Termino de um Amor Proibido
Um dia eu te disse que nunca vou deixar de amar você,
Mesmo que um dia você nunca venha me amar.
Um dia eu te disse que nunca vou deixar de ser seu,
Mesmo que você resolva nunca mais ser minha.
Um dia eu sentir sua boca à beijar,
Mesmo que ela nunca tenha beijado os meus lábios.
Um dia eu sentir suas mãos no meu corpo,
Mesmo sabendo que só minha alma foi tocada.
Um dia estive olhando nos teus olhos,
Mesmo nunca ter visto esse brilho
que só existe quando estou com você.
Um dia você tremeu de prazer.
Mesmo não ouvindo você chamar o meu nome.
Todos os dias eu sou seu,
Todos os dias você será amada...
Todos os dias sinto sua boca.
Todos os dias sinto o seu toque
Todos os dias olho nos seus olhos
Todos os dias me proporciona prazer.
Todos os dias você me faz feliz.
Nunca vou acostumar a não ter você.
Na curva de seus olhos
existe uma
galáxia
Em
mim
reside
um
buraco negro.
Será egoísmo
querer lhe consumir
por
inteira?
Um dia tudo muda, seja os pensamentos, as atitudes, ou qualquer outro detalhe bobo. É o seguimento da vida! *Transformação*. O intrigante e inaceitável é que nem sempre essas transformações mudam pra melhor. Um dia eu imaginei que a solidão era uma virtude, e acreditei tanto que mudei pra pior. Jamais pensei que os amigos são de fundamental importância na interação social e na formação da integridade pessoal de alguem. Incrivelmente como eu estive errada. Uma vida sem amigos é ébria e insignificante. Bom mesmo é sentir a companhia calorosa daqueles que nos fazem feliz, assim os momentos simples tornam-se explendorosos e marcantes.
Agradeço aos poucos amigos que tenho, reconheço que as vossas companhias me tornam a cada dia melhor. Muito obrigada por estarem ao meu lado.
O que o ser humano realmente precisa não é um estado livre de tensões, mas antes a busca e a luta por um objetivo que valha a pena, uma tarefa escolhida livremente. O que ela necessita não é descarga de tensão a qualquer custo, mas antes o desafio de um sentido em potencial à espera de seu cumprimento.
Somos loucos vivendo por viver ,amando por amar e a cada dia mentindo pra nós mesmos em busca de um final feliz e um sentido pra vida, um sentido para levantarmos todas as manhãs
Loucos com a mais poderosa arma na mão "A MENTE" e sem nem se quer compreende-la
Criminosos fogem, pessoas saem feridas. É parte do trabalho.
Mas se não se permitir um descanso, não será útil para ninguém. Porque estará morto.
Esta bela estrutura, a terra, me parece um promontório estéril; este magnífico dossel, o ar, vede este esplêndido firmamento suspenso, este majestoso teto trabalhado com um fogo de ouro, apenas me parece uma repulsiva e pestilenta congregação de vapores… Que obra de arte é um homem, que nobre na razão, que infinito nas faculdades, na expressão e nos movimentos, que determinado e admirável nas ações; que parecido a um anjo de inteligência, que semelhante a um deus! A beleza do mundo; a flor dos animais; e contudo, para mim, que é esta quintessência do pó?
Estranhamente, ouvi esta passagem citada como uma passagem pessimista. Talvez seja a passagem mais otimista em toda a literatura humana. É a expressão absoluta do fato essencial da fé de Hamlet; sua fé de que, embora ele não possa ver que o mundo é bom, ele certamente é bom; sua fé de que, embora não consiga ver o homem como a imagem de Deus, ainda assim é certamente a imagem de Deus. O homem moderno, assim como a concepção moderna sobre Hamlet, acredita apenas em estados de ânimo. Mas o Hamlet real, como a Igreja Católica, acredita na razão. Muitos bons otimistas louvaram o homem quando sentiram que o homem era louvável. Só Hamlet louvou o homem quando sentia vontade de chutá-lo como a um macaco. Muitos poetas, como Shelley e Whitman, foram otimistas quando se sentiram otimistas. Só Shakespeare foi otimista quando se sentiu pessimista. Isto é a definição de uma fé. Fé é aquilo capaz de sobreviver a um estado de ânimo. E Hamlet tem isso do início ao fim. Cedo ele protesta contra uma lei que reconhece: "Oh, não tivesse o Eterno posto a sua lei contra o suicídio!" Antes do fim, declara que de nossa desastrada conduta será feita alguma coisa, "por mais que nós lhe demos a demão de início".
Eu queria movimento e não um curso calmo de existência. Queria excitação e perigo e a oportunidade
de sacrificar-me por meu amor. Sentia em mim uma superabundância de energia que não encontrava
escoadouro em nossa vida tranquila.
Ele sabe, o jeito de agradar
Um sorriso brincando no olhar
Me fascina com seu jeito de ser
Ele é tudo enfim que eu preciso ter...
Ele passa, e o tempo faz parar
Quando fala é música no ar
Me conquista, querendo não querer
Ele é tudo, enfim, que eu preciso ter...
Ele é tudo que faz bem ao coração
Ele sabe que brinca nos meus sonhos...
Ele sabe que estou em suas mãos
Ele é tudo que faz bem ao coração...
A mente humana tem um mecanismo primitivo de autodefesa que nega qualquer realidade estressante demais para o cérebro. É o que chamamos de negação.
O demônio é um mentiroso. Ele vai mentir para nos confundir. Ele também vai misturar mentiras com a verdade para nos atacar.
O que os olhos não vêem
Havia uma vez um rei
num reino muito distante,
que vivia em seu palácio
com toda a corte reinante.
Reinar pra ele era fácil,
ele gostava bastante.
Mas um dia, coisa estranha!
Como foi que aconteceu?
Com tristeza do seu povo
nosso rei adoeceu.
De uma doença esquisita,
toda gente, muito aflita,
de repente percebeu...
Pessoas grandes e fortes
o rei enxergava bem.
Mas se fossem pequeninas,
e se falassem baixinho,
o rei não via ninguém.
Por isso, seus funcionários
tinham de ser escolhidos
entre os grandes e falantes,
sempre muito bem nutridos.
Que tivessem muita força,
e que fossem bem nascidos.
E assim, quem fosse pequeno,
da voz fraca, mal vestido,
não conseguia ser visto.
E nunca, nunca era ouvido.
O rei não fazia nada
contra tal situação;
pois nem mesmo acreditava
nessa modificação.
E se não via os pequenos
e sua voz não escutava,
por mais que eles reclamassem
o rei nem mesmo notava.
E o pior é que a doença
num instante se espalhou.
Quem vivia junto ao rei
logo a doença pegou.
E os ministros e os soldados,
funcionários e agregados,
toda essa gente cegou.
De uma cegueira terrível,
que até parecia incrível
de um vivente acreditar,
que os mesmos olhos que viam
pessoas grandes e fortes,
as pessoas pequeninas
não podiam enxergar.
E se, no meio do povo,
nascia algum grandalhão,
era logo convidado
para ser o assistente
de algum grande figurão.
Ou senão, pra ter patente
de tenente ou capitão.
E logo que ele chegava,
no palácio se instalava;
e a doença, bem depressa,
no tal grandalhão pegava.
Todas aquelas pessoas,
com quem ele convivia,
que ele tão bem enxergava,
cuja voz tão bem ouvia,
como num encantamento,
ele agora não tomava
o menor conhecimento...
Seria até engraçado
se não fosse muito triste;
como tanta coisa estranha
que por esse mundo existe.
E o povo foi desprezado,
pouco a pouco, lentamente.
Enquanto que próprio rei
vivia muito contente;
pois o que os olhos não vêem,
nosso coração não sente.
E o povo foi percebendo
que estava sendo esquecido;
que trabalhava bastante,
mas que nunca era atendido;
que por mais que se esforçasse
não era reconhecido.
Cada pessoa do povo
foi chegando á convicção,
que eles mesmos é que tinham
que encontrar a solução
pra terminar a tragédia.
Pois quem monta na garupa
não pega nunca na rédea!
Eles então se juntaram,
Discutiram, pelejaram,
E chegaram à conclusão
Que, se a voz de um era fraca,
Juntando as vozes de todos
Mais parecia um trovão.
E se todos, tão pequenos,
Fizessem pernas de pau,
Então ficariam grandes,
E no palácio real
Seriam logo avistados,
Ouviriam os seus brados,
Seria como um sinal.
E todos juntos, unidos,
fazendo muito alarido
seguiram pra capital.
Agora, todos bem altos
nas suas pernas de pau.
Enquanto isso, nosso rei
continuava contente.
Pois o que os olhos não vêem
nosso coração não sente...
Mas de repente, que coisa!
Que ruído tão possante!
Uma voz tão alta assim
só pode ser um gigante!
- Vamos olhar na muralha.
- Ai, São Sinfrônio, me valha
neste momento terrível!
Que coisa tão grande é esta
que parece uma floresta?
Mas que multidão incrível!
E os barões e os cavaleiros,
ministros e camareiros,
damas, valetes e o rei
tremiam como geléia,
daquela grande assembléia,
como eu nunca imaginei!
E os grandões, antes tão fortes,
que pareciam suportes
da própria casa real;
agora tinham xiliques
e cheios de tremeliques
fugiam da capital.
O povo estava espantado
pois nunca tinha pensado
em causar tal confusão,
só queriam ser ouvidos,
ser vistos e recebidos
sem maior complicação.
E agora os nobres fugiam,
apavorados corriam
de medo daquela gente.
E o rei corria na frente,
dizendo que desistia
de seus poderes reais.
Se governar era aquilo
ele não queria mais!
Eu vou parar por aqui
a história a que estou contando.
O que se seguiu depois
cada um vá inventando.
Se apareceu novo rei
ou se o povo está mandando,
na verdade não faz mal.
Que todos naquele reino
guardam muito bem guardadas
as suas pernas de pau.
Pois temem que seu governo
possa cegar de repente.
E eles sabem muito bem
que quando os olhos não vêem
nosso coração não sente.
Não espere de mim ser apunhalado pelas costas, tenho um defeito enorme, só consigo fazer algo olhando nos olhos.
