Tenho Cara de Metida
E eu tenho esperança para com Deus, esperança que estes mesmos homens também alimentam, de que há de haver uma ressurreição tanto de justos como de injustos. Atos-24;15.
É verdade e posso assumi-lo publicamente. Não tenho um , tenho vários amantes. Chamam-se turbilhões !!! São todos diferentes, e por uma razão ou por outra lá acabamos por nos enrolar desalmadamente como se não houvesse amanhã.
É natal! Mas que maravilha... Essa data nos move em compaixão. Eu queria dar o que não tenho e ver as crianças em reunião, brincando felizes e orgulhosas. Ao ver de perto a alegria dessas crianças simples que não conheço, eu as amaria como sempre sonhei. Ajudaria no que precisassem, para vê-las sorrir por um dia e aprenderia muito com elas também. Dividiria preciosos momentos de pura fantasia. Ensinaria o verdadeiro significado da palavra amor e juntos comemoraríamos o nascimento de Jesus.
Minha cabeça é o meu mundo, não tenho paixões, nem companhia de estrada vejo uma encruzilhada olho para os lados e defino para que lado eu devo seguir.
Não tenho medo da morte...
porque não sei o que é a morte.!
Tenho medo de sofrer de doença ou solidão.
Acreditamos que ficamos tristes pela morte....
mas na verdade é a morte que nos impressiona.!
Eu não quero viver nenhum dia que...
eu não possa orgulhar-me.!
Ainda que seja escuro no seu coração..
valera sempre a pena ver as estrelas...
e sorrir na escuridão.!
Ter esperança é ter outro refúgio que não a morte!
Vivemos cada vez mais tempo e fintamos a morte.!
Envelhecemos e estamos a cada dia mais sozinhos.!
A morte não é o fim é o começo.!
Agora sou uma guerreira, agora eu tenho a pele mais grossa, sou uma guerreira e estou mais forte do que jamais fui.
Aprendi que nada realmente dura para sempre.
Eu durmo com as cicatrizes eu tenho as que não irão sarar
Elas não irão sarar
Pois toda vez que pareço me apaixonar,
Crash! Boom! Bang!
Eu encontro o coração, mas então bato com a cara na parede,
Crash! Boom! Bang!
Esse é o chamado, esse é o jogo, e a dor continua a mesma.
Tenho meus medos e dramas, tento sempre me dopar de sensatez, mas nos cantos, longe dos olhos dos jurados, sento-me, esparramando-me pelo chão, como a menina que acaba de estragar sua única boneca, e choro sentida, sem holofotes, sem brilho, sem pudor, sem requinte, sem amor.
Eu tenho a força
Tenho coragem
Sabedoria que meu Pai me dá
Tenho meus amigos
Minha família
A quem eu devo amar
Nessa luta séria
nunca estarei sozinho
Nessa guerra com a matéria
Do mundo da ilusão
Peço firmeza
Tomar uma decisão
É preciso determinação
Ainda não é a despedida
Vou Entrar na batalha da vida
Cumprir minha missão
Quero todo o carinho
Que só vós me dá
Sigo nesse caminho
Para um dia vos encontrar
Fiz um contrato comigo mesmo. Ser mais agradável, mais alegre, mais sorridente. Não tenho nada a perder sendo assim, pelo contrário, serei a parte de mim da qual mais gosto
Eu gosto de ser assim... Livre, leve e pra muitos louca. Tenho uma loucura de ser eu mesma, sou bem particular, sou dona de mim. Grito e choro a minha essência. Sou o meu início, meio e fim. Sou a liberdade de minhas palavras e nem sempre a lucidez de meus sentimentos. Sou pra muitos e que poucos sabem. Mas quase sempre escancaro meu brio e não importa o espectador. Eu soul!
Você e minha inspiração
chego no céu sem tirar
os pés do chão
posso tudo
tenho o prazer
tudo com você
meu amor
Simplesmente tenho passado por tempos difíceis. Tempos em que não sei se haverá tempo, para ser... eu.
Não sou um padrão de mulher, não sou perfeita, não tenho 1 batom dentro da minha enorme bolsa mas, tenho um abridor de garrafa e muitas tampas de Heineken, tenho mais camisas de bandas do que blusinhas, uns 3 sapatos de salto em meio a 5 All stars. Não consigo tomar uma garrafa de refrigerante sozinha mas, em compensação tomo um fardo de cerveja sossegada. Não passo chapinha, não faço dieta e eu mesmo faço minhas unhas. Já fui amada (por muitos), e ainda sou (pelo melhor), odiada (por poucos que gostariam de ser 1/3 do que sou). Prazer..
Fernanda Molena
O coração, se pudesse pensar, pararia. (...)
Considero a vida uma estalagem onde tenho que me demorar até que chegue a diligência do abismo. Não sei onde me levará, porque não sei nada. Poderia considerar esta estalagem uma prisão, porque estou compelido a aguardar nela; poderia considerá-la um lugar de sociáveis, porque aqui me encontro com outros. Não sou, porém, nem impaciente nem comum. Deixo ao que são os que se fecham no quarto, deitados moles na cama onde esperam sem sono; deixo ao que fazem os que conversam nas salas, de onde as músicas e as vozes chegam cómodas até mim. Sento-me à porta e embebo meus olhos e ouvidos nas cores e nos sons da paisagem, e canto lento, para mim só, vagos cantos que componho enquanto espero.
Para todos nós descerá a noite e chegará a diligência. Gozo a brisa que me dão e a alma que me deram para gozá-la, e não interrogo mais nem procuro. Se o que deixar escrito no livro dos viajantes puder, relido um dia por outros, entretê-los também na passagem, será bem. Se não o lerem, nem se entretiverem, será bem também.
