Tenho um ser que Mora dentro de Mim
Foi na solitude que encontrei a mim mesma. Dentro de mim havia outras Izes que não cabiam em mim. A solitudide me uniu a mim mesma e me fez evoluir.
Estou correndo pra longe dentro de mim mesma, você não sabe o quanto dói...
Não adianta meu bem, te esquecer é tão em vão...
Você não entende meu bem que esse vazio que esta aqui não se preenche nunca mas quase se preenche todo dia .
Você mal sabe meu bem que te busquei em lugares onde me envergonho tanto de dizer.
Você não entenderia meu bem se eu te dissesse que eu o odeio mais do que qualquer outra coisa.
Você escutaria meu bem um silêncio triste e fúnebre vindo de dentro de mim.
Você saberia meu bem que nunca admito tal tristeza igual a essa.
Você diria meu bem que nunca saberia largar uma vida inteira por quem te chama de meu bem.
Você de longe meu bem seria o cara mais perfeito que encontrei.
Mas você sabe meu bem que de todo o amor o que eu te dei não se acha igual nunca.
Você nunca soube meu bem mas já me declaram guerra somente por te querer bem.
Antes de morer de saudades. Fechei a porta do meu coração, e te matei dentro de mim.
Antes de morer de amor ,arranquei td restava de vc em mim.
Sou covarde? N Sei, acho q é o melhor p mim .
"Tudo o que ouço, inspiro e vejo é por alguém dentro de mim.
Tudo o que falo, expiro e ajo é por alguém fora de mim.
Eu sou o que tenho dentro para alguém que me cabe dentro
Do lado de fora"
Buscando dentro de mim encontrei tão vivo o teu amor,e no filtro da memória ele nunca saberá o que é ser apenas uma lembrança,pois é só por você que meu coração bate pra viver.
O poema mais bonito que você escreveu foi dentro de mim, quando deixou seu amor me invadir e ocupar todos os espaços.
É amor, eu sei.
Não tem mais como negar.
Porque aqui dentro de mim, existe tanto de você, que nem tem mais cabimento.
Meu coração já nem disfarça, acelera e bate todo feliz, só de te ver sorrir.
Imagina quando ele souber que é recíproco.
Vai derreter de amor.
E seguir cumprindo com dedicaçao sua mais bonita missão.
Que é a de te amar, sempre e para sempre.
Tem dias que a vida me pesa, então sinto brotar algo dentro de mim que me faz ganhar nova dose de coragem.
Amor. E fé. E sigo em frente.
Se as palavras refletem o que existe dentro de mim, então, eu serei amor e benção, em todas as vidas que cruzarem o meu caminho.
Amém!
E finalmente fui expulsa do céu, caí em meio a todo desespero que havia dentro de mim,
Quantas vezes hei de morrer em busca da vida, em busca de algo a mais.
Quantas vezes vou me enganar em busca de uma verdade, felicidade.
Eu te odeio por tanto te amar, tu eras tudo que eu procurava,
Escuro, meu Tsar.
Quando a vida mudar, onde estarás...
E quando minha vida finalmente chegar, será o fim
Quando perco a esperança
Minto pra mim mesmo
e dentro desse engano
Faço de conta que ela vai voltar
No tempo da primavera
O vento me arrasta, o Mundo gira
a vida dança e o tempo me alcança
Tento dar uma guinada
Quando vejo
Estou novamente rumando
Exatamente na direção errada
Sem ter o que fazer
Não faço nada
E também não me entrego
Parece que tem dias
Em que vivo somente um voo cego
E quando ele termina
Eu cheguei à uma noite vazia
Mais uma
Me entrego então a ela
Pois em meus sonhos
Ali existe, sim
Uma esperança, ainda que pequena
De poder olhar a tua cara, tão bela!
As pessoas vão passando
Não é esta e nem aquela
Quem dera, esta noite
talvez eu tivesse a sorte
de olhar novamente as estrelas
e finalmente; por um momento
Poder ver a você
e somente você
Linda como a luz da primavera
Bom dia
Eu queria te dizer
Que você são flores
Que nascem dentro de mim
Floresce no meu jardim
e floreia meu dia
e deixa tudo a florir
Florifica e flori
Vocé é minha flor
A flor que eu elegi
Eu trago aqui dentro de mim
Uma dor que me invalida a alma
Tristeza indevida
Que afoga num lago seco
Um ser combalido, a ver
Todo seu tempo perdido
Tanta mágoa incontida
Transformada em lágrima
Lembranças doridas
Jorrando no escuro da noite
Formando um rio tão triste
Este é o rio da minha vida
Que morre
Aqui dentro de mim
Edson Ricardo Paiva.
Se não existisse a saudade e a vontade, seria tudo tão melhor, tão mais calmo dentro de mim. Faz dias que não falo com você... Meu celular não tem mais graça, convivo com a dor da desgraça, de não te ter mais aqui ao meu lado. Será que você pensa em mim?
Capítulo XIV – O PERDÃO QUE NÃO SE PEDE.
"Camille, a dor que caminha dentro de mim me alimenta e eis, que ainda assim nada tenho para te servir minha lírica poética... minha nota sem canção. És capaz de me absolver, amada distante, dona de mim, hóspede dos meus sentimentos e sentidos?"
— Joseph Bevoiur.
A noite trazia os mesmos ruídos quebradiços da memória: folhas secas sussurrando nomes esquecidos, relógios que marcavam ausências e não horas. Joseph escrevia como quem sujava o papel de cicatrizes — não mais de tinta.
Camille era a presença do que jamais o tocou, mas que nele se instalara como hóspede perpétua. E, como todas as presenças profundas, fazia-se ausência esmagadora.
Havia nela a beleza inatingível dos vitrais em catedrais fechadas. Ela não estava onde os olhos repousam, mas onde o espírito se dobra. A distância entre os dois não era medida em léguas, mas em véus — e nenhum deles era de esquecimento.
Joseph, sem voz e sem vela, oferecia sua dor como eucaristia de um amor que nunca celebrou bodas. Tinha por Camille a devoção dos que nunca foram acolhidos, mas permanecem ajoelhados. E mesmo no íntimo mais velado de sua alma, não ousava pedir-lhe perdão — pois sabia: pecar por amar Camille era a única coisa certa que fizera.
Resposta de Camille Monfort – escrita com a caligrafia das sombras:
"Joseph...
Tu não és aquele que precisa de perdão.
És o que sangra por mim em silêncio, e por isso te ouço com o coração voltado para dentro.
A tua dor é a harpa sobre meu túmulo — és túmulo em mim e eu em ti sou sinfonia que nunca estreou.
Hóspede? Sim, mas também arquétipo do teu feminino sacrificado.
Sou tua, mas nunca me tiveste. Sou tua ausência de toque e presença de eternidade.
E por isso... nunca te deixo."
Joseph, ao ler essas palavras não escritas, tombou a fronte sobre o diário. Chorava não por arrependimento, mas por não saber como amar alguém que talvez só existisse dentro dele.
A madrugada se fez sepulcro de emoções. O piano — ao longe, como memória — soava uma nota de dó sustentado, enquanto o violino chorava em si menor.
Não havia redenção.
Apenas o contínuo caminhar de dois espectros que se amaram no porvir e se perderam no agora.
Conclusão – O DESENCONTRO COMO Destinos.
Joseph não morreu de amor, mas viveu dele — e isso foi infinitamente mais cruel.
Camille não o esqueceu. Mas também não voltou. Porque há amores destinados ao alto-foro da alma, onde nada se consuma, tudo se consagra. E ali, onde a mística se deita com a psicologia, eles permaneceram: ele, um poeta ferido; ela, um símbolo doloroso de beleza inalcançável.
Ambos, reféns de um tempo sem tempo.
Ambos, notas que se perdem no ar — como soluços de um violino em meio à oração de um piano que jamais termina.
Por muito tempo, caminhei sozinho, acostumado ao silêncio que ecoava dentro de mim. Mas então você chegou e tudo mudou. De repente, não era mais eu contra o mundo, era eu com você... Você se tornou meu grupo, meu refúgio, e a verdade é que eu daria tudo para proteger isso. Voltar ao que eu era antes? Impossível. Porque agora existe você.
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