Frases sobre temor

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⁠Não temo os fantasmas!
O que temo são os corpos;
suas aparições taciturnas, cadavéricas; desnutridas de mínima réstia de
bom senso!

Inserida por maurotoledo

Eu sou movida à paixão,

não temo caminhar ao sol.

Eu sou amante da vida,

te querer é a minha religião.

Em ti resiste a fogo brando,

- e a brasa mansa [recolhida

De uma paixão impensável

Por minh'alma [feminina.



Eu sou aquela [criatura],

que se perfuma para te ter.

Eu sou aquela [ternura],

que vira de verso para te ter.



Do melhor de mim para ti

oferto-te o meu inalterável:

o meu amor feito de poesia

Sublime, ardente e honorável.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não temo mergulhar em minh’alma,

Não temo de forma alguma,

Nela encontrei a tua em movimento,

Eu não mais me pertenço,

Em ti me acho, e em ti me perco;

Como o vento sopra a duna,

Puro festejo e encantamento.





Canta melodiosamente o vento...,

O seu canto manso,

Giram os cataventos,

Os nossos amores sublimes atentos.

Protegidos por Deus e todos os santos,

Não tememos as naus e quebrantos,

Brada o mar,

Com amor se supera os tormentos.





Certamente, no teu riso,

Sorrio igualmente,

Espelhei-me na tua rebeldia,

Nessa imensidão e desassossego,

Identifiquei-me com o teu brio,

Encontrei na tua alegria,

- tudo -

Aquilo o quê mais precisava:

a minha poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Podem vir dias com pouco sol,

Não temo, confio em nós;

Porque o amor canta

Como um rouxinol.

Temos bons motivos,

Para nunca sermos sós,

E para ficarmos a sós:

É a primavera em floração


Fazendo companhia

Faça chuva ou faça sol.

Através destas mil fotografias

Que também são poesias,

- vou laçando o seu [coração

Porque se ama com os olhos, com a boca

E também com o [coração.

Com amor o campo se faz florido

Independente de [estação,

Vou nos perfumando

E provocando mil caminhos

Até o pote no final do arco- íris,

Que é o seu carinhoso [coração.

Trazemos um conjunto de manias, taras,

Costumes, hábitos - e doces perfumes.

Um conjunto de intenções que aos olhos denuncia,

Desse pecado não quero me fazer remida,

Sou a verdadeira miragem que não se apaga,

Carrego a honra do meu corpo nu de mulher amada,

A minha pele ao sabor do teu prazer - cintila.

Em finas letras jogadas ao vento - da forma mais 'feminina',

Provoco-te em poesias porque leio o teu pensamento,

Sei que esse você está para surgir

Novamente a qualquer momento:

Por isso a minh'alma não está aflita,

Vou seguindo semeando versos

Neste infinito campo de tulipas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Temo que estejamos em perigo de esquecer que ter uma Bíblia é uma coisa; lê-la é outra coisa completamente diferente.

J. C. Ryle
Practical Religion (1879).
Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Hoje, temo menos o fim da vida do que o teatro da despedida — velórios encenados, a turma da moral encenada e as gargalhadas condenadas.

Inserida por ATeodoro72

Nenhuma sociedade, nenhum homem, cresceu e se multiplicou sem mitos e utopias. Dos mitos o temor, das utopias a motivação, essências da vida.

"A gratidão é a moeda que podemos cunhar nós mesmos
e podemos gastar sem temor de falir."

Estamos Sós?

Sistema solar.
E estou só, lá?
Temor a assolar.

Não me venha com desculpas singelas
dignas de meu temor por saber que
seus olhos tem veracidade suficiente para
apodrecer minha malévula vontade de objetivar o futuro.

Contanto que tu digas somente o que queres falar e ardeu no seus seios perfeitos
Não abras a boca. Calunias superfúlas não vão sustentar minha tênue alegria muito menos curar as chagas nascidas dos meus atos.

Se queres me julgar culpado do meu erro maldito de querer ter dois colibris fêmeas na mesma gaiola. Faça, porque eu já me dei a sentença de eliminar toda as vontades, de dar um ponto final aquilo que não sei nomear.

Um sentimento de querer cuidar de sua pessoa, mesmo sabendo que não conseguiria tomar conta de mim mesmo, sabendo que tu com toda certeza cuidaria melhor de minha pessoa.

Menino ainda, feto nefelibato, não passa de um garoto sentimental que aprendeu a obstruir todos as suas artérias que antes passavam um sangue frio, malditos amores passados, me passaram a sabedoria do amor, mesmo sabendo que não amava ninguém antes como amava seus progenitores.

Podia até saber o que essa palavra que gerava medo significava, mas só sentia o amor de cria que tens para os seus queridos entes, agora procura o significado deste sentimento.

Mesmo tendo os maiores exemplos na frente de seus olhos, seus queridos pais que ultrapassaram qualquer barreira,
para morar e compartilhar essa aliança que era tão fútil, um pedaço de ouro em forma circular que é tão cara quanto entrar nesse estado civil.

Ele não acredita ainda.

Mas é só mais um pensamento idiota...
Quem leria algo que vem de uma alma jovem...

Não passam de bobagens, assim como as histórias que só vivi em minha mente...

"O temor do Senhor é o princípio da sabedoria,
e o conhecimento do Santo é entendimento."

Acho que há um temor existencial nos jovens de hoje. Eu não tinha isso. Eles enxergam montanhas enormes, onde eu via apenas uma pequena colina para escalar.

Perde-se o TEMOR ao ETERNO,aquele que tudo criou,
e tudo se perderá,
FAMÍLIA,AMIGOS,IGREJA,SOCIEDADE,NAÇÃO.

Não é o passado que ressurge que causa temor na história política de um povo, mas, sim um político presente de mente fechada, totalitarista e vingativa.(Sócrates Di Lima)

O temor do Senhor não é em SER moralista, mas sim salvar os que estão no caminho da morte.

O meu amor é assim tão imprudente?
Quando se está perto, sente temor;
Quando longe, anseia pela presença;
Quanta insanidade nos lábios dos dementes.
Santo Deus! Que Amor é este?

Sente um pulsar ao vê-lo em outros braços;
Um aperto terrível e mortal devorando os sentidos;
Destruindo cada átomo do meu corpo quente;
Sugando cada gota de alegria do meu peito ardente.
Santo Deus! Que Amor é este?

Quantos olhares rasgaram-lhe a pele;
Quantas dúvidas! Oh sim, dúvidas!
Doce voz; canção indecifrável aos meus sentidos;
Corpos lado a lado, porém vazios; intocáveis.
Inocentes sonhos reprimidos em máquinas ausentes.
Santo Deus! Que Amor é este?

Anseio um dia, em teu peito descansar a mente;
Beijar-lhe as cicatrizes; ah, as tuas marcas!
Tuas marcas são tão lindas, amor.
Desejo que tu me ames, assim como eu te amo.
Urgentemente e desesperadamente;
Santo Deus! Que Amor é este?

POETA TROUXA

Te amo tanto que me perdi no medo de te perder
O meu temor de não ter mais você comigo,
Aquele medo horrível que nos faz tremer...
Não me deixou ver você se afastar de mim

E hoje vivo apenas com o medo,
Aquele medo que eu tinha de te perder.
No final de tudo nem isso me sobrou,
Esse medo se converteu nessa dor

Não te culpo, na verdade nem poderia.
Fui tão egoísta, que não vi o seu amor,
Aquele lindo e saudável amor
Que um dia você me trouxe.

Sou u poeta trouxa, um trouxa poeta.
Uma vida inteira escrevendo amor
E não soube lidar com um amor real,
Só sei lidar com a dor, com a tristeza.

Boa Tarde
O que nos perturba não são os fatos em si, e sim o temor de como vamos nos comportar diante deles.
Ale Villela✍️

Quando a humanidade, subjugada pelo temor da delinqüência, se tornar louca por efeito do medo e do horror, e quando o caos se converter em lei suprema, então terá chegado o tempo para o Império do Crime.

Metade de mim

Nem tudo em mim é pureza ou ternura.
Parte de mim é temor e a outra bravura,
Parte de mim é curiosidade e a outra loucura.
Sou livro de cifras, sem manual ou gravura.
Mas ao mesmo tempo sou simples, feita por Deus como toda criatura,
do mesmo material, forma e textura.
Sua imagem e semelhança; por fora, a mesma espécie e estrutura.
Mas por dentro não, e comparar seria em vão.
Dentro de cada ser, cabe um universo
Por isso seria perverso
Julgar o poeta lendo somente o primeiro verso.
Para os que insistem, o motivo eu expresso:
Se erro é porque não sei escolher direito!
Então penso um pouco a respeito,
e percebo que não nasci pra ser predicado e sim sujeito.
Entendi que quem me guia não é a razão, e sim o que bate no peito,
Foi aí que ganhei o direito de ser imperfeito.
Passional demais pra levar a vida com brandura,
não temo a queda,
Mas sim o desamino e a amargura.
Por que parte de mim é fogo, apesar da queimadura
a outra é brasa, esperando aumentar a temperatura.
Então não estranhe meu jeito estranho de querer bem
Só sou assim, porque metade de mim é amor...
e a outra também.