Tentando te Esquecer
O Impetuoso Eterno Retorno
Após anos tentando entender a generosidade de minha atitude, a interpretação do Übermensch é por demais generosa. Nunca consegui enxergar esta construção de Nietzsche, que na minha opinião, é apenas estética sem nenhum valor ético como um ser feliz, um ser satisfeito consigo próprio. Zaratustra gasta tanto tempo em críticas aos outros que, só resta uma sensação de estar lendo o texto de alguém frustrado com a existência. Um inimigo da vida real que propõe que a existência desejável é algo inatingível pelo homem.
Quando Nietzsche propõe o teste do retorno em Gaia Ciência, parece que propôs algo tão insólito como a contemplação suicida de alguns monges quando buscam para atingir o Nirvana através do jejum infinito. O eterno retorno, não é apenas impraticável, é indesejável.
Não sou especialmente sartreano, mas como eu poderia esperar ser livre num contexto de perfeição das ações. Penso que o erro e o arrependimento façam parte das nossas bençãos. São uma parte fundamental da mudança e a mudança é o desejável. O caminho tortuoso é verdadeiramente o Nirvana possível e desejável.
Atingir a meta, chegar ao fim do caminho é o inferno, ser o super-homem, viver de acordo com o eterno retorno é a morte. É o fim da aventura humana de erros, acertos, delícias e arrependimentos, amargores e doçuras. Não almejo o tempo para vivê-lo numa espécie de plenitude utópica. Sou um adorador do tempo em todas as suas dores e sobretudo na sua inconsistência tão fluida.
Como eu poderia respeitar o despautério de desejar uma vida perfeita, tão perfeita que, não mais se quisesse mudar uma nota em sua existência. O Super-homem está morto, pela própria definição do seu criador.
Passamos a vida tentando controlar tudo ao nosso redor. Planejamos, calculamos, evitamos riscos. Mas a verdade é que o inesperado sempre chega sem avisar. Quem aprende a fluir com a vida sofre menos, pois entende que o controle é apenas uma ilusão confortável.
Quem grita virtude aos quatro ventos muitas vezes está apenas tentando abafar o próprio vazio. A moralidade real não precisa de plateia: ela se prova no silêncio das atitudes.
Os dias passam a vida e assim venho tentando viver com sua ausência longe de seus abraços longe dos seus beijos vivendo em sonhos é que me dar forças para mim seguir sem você na esperança de um novo amanhã
Passamos uma vida inteira tentando explicar o que sentimos e o que chamamos de amor, em nossas buscas o cotidiano às vezes traz uma fadiga, é quando a nossa mente por sobrevivência busca no universo, algo que mexa com a nossa alma, e que aqueça os nossos sentidos e nos tome para si, a sensação de infinito sem cuidado de afetar o nosso sentimento nos domina...
só que o amor não tem explicação.
Vivemos num mundo de vaidade, de egoísmo, sem ter um tempo em especial para dedicarmos ao outro, e quando encontramos alguém que nos dá atenção, que nos escuta, quando esse alguém é delicado, centrado e vê a vida de um modo contente, nos encanta com uma palavra, um olhar, um jeito diferente... começamos a alimentar a esperança, de que encontramos a alma gêmea da gente. O amor quando desperta em nós, ele fica, mesmo se o outro não ficar.
O que chamamos de amor não é quem encontramos pelo nosso caminho, não é alguém que teremos para uma vida inteira, esse alguém pode até passar e para trás nos deixar, mas deixa em nós o ideal do que seria uma convivência de amor, de compreensão e da paciência de parar para prestar atenção no instante em que nos cruzamos, não importa de que forma foi, aquele momento mágico gruda de tal maneira na alma da gente, que nos marca como amor, e daí em diante sabemos que amamos aquela pessoa enquanto vivermos, mas a vida é assim, mostra a nós o que é... e quem é o nosso amor, mas não necessariamente viveremos uma vida juntos. Amor é para sempre, mesmo se seguirmos sozinhos, guardaremos aquele eterno gesto de carinho.
Sem explicar ou vivermos um amor, seguimos amando, e lembrando daquele olhar, em cada pássaro que canta, em cada dia frio de chuva, em cada melodia... ou olhando a lua, enquanto estamos sentados diante do mar, e a noite nos embriaga de desejo e de tanta vontade de perto dele, estar, e vamos vida à dentro com ele sonhando sem realizar. O amor não tem mesmo explicação, amamos tão somente.
Liduina do Nascimento
Trocou de namorada mas não trocou de amor, continua amando a mesma e tentando, inutilmente, se encontrar nos braços de outra.
Nos tornamos fortes e perdemos coração
mas não temos culpa, somos produtos
do meio e mesmo tentando manter um
pouco de amor, somos obrigados a
perdê-lo para a vida.
Eis que aqui me apresento
Apenas mais um guerreiro da Luz
Tentando alterar o destino.
Nas poesias deixadas, a história de minha
batalha.
Para quem for ler, atenção!
Hoje somos poucos,
e palavras e imagens
Confundem.
Como diria o programa:
Acredite em quem quiser
Mas lembre, como disse,
Somos poucos.
E obrigada por assistir
O meu Show!
Perco-me em meio às palavras, tentando desembaralhar as letras que possam definir com exatidão o que há de mais abstrato no meu ser. Quem muito fala nem sempre tem muito a dizer.
Metade de nossa vida é gasta tentando encontrar algo para fazer com o tempo que nós corremos por toda a vida tentando economizar.
Por você
Melhor seria com você.
Acordo pensando, sonho tentando, me aproximo ouvindo teus áudios e vendo tuas fotos no celular.
O medo subtrai a paz, a falta do teu cheiro e das tuas mãos suaves alimentam a saudade.
Tentar é evoluir, desistir é não existir.
De gole em gole eu idealizo você na minha frente e tão sorridente. Aceito a nossa distância como um até logo, acredito na magia dos dias ruins acabando para uma nova colheita de dias bons voltar a acontecer.
SOU UM SONHADOR, VIVO PENSANDO E TENTANDO BUSCAR NOVOS CAMINHOS DIRECIONADOS A FELICIDADE; O TEMPO É MEU MAIOR INIMIGO NESSA LUTA, MESMO COM O VENTO BATENDO CONTRA EU NÃO ME AJOELHO PARA O FRACASSO, PREFIRO DA RISADA DO PENSAMENTO NEGATIVO E DOS ACONTECIMENTOS TEMPESTUOSOS, A MINHA FÉ ME PERMITE MATERIALIZAR, CONCRETIZAR E REALIZAR INCONTÁVEIS SONHOS.
TEUS, são esses indescritíveis versos que vivem tentando decifrar os sentimentos que sobrevoam os lábios das palavras.
E mais uma vez me peguei pensando no passado, tentando curar minha antiga ferida, mas como posso curar o que nem sei se realmente quero.
Como posso curar algo em que não quero entrar... Essa porta é muito alta e frágil, talvez possa desabar se eu tentar entrar!
As pessoas tentam menosprezar o outro com palavras, tentando encobrir o seu próprio erro. Ele(a) falam de uma maneira doce com a boca, até que ele(a) tenham dominado completamente você, eu tenho medo desse tipo de pessoa!
Medo de como uma pessoa pode agir para provar que você é maldoso com os outros;
Medo de suas armadilhas mentais.
De como você se torna o vilão no lugar dele(a)s.
