Tempos
Em tempos de guerra, não se esconda,
as ruínas que sobrará após as batalhas te fará entrar em uma nova guerra, onde tu estará sozinho e as noites serão longas.
ARCO DA VELHA (NEY PIRES)
Diz o ditado dos tempos atrás e real.
Era um mistério, coisa de escultor.
Quando a chuva findava no quintal,
Surgia no céu um desenho múltiplo cor
Não era apenas um vapor colorido e sutil
Era o Arco da Velha com seu orvalhado
Diziam que a velha bebia a água do rio,
Bordando cores num céu clareado
Sete fitas estendidas no infinito.
Um portal de magia que a infância inventou,,
Nenhum pintor fez um traço tão bonito.
Que o tempo passou, mas não apagou.
Que traz o passado de volta ao pensamento.
O arco da velha some pelo o horizonte,
Mistério guardado na curva do vento,.,
Deixando a saudade beber na sua fonte.
Em tempos de tantas crises, a resiliência e a coragem tornam-se virtudes indispensáveis. A primeira nos fortalece diante das pressões, enquanto a segunda nos impulsiona a superar as dificuldades.
Pós amor...
Quem sobrevive a um pós amor ainda permanece preso nas lembranças dos tempos que foram bons por um determinado período,
o eco de outro tempo sobra no lugar aonde aqueles corpos não se encontram mais,
porém, depois de alguns voos sem direção, o sol volta a nascer lindo e vibrante apresentando o verdadeiro horizonte aonde as plantas nascem em cima das cinzas de fogueiras e aonde as flores crescem e dão seus frutos enriquecendo o novo momento.
A tempos...
Depois e tanto tempo e convivência juntos não como queríamos, mas sim como amigos de muita cumplicidade e sinceridade,
Foram tantos movimentos e momentos que passamos sem perceber o quanto nossos olhares se encontravam e queriam dizer algo,
Uma certa elegância e charme tomaram conta da nossa distância, porém algumas atitudes que faltaram em determinado período foram se revelando através de sonhos e memorias saudosas,
Ao nos reencontrarmos no mercado depois de anos longe um do outro, tudo passou a se ressignificar automaticamente,
Por anos nos queríamos do mesmo jeito, por anos nos desejamos sem saber sobre os sentimentos um do outro,
Agora podemos entregar atitudes e presença, agora podemos viver um amor do tamanho da nossa própria essência.
Para o inconsciente
existem dois tempos,
passado e futuro.
Ambos unidos e
vivendo
no tempo presente.
Não existe um tempo
melhor ou pior,que outro.
O que existe é vida
em todos os tempos!
Cada geração vive o seu
momento do seu Tempo!
Bom é saber aproveitar
bem o Tempo.
E fazer dele o seu
bom momento.
Tudo passa!!
.
A morte é braba, ela não liga, não tem dó, nem respeita tempos. Ela devora em qualquer época, esbagaça os preparados e os despreparados. Ela divide tempos: o agora e o depois. Ela forma novos sentimentos, muda cenários. Disciplinados e indisciplinados irão morrer. E, para além de tudo, ela causa medo — e esses medos não vêm sós, vêm com correntes. E você decide usá-las ou não.
Do meu livro: Nem que morra.
Em tempos de redes sociais,
likes e curtidas virtuais
alegrias pontuais
decepções monumentais
experimento curtidas espirituais
no balanço das redes reais...
Bons Tempos e Maus Tempos
Nos bons tempos, o amor floresce como um jardim iluminado pelo sol. Cada sorriso parece eterno, cada abraço aquece a alma, e o coração encontra paz ao lado de quem ama. Nesses momentos, a vida ganha mais cor e os sonhos parecem possíveis.
Mas os maus tempos também chegam, trazendo saudade, silêncio e lágrimas. As dificuldades colocam o amor à prova, fazendo o coração sentir o peso da distância, das dúvidas e das despedidas. Ainda assim, é nesses dias que descobrimos a verdadeira força dos sentimentos.
Quem ama de verdade aprende que bons e maus tempos fazem parte da mesma história. O amor não é apenas alegria, mas também coragem para permanecer, perdoar e acreditar. No fim, cada dificuldade vencida torna o sentimento ainda mais forte e mais bonito.
Em tempos de padronização curricular e de cultura dos resultados, a leitura de “Currículo, surdez e diferença: sobre cálculos e margens; educação e por vir” (Ribeiro; Uhmann, 2024) nos provoca a pensar o currículo para além da prescrição, como espaço de alteridade, negociação de sentidos e abertura ao porvir. Uma reflexão necessária à formação docente.
Nos tempos atuais, nota-se a propagação de uma mensagem diferente da relatada no evangelho de Jesus Cristo, o filho de Deus. Tal mensagem, propaga um evangelho sem renúncias, em que não é necessário se abster das inclinações carnais. Porém, é importante lembrarmos o que foi dito por Jesus em Mateus 16, verso 24: "Então, disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-me".
Além disso, devemos sempre nos lembrar da nossa natureza errante e indigna, como mencionado em Romanos 3, verso 23: "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus". No entando, nossa esperança e redenção estão no sacrifíco de Cristo, que oferece perdão a todos os que, com coração sincero e arrependido, clamam pelo Seu Nome!
E estes, ao se entregarem ao agir do Espírito Santo, são transformados para uma vida renovada em Cristo, como é dito em Romanos 8, verso 1: "Portando agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito"
Em tempos de padronização curricular e de cultura dos resultados, a leitura do texto “Currículo, surdez e diferença: sobre cálculos e margens; educação e por vir” (Ribeiro; Uhmann, 2024) nos provoca a refletir sobre a importância de compreender o currículo como espaço de alteridade, diálogo e abertura ao porvir. Uma reflexão necessária e potente para a formação docente.
Nos tempos não consumidos
Bem que a gente poderia falar de amor
Mas os melhores hão de ser vívidos
Seja lá onde for bem-vindo.
Matheus Ruiz
