Teoria do Amor
A teoria da obsessão
Olá, pessoa amável da internet, hoje iremos falar sobre um assunto relevante em nossa sociedade atual. Então sem mais delongas, vamos logo debater sobre esse assunto.
Bom, para começar, eu gostaria de retratar a opinião de um grande filosofo do século XIX, Friedrich Nietzsche. Para Nietzsche, a obsessão seria nossa capacidade de lidar com nossos "monstros interiores". Ok, mas o que seria esses "monstros interiores"?
Monstro interiores seriam a nossa mente e tambem os males de nossa sociedade, assim como a obsessão por algo ou alguém. Dito isso, qual a conclusão que podemos chegar? Com essa pequena explicação de Nietzsche, podemos chegar a conclusão de que nós devemos enfrentar esses monstros, porém para encarar esses monstros nós não podemos deixar que eles corrompam as nossas mentes.
Ok, agora deixando Nietzsche para trás, eu gostaria de convidar você, que está lendo, a me acompanhar na psicanálise de, Sigmund Freud. Para Freud, a obsessão teria outro tipo de nome, que no caso seria a "neurose obsessiva".
Neurose obsessiva, seria caracterizada por algum tipo de momento traumático que não foi esquecido, porém foi armazenado no subconsciente da vítima, e esse momento teria uma certa proteção em relação ao "eu" racional, que nos diz respeito a 4 fatores de analise de uma obsessão: Fonte da obsessão, objeto causador da obsessão, impulso obsessivo e finalidade.
Antes que você comece a se perguntar o que seriam esses 4 fatores, eu irei te explicar. Para começar essa explicação, devemos ter um ponto de partida, e seguindo a linha de raciocínio de Freud, esses fatores começam com a "fonte da obsessão". Que nesse caso seria de onde essa obsessão começa, como por exemplo um momento não esquecido pela vítima ou algum tipo de memoria afetivamente negativa para a mesma. Logo após isso, nos deparamos com o "objeto" causador da obsessão. Nesse caso, esse "objeto" está diretamente relacionado com sua fonte de partida, que como já foi dito, pode ser causado por alguma memoria ou momento. Após esses 2 primeiros fatores, acabamos nos deparando com o "impulso obsessivo". Que pode ser descrito, como a vontade da vitima em querer algo ou alguém, um grande exemplo disso, e um personagem de uma serie americana chamada "YOU", criada em 2018 pela Netflix. O nome desse personagem e Joe Goldberg.
Na serie "YOU", Joe e descrito como um obsessor/psicopata com traumas passados, quando criança Joe via sua mãe sendo constantemente agredida pelo seu pai, até que um dia durante uma luta corporal entre sua mãe e seu pai, Joe em um ato de defesa acaba se deparando com a arma de seu pai, uma pistola do calibre 380 caída no chão, então ele pega a pistola e atira em direção ao seu pai, que acaba sendo atingido no peito, e acaba sangrando ate a morte. Após isso Joe acaba se tornando um psicopata obsessor violento, que usa do amor como justificativa para a violência, Durante a seria podemos ver Joe sendo extremamente obsessivo com, cada mulher que ele acaba se envolvendo.
Agora, voltando para a filosofia. O que Blaise Pascal diria sobre a obsessão? Blaise Pascal diria que as ilusões sustentam o homem como as asas sustentam o pássaro. O filósofo francês acreditava que a razão humana é enganada pela imaginação e por outras "potências enganadoras", o que impede o homem de atingir a verdade.
Agora que eu já te expliquei sobre tudo isso, eu venho me despedir de você leitor ou leitora que acabou de ler isso, bom esse e o meu primeiro texto de 2025, e ele so foi escrito graças a ideia de uma amiga minha chamada Bia, creio que se não fosse a ideia dela, eu teria continuado sem escrever durante mais uns 6 meses. Bom, dito isso eu me despeço de você, e gostaria de desejar um otimo ano para todos.
Ass: Apasoneca
E a gente pensa que sabe tudo sobre o amor, até que o amor nos encontra. Aí descobrimos que nada sabemos e nada queremos saber sobre ele. O sentir supera qualquer teoria!
Uma chamada divina sem um genuíno amor pela obra de Deus, ovelhas perdidas ou aquelas que lhe causam até mesmo dor será apenas uma teoria que não foi colocado em prática. E assim nunca se valorizou a chamada divina, desonrou!
AS fases do amor;
Início: 1 & 1= 2
Meio: 1 & 1= 11
Fim: 1 & 1= 1 e outro 1.
Síntese da minha teoria: No começo tudo é para somar, a ponto de não se achar um e outro mais sim o todo. No meio, a vista de todos parece um conjunto, mais na verdade já são diferentes os seus valores, começa ai o “eu” e não mais “nós”. Então chega ao fim, onde cada um assume seu próprio valor, e daí 1 volta simplesmente a ser 1.
Eu não sinto saudade e não compreendo o amor
Mas confesso que dói não retribuir esse ímpeto fervor
Dói quando alguém diz que me ama e falto com retribuição
Dói não responder. Dói tamanha e pura incompreensão
Consigo ver essa equação e o resultado tão esperado
Percebo todos os graus da relação sujeito e sujeitado
Entendo o conceito da constante emocional
Dos valores que subtraem e até o que se torna exponencial
Mas o EU, que deveria ser uma incógnita assertiva
Ao invés de ser exato, coloca tudo á deriva
Essa expressão, outrora uma matemática básica
Agora apresenta uma polaridade questionável e fásica
Sou irreal em uma ciência aplicada. Nasci totalmente variante
Sou um conceito que não estabelece equilíbrio de tão inconstante
Altero freneticamente a perspectiva do que decretou-se como compreendido
Coloco todo o quadro em um plano onde até a gravidade encontra outro sentido
Acredito que o meu propósito é enxergar o problema
E, por fim, escrever essa teoria em um notável esquema
Eu quero achar resposta, a almejada solução
Mas basta olhar no espelho...
Sou eu... O grande e genérico X da questão
Amor radiante que fomenta a vontade de sorrir, que faz o existir não ser o bastante, que torna cada instante propício para ser feliz numa cumplicidade emocionante que vai das palavras ao sentir, teoria e prática, agora e no porvir, uma vida abençoada que tanto justifica o persistir.
Algumas pessoas admitem erros, outras constroem teorias para demonstrar que estavam "certas" o tempo todo.
Atravessando as galáxias e ultrapassando os limites em uma busca constante em planetas e buracos do espaço. Tentando achar uma brecha nos céus para regressar, uma janela do tempo onde eu possa te encontrar. Desafiando as leis da física me desintegrando em pedaços cada vez menores na infinita procura de ti.
Eu=VC2
O tempo passa mais devagar para alguém que se desloca em grande velocidade e intensidade em relação ao outro. A relatividade, dentre outras coisas, atesta que, quem ama não tem a mesma percepção do tempo, de quem não ama. Estar contigo prova esta teoria.
Mais valem as palavras de quem foi e voltou que as palavras de quem apenas imagina como a estrada é.
