Temeroso Demora Justiça
A violência dos perversos os arrebata, porque recusam praticar a justiça.
Ser Otimista
Ser otimista é não perder o sentimento de justiça, mesmo sabendo que eu posso ser a prejudicada
Ser otimista é não perder a esperança, mesmo sabendo que ela já se foi
Ser otimista é não perder as forças, mesmo sabendo que posso ser derrota
Ser otimista é não perder a beleza e a alegria de viver, mesmo sabendo que muitas lagrimas brotaram dos meus olhos e escorrerão sobre a minha face
Ser otimista é não perder sorriso, mesmo sabendo que as lágrimas estão por vim
Ser otimista é não perder a garra, mesmo sabendo que a derrota e a perda são duas adversárias extremamente perigosas
Ser otimista é não perder a luz e o brilho no olhar, mesmo sabendo que se têm problemas
Ser otimista é não perder a felicidade, mesmo sabendo que estou radiada de tristeza
Ser otimista é não perder os sonhos, mesmo sabendo que eles poderão não se realizar
Ser otimista é não perder poder, mesmo sabendo que a fraqueza pode atingi-lo Ser otimista é não perder o amor, mesmo sabendo que ele pode se acabar.
A Justiça do bom pai
Zilu perguntou a Confúcio: "Quando devo colocar em prática o que aprendi?". Confúcio respondeu: "Ainda estou lhe ensinando. Por que essa impaciência? Espere a hora certa". No momento seguinte, Gonchi perguntou: "Quando devo colocar em prática as coisas que aprendi?". "imediatamente", respondeu Confúcio. "Mestre, o senhor não age com justiça", reclamou Zilu. "Gongchi sabe tanto quanto eu, e o senhor não o proibiu de agir". "Um bom pai conhece seus filhos", disse Confúcio. "Freia aquele que é ousado demais e empurra o que não sabe andar com as próprias pernas".
JUSTIÇA
Um Homem que procura a Justiça caminha até o Palácio da lei. Diante dele, um soldado monta guarda. A porta está aberta, mas o soldado não lhe dirige a palavra. Ele resolve esperar. "Se ficar aqui, ele verá que quero entrar", pensa o homem. E passa semanas, anos e décadas lá. Quando sente a morte se aproximando, reúne as ultimas forças e pergunta ao guarda: "Por que não me deixou entrar?". "A porta estava aberta. Por que não entrou?", respondeu o guarda.
No Brasil raríssimas pessoas têm o senso da justiça e da injustiça, da verdade e falsidade. Os demais substituem-no pelo de amizade e inimizade. Não condenam alguém por ser culpado nem o absolvem por ser inocente; condenam-no por ser inimigo, absolvem-no por ser correligionário. E não apenas fazem isso, mas imaginam que todo mundo age segundo esse critério, faz o mesmo que eles fazem, quer o mesmo que eles querem.
A própria natureza é injusta e desigual. A justiça é uma invenção humana. Um nasce inteligente e o outro burro. Um nasce inteligente, o outro aleijado. Quem quer corrigir essa injustiça somos nós. A capacidade criativa do capitalismo é fundamental para a sociedade se desenvolver, para a solução da desigualdade, porque é só a produção da riqueza que resolve isso.
Não pode haver justiça e igualdade numa sociedade onde predominam a hipocrisia, o cinismo e a corrupção. Sem educação de qualidade, como criar uma geração de cidadãos cientes e conscientes? Sem educação, sem saber. E sem saber, o homem é escravo da tirania.
A justiça não tem existência por si própria, mas sempre se encontra nas relações recíprocas, em qualquer tempo e lugar em que exista um pacto de não produzir nem sofrer dano.
“Desconhecemos os desígnios do universo, mas sabemos que raciocinar com lucidez e agir com justiça é ajudar esses desígnios, que não nos serão revelados.”
Aí ela falou : A justiça dos homens é falha , a de Deus nao .
Eu perguntei : Entao porque você procurou a Polícia quando seu carro foi roubado ?
Quem garante a livre convicção
e o senso de justiça perfeito?
Se toda regra induz uma exceção,
quem somos nós para fazer Direito?
Estudamos, a princípio, a Ciência Jurídica
como uma unidade sistemática, robusta e coerente.
Porém, nossos pensamentos e ideologias são flexíveis,
não são como normas aplicadas em superfície carente.
Chame o legislador, o doutrinador, o professor…
quem tem razão quando o mundo é controverso?
Onde está a corrente majoritária ao nosso favor?
Qual a solução para o contraditório inverso?
A nossa causa de pedir fundamenta-se no saber ilimitado,
quem é aprendiz não se convence com o trânsito em julgado.
Nós somos a prova principal do mais importante inquérito,
pois temos no princípio da dignidade o nosso mérito.
A cada instância da vida, agravamos nossa vontade de sorrir.
E diga-nos: qual legitimado não tem esse interesse de agir?
A certeza não é o julgado procedente à argumentação,
a única certeza é a dúvida que nos leva à reflexão.
Com base nas cláusulas pétreas fortalecemos a boa-fé
e de ofício alcançamos voo além da previsão legal.
Toda a ética profissional entregamos sem contrafé,
pois não vivemos pelo litígio, e sem pelo convívio com a paz social.
Quem garante a livre convicção
e o senso de justiça perfeito?
Se toda regra induz uma exceção,
quem somos nós para fazer Direito?
ou melhor,
quem somos nós para NÃO fazer Direito?
Somos vários cidadãos e uma sociedade,
somos todos intérpretes da solidariedade,
somos os direitos e deveres da legislação,
somos pura assistência, a sábia proteção.
Nós somos pedaços de um ‘Vade Mecum’ sem final,
nós somos os capítulos da Doutrina atual,
nós somos a prudência da sentença judicial,
nós somos a esperança do que for constitucional!
Qual empresa se pergunta porque alguém entrou na justiça contra ela?, reveja seus processos de logística, prazo de entrega, atribuições de funcionários, cargos e funções, esse tipo de análise é raro uma empresa que faça, somente pagam a conta.
Promover justiça social e equalizar a distribuição de renda é uma ação necessária e urgente e não uma prática comunista.
