Tempo Livre
A única decepção que possa vir ter com alguém algum dia, esse alguém sou eu, pois sou livre para fazer escolhas e adulta o suficiente para arcar com as consequências.
O medo corrompe, em meio ao pânico se abre mão do livre arbítrio, apenas por uma promessa de “Segurança e Ordem”, e tudo que se exige em troca é “sigilo e obediência”.
Morrei livre em plena natureza. A onde com a liberdade eu me encontrava. O amor, a solidão; a natureza me fortalecia. Todo grande homem amava a solidão e a liberdade. Nas profundezas da alma e do coração de cada um deles. E no fundo sentia a emoção que tudo isso lhe trazia. Viverei e morrerei na mais total liberdade de ser... livre!
Tenho inveja do vento, que corre livre e solto
Que como brisa refresca o calor
Que como vendaval, carrega palavras
Que pode lhe sentir por inteira.
TÔ ME PREFERINDO ASSIM
Aquela sensação de verdadeiramente livre, quando a gente se desprende de algumas âncoras e passa a enxergar a vida de um jeito diferente, de um jeito sútil e poético... Eu sinceramente, estou me preferindo assim.
Eu sou aquilo que acredito ser, fluindo livre do peso da culpa, desprendido da dor, amo existir vivendo na ação o reflexo dos meus desejos, pois os escolhi com o amor que tenho pela minha singularidade, sabendo-me dono e responsável pelo meu agora, vou construindo uma vontade impecável, dessa forma não sou vítima das minhas próprias reações. Enquanto isso vou lançando as sementes do meu querer no terreno fértil da minha própria imaginação. Me encontro pronto e disposto a alcançar aquele pedacinho reluzente de tempo chamado OPORTUNIDADE!
O que me dá liberdade é a certeza de que sou livre de tudo que me faz mal e sou cheia de tudo aquilo que reflete o bem. Só tem liberdade quem tem a mente livre de pensamentos negativos e o coração livre de sentimentos ruins, de mágoas e de todo entulho ruim que não devemos guardar, mas enterrar no baú do esquecimento, porque tudo o que é mal e carregamos dentro de nós começa a fazer parte de nós e se misturar à nossa essência...
O amor que sinto é cobiçado
Livre, ele segue independente
Firme, às vezes enfrenta seu próprio inconsciente
Tem luz própria
Assim ilumina a ingratidão que lhe condena
Caminha sem trepidar
Desafia o seu desandar
Sobe, desce vales sombrios
Onde constantemente é surpreendido
Pelos desafios
Perdendo o olhar que um dia lhe sorriu
Desacredita, desabona
Mas se consola
No que restou talvez
Da insensatez dos desejos incontidos
Das loucuras dos "querês" proibidos.
A mente deve fluir pura como a mente de Buda. Livre de todas as amarras e tentações de Mara, O Demônio interior, a ilusão. Uma mente conscientemente fluente.
Nem acredito que estou feliz com o desfecho dessa história. Não imaginei que me sentiria tão livre, tão bem, tão eu, finalmente.
Só o livre debate entre intelectuais independentes pode criar uma atmosfera na qual a verdade tenha alguma chance de prevalecer, mas esse tipo de debate tornou-se impossível a partir do momento em que, na segunda metade do século XX, toda atividade intelectual foi cada vez mais monopolizada pelas universidades. A classe acadêmica tem muita consciência de que o seu poder de pressão sobre a sociedade depende da existência de um consenso acadêmico, de uma opinião dominante que possa ser apresentada em público não como convicção pessoal deste ou daquele indivíduo, mas como convicção geral da classe. Todo debate, dentro dessa comunidade, torna-se assim apenas um momento dialético na formação do consenso destinado a absorver as opiniões divergentes numa conclusão final representativa da classe acadêmica como um todo e investida, portanto, de 'autoridade científica'. O critério, aí, só pode ser o mesmo do 'centralismo democrático' leninista, no qual a troca de opiniões é livre somente até o momento em que se forma o consenso; a partir daí, cada participante do debate tem de abdicar da sua opinião própria e tornar-se um porta-voz do consenso.
Deixando o amor fluir, livre ! Quê vale, o quer que seja, se não amar, se não viver ? Músicas...intenções, segundas...As vezes falo com os olhos, escuto no silêncio, grito com alma...Também digo com a boca ! Fim, por fim...Me entrego, me dou...De ponta, calada, com a voz. Entendo-me, compreendo-te...Quem sabe, tô aqui... "Sempre aqui, sonhando "...Querendo nós !
Leônia Teixeira
23/05/2018
Ao me ver livre eu me sentia livre. Um perdido pelas estradas. Cujo o lar era a natureza. E a própria liberdade. A emoção que aos meus olhos me trazia. Toda liberdade de poder sentir se parte da natureza. Navegar nas densidades das matas densas. Poder acalmar a fera que sempre existiu em mim. E que tanto ansiava voltar a natureza.
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