Tenho um ser que Mora dentro de Mim
Jamais deixarei que tirem de mim, o direito de ser quem eu sou. E quer saber? Tenho maior orgulho da pessoa que sou. 22/05/2015
Para ti,
Tenho saudades tuas, sinto a falta de tudo em ti, sinto a falta, de TI em MIM.
Prefiro não viver, a ter de aceitar esta pobre alternativa de tentar sobreviver, sem estares, na minha vida!
Sou um corpo vazio, vão. Só sinto e saboreio o mau, o amargo. Sinto-me um ser incompleto sem ti.
Confiei, sim confiei inocentemente e cegamente o meu corpo e todo o meu ser a TI. A ilusão foi minha logo a desilusão é minha. Infelizmente em ti prevalece os instintos mais básicos. Eu não vi ou melhor não quis ver. Resultado, fiquei estilhaçada sem reparação possível.
Tudo me parece absurdo, sem sentido, sem alma, fora do sítio, como estivesse a viver uma realidade paralela. Não sei se o errado é EU ou ELE. Eu de forma humilde, acho que merecia mais respeito e consideração.
A minha razão tenta, organizar-me, orientar-me para seguir o meu caminho, tentar apagar-te, a todo o custo, para o meu próprio bem!
Mas tudo em mim, teima em recordar-te em dar-te fôlego e vida.
Será castigo? Talvez..Sim, serás o meu inferno em vida! Mas imploro urgentemente á vida, por paz, reclamo a minha paz!
Assumo, Amar-te-ei, solitariamente, até ao meu ultimo suspiro!
Não consigo imaginar outro alguém tocar-me ou acariciar-me, ou a conseguir despertar tudo o que despertas-te em mim.
Escrevi-te naquele dia que "não queria doces recordações, iria apaga-las a todo o custo da minha memória, para diminuir a minha dor e deceção.
A verdade, por mais que me custe, a admitir, é delas que me alimento e continuarei a alimentar.
Foste o meu maior "erro" mas continuas a ser e sempre serás a minha maior certeza! Lá está?! Não faz sentido... Escrevo isto e acho Incompreensível, absurdo, infantil.
Sim, é tudo isto e muito mais, sei que TU conseguirias, atribuir facilmente uma série de adjetivos, em que o comum dos mortais, teria que ir ao dicionário para saber o seu significado! Como eu mesma, fui tantas vezes e achava divertido, estava a apreender, contigo! Tolinha que sou!
È Doloroso, embaraçoso exprimir em palavras aquilo que não ouso verbalizar. Sou um ser FRACO, demasiado fraco, emocionalmente, mas sou fiel ao que sinto.
Não acordo num dia lindo de sol e tudo passou, não sou assim!
A maioria de nós tem medo, vergonha das palavras que definem tudo isto. Por estas por vezes serem usadas de uma forma muito banal. Pelo fato de sentirmos que já não temos idade para as usarmos, nem idade para sentirmos.
Ao que vivo e sinto só há de fato uma palavra que encaixa na perfeição, é real! Amei-te, amo-te e amar-te-ei! Parece exagero, ingenuidade, cegueira, não me importa que me aches, "ridícula", mas parece que o AMOR é isto mesmo e muito mais!
Descobri tudo isto muito tarde, numa fase adulta e madura da minha vida È porque teve que ser assim!
SIM AMO, espero que um dia, O consigas sentir também! Tenho pena que não O possamos dividir e sentir os dois, mas a vida é assim! Não a compreendo agora mas se calhar, um dia quem sabe possa aceitar e compreender de forma mais saudável e pacifica tudo isto. Fazes me falta! Como escreveu Bono /U2 em uma das suas ultimas canções “you`re the best thing about me ” o seguinte verso que utilizo para terminar este meu longo pensamento (...) "the best things are easy to destroy(...) , é isso!
Eu posso até não ser tão forte por mim, mas por você eu tenho certeza que eu consigo ser a pessoa mais forte do planeta.
Tudo o que eu sou
Tudo o que há em mim
Tudo o que eu tenho eu ofereço a Ti
Te dou meu coração
Ele não pertence a mim
Eu me esvazio pra me encher de Ti
Nao esperem de mim explicação ,não tenho nada a explicar .
Não espere de mim consideração ,eu sei a quem considerar ,
Não espere de mim abraço apertado ,hoje sei a quem abraçar .
Não me peça o que não posso dar ,pois não tenho condição de me enganar .
Não quero mais mentiras pro meu coração ,não quero mais enganação .
Quem soube ler meus sentimentos continuará tendo minhas melhores atitudes .
Quem simplesmente não me respeita eu descarto
Cansei de ser flechada pelas costas
Cansei de ser usada por um poder descartável
Cansei de ser enganada, de ser abraçada por interesses vazios
Cansei de fingir que não entendia a palavra para ferir .
Cansei de ser julgada quando a intenção era fazer feliz .
Dei minha cara a tapa ,meu coração a punhaladas mas aprendi .
Aprendi que não devo me ferir por quem não se importa .
Não devo me machucar ,por quem não me respeita e apesar do meu amor transparente não sabe ler meu coração .
Simplesmente cansei de ser a boazinha que sempre rimou com bobinha .
Pior que ser enganada pelos outros é enganar a si mesmo .
é aceitar migalhas de amor cobrado ,catar restos de sentimentos julgados .
Sempre que fechar os olhos pra isso era humildade ,hoje vejo que é bobagem .
Tenho amor pra dar as flores aos pássaros ao velhinho que deseja um sorriso uma palavra ,tenho amor pra dividir com uma criança de rua ,um menino na praça a um doente no hospital .
Mas não tenho mais interesse de adular pra ser reconhecida .
Faço tudo por amor ... Nunca peço nada em troca mas não reconhecem então mas cansei ...
Quando eu mais precisava de ombro de colo ,pouco eu tive e este `´Pouco ´me basta !!!!
Cansei ...
Vou ser sincero pra Deus.
Tenho dito por tudo que a vida me colocaste.
Aparte de mim oh altíssimo, a maldade implantada.
Seja literal.
Seja conotada.
Se é poesia, canção, louvor ou fantasia.
Não há que me interesse, o aval social cheio de maldade.
Vestidos estão de ovelhas saudosas.
Lobos tantos, matilhas grandiosas.
Ferindo com engano, acusadores cheio de falsidades.
Por tudo tenho dito.
Grito, calo, falo e repito.
Podes colocar me Senhor, de picolé e bananas um vendedor.
Outrossim também um rei adorador.
Nada importa o status, a beldade.
Sim pelo crivo da dignidade.
Alma sóbria, liberta da dor.
Desde que sim, sempre peço e humilho a ti.
Não aparte de mim.
Teu Santo Espírito Consolador.
Reveste, adorne, insere teu poder, tua pura unção.
Tome meu pensar, meu sentir, meu agir.
Meu sangue, meu fôlego, entreguei a ti.
Tome nessa jornada, o proceder do meu coração.
Examina sim, esquadrinhe sim
Veja se há erro, peço te conserto.
Sou pequeno e fraco reconheço.
Teu Espírito Santo Consolador é a perfeita unção.
Giovane Silva Santos.
20/09/2022 21:15hs.
SER
Tenho inveja de mim mesmo...
Sou e não sou
Talves eu seja o que estou sendo agora ,mesmo sem a vontade de ser...
Todos fizeram tudo e se perderam no que hoje são....
Há muita seriedade em ser!
Embora vivo brincando o que nunca fui.
Não me importo se pro mundo eu valho o que eu tenho. O que vale para mim é o que eu sou. E se o que eu sou é menos do que o que eu tenho, então o mundo não merece o que eu sou.
Em um mundo de mentira te encontre, e sem querer me apaixonei...
E meio as palavras meu coração te enteguei,
mesmo sabendo que jamis me amara, como o amo
####
Sê paciente; espera que a palavra amadureça
e se desprenda como um fruto ao passar
o vento que a mereça.
Descrevo que era Realmente Naquele Tempo a Cidade da Bahia
A cada canto um grande conselheiro,
que nos quer governar cabana, e vinha,
não sabem governar sua cozinha,
e podem governar o mundo inteiro.
Em cada porta um freqüentado olheiro,
que a vida do vizinho, e da vizinha
pesquisa, escuta, espreita, e esquadrinha,
para a levar à Praça, e ao Terreiro.
Muitos mulatos desavergonhados,
trazidos pelos pés os homens nobres,
posta nas palmas toda a picardia.
Estupendas usuras nos mercados,
todos, os que não furtam, muito pobres,
e eis aqui a cidade da Bahia.
Quase
Um pouco mais de sol - eu era brasa.
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...
[...]
Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...
Nota: Trecho do poema "Quase" de Mário de Sá-Carneiro
Amores bandidos.
Dê um tempo para as paixões bandidas da sua vida, vire a página. Chega de romances “afasta e volta”, “vai e vem”, daqueles que são ótimos na saudade e péssimos na realidade. Amadureça afetivamente.
Claro que todo amor bandido tem um toque de excitação, afinal, de regra é na cama que ele eclode. O amor bandido tem desafios, diferenças que o homem teimoso acha que pode superar. Nas paixões bandidas um e outro querem “vencer” as diferenças, aquilo que vêem de ruim no outro.
Amores bandidos são prisões, calvários afetivos e não libertação, rejubilo e alegria que são as bases de uma relação afetiva saudável e feliz. Amor bom é aquele que não precisa da saudade para se fortificar, é aquele que não precisa se tornar um vácuo para ser valorizado.
Ama bem, quem se ama bem. Ama bem quem tem maturidade e quem consegue estabelecer um relacionamento saudável e harmonioso no dia a dia. Pessoas assim só sentem saudade quando o outro viaja, quando o outro está ausente e não quando o outro,infeliz e magoado, foge mundo afora.
Assim como existem os doentes da mente, os doentes fisicamente existem os doentes afetivamente: Pessoas que não conseguem estabelecer um relacionamento forte e maduro, pessoas que precisam da briga, que precisam da desarmonia e da plena ausência do outro para valorizá-lo. Existem pessoas que só sabem amar bandidamente, isso é um fato lamentável.
Fuja desse tipo de pessoa pelo bem de seu próprio coração. Quando você tiver se tornado saudade, quando ele sentir o vazio de sua falta ele vai acreditar que lhe ama e que você é tudo para ele, mas quando, enfim, ele conseguir lhe trazer para a prisão de seus braços vai lhe judiar e maltratar novamente. E assim você irá embora, e assim ele vai a sua caça e este jogo continua indefinidamente até terminar em tragédia, ou, quiçá nunca findar.
O Operário em Construção
E o Diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempo todos os reinos do mundo. E disse-lhe o Diabo:
– Dar-te-ei todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue e dou-o a quem quero; portanto, se tu me adorares, tudo será teu.
E Jesus, respondendo, disse-lhe:
– Vai-te, Satanás; porque está escrito: adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás.
Lucas, cap. V, vs. 5-8.
Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia, por exemplo
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião
Como tampouco sabia
Que a casa que ele fazia
Sendo a sua liberdade
Era a sua escravidão.
De fato, como podia
Um operário em construção
Compreender por que um tijolo
Valia mais do que um pão?
Tijolos ele empilhava
Com pá, cimento e esquadria
Quanto ao pão, ele o comia...
Mas fosse comer tijolo!
E assim o operário ia
Com suor e com cimento
Erguendo uma casa aqui
Adiante um apartamento
Além uma igreja, à frente
Um quartel e uma prisão:
Prisão de que sofreria
Não fosse, eventualmente
Um operário em construção.
Mas ele desconhecia
Esse fato extraordinário:
Que o operário faz a coisa
E a coisa faz o operário.
De forma que, certo dia
À mesa, ao cortar o pão
O operário foi tomado
De uma súbita emoção
Ao constatar assombrado
Que tudo naquela mesa
– Garrafa, prato, facão –
Era ele quem os fazia
Ele, um humilde operário,
Um operário em construção.
Olhou em torno: gamela
Banco, enxerga, caldeirão
Vidro, parede, janela
Casa, cidade, nação!
Tudo, tudo o que existia
Era ele quem o fazia
Ele, um humilde operário
Um operário que sabia
Exercer a profissão.
Ah, homens de pensamento
Não sabereis nunca o quanto
Aquele humilde operário
Soube naquele momento!
Naquela casa vazia
Que ele mesmo levantara
Um mundo novo nascia
De que sequer suspeitava.
O operário emocionado
Olhou sua própria mão
Sua rude mão de operário
De operário em construção
E olhando bem para ela
Teve um segundo a impressão
De que não havia no mundo
Coisa que fosse mais bela.
Foi dentro da compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário.
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele não cresceu em vão
Pois além do que sabia
– Exercer a profissão –
O operário adquiriu
Uma nova dimensão:
A dimensão da poesia.
E um fato novo se viu
Que a todos admirava:
O que o operário dizia
Outro operário escutava.
E foi assim que o operário
Do edifício em construção
Que sempre dizia sim
Começou a dizer não.
E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção:
Notou que sua marmita
Era o prato do patrão
Que sua cerveja preta
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.
E o operário disse: Não!
E o operário fez-se forte
Na sua resolução.
Como era de se esperar
As bocas da delação
Começaram a dizer coisas
Aos ouvidos do patrão.
Mas o patrão não queria
Nenhuma preocupação
– "Convençam-no" do contrário –
Disse ele sobre o operário
E ao dizer isso sorria.
Dia seguinte, o operário
Ao sair da construção
Viu-se súbito cercado
Dos homens da delação
E sofreu, por destinado
Sua primeira agressão.
Teve seu rosto cuspido
Teve seu braço quebrado
Mas quando foi perguntado
O operário disse: Não!
Em vão sofrera o operário
Sua primeira agressão
Muitas outras se seguiram
Muitas outras seguirão.
Porém, por imprescindível
Ao edifício em construção
Seu trabalho prosseguia
E todo o seu sofrimento
Misturava-se ao cimento
Da construção que crescia.
Sentindo que a violência
Não dobraria o operário
Um dia tentou o patrão
Dobrá-lo de modo vário.
De sorte que o foi levando
Ao alto da construção
E num momento de tempo
Mostrou-lhe toda a região
E apontando-a ao operário
Fez-lhe esta declaração:
– Dar-te-ei todo esse poder
E a sua satisfação
Porque a mim me foi entregue
E dou-o a quem bem quiser.
Dou-te tempo de lazer
Dou-te tempo de mulher.
Portanto, tudo o que vês
Será teu se me adorares
E, ainda mais, se abandonares
O que te faz dizer não.
Disse, e fitou o operário
Que olhava e que refletia
Mas o que via o operário
O patrão nunca veria.
O operário via as casas
E dentro das estruturas
Via coisas, objetos
Produtos, manufaturas.
Via tudo o que fazia
O lucro do seu patrão
E em cada coisa que via
Misteriosamente havia
A marca de sua mão.
E o operário disse: Não!
– Loucura! – gritou o patrão
Não vês o que te dou eu?
– Mentira! – disse o operário
Não podes dar-me o que é meu.
E um grande silêncio fez-se
Dentro do seu coração
Um silêncio de martírios
Um silêncio de prisão.
Um silêncio povoado
De pedidos de perdão
Um silêncio apavorado
Com o medo em solidão.
Um silêncio de torturas
E gritos de maldição
Um silêncio de fraturas
A se arrastarem no chão.
E o operário ouviu a voz
De todos os seus irmãos
Os seus irmãos que morreram
Por outros que viverão.
Uma esperança sincera
Cresceu no seu coração
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão porém que fizera
Em operário construído
O operário em construção.
Não é preciso uma verdade nova, uma aventura, para encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno.
Sou uma mulher,
um pouco menina...
Distraída,
Desastrada...
Amiga,
Sincera,
Às vezes tranquila e contente...
Depois tudo muda...
Constante...
Tento ser alguém em busca do meu melhor...
Mas tudo é complicado...
E raro...
Um amigo,
Um amor...
Sou assim
Quase sempre
Normal e feliz...
A vida é como um livro, porém as vezes nos prendemos a pessoas e esqueçemos de virar a página, é nesse momento que temos a impresão que tudo é "para sempre", e nos deixamos levar pelas emoções deixando de lado o fato que o "para sempre", sempre acaba !!!
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