Terminei
Lembra-se daquela série que você me recomendou?
Assim como tantas outras coisas, eu não a terminei. Mas me deparei com um episódio tão bonito, sabe? Nele ocorre um diálogo mais ou menos assim:
— Veio se desculpar pelo quê?
— Por todo o restante.
E aqui continuo, como se fosse eu, dizendo a você:
desculpe-me por não dizer que a amava quando você era a única frequência ecoando pelo espaço da minha cabeça. Desculpe-me por afastá-la quando mais precisei de você. Perdoe-me por refletir sentimentos em uma folha branca e extremamente opaca. Perdoe-me por contaminá-la com tanta incerteza.
Eu nem poderia ousar te definir em palavras, pois você é tão espetacular aos meus olhos que nem a conjunção planetária mais rara do Universo conseguiria explicar, nos mais profundos detalhes, a sua sobrenatural beleza. A beleza na voz, a beleza no profundo olhar, a beleza em sua pele bronzeada, a beleza no som de sua risada e até mesmo a beleza na sua forma fofa de errar palavras em uma digitação apressada. Essas coisas fazem de você especial e digna de indescritível e implacável pulcritude.
Não escolhemos o "alvo de nosso amor", e mesmo que o contrário ocorresse, eu ainda escolheria você. Eu poderia passar anos escrevendo sobre unicidade de cada um dos átomos do seu corpo, comparando-os às mais belas constelações, nebulosas e galáxias das quais já vi e ouvi falar sobre, mas nenhuma delas se compararia à uma única partícula sua.
Talvez a descrição do que sinto por você represente menos calor do que as escritas de grandes autores de séculos passados, mas releve, meu amor. Sou um mero amante de ensino médio, ainda esperando por descobrir se o que sinto também é sentido por mim na mesma intensidade.
Ainda que as circunstâncias me impeçam de te ver fisicamente, não há felicidade maior no meu dia do que aquela que sinto ao ver sua foto estática naquela tela. Eu espero que você possa me perdoar. Sempre as relações que eu mais amo são as que eu mais tenho facilidade para destruir.
Amo-te do tamanho do Universo, porque ele está em constante expansão.
Amo-te infinitamente, garota.
No meu universo reverso
Te fiz um verso do avesso
Que Comecei pelo fim
E terminei no começo
Só Pra fingir que eu nem me lembro
Mas pra dizer que não te esqueço
Nesse universo complexo
De versos que nunca foram ditos
Tu és o verso mais bonito
E no momento propício
Fiz esse verso ,adverso
Que não revela o remetente
Mas que tem destinatário certo
Pra te encontrar no fim
Eu tive que me perder no começo
Eu encontrei você em mim
Mas já nem me reconheço
Ainda sinto você aqui
mesmo virado do avesso
Não sei onde começou o fim
Mas era pra ser infinito
O dia foi duro, mas estou te de boa.
Terminei de ler o livro que ganhei de presente, muito interessante, sinistro, apaixonante.
Vou dando conta de tudo por aqui, algumas vezes é complexo, mas dá pra dar algumas risadas.
Estou sentindo a vida, tudo passa tão rápido!
Será que posso gritar meu desabafo!?
Relaxar!
Esse é o momento.
Vou sentir o cheiro do momento.
Sentir o sorriso do agora.
Decidi ser feliz!
O que tenho é o bastante para eu pousar.
Escolhas como são difíceis!
Mas necessárias.
Ser livre para viver e aceitar que têm que ser assim.
Poesia de Islene Souza
termino
estou devendo um texto sobre termino.
porque terminamos.
eu terminei, você deve achar que foi dia 25/04.
mas pra mim, foi bem antes.
quando eu vi aqueles seus olhos de café, em outro alguém?
quando que eu me toquei que te perdi?
quando que minha mente estava confusa?
quando foi seu ultimo eu te amo? um de verdade.
você não deve saber o que penso, porque só penso em você.
eu sei que terminamos porque eu quis
também sei que você não queria isso
não me entenda mal, esse era o único jeito de você mudar.
esse termino é só uma fase
veja por esse lado
eu queria te dar um tempo pra pensar
você precisa de um tempo pra pensar
você precisa escolher
entre o novo ou velho amor.
Pode dar tudo errado, mas pelo menos terminei o ensino médio e a faculdade, tirei minha CNH e não engravidei!
Por medo eu fiquei.
Com medo eu hesitei.
Pelo medo eu não terminei.
Um relacionamento infeliz eu cultivei.
Não mais amei.
Mas não larguei.
O medo é uma rua sem saída na qual me achei.
Terminei de assistir o filme Kardec pelo Netflix. No final, ele fala uma frase que me trouxe referência à outra dita no final do filme: O Resgate do Soldado Ryan. É com um lembrete do que é mais importante… e do porque estamos neste mundo…
Mas antes de julgar meu pensamento e isso serve para os pensamentos de qualquer outra pessoa: de tudo que você lê, o importante é entender que deve guardar para si o que lhe servir, e descartar o que não.
Após essa lembrança em forma de alerta, retorno o pensamento dizendo que: Earn This.
Algo como: Faça valer a pena. Se me perguntarem qual o sentido da vida seria este: Faça valer a pena.
Enquanto criança, brinque, se suje, role na grama, faça valer a pena
Na adolescência, apaixone-se perdidamente, sofra por amor quantas vezes forem necessárias, mas faça valer a pena
Quando adulto, construa laços fortes de amizade, família e trabalho… faça valer a pena
Ao envelhecer, sinta o prazer da experiência de uma vida repleta de lembranças e amor. E do conhecimento adquirido, compartilhe e faça valer a pena.
Porque ao morrer, seu último pensamento deveria ser: VALEU A PENA!
Sobre Coisas Que Não Quero Mais
Hoje, terminei o dia com sede de mudança. Comecei por arrumar meu quarto. Não que meu mundo esteja resumido a ele, mas grande parte está contida nele. Lembranças, fotografias, roupas de festa, pijamas que me acompanham ao longo do dia, brinquedos que marcaram a minha infância, souveniers que ganhei de amigos (ou pessoas que nem reconheço mais), alguns sapatos espalhados, folhas e mais folhas reviradas – de pensamentos soltos.
Olhei pro canto detrás da porta e vi pôsteres enrolados. Passou uma tempestade de boas recordações em minha cabeça, de um tempo que eu daria a vida por alguns daqueles grandes ídolos. Mas o tempo passou... As paixões amadureceram e se tornaram apenas admirações. Refleti: Não foram as únicas paixões que amadureceram, e mudaram. Algumas perderam toda a sua força.
Decidi que dali em diante toda a minha vida estaria reestruturada. E aquela desordem, aquela bagunça teria fim.
Assim como as coisas, passei a encarar as pessoas. Pessoas que não quero mais. Não preciso que esteja ao meu lado quem quer me ver por baixo, quem quer sugar minhas energias ou enganar meu amor. Se tem uma coisa que já aprendi há tempos, bem antes dessa faxina começar, é que amor é tão sagrado que não deve ser desperdiçado. E eu não seria leviana com meus próprios conceitos.
Outrora aprendi a não amar por apego. Amor tem que ser diálogo, tem que conter resposta e mútuo interesse. Por hoje, aprendi que além de não desperdiçar amor também não desperdiçaria minha tão solene companhia. A partir de amanhã de manhã, só estarei presente na vida de quem me quer bem, de quem faz questão de participar do meu cotidiano, ou se não todo dia, que se sinta feliz em participar de alguns eventos. Não preciso que se doem por inteiro, mas que sejam ombro amigo sem maiores pretensões e sem eu precisar pedir.
Por mim, eu arrastava os móveis e os escondia com lençóis coloridos, lixava as paredes para tirar aquela cor pálida que o vendedor da loja de tintas conseguiu convencer a minha mãe a levar, e tratava de pintá-las de poá. Tão mais justo comigo mesma deixar o ambiente do jeitinho que eu gosto. Tão harmonioso ver que as coisas estão levando o rumo que eu gostaria que levasse. Mas aí pensei duas vezes antes de começar essa obra, e vi que certas mudanças não podem ser feitas da noite para o dia. Devem ser idealizadas, arquitetadas e agendadas, para que assim saia melhor que a encomenda. Porque mudar por mudar não significa evoluir.
Busquei. Demorei. Encontrei. Magoei. Enxerguei. Terminei. Levantei. Busquei. Demorei, e como demorei. Mas encontrei, lhe encontrei, pra você me dei, e me aumenta a certeza que sempre pra ti, me darei.
Se colei ou se estudei o importante é que o colégio eu terminei e na faculdade eu não entrei, e o cursinho pagarei :(
Hoje terminei uma relação difícil, desgastante, sofrida, dolorida e que deixou os meus nervos em franja por muitos anos... Ludibriou-me quando dizia que mudaria para melhor, eu acreditava, e, não demorava nada, para ficar tudo na mesma, ou pior... Perdi tempo e dinheiro. Corri atrás, e fiz de tudo para que a nossa relação desse certo. Você me ignorou, não me levou a sério e me deixou muitas vezes falando sozinho... Você nunca se importou comigo, pois eu merecia no mínimo um pouco mais de respeito. Sempre lhe fui fiel, e às vezes penso que você só estava de olho no meu débito automático. Adeus Vivo internet.
Natal chegando, e eu ainda nem terminei de pagar a fatura dos presentes do ano passado. No Brasil é assim, uma fatura atrás da outra, não importa o passado, nem o presente, e mto menos o futuro do presente.
Combati um bom combate de fé. Ainda não terminei a carreira, mas plantei minhas sementes. Não o corpo que virá, já que é dom de Deus, porém semeado está, nascerá e frutificará!
