Termino de um Amor Proibido
Que o fato de eu ter passado os últimos dez meses considerando seriamente essa proposta seja um testemunho de como eu amo desesperadamente esse cara.
Lanternas japonesas são um símbolo de deixar o passado para trás. Bem, novidade: Não somos japoneses.
O que conta para fazer um casamento feliz não é tanto quanto você é compatível, mas como você lida com a incompatibilidade.
Eu vejo-me como um ser humano sensível e inteligente, mas com um coração de palhaço que me obriga a estragar tudo nos momentos mais importantes.
Diante dos problemas, falhas e erros você aprende a amadurecer na marra. A vida é assim, um pouco bruta, mas mesmo assim você tem que erguer a cabeça e ser feliz, pois uma hora a tempestade passa e tudo se encaixa novamente.
Nós estamos piorando cada vez mais e eu considero o ser humano um caso perdido. E falo isto com a mágoa de quem queria ser um santo. O único ideal que eu teria na vida, se fosse possível realizá-lo, era ser um santo. Eu queria ser um sujeito bom. A única coisa que eu admiro é o bom, fora disto não admiro mais nada.
Se você pular em um buraco negro, a sua energia de massa vai retornar para o nosso universo, mas num formato distorcido que contém a informação sobre qual era sua aparência, mas em um estado no qual não pode ser reconhecido facilmente. É como queimar uma enciclopédia. A informação não se perde, se você mantiver a fumaça e as cinzas. Mas é difícil de ler.
A inovação sempre significa um risco. Qualquer atividade econômica é de alto risco e não inovar é muito mais arriscado do que construir o futuro.
Às vezes os ventos de tempestade sopram com tanta força que um homem não tem alternativa exceto guardar as velas.
O Sol é como uma mulher, quando
beijamos seus lábios quentes ela
deixa um pouco de cor por toda parte.
Feliz aniversário! Deus fez cada um com um jeito especial, mas você Ele criou para representar o seu grandioso amor à criação. Parabéns!
Não quero amar mais ninguém, prefiro me considerar um psicopata e usar as pessoas a beneficio próprio... dói menos!
“Não há um modelo a ser seguido para alcançar a felicidade. Existe a felicidade das crianças, que brincam esquecidas de si mesmas, ou dos apaixonados. Tudo isso é muito bonito. Mas, nesse sentido, realização não é felicidade. É estar em harmonia com a grandeza, mas também com o sofrimento e com a morte. Isso possibilita um reconhecimento profundo, dá peso e serenidade. É algo bem tranqüilo. É a felicidade como conquista. E não tem a ver com ficar esquecido. Tem a ver com a força interior.
