Tenho Cara de Metida
Continue sendo sensível a Deus. Continue sendo inspiradora. Continue sendo luz.
Porque Eu tenho visto.
E estou usando tudo — até as ausências — pra cumprir o que Eu mesmo liberei sobre sua vida.
Tenho a leve impressão de que algumas mulheres só estão se expondo mais hoje em dia porque descobriram que sua única qualidade é seu único recurso...
Tenho os lábios secos...
Arde-me a cabeça...
Tenho febre...
Vejo o presente, e também o passado e o futuro...
E tudo me assusta...
Já nem sei mais o que digo...
Penso em deixar de pensar...
Trago perdido o que o espelho não mais retrata...
Sem o cortejo das estrelas...
Sem o que me enfeita...
Inocência...
Aonde deixei ficar?
Vens oh lua...
Espantas com o teu clarão as sombras que me perseguem...
Todos os lugares são o mesmo...
Com um coração que tem que pulsar...
Dizer a Verdade quem poderá?
E do esquecimento inviolável...
Nas trevas sondo, fixo e absorto...
Interrogo o intrépido destino...
Além das cousas transitórias...
Das paixões e das formas ilusórias...
Em meu refúgio...
Continuo sonhando...
Onde me perdi...
Também me encontrei...
E dos cálices de absinto que bebi...
Nessa Babel velha e corrupta...
Muitos outros sei...
Que ainda os beberei...
Sandro Paschoal Nogueira
Queria te ver mais, te ter mais perto,
Mas guardo em silêncio esse afeto incerto.
Tenho medo que minha verdade assuste,
Que minha intensidade seja o que te afaste, e não o que te puxe.
Teu sorriso é o arco-íris depois tempestade,
Traz paz, cor e uma doce saudade.
Teu carinho é como abraço em nuvem macia,
Algo que nunca vivi, mas minha alma reconheceria.
Escrevo pra dizer o quanto tu me faz bem,
Mesmo longe, você me acende também.
E não importa quantas vezes eu te encontrar,
Meu coração vai sempre... sempre querer perto de você estar.
"Casa de Dentro"
(por um coração com janelas)
Tenho em mim uma casa que não fecha,
onde o vento entra sem bater —
e cada suspiro é uma porta que range
pro lado de dentro de mim.
Nessa casa mora um rio calado,
que chora baixinho à meia-noite,
mas também ri com o sol da manhã,
quando a esperança põe a chaleira no fogo.
As paredes têm cheiro de infância,
de pão na manteiga e de colo quente.
E quando a tristeza visita,
dou café e deixo sentar um pouco.
Porque aprendi — com o tempo e os tombos —
que até a dor tem poesia
se você souber escutar com o peito
e não só com os ouvidos do dia.
Nessa casa, amor não é hóspede:
é morador antigo,
que plantou hibiscos no quintal
e rega o silêncio com paciência.
E há um jardim nos fundos,
onde tudo que morreu floresce de novo,
de mansinho,
como quem entende que a beleza
não tem pressa nem endereço fixo.
Sou casa, sou rio, sou flor.
Sou verbo que ainda não foi escrito,
mas que vive sendo sussurrado
no coração de quem sonha.
E se um dia bater na minha porta,
vem leve.
Descalço.
Com alma lavada.
Porque aqui dentro,
a gente vive como se o mundo fosse poesia
e cada encontro, um milagre.
Tenho dentro de mim
uma Clarice que duvida,
um Drummond que espreita as pedras,
um Vinicius que ama até o adeus,
e um Shakespeare que sonha com os olhos abertos.
Fui casa caída, bandeira ao vento,
fui rua sem nome e jardim sem dono.
Mas reguei minha ausência com esperança,
e plantei amor até no chão do abandono.
Não me peça lógica — sou flor.
Sou verbo em carne viva.
Sou reza de Cora no silêncio da cozinha.
Sou verso de Mario escapando pela fresta.
E mesmo quando a dor fizer morada,
ainda assim —
com olhos molhados e alma lavada —
deixarei a porta aberta.
Não tenho medo de coração partido,
nem de espelho quebrado.
Tenho medo de coração vazio
e de um reflexo de mim nublado.
Não tenho medo do escuro,
nem do perigo que tu és.
Tenho medo que a sua sorte
será meu revés.
Não tenho medo de viver 1 só vida
e que meu fogo seja apagado.
Tenho medo de viver 7 vidas,
e nenhuma ao seu lado.
Quero tudo o que puder me dar,
ainda que seja azar.
Não nasci no sertão , mas tenho certeza que de lá eu vim de outrora .
Não nasci no sertão , mas me sinto filho da terra .
Não nasci no sertão mas amo sentir o sol o ar que entrelaça meus pulmões que só o sertão tem .
Não nasci no sertão mas amo o cheiro que as chamas trazem diante do braseiro.
Lugar onde encontro a paz e o sossego que minha alma precisa .
Tenho romantismo na alma, safadeza na pele e fidelidade no olhar. Se for para viver, que seja com alma, meu beijo marca, meu toque vicia e minha lealdade não falha. Quem me encontrar, vai saber o que é sorte de verdade.
sei que tenho muito do que não tinha antes
mas ainda parece ser nada
eu juro que não sou ingrata
talvez ter vinte e poucos anos
não seja tão legal assim
Em um mundo de santos duvidosos
Tenho medo da força da verdade,
No discurso bandidos são bondosos
Não conseguem deixar a vaidade.
Em defesa do povo e do estado
O bem comum é todo expropriado,
Esquecendo o dever de dar suporte;
Não aceitam acordo nem pitaco
Quem defende bandeira do mais fraco
Não resiste ao suborno do mais forte.
" EU DUVIDO "
Te quero! Mas… Me queres? Eu duvido!
Não tenho aqui cacife ao teu dispor
nem nada além de mim pra te propor,
o que não te parece ter sentido!
Por que darias, pois, qualquer valor
a quem, na vida, só tem padecido
embora, bravamente, resistido
a não se dar, se não for por amor?!...
Deixei meus sonhos todos pela estrada,
os bens, os familiares de jornada,
e só tenho a poesia em companhia…
Me queres, pois, como te quero, enfim?
Duvido! Não há mais valor em mim…
Não sou aquilo que eu já fui um dia!
Tenho romantismo na alma, safadeza na pele e lealdade no olhar.
Se você cruzar meu caminho, saiba que não sou feito de metades.
Não sou para quem tem medo de se entregar por inteiro.
Se for para viver, que seja com alma.
Porque, quando me entrego, é sem reservas, sem máscaras,
e, se você tiver coragem de se perder em mim,
não vai querer mais voltar.
Meu beijo não é só um beijo,
ele é um convite, um abismo aonde você vai se afundar e,
ao mesmo tempo, se encontrar.
Meu toque é uma marca que fica na pele,
algo que você vai carregar por dentro, mesmo quando me afastar.
Eu sou o tipo que consome sem pedir permissão,
e quem não está pronto para isso, melhor nem tentar.
Eu não dou espaço para mediocridade.
Não sei ser metade.
O que eu sinto é inteiro, é feroz.
O que eu ofereço é lealdade, algo raro,
e a minha lealdade não falha.
Quando amo, amo com tudo o que sou,
sem expectativas vazias, sem me esconder atrás de joguinhos.
Eu sou assim: sem medo de ser profundo, sem receio de ser vulnerável.
Porque o verdadeiro amor exige coragem,
a coragem de se despir de tudo e se jogar na intensidade.
Amar comigo não é sobre depender,
é sobre somar, sobre crescer juntos na tempestade e na calma.
Não sou para quem teme a intensidade da vida, nem para quem tem medo de sentir.
Se você me escolher, vai saber que não se trata de um amor suave,
é um amor que desafia, que incomoda,
mas que te faz sentir mais vivo do que nunca.
Quando você me encontrar, vai entender que eu não sou para qualquer um.
Meu amor não se esconde, ele se impõe, ele desafia.
Ele exige que você seja real, que se mostre, que se entregue, sem armaduras,
sem meias palavras.
Porque eu não estou aqui para viver no raso.
E se você tiver coragem de me viver,
vai entender que o que ofereço não é apenas um amor, é uma jornada.
E, quando você entrar, não vai querer sair.
Porque quem me encontrar, vai saber o que é sorte de verdade.
Vai perceber que o amor que dou não é para quem tem medo de viver,
é para quem tem coragem de amar.
Sem medo de ser todo.
Sem medo de ser intenso.
Porque o que eu dou não tem volta,
não tem segunda chance.
O meu amor é raro,
é único.
no fundo do pensamento
Me tenho como parte
De algo inimaginável
De algo ainda não visto
No fundo de alguma coisa
Me tenho
E só me toco por que estou dentro
A arte se faz bordão
E o cordão umbilical se rompeu
Mas antes de cortar
A mãe disse não
Sinto saudade
Sentimento forte que aprimora o contido de minha alma
Penso logo consigo
As vezes
Nem sempre
Ultimamente não ando conseguindo muito
O suficiente pra meu mundo não acabar
O suficiente pra eu sobreviver
Na base do impossível posso afirmar
Mas não vai ser o bastante se o eu não arder
Me sinto bruta
E singela
Como gato na madruga
Ou em cima da magrela
Quero pra já
O gosto do sabor doce
O amargo não quero lembrar
E não quero me saciar do cítrico
Peço a minha alma para que me ouça
Mas dessa vez se faça de cabeça
Para entender minhas vontades
E saber quando preciso
E se preciso
Do verbo
Tantas coisas pra dizer, tantas coisas pra falar... Mas sinto que não tenho voz o suficiente pra transformar meus pensamentos em som.
Ou será que já estou falando mas ninguém pode escutar?
Sinto sozinho fora de uma grande esfera carcerária!
Só o silêncio de um grande vazio distante das vozes populares, onde se tudo vê, onde se tudo é filosófico
Poxaa... esse último que te enviei, por toda admiração que tenho por você, gostaria muito que visse e se possível comentasse.
Que todas as felicidades, alegrias e sortes de bênçãos da parte do SENHOR encha seu coração e suas rotinas
Tenho entendido, cada dia mais, o propósito desse acontecimento na minha vida.
Vai levar muito tempo até isso cicatrizar, parar de me atormentar e a não me fazer chorar de raiva quando falo
sobre o assunto.
Isso só acelerou um processo que eu já teria de passar de uma forma ou outra.
Essa é a galera que vai entender cedo ou tarde que o mundo é muito pequeno e "0 bem que vc faz. É seu advogado em todo lugar".
Sobre Meus Amigos
Tenho amigos que não falam comigo todos os dias…
Mas quando a coisa aperta, são os primeiros a perguntar: “Tá bem? Precisa de mim?”
Eles não cobram presença, entendem o silêncio.
E quando apareço só pra desabafar, eles ouvem como se tivessem esperando por isso o tempo todo.
Tenho aqueles que somem por um tempo…
E a vida leva a gente por caminhos diferentes,
mas quando o reencontro acontece, parece que foi ontem.
Rola aquele abraço forte, uma risada solta, e tudo se alinha de novo.
Tenho amigos que não sabem consolar com palavras,
mas chegam com uma carona, um café, uma ajuda sem perguntas.
E isso vale mais do que mil conselhos.
Também tem aquele que aparece só quando precisa,
e eu? Eu ajudo, porque já estive lá também.
Às vezes a gente é abrigo, às vezes é quem corre pro abrigo.
E tá tudo bem, tá tudo certo.
No fim, amizade verdadeira não se mede por frequência,
mas por presença no momento certo.
E nisso, sou grato.
Porque tenho amigos que, de jeitos diferentes, sempre me mostram que não estou sozinho.
