Tenho Cara de Metida
E eu queria te dizer
tudo que penso
mas tenho medo de falar;
Às vezes a gente perde
e é por não tentar;
Mas quando te vejo
O coração bate mais forte
Acho que você percebe que não paro de te olhar;
A vida é passageira, chega ao fim sem avisar
Não sei o porque eu não te digo o quanto eu ia te amar
Ao ateu, não diria que sua vida está condenada, porque estou convencido de que não tenho direito de fazer juízo sobre a honestidade dessa pessoa.
Eu tenho fé, de que Deus me mostrará as respostas para todas as coisas, muitas vezes sou eu que não vejo por deixar o medo ser maior que a minha fé.
Mas tenho pedido a Deus todos os dias que ele limpe meus olhos de todo desânimo e desespero, para que eu possa ver pelos olhos da fé as maravilhas que Deus tem reservado para mim.
Tenho aprendido a silenciar. A observar as coisas que acontecem ao meu redor de boca fechada. Dizem que quando poupamos um sentido, aguçamos os outros. Nesse caso, o meu silêncio tem deixado a minha visão mais apurada. Eu tenho conseguido olhar mais para dentro. E estou ouvindo melhor, também. Com mais atenção. Quando falamos demais, perdemos a oportunidade de distinguir o barulho, da música. O verdadeiro, do falso. O exagerado, do suficiente. Porque muitas das vezes, não precisamos dizer absolutamente nada. Por isso, o silêncio tem sido a minha mais reveladora resposta.
E isso é precioso.
Você não ama ninguém
Nem me deixa ir além
Eu tenho medo de te perguntar
O que a gente é
Você abala minha fé
Minha visão tá turva
É de se desesperar
Cê me jogou pro alto
Só pra me ver quebrar
Eu tenho andado louco e a culpa é sua
Acho que te vi, quero gritar a minha dor
Tô entrando no meio dos carros da sua rua
Mais fraco e frágil pra falar de amor
E eu tenho tentado dormir demais, querendo me congelar para o futuro melhor. Um futuro bom, assim como foi bom esse nosso passado. É o presente que não estou sabendo como viver.
O que tenho hoje faz parte do que eu desejava no passado. E sei que o que eu desejo hoje, eu terei em breve.
Amigos falsos? Que isso, eu não tenho amigos falsos, porque a partir do momento que é falso, deixa de ser amigo.
Tenho que me lembrar de respirar, tenho quase que lembrar meu coração de bater! Vivo como se me impulsionasse uma mola endurecida: é constrangido que realizo o ato mais insignificante, desde de que esse ato não dependa daquele pensamento único; é constrangido que reparo em qualquer coisa viva ou morta, se ela não esta associada à ideia que é para mim universal. Um único desejo alimento, e todo o meu corpo, todas as minhas faculdades anseiam por atingi-lo, vêm ansiando por isso há tanto tempo, e tão inflexivelmente, que estou convencido de que esse desejo será satisfeito, e em breve, porque já dominou minha existência.
Oi, filha, falar de vc é muito fácil, afinal, é alguém por quem tenho muito amor e carinho.
Uma pessoa extremamente sensível, c/ um caráter invejável, sempre c/ uma palavra sincera e amiga.
Carrega um carinho no olhar e uma calmaria no coração q encanta a tds.
Há pessoas q entram em nossas vidas e se transformam em pessoas necessárias...
E vc é assim.
Sua simpatia, seu alto-astral, sua determinação, sensibilidade, simplicidade, seu carisma e honestidade... são sua marca registrada e te fazem uma pessoa do bem.
Não deixe q a vida ou as pessoas modifiquem seu modo de ser.
Isso te faz diferente e especial.
Q Deus possa te abençoar sempre, p/ q vc continue a iluminar nossas vidas c/ sua tão sincera amizade.
Eu só tenho a te agradecer e estarei sempre de pé, na arquibancada da vida, torcendo mto por vc, sempre!
Beijos de carinho no teu coração.
Por vezes, sinto a força dos ventos contrários...
Mas tenho uma fé enorme que me move.
E é nela que me seguro pra não cair,
pra não desistir.
Não te Amo
Não te amo, quero-te: o amor vem d'alma.
E eu n 'alma – tenho a calma,
A calma – do jazigo.
Ai! não te amo, não.
Não te amo, quero-te: o amor é vida.
E a vida – nem sentida
A trago eu já comigo.
Ai, não te amo, não!
Ai! não te amo, não; e só te quero
De um querer bruto e fero
Que o sangue me devora,
Não chega ao coração.
Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela.
Quem ama a aziaga estrela
Que lhe luz na má hora
Da sua perdição?
E quero-te, e não te amo, que é forçado,
De mau, feitiço azado
Este indigno furor.
Mas oh! não te amo, não.
E infame sou, porque te quero; e tanto
Que de mim tenho espanto,
De ti medo e terror...
Mas amar!... não te amo, não.
Que a força do medo que tenho, não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo em que acredito não me tape os ouvidos e a boca.
Porque metade de mim é o que eu grito, mas outra metade é silêncio...
Nota: A autoria do texto tem vindo a ser erroneamente atribuída a Ferreira Gullar. Trecho do poema "Metade".
...MaisAprendi a caminhar sozinha e dar valor ao pouco que tenho, porque ser feliz não significa ter tudo, apenas o suficiente.
Carta para você.
Tenho medo que dê errado. Aquela insegurança boba, sabe? Aquele nervosismo.
Mas acho que é normal ter medo de perder aquilo que tanto se ama, não é mesmo?
Tenho medo de um dia, ao abrir os olhos, você se dê conta de que poderia ter alguém melhor. Passe a enxergar detalhadamente todos os defeitos que eu tenho. Pois são muitos. E decida de repente me deixar. Partir.
Com certeza este seria o meu abismo.
Você sabe, sabe da minha fraqueza. Sabe dos meus medos.
Mas também sabe que tudo tem o seu motivo. E o motivo é você.
Você é o meu ponto fraco e, ao mesmo tempo, a minha fortaleza.
Digo com clareza, que não poderei seguir se não ao teu lado.
