Te Fiz Sofrer
A vida não é fácil.
As escolhas que fiz me condenaram a algumas amarguras.
Perdi várias batalhas.
Lutei bravamente outras.
A cada uma aprendi o melhor e o pior do ser humano.
Não usei armas desleal.
Fui atingido sempre traiçoeiramente sem chance de defesa.
Ambição que me carrega
Fiz pacto com a adrenalina
Mas eu aplico a pressão
Fiz uma análise e ainda não consegui entender o que aconteceu comigo naquele segundo em que você sorriu e o beijo rolou🙃❤️
Fiz da solidão meu refugio,
Namorei meus desejos mais profundos
Cavalguei nos vales de minhas aflições,
Percebi que do veneno do mundo
Eu também sou oriundo
E o mal de minhas ações,
É o que me deixa imundo.
E se por ventura alguém corretamente me dosar,
Dizem que veneno vira remédio,
E eu, que hoje mato, talvez possa te curar.
Você sabe o que eu fiz depois que escrevi meu primeiro romance? Calei a boca e escrevi mais vinte e três.
Verso Espontâneo -
Fiz de meu Verso
Meu Endereço
Todo Fim
Uma Oportunidade de Recomeço
Sem Preço
Valioso e Infinito
Por Do Sol
Acompanha oque Tenho Escrito
E Quando que Inspiro
Vejo a Lua e Respiro
Um Alívio
Respostas pra todos os Sentidos
Meu Tudo!
Pensei em fugir, mas no calor dos teus doces abraços me fiz refém,
De que adiantaria pensar no futuro perfeito, com a ausência do magnífico passado construído ao teu lado,
A sensação de voar entre as nuvens sem medo de ser atingido pela força de uma tempestade de raios é uma prova de como os teus sorrisos e os teus olhares me trazem leveza e acolhimento,
Te conhecer foi o meu melhor acerto, conviver tem sido o meu melhor sonho de cada dia, te amar é o meu desejo por toda vida.
Incompreensão
Não tatuei o teu nome na minha pele,
Sem intenção tatuei-o no meu coração e fiz-te parte dele.
Estava perdida, sem saída.
Não que eu quisesse lembrar-me de ti assim,
Eu só não conseguia tirar-te de mim.
Eras como uma rosa que colhi do meu jardim,
Com o tempo as tuas pétalas voaram de mim.
Certamente não cuidei bem de ti,
Ou talvez foi o facto de eu não ter um jardim.
Meu herói e meu vilão:
É por eu estar diante disso que sinto confiança
Foi o que sempre fiz. Nisso sou bom. É mais uma oportunidade de provar isso. Estou tranquilo.
Mas é quando lembro que este mesmo cérebro pode ser meu vilão. Porque, independente do preparo, sou humano, e nunca se sabe, quando e por qual motivo, um humano pode travar e falhar terrivelmente. Confiar somente em mim mesmo é complicado, pois, ainda com um arcabouço imensurável, um currículo invejável, continuo ser humano; a condição não muda.
Murtagh: Eu lhe fiz um juramento, Jamie Fraser, quando você não tinha mais que uma semana e era um belo menino no colo de sua mãe.
A libélula no âmbar
Jamie: Quanto a isso, senhor, fiz um juramento diante do altar de Deus de proteger esta mulher. Se o senhor está me dizendo que considera sua própria autoridade maior do que a de Deus Todo-Poderoso, então devo informar-lhe que não compartilho dessa opinião.
A viajante do tempo
Eu sei que tu gosta de flores,então trouxe essas que eu mesmo fiz,a única diferença das outras,é que estas tem o meu amor impregnado em cada uma.
Amar e difícil
mas eu gosto de desafios
cresci da dificuldade
fiz amizades com a solidão
Amar e raro e não existe
e claro nesse louco mundão
mundo cruel sem amor aos réus
Amor de verdade só existe no céu
raridade nesse mundo cruel
como viver sem amor e ser fiel
Só não te deixe parecer
normal a realidade de baixo
do vosso chapéu
De baixo do céu!
Mano, coisa que eu nunca fiz, é bajular e se fingir de amigo dando aquele famoso tapinha nas costas fingindo de amigo e querendo alguma coisa! É tanta gente que eu conheço dessa raça!
►Versos em Chamas
Comemore, saltitante sobre meu corpo
Não me resta mais nada
Os versos que fiz quando estava afoito,
Agora estão chorando, me cortando como uma adaga
Acabe logo com isso, me mate, dê um jeito
Estou morrendo enquanto me arrependo
Arrependo do dia que escrevi para você
Arrependo de ter me deixado viciar em seu beijo
Choro agora, implorando para que Deus me ajude
Faça-me esquecer, te esquecer, me cure
Não sei mais qual a diferença entre medo e desespero
Apenas me mate de uma vez, não me torture.
Aquela tal Dama nunca existira
A criei, apenas para romantizar em sinfonia
Mas, agora penso em queimar página por página
E soprá-las, em cinzas, para longe, cada palavra
Cada verso que dediquei e talhei por todos esses anos,
Foram para uma musa imaginária, quanta fantasia
Uma verdadeira ninfa, linda, mas, em volta de enganos
Chorar é a única passagem visível no momento, pobre caderno
Pobrezinha da caneta, fora usada tantos dias
Enfim descansará eternamente, pois de ti me despeço.
Talvez esta ilusão consiga me derrubar
Mas, não se preocupe, caderno meu
Pois, deixo dentro de ti, meus sentimentos ilusórios
Para que talvez, verdadeiros amantes te devorem, caderno meu.
Quem sabe um dia eu o leia novamente
Ou talvez, você se torne uma lembrança,
Para que eu não me esqueça dos erros
Posso não ter amado aquele amor de aliança,
Mas, eu imaginei romances, por isso não me culpe
Caderno meu, as lágrimas impedem que eu lute
E, já estou cansado, cansado de romantizar o inexistente
Cansado de poetizar sem uma luz no túnel a me guiar
Caderno meu, lembre-se de como eu era, sorridente
Não grave meu rosto molhado, não me veja chorar.
Dama, quem um dia criei como utopia
Como a amada, como a prometida
Mas que, ao ser dada ao tempo, tornara-se Dalila
Poesias, rimas, tudo para ela, todos os meus dias
Mentiras, farsas, tragédias em sincronia
Cada texto meu fora um engano, mais quantos terei este ano?
Estou aqui, cinco da manhã, sustentado pelo energético
Sem dormir, querendo conversar contigo, caderno meu
Empurre-me de um prédio, talvez assim eu enxergue uma nova miragem
Necessito de algum remédio, chega de donzelas nulas de sinceridade
Se eu queimasse essas folhas, o fogo viveria poucas horas
Quatro anos reduzidos a horas, que tristeza
Devo ter deixado a felicidade ancorada em um porto longínquo
Talvez eu me perdi, levado pela correnteza,
E acabei parando em um hospício, para aqueles que acreditam
Amor, cumplicidade, confiança, um vínculo eterno
Mas, tudo que eu encontrei foi o gélido término.
#Fiz #uma #festa #em #minha #casa...
Convidei toda a cambada...
Veio a pulga e o carrapato...
Até a inxerida da barata...
Em altas horas da madrugada...
Apareceu o rato...
Trouxe estranha companhia...
Um morcego tarado...
Me deu um chupão...
No meu pescoço...
Me deixou zonzo....
Foi um alvoroço...
Era tanta alegria...
Muitos guinchos...
Gritarias...
Vizinho chamou camburão...
Polícia chegou de supetão...
Disse que a festa tinha que acabar...
Era para botar ordem..
Na orgia...
Cada um correu para um lado...
Sobrou pra mim..
Desavisado...
Tomei porrete até onde não queria...
Fui preso...
Enjaulado...
Na delegacia...
Me jogaram numa cela que não estava vazia...
Tinha lá dentro de tudo...
Ladrão, estrupador e maluco...
Acha que estranhei ?
Que nada...
Comecei uma folia...
Com todos me dei muito bem...
O carcereiro estranhou..
Perguntou ao delegado...
- Como pode isso doutô?
Na madrugada já fui libertado...
Peguei reta...
Sem nenhuma treta...
No botequim do Zé fui tomar...
Uma branquinha para relaxar...
Encontrei a Madalena Boca Torta...
Vinha da batalha na madrugada aquela hora...
Me contou assustada...
Que ouviu tiro de espingarda...
Que todo mundo falava...
De minha festa e da bicharada...
Foi sucesso fenomenal...
Cuspindo Madalena me disse:
- Não vi nenhum mal.
Se for fazer outra, chama aqui sua amiga...
Prometi assim fazer...
Fui para casa antes do amanhecer...
Me esperando na porta tinha...
Com faixa de saudação...
O coveiro que queria...
Me dar sua mão...
Eu disse que não podia...
Aceitar o casamento...
Já tinha empenhado...
Minha palavra pro jumento...
Mas se ele quisesse poderia ser meu amante...
Já pensando em meu futuro...
Quem é que me garante?...
Próxima festa já de antemão...
Convido a todos com antecipação...
Vou fazer diferente...
Prá não dar confusão...
Levam vocês as carnes e bebidas...
Entro com espeto e carvão...
Sandro Paschoal Nogueira
