Termino de um Amor Proibido
Ele sabe, o jeito de agradar
Um sorriso brincando no olhar
Me fascina com seu jeito de ser
Ele é tudo enfim que eu preciso ter...
Ele passa, e o tempo faz parar
Quando fala é música no ar
Me conquista, querendo não querer
Ele é tudo, enfim, que eu preciso ter...
Ele é tudo que faz bem ao coração
Ele sabe que brinca nos meus sonhos...
Ele sabe que estou em suas mãos
Ele é tudo que faz bem ao coração...
Não espere de mim ser apunhalado pelas costas, tenho um defeito enorme, só consigo fazer algo olhando nos olhos.
Ás vezes da vontade de fugir, encher nossa mochila de mudas de vontade e partir. Partir para um lugar onde sonhos possam se tornar realidade, aquele lugar ao longe onde o céu da esperança é sempre tão azul e a maré do costume não pode nos molhar. Lá mesmo onde as chances que foram jogadas no lixo são recicladas e o Sr.Medo não passa de um anão que sempre apanha para um tal negão chamado coragem...
Eu sou um homem muito simples. Não preciso de muito para me sentir satisfeito. Desde que eu tenha um teto sobre minha cabeça, uma TV, alguns discos, dinheiro suficiente para sair e encher a cara e botar umas tetinhas na minha boca, estou plenamente feliz.
A vida é como um livro, cada dia uma página nova, cada hora uma vírgula.
Mas nem o lápis pode escrever o futuro e nem a borracha apagar o
passado. E chega uma hora em que Deus nos tira o lápis e escreve ''FIM''.
Por esse motivo, aproveite bem hoje, pois cada momento é único, o
passado não voltará e o futuro pode não chegar. Não desperdice tempo com
mágoas e brigas. Busque a felicidade e seja simplesmente feliz!
Acima das lágrimas e das provas, que tantas vezes atravessam nossos
caminhos, reina um Deus, mostrando que o impossível é aquilo que nunca foi
tentado.
Deus diz: "Eu estou contigo onde estiver."
Creia nisso e faça o possível, porque o impossível Deus fará por você.
Porque Deus escolhe as melhores estrelas para no céu brilhar, Maicon foi
uma delas, que brilhou muito em nosso meio e permanecerá brilhando pra sempre!
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..." "ou jogá-las na cabeça de quem as colocou ali!"
Personalidade que incomoda,felicidade que se esbanja
Viva e deixe viver é a pedra fundamental da minha vida. Eu sou essencialmente um anarquista – não dá pra se confiar em pessoas, sabia? Se você desse para todos do mundo a mesma quantidade de dinheiro amanhã, em duas semanas alguém em algum lugar estaria com a maioria desse dinheiro.
Concorrência é como um jogo de tênis. Não tem contato físico. Não podemos impedir que ela crie jogadas e produza. Temos que ser eficientes em nosso próprio território.
!!Fui prisioneira de um sedutor
Mafioso cortejador
Que me fez chorar ..que me fez sorrir
Doce fagulhas de amor!!
Boa noite!
Muitas das vezes sorrimos, mais lá dentro de nós carregamos uma tristeza, um problema que não condizem, com o sofrimento que estamos passando. Não permita que esse desespero seja maior do que nosso Redentor. Eu não sei exatamente o que se passa com você, mais queria deixar uma palavra para você está noite.Tudo posso naquele que me fortalece. Filipenses 4:13. Para Deus não existe problema difícil nem causa impossível. Ele irá mudar a tua história e todos irão ver, que é grande a promessa, o segredo e o mistério de Deus na sua vida. Que todos tenhamos uma noite iluminada e abençoada.
É evidente que o homem, muito mais que a abelha ou outro animal gregário é um animal social. O homem é o único entre os animais que tem o dom da fala. Na verdade, a simples voz pode indicar a dor e o prazer, e outros animais a possuem, mas a fala tem a finalidade de indicar o conveniente e o nocivo, e portanto também o justo e o injusto.
O que os olhos não vêem
Havia uma vez um rei
num reino muito distante,
que vivia em seu palácio
com toda a corte reinante.
Reinar pra ele era fácil,
ele gostava bastante.
Mas um dia, coisa estranha!
Como foi que aconteceu?
Com tristeza do seu povo
nosso rei adoeceu.
De uma doença esquisita,
toda gente, muito aflita,
de repente percebeu...
Pessoas grandes e fortes
o rei enxergava bem.
Mas se fossem pequeninas,
e se falassem baixinho,
o rei não via ninguém.
Por isso, seus funcionários
tinham de ser escolhidos
entre os grandes e falantes,
sempre muito bem nutridos.
Que tivessem muita força,
e que fossem bem nascidos.
E assim, quem fosse pequeno,
da voz fraca, mal vestido,
não conseguia ser visto.
E nunca, nunca era ouvido.
O rei não fazia nada
contra tal situação;
pois nem mesmo acreditava
nessa modificação.
E se não via os pequenos
e sua voz não escutava,
por mais que eles reclamassem
o rei nem mesmo notava.
E o pior é que a doença
num instante se espalhou.
Quem vivia junto ao rei
logo a doença pegou.
E os ministros e os soldados,
funcionários e agregados,
toda essa gente cegou.
De uma cegueira terrível,
que até parecia incrível
de um vivente acreditar,
que os mesmos olhos que viam
pessoas grandes e fortes,
as pessoas pequeninas
não podiam enxergar.
E se, no meio do povo,
nascia algum grandalhão,
era logo convidado
para ser o assistente
de algum grande figurão.
Ou senão, pra ter patente
de tenente ou capitão.
E logo que ele chegava,
no palácio se instalava;
e a doença, bem depressa,
no tal grandalhão pegava.
Todas aquelas pessoas,
com quem ele convivia,
que ele tão bem enxergava,
cuja voz tão bem ouvia,
como num encantamento,
ele agora não tomava
o menor conhecimento...
Seria até engraçado
se não fosse muito triste;
como tanta coisa estranha
que por esse mundo existe.
E o povo foi desprezado,
pouco a pouco, lentamente.
Enquanto que próprio rei
vivia muito contente;
pois o que os olhos não vêem,
nosso coração não sente.
E o povo foi percebendo
que estava sendo esquecido;
que trabalhava bastante,
mas que nunca era atendido;
que por mais que se esforçasse
não era reconhecido.
Cada pessoa do povo
foi chegando á convicção,
que eles mesmos é que tinham
que encontrar a solução
pra terminar a tragédia.
Pois quem monta na garupa
não pega nunca na rédea!
Eles então se juntaram,
Discutiram, pelejaram,
E chegaram à conclusão
Que, se a voz de um era fraca,
Juntando as vozes de todos
Mais parecia um trovão.
E se todos, tão pequenos,
Fizessem pernas de pau,
Então ficariam grandes,
E no palácio real
Seriam logo avistados,
Ouviriam os seus brados,
Seria como um sinal.
E todos juntos, unidos,
fazendo muito alarido
seguiram pra capital.
Agora, todos bem altos
nas suas pernas de pau.
Enquanto isso, nosso rei
continuava contente.
Pois o que os olhos não vêem
nosso coração não sente...
Mas de repente, que coisa!
Que ruído tão possante!
Uma voz tão alta assim
só pode ser um gigante!
- Vamos olhar na muralha.
- Ai, São Sinfrônio, me valha
neste momento terrível!
Que coisa tão grande é esta
que parece uma floresta?
Mas que multidão incrível!
E os barões e os cavaleiros,
ministros e camareiros,
damas, valetes e o rei
tremiam como geléia,
daquela grande assembléia,
como eu nunca imaginei!
E os grandões, antes tão fortes,
que pareciam suportes
da própria casa real;
agora tinham xiliques
e cheios de tremeliques
fugiam da capital.
O povo estava espantado
pois nunca tinha pensado
em causar tal confusão,
só queriam ser ouvidos,
ser vistos e recebidos
sem maior complicação.
E agora os nobres fugiam,
apavorados corriam
de medo daquela gente.
E o rei corria na frente,
dizendo que desistia
de seus poderes reais.
Se governar era aquilo
ele não queria mais!
Eu vou parar por aqui
a história a que estou contando.
O que se seguiu depois
cada um vá inventando.
Se apareceu novo rei
ou se o povo está mandando,
na verdade não faz mal.
Que todos naquele reino
guardam muito bem guardadas
as suas pernas de pau.
Pois temem que seu governo
possa cegar de repente.
E eles sabem muito bem
que quando os olhos não vêem
nosso coração não sente.
Um homem pode imaginar coisas que são falsas, mas ele pode somente compreender coisas que são verdadeiras, pois se as coisas forem falsas, a noção delas não é compreensível.
Em um país em que os jovens não sabem quem foi Enéas Carneiro,mas aplaudem Inês Brasil,eu espero mais nada!
Se homens maus se juntam, os bons precisam se associar. Do contrário cairão um a um, sacrificados impiedosamente em uma luta desprezível.
