Tenho um ser que Mora dentro de Mim
“Não confie em mim pra guardar flores, amor, não confie em mim. Eu podia ser a sua melhor opção e realizaria todos os teus sonhos. Mas como se diz isso pra alguém, sem que flechas nos atinjam primeiro? Fiz do meu orgulho o único lugar seguro, pois, a cada vez que me aproximava da distância irretratável que nos separava eu sentia facas a me trespassar. Eu queria não ter que colocar uma corda no pescoço todo dia como prova do que sinto por ti. Agora aqui, nessa UTI, com todos esses analgésicos e todos esses fármacos que sustentam o meu corpo cansado, eu só consigo sonhar uma coisa. E esse sonho se repete tantas vezes, tantas que a realidade aos poucos começa a se tornar um pesadelo. E tudo que eu consigo me lembrar agora são todos os momentos infelizes juntos: das discussões calorosas ao amanhecer, das coisas voando de um lugar pro outro e dos teus olhos. E eu estou tão triste, amor, que você nem sabe como eu só consigo pensar em fazer um rio com essas lágrimas que escorrem dos meus olhos e te buscar, onde você estiver. Guardei por tanto tempo essas flores que acabaram por murchar nas minhas mãos, eu estou tão cansado que nem consigo morrer.”
Despertadora da volúpia adormecida em mim, assim a chamo;
Não sei o que mais me atrai nela, se será a sua motivação que me conduz à loucura ou os seus seios que desafiam a gravidade;
A deixo sem receio algum mergural em meu oceano;
Seu corpo esculpido com tamanha excelência até a curva última escapada dos céus;
É feita do mel não de cá;
Doces as suas entranhas;
Mornos seus lábios;
Nosso toque labial de causar o trovão e, fazer a terra dos lençóis se alegrarem;
Me causa um calor desmidido;
A faço as lamparinas ganharem à luz;
Pureza acima de todas purezas, é a sua língua deslizando sorrateiramente em cada pedaço de carne minha ainda com vida;
Na brasa a sei colocar no topo das vozes celestiais;
Suas redondas e macias partes, extremessem a cada toque meu, imperador de toda sua estrutura feminina;
Na quarta configuração, sei a colocar ofegante;
In, Doces águas
Felicidade pra mim é poder ser quem sou
É poder me expressar sem ser reprimido
É poder pensar o que eu penso
Sentir o que eu sinto
Felicidade é o poder de ser feliz
De ACEITAR ser feliz sem medo
De aceitar-se
Aceitar as circunstâncias
e por mais difíceis que sejam
SUPERÁ-LAS
Para mim nada importa, desde que você torne-se uma parte permanente do meu ser, pois minha vida está inteiramente ligada a sua, e não faz sentido deixar de te amar um dia, não faz sentido seguir sem você, dói saber que sempre haverá uma possibilidade de um Adeus, espero que esse momento jamais chegue, e se chegar saiba que te levarei para sempre em meu coração, apesar de não ter conseguido te levar em minha vida.
Porque vai ser sempre assim; mesmo que não nos falemos mais, ou que não queira mais saber de mim, ainda assim vou pedir em oração por você, com a mesma naturalidade que sempre fiz, porque eu gosto de você, e isso não se explica, se sente, simples assim.
Ser criança nunca vai deixar de ser uma boa lembrança para mim
É como diz aquela música
Quando agente é criança quer crescer
Mais depois de adulto agente quer voltar do início
Porque um joelho ralado não não é tão puxado quanto um adulto
Eu sei que sempre te critico por você fingir ser alguém que não é, mas pra mim também não é fácil ser como a gente.
Eu sonho grande, sonho coisas impossíveis, coisas que as pessoas dizem ser improvável para mim, e que para mim são inalcançáveis, pois, quando essas coisas se realizarem, todos saberão que não foi minha força, mas sim a força, a graça e a misericórdia de Deus.
“A felicidade não pode ser escondida e nem retida, deve ser exibida, já que para mim é como a bateria de escola de samba, assim que chega contagia, arrepia e trás alegria“
Contudo ainda prefiro ser fiel a mim, ao que sinto e n me deixar levar por nada, prefiro meu carácter intacto do que me corromper a uma vida de mentiras, promiscuidade, interesses e falsidades.
Sigo Devagar -
Há em mim uma sede de te amar
uma vontade de ser feliz
eu quero amanhecer frente ao mar
junto a ti, meu tronco, minha raiz.
Sigo devagar, perdi a pressa,
vou sorrindo já chorei demais
a vida passa, não regressa
só o amor não passará jamais.
Vou cansado, já fui tão forte
mas já que a vida quis assim
nem a distância nem a morte
levará o nosso amor de mim.
Ó Deus, meu Deus quanto te amo
depois do amanhã sobro eu
perdi o nome que te chamo
meu amor por ti nunca morreu.
Saudade de mim
Hoje senti saudades de mim
Saudade do que já fui
Saudade de não ser sempre sim
Saudades do que seria e não fui
Saudade de ingenuidade
Saudade de reciprocidade
Saudade de acordar sem problemas
Saudade de não me afogar em dilemas
Saudade de adormecer amando
Saudade de amanhecer fantasiando
Saudade de ousar
Saudade de estesiar
Saudades de não me incomodar com a vida
Saudade de ser bonita
Saudades do colo de mãe protetora
Saudade de minha maior defensora
Saudade de me abraçar por dentro e por fora
Saudade de quem o tempo levou embora.
Umbelina Marçal Gadelha
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