ser linguagem.
E a linguagem, fatigada de limites,
experimenta ser cosmos.
Não se trata apenas de sexo,
mas de identidade expandida
num espaço onde a matéria
já não impõe suas fronteiras.
No metaverso, a ontologia dissolve-se
em pixels que respiram.
E o eu fragmenta-se
em múltiplas possibilidades
como um espelho partido
que ainda reflete o mesmo olhar.
Pergunto então.
Somos aquilo que o corpo afirma
ou aquilo que a consciência reivindica?
Entre o cromossomo e o desejo
há um abismo sutil
onde a modernidade acendeu
suas lâmpadas artificiais.
Cada símbolo é um pedido.
Cada avatar, uma confissão silenciosa.
Talvez o metaverso não seja fuga,
mas laboratório.
Lugar onde o homem ensaia
ser mais do que herdou.
Ou talvez seja apenas
a mais sofisticada máscara
de uma inquietação antiga.
Porque, antes do código e da tela,
já havia no coração humano
a mesma pergunta ardente.
Quem sou eu?
E enquanto houver essa pergunta,
haverá mundos virtuais,
novos nomes,
novas formas,
e a eterna tentativa
de tocar o próprio ser
sem medo do espelho.
