Término de namoro
Eu já sofri com o término de um relacionamento, quis morrer,me acabei de tanto chorar, fui infantil nas minhas atitudes, falei besteira, disse coisas que me arrependo e outras que nem me lembro. Hoje, mais madura, vejo que isso tudo foram bobagens, pois não há nada melhor do que a vida e nada é tão precioso quanto ela.
A parte mais difícil,em um término de relacionamento,é sair apagando "FOTOS,DEPOIMENTOS,MENSAGENS,HISTÓRICO DE CHAMADAS" ETC...
QUER EVITAR ISSO QUE FOI DITO ACIMA?
Valoriza tua companheira.
Valoriza teu companheiro.
Não tem coisa melhor,do que ver a paz,união independente das brigas e chatices, Não jogue fora as oportunidades depois das brigas,um abraço apertado,um passeio,um filme,um desenho pra esfriar os ânimos, Não se deixe levar por conversas,sempre terá pessoas com inveja e pensamentos ruins,querendo o mal!!
PRECISA-SE DE COMPATIBILIDADE
Dentre inúmeras questões que permeia o término de um relacionamento a incompatibilidade ganha um grande destaque..
Quando o que era compatível perde suas qualidades nos sentimos esmagados por um fardo difícil de se carregar e ninguém consegue suportá-lo por muito tempo..
Por que algumas promessas estão sendo dissipadas? Porque quando não existe reciprocidade o relacionamento se torna insustentável..
Basicamente a incompatibilidade agrega nostalgia com uma futurística percepção de um fim iminente..
Termino este pensamento com a ratificação de Amós 3.3
Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?
É praticamente nula a possibilidade de ser feliz no amor se, ao término de um relacionamento, não tomar para si uma espécie de intervalo.
Ao término de um relacionamento não existem culpados, mas pessoas que optaram por outros caminhos.
Engraçado a preocupação sobre quem terminou com quem e qual foi o motivo. Relacionamentos não terminam da noite para o dia, mas desfazem-se aos poucos, esfarelam-se gradualmente por vários motivos.
A culpa não é do zap, da “outra”, do “outro”, do futebol, da cerveja ou do excesso de trabalho, a culpa não é de ninguém, simplesmente acontece.
Quando o relacionamento não é cuidado diariamente, os interesses em comum diminuem, e o afastamento caminha até virar abismo.
Relacionamentos precisam de carinho, cuidado, companheirismo em doses homeopáticas e de forma recíproca.
Exige disposição, doação, entrega e principalmente amor
Assim percebemos que o outro, com todas as suas imperfeições, pode sim ser de um jeito que nos faz feliz.
Às vezes, ganhar uma discussão pode nos custar o término de um relacionamento. Por essas e outras sigo o grande ditado da minha mãe: Entre ser feliz e ter razão, eu prefiro ser feliz.
União Além do Término
O término de um relacionamento marital deve ser visto apenas como o fim de compartilhar a mesma cama, pois a vida é um rio que flui sem parar. Se, após viver a mais profunda intimidade, não resta nem a amizade, nada aprendemos com esses irmãos de jornada, e não houve verdadeira evolução.
Moro com meu ex-companheiro, e juntos somos parceiros no voluntariado. O pai dos meus filhos vive no mesmo condomínio. Toda semana, nos reunimos para um almoço que é mais do que uma refeição: é um encontro de almas. Ex-cônjuges, filhos e netos, todos juntos para saber como estamos, quem precisa de algo, quem necessita de apoio. Na jornada da vida, cada ciclo é uma adição ao nosso ser, e a continuidade é a chave para evoluirmos e prosperarmos juntos. Somos mais que uma família; somos uma fraternidade impulsionada por um amor verdadeiro e sem máscaras, um amor que transcende as barreiras do tempo e do espaço.
Meu ex-marido, que agora apresento à sociedade como meu irmão, e eu temos o hábito de, uma vez por semana, tomar café da manhã com a minha mãe, que agora também é mãe dele. Nos auxiliamos mutuamente e compartilhamos momentos de qualidade, com conversas maduras e construtivas. Realizamos viagens e diversos tipos de lazer juntos. Somos um por todos e todos por um.
Lembre-se dos motivos do término: Se o relacionamento terminou por razões específicas, lembre-se delas para evitar idealizar a pessoa e o passado.
Após o término do relacionamento, inferniza a família, passa semanas chorando, fica em depressão e quando arruma outro(a) diz que foi livramento.
Meninas, mulheres, terminem esse namoro! Terminem! Terminem! Coragem! A não ser que ele te ame, que você seja respeitada e se sinta verdadeiramente (e não aparentemente, socialmente, financeiramente, "redesocialmente") completa e feliz, termine esse namoro! Certifique-se que esse relacionamento não está sendo mantido por pura insistência sua. Não seja boba, você é a única responsável por suas escolhas.
Um dia um amigo meu me disse que o mal do mundo são as mulheres mal amadas, achei engraçado na hora e confesso, que embora a frase machista, no fundo, ela estava de acordo com tudo que eu penso a respeito da falta de amor próprio das mulheres, salvo as exceções. Por que não seriam os mal amados o mal do mundo? Já perceberam que homem mal amado leva sua condição de uma forma mais leve? Homem, em sua maioria, consegue ser feliz mesmo solteiro e quando o melhor amigo começa a namorar a mulher dos sonhos, ele se diverte. Homem, em sua maioria, mesmo que no fundo queira ser pai, se alegra de verdade quando o amigo se torna um, não sente inveja, talvez sinta uma vontade maior ainda de ser, mas inveja não. Mesmo aquele amigo encalhado eterno é capaz de comemorar verdadeiramente o casamento do amigo. Agora, sejamos sinceras, torno a falar, salvo as exceções, mulher consegue ficar verdadeiramente feliz quando está sendo enrolada há anos pelo namorado e a outra está planejando um casamento? Ah pare! A maioria não consegue ao menos disfarçar. Se tornam mal amadas, amarguradas, ou se tornam frias. Têm muitas mulheres por aí que amam falar contra o casamento, contra filhos, mas pura fachada, somente para que sua situação não fique mais feia do que parece. Não cola, tá na cara que é frustração. Que triste, de onde veio essa amargura? A culpa é de quem? Do cara que te enrola, que não te respeita, que não é sincero, que trai e depois promete mil coisas para voltar? Ah não, não é mesmo! A culpa é sua mulher! Deus te deu a vida, te deu esse dom maravilhoso de ser mulher, esse ser que em sua essência é encantador, você tem todo poder em suas mãos. Mas sabe o que você faz com essa dádiva? Você a limita. Você pega a sua felicidade e a idealiza, você pega seu amor próprio e o entrega nas mãos daquele otario! Ele passa a possuir seu corpo, sua alma, seus planos, sua felicidade, ele passa a ser seu tudo! Deus que me livre!
Acorda vai, há tempo ainda, termina esse namoro! Se dê a chance de um recomeço, sei lá, talvez até vocês fiquem juntos, mas dê a chance de ele te ver como alguém independente, alguém que têm seus valores, seus amores, alguém que sabe muito bem ser feliz sem depender dele! Homem ama isso, ficam loucos, admirados! Certamente também gostam da mulher que está alí todo tempo, suportando seu desrespeito, fazendo escândalo com a amante, fazendo joguinhos eternos que demostram claramente pra ele e para o mundo inteiro o quanto é dependente daquela relação de migalhas. Tal relação é cômoda para qualquer Zé mané, mas ele não a admira querida, ele não é apaixonado por você, está com você por segurança, comodismo, dificilmente homens vão terminar uma relação assim, deve ser muito bom ter a vida de outra pessoa a sua inteira disposição, isso infla o ego deles. Se ele estivesse feliz não te traia, ah mas as mulheres são biscates! Hahahahah , é o que a gente mais ouve por aí! Não, não culpe as outras, se ele procurou ela, certamente é porque ela deve ter algo mais interessante e autêntico que você, seja por alguns minutos. Quem lhe deve fidelidade é ele, não se esqueça. E não adianta fechar o cerco, querer sem quem não é as vezes para tentar ser a super mulher, não se venda, não seja outra pessoa, abra os olhos por favor! Talvez funcione por certo tempo, mas esse seu esforço todo não há de ser recompensado, sinto informar. A cada esforço seu, cada minuto que você dedica somente a ele e não a você e sua vida, ele tem mais certeza que você é uma tonta dele. Não adianta meninas, querer fazer joguinhos, tentar seduzir de uma forma que não é naturalmente sua, não adianta podar o cara, impedir que ele viva, que ele tenha a liberdade dele de escolha. Nada disso vai resolver seu problema. Então, reflita e reze. Isso, reze a Deus para que você encontre seu amor próprio. O dia que você encontrar, ah ai sim, será verdadeiramente feliz, e as chances de encontrar o cara certo, que irá admirar verdadeiramente você, serão reais! E mesmo que não encontre, você terá a dignidade de conseguir se alegrar com o casamento de sua amiga! Ufa já é um grande avanço não!? Você entenderá que você é a pessoa mais importante da sua vida, você verá valor na vida, nos amigos, você será livre! Saia dessa minha cara, termine esse namoro, ainda está em tempo!
Mas então sua voz se calou, se dissipou em meus pensamentos e voou, voou para onde meu coração não podia te encontrar. E logo tudo o que restara de ti também decidira ir se encontrar em outro amar.
Segui também o meu caminho, deixei-me ser guiada pelas estrelas, atravessei mares, atravessei rios, mas foram os velhos ventos ao norte que me levaram ao único lugar em que poderia estar: Longe de ti, ainda aprendendo como voltar a amar.
O que era para ser eterno acabou durando muito menos do que a gente esperava. O que era amor acabou se transformando em ódio e rancor. O que era amizade e cumplicidade acabou se transformando em antipatia. É triste quando a relação termina assim, eu não gostaria que fosse dessa forma. Mas espero que um dia a gente volte a ser feliz e consiga se lembrar com carinho dos momentos que passamos juntos!
Faltou bailar...
Não sei maneira tal de esquecer
O fim de nossa inesperada história
Naturalmente, qual uma semente
Brotou em meio a iguais desigualdades
Parei de contar as noites passadas juntos
Quando mil e uma já haviam corridas
Lembra da cicatriz em sua perna?
Do cinema, teatro, shows, da taberna?
Lembra das pintinhas espalhadas
Do rosto aos joelhos e suas eram?
Sei-lhes a forma e contei cada uma
E assim, sem pressa, te descortinei
Eram simples e longas as cartas
Que de punho próprio dediquei-lhe
Você, íntima das falas virtuais
Mas, não sequer me veio uma de ti
Isso nunca me incomodou de verdade
Era sua vida dividida entre o presente
E a luta para esquecer o passado
E no vão das coisas, seguias caminhando
Só não me perdoo por não tê-la dito
Que na valia do amor meu, marcante
Seria tirá-la para dançar nossa canção
Que ainda hoje, ecoa, sem fim, no salão
"Términos são como portas se abrindo com o vento: Podem ser um espaço para a luz do sol, ou a tristeza de ver a tempestade chegar."
Eu me permiti acreditar que daremos certo novamente.
Partindo de uma nova perspectiva, onde os relacionamentos, ainda que findados, preservam a sua beleza nos bons momentos, nas boas experiências, te dei uma chance de me fazer feliz mais uma vez.
E é justamente por isso que estou dando uma nova chance ao nosso velho amor. Um novo recomeço para uma velha história.
Depois que a gente se afoga, fica com medo de colocar os pés na água. Requer tempo até que a gente se permita chegar à beira do rio, molhar os dedos e depois mergulhar. Mergulhar como se a lembrança do sufoco fosse apenas um devaneio, como se a falta de ar que corrói nosso peito fosse apenas uma fantasia. Com o tempo, a gente se entrega, mergulha e se afoga de novo.
Com a gente não poderia ser diferente. Me afoguei nesse amor que me transbordou e hoje rondo a beira da praia, ansiando por reviver novamente a sensação de perigo que as paixões avassaladoras trazem.
Como pessoa que carrega em si a intensidade de um tornado, tento passar pela borda sem molhar os pés, mas desejando ser tomada pela onda salgada do seu amor. O seu amor me causa isso: fervor, vigor, amor.
Os dias ficaram bagunçados. O relógio só me faz lembrar o tempo que estou sem você, os livros me fazem pensar nas muitas histórias de amor que poderíamos ter vivido. Nosso amor foi temporário como os fogos de artifício, com um brilho fantástico e intenso que se apagou quando você escolheu partir.
Mais uma vez eu me despi para a ilusão de que iríamos dar certo dessa vez, e o que resultou, foi novamente eu perdendo a minha imunidade e mais uma vez eu tendo que lidar com a decepção.
Amor é como um papel dobrado, podendo ganhar variadas formas. E mesmo que se desdobre para outros caminhos, ainda assim permanece sua marca.
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