Tenho um ser que Mora dentro de Mim

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A arte de se reinventar diariamente e não ser redundante com temas do cotidiano me fez recordar que quanto mais aprendo, mas sei que nada sei, ou seja, Mestre da nossa própria jornada, companheiro da solidariedade e aprendiz da fraternidade.

Inserida por ursaia

Confiança é difícil de ser conquistada e fácil de ser perdida.
Só vou observando e subtraindo.

Inserida por natifelixs

CABELEIRA É O CARA:


Nos idos anos de 1929, no município de Alagoa Nova-PB, pra ser mais nítido no sítio Camucá, hoje S.S. de Lagoa de Roça-PB, nascia CABELEIRA terceiro filho de uma família de cinco do senhor João Vital, carinhosamente chamado de João moco, homem de personalidade forte e conduta ilibada, logo se destaca por sua inclinação no domínio da matemática, autodidata, nunca cursou uma faculdade, porém era professor de matemática à época, onde dedicava parte de sua vida quando não estava na lida do campo, a ensinar os guris da redondeza pobre daquele município.

CABELEIRA, como era conhecido entre os mais íntimos, não teve muito acesso a letra, em virtude de que na época em que estava em idade escolar, trabalhava para ajudar o pai homem de poucas posses, ainda muito moço, deixou a vida árdua do campo, aonde viveu duramente com sua família, a qual sobrevivia da agricultura familiar, para se aventurar na longínqua região sudeste, para ser mais preciso no Rio de Janeiro, acreditando que iria melhorar sua vida e, consequentemente oferecer ajuda a sua família que ficara no “inferno” nordestino abandonado por todos e tudo.

Lêdo engano! Ao desembarcar depois de infinitos oito dias de viagem sem dormir, dentro de uma marinete sem o mínimo de conforto, se depara com uma realidade assustadora, terra, e gente desconhecida que logo ignora o pobre CABELEIRA, de indumentária matuta, sorriso tímido e, pele ressequida pelo sol impiedoso do nordeste árido, abruptamente a saudade do torrão natal aflora, e como um vídeo tape, começa a vislumbrar seus amigos, as conversas de botequins nas manhãs de domingo, as festas de argolinhas, os jogos de castanha no calçadão do alpendre da casa grande, as meninas de rouge no rosto, após a missa domingueira que antecede o pastoril dos cordões azul e encarnado, das disputas muitas vezes, na tapa, para decidir quem iria dançar com Doralice a quadrilha junina na escolha da “Rainha do milho”, da pamonha com carne seca assada na brasa, da rede de varanda onde depois da pamonha abria às pernas e peidava a noite inteira com o “Bucho inchado”.

Imediatamente, lhe veio uma vontade tirana de entrar de volta naquela malfadada marinete, mas todo tostão que trouxera já havia acabado, e o amargurado CABELEIRA, é condenado a ficar naquela louca e enfadonha metrópole.

Após pouco mais de um ano, o feliz CABELEIRA pisa em solo natal, era véspera de São João, havia muita fartura, milho verde, fava, feijão, batatinha e etc, depois de longos oito dias de volta, já menos sofridos, o jovem CABELEIRA sequer abre a cancela, e logo se joga dentro do barreiro da bigorna, ainda com o seu terno em linho branco, oriundo das terras sulistas, todo encharcado, o jovem grita: Pai, Mãe, cadê Jaime, Eugenio, Elídio, Tana e a vovó? Ao ouvir aquela voz, a matriarca responde lá de dentro da cocheira, teu pai foi dar aula na casa de seu Rouxinol, os meninos no roçado, e Tana lá na casa de Dodó, Dodó era uma meia tia do menino CABELEIRA e todos a amavam. E a felicidade era infinita na pequena casa de sapê, imediatamente foram chegando os irmãos e a noticia se espalha pela redondeza, e por volta do meio dia a casa já estava cheia para ver o jovem “carioca”, e Mariana a matriarca, reluzente de alegria grita: Tana! Bota água na panela que hoje temos mais bocas no almoço, pra finalizar, naquele dia comeram ali quarenta e seis pessoas.

No dia seguinte, o jovem CABELEIRA confidencia para seus pais vou me casar!

Você é doido menino! Disse João Moco o patriarca, com quem? Indagou. Com uma moça na Rua de Esperança-PB, o nome dela é Amélia, e assim o fez, o ano era 1960, casou-se com Amélia com quem teve dezenove filhos, dos quais, nove morreram ainda em idade de criança, hoje o velho CABELEIRA tem oitenta e quatro anos de idade e goza de uma saúde invejável, sua Amélia onze anos mais nova voltou a ser criança acometida do mal de Alzheimer.

Ah, não podia me esquecer de suas peripécias, entre elas, se não a mais trágica, a mais cômica, o nosso protagonista também foi comerciante e possuía uma pequena mercearia no final dos anos de 1970, onde fazia e vendia “Dimdim” ou “Sacolé,” como queiram, o mais engraçado é que ao mexer o liquido deixava cair os cachos de “Baba,” e os moleques de forma irônica iam comprar e pediam me dê um babado desse ai, CABELEIRA com um sorriso pálido os despachava.

Aquela pequena bodega foi palco de inúmeros espetáculos de grandes comédias involuntárias, e por onde passaram alguns nomes inesquecíveis de figuras hilárias como: Neve Pé de Cágo, Beto zambão, João Cafifi, Pombazulão, Maria debaixo da Mesa, o terror das crianças, e outros. Entre elas destaco a noite de domingo em que Neve “Pé de cágo” deu uma surra de cururu em “Beto zambão,” era aproximadamente 18h00, e “Zamba” ia pra missa, ao passar pela porta da bodega um moleque na rua grita “Pé de Cágo”! Neve acabara de beber um copo de cachaça brejeira, e ao se virar, dar de cara com “Beto zambão,” sem pestanejar, ela dar digarra de um sapo cururu que havia na calçada e começa a surrar o pobre rapaz que sem saber o que estava acontecendo apenas pedia para que a mesma não sujasse sua roupa branquinha que ia à igreja, a mesma, enfurecida, não parava de bater no rapaz, salvo com a intervenção das pessoas que ali se encontravam, bem como as quedas de asas de Antônio Cordeiro, em momentos de embriagues alcoólica, e muitas outras que em outro momento externarei aos senhores leitores.


CABELEIRA também tinha grande facilidade de fazer boas amizades, e só lembrando algumas como: Juvenal Peteca, Antônio Carioca, Luiz Paulino, Zacarias, Antônio Cordeiro, Paulo Canuto e o pitoresco Pombazulão, até o poeta popular Arnaldo Cipriano, o qual promoveu muitos encontros de violeiros na casa de meu querido e amado CABELEIRA, que muitas vezes ao ser indagado pelo autor ainda criança, se ele pretendia se aventurar mais uma vez naquelas terras distantes.

Respondeu: nunca, jamais, contudo aqui eu era feliz e não sabia.

Inserida por NICOLAVITAL

"A beleza de alguém está na sua maneira de ser e de agir, não na beleza exterior.. é o que chamo de caráter!"

Inserida por Ilkilene

As decepções que todos meros mortais já sofremos, deveras ser a morfina para outras. Aceite.

Inserida por vishgabriel

Eu falo umas dez palavras no meu dia. Que poderiam ser menos, se entendessem da primeira vez e não pedissem pra eu falar mais alto.

Inserida por vishgabriel

O ser humano não respeita nada, onde ele chega, invade, destrói e mata....

Inserida por mathiasportugues

Ser guerreiro não mais é o suficiente, no dia-a-dia temos que ser forte muito além que possamos imaginar;

Inserida por JULIOAUKAY

Quem nunca foi louco nessa vida, não sabe a essência do ser humano;

Inserida por JULIOAUKAY

Como posso ser sexy?

Uma menina me perguntou e humildemente foi assim que respondi...

Seu silencio pode ser sexy...
Seu não pode ser sexy...
Seu esperar pode ser sexy...
Não precisa de roupa decotada.
Nem de saia curta, salto alto ou qualquer outro objeto.
Sua sutileza na chegada e discrição na saída pode ser sexy.
E sem falar uma palavra.
Somente gestos e olhares.
O ser feminino faz mais que provocação.
Está no olhar, no falar, no andar, nos gestos.
Ela olha nos olhos com docilidade.
Aproxima-se um centímetro a mais.
Demora um mais pouquinho no aperto de mãos e no beijinho de ‘oi’.
Não são coisas possíveis de se definir só com palavras.
Toda ser mulher é sexy é linda...
Isso é instintivo.
Procure essa sensualidade em você.
Com paciência você vai achar e...
Saberá que o tempo não cura as feridas, não, ele explica suas escolhas...

Inserida por ProfGlaucoMarques

Não se iluda, o que os olhos veem pode ser apenas miragem, mas o que o coração sente é pura verdade!

Inserida por dalainilton

Sabendo que na juventude a fé costuma ser oscilante, procure ser o mais produtivo possível quando estiver em paz com o senhor seu Deus, para que os frutos de sua fé resultem numa maior perseverança durante a caminhada.

Inserida por leonardveiga

Os brutos também Amam...Por mais que finja ser durões e viver dizendo que nunca sentiu nada por ninguém e se perguntando por que o amor não bateu em sua porta ainda. Tudo tem seu tempo e nada acontece por acaso, Na vida tudo tem o porque! Os brutos apesar de ser brutos tbm são seres Humanos, Sabe as vezes chego a pensar que não demostram os sentimentos por medo de decepções e medo de sofrer pois os brutos chegam a ser as pessoas mais frágil quando o amor fala mais alto.

Inserida por Raiwma

A pior parte de ser algo tão superior, é ter a capacidade de admitir-se inferior.

Inserida por Amendon

A religião é uma ótima ferramenta para quem precisa ser adestrado ao invés de educado.

Inserida por paulocesaroliveira

o sentimento é para ser sentindo e não brincado.

Inserida por talitafaleiro

meninas querem ser tratadas como rainha mas se comporta comporta como uma.

Inserida por talitafaleiro

DEIXAR DE FAZER O QUE GOSTA COM MEDO DA OPINIÃO DOS OUTROS É DEIXAR DE SER FELIZ,NÃO IMPORTA O QUE SEJA CORRA ATRAS DOS SONHOS ANTES QUE A FRUSTAÇÃO TOME CONTA DE VOCE.POR FAZER UMA COISA POR INFLUENCIA DE OUTRAS PESSOAS POR CAUSA DA CONSCIENCIA.BOA NOITE TENHA BOM SONO.

Inserida por KESINHA2018

O ser humano se sente culpado não só pelo simples fato em que falhou, mas talvez pela dor de assumi-lo ou corrigi-lo, pois pensar em nossos erros é uma atividade muito dolorosa.

Inserida por WandersonCabral

"não sei porque ainda espero...
porque se chegar,pode ser tarde demais...
e se não chegar,talvez eu não encontre paz...
"não sei porque ainda insisto ...
porque se eu não insistir,eu desisto...
e se eu desistir,eu não mais existo...
"não sei porque ainda penso isso...
porque se eu não pensar,o sentimento morre..
e se ele morrer,eu não mais vivo...
"não sei porque sofro a todo momento...
se eu não chorar e sofrer, não foi real...
e se foi real,logo vem o entendimento....
só se é feliz,depois de muito sofrimento"...

Inserida por wandelley