Tarde
Declamação...
Ja é tarde...?
Nem sei...
Não sei onde foi parar o relógio...
Talvez esqueci la fora no carro...
Chove muito também e está muito frio...
Ah.....
Quer saber...
Deixa pra lá o horário...
Ja não interessa mais...
Mas....
Preciso ser prudente....
Pois a ansiedade....
Pode me fazer tomar alguma atitude precipitada...
E mais tarde eu possa me arrepender eternamente...
Estou aqui...
O amanhã só a Deus pertence....
Basta....?
Ou não...?
Não aceito limites....
Pois o ilimitado me fascina....
Mas é preciso ser rápido....
Porém.....
O Sol é que me responderá...
Saborear o que vem na frente....
É irei saber o doce ou o féu.....
Ignorar....
Sim....
Talvez alguns comentarios....
Mais a natureza é perfeita...
E ela não falha...
Mas o Amor que está em mim....
É mais forte que qualquer rocha...
E elas derrubarei uma a uma...
E cada bloco diante de mim...
Serão degraus..
E com eles...
Me fará construir uma escada...
Darei a ela um nome....
E se chamará...
"Rasga céus"....
E lá em cima...
Gritarei ao mundo....
E minha voz ecoará...
Além....
Muito além....
Além daquilo que ninguém imagina...
E minhas palavras serão únicas e objetivas....
E gritarei assim....
"Alô mundão...
'"Alô céus...
"Não conheço na mais Forte que o AMOR...
"Pois foi ele que me fez chegar aqui...
"Se alguém aí conhecem algo mais forte que o AMOR...
"Pois me falem....
"Que nesse instante...
"Eu me jogo daqui...
Autor :Ricardo Melo
O Poeta que Voa.
Jericoacoara...
Final de tarde em jeri! O tempo passa ligeiro! As ondas são calmas, o mar se exibe ! Os pássaros cantam ! Os cachorros correm! A contemplação das pessoas é inânime ! Difícil olhar algo que desagrade ! Uma paz invade nosso ser na certeza de que Deus foi grandioso quando criou este lugar ! Difícil se despedir ! Difícil não agradecer ! Digicil não sentir a presença de Deus..
Final de tarde
Reflexos cinzentos
Micro movimentos
Esfrego-me
Estou bem atrás de você
Sob a sagrada conchinha
Donde nela moramos.
#Ainda Surgindo
Hoje é tão tarde para dizer amanhã
Hoje até o diabo está orando por nós
Mas que bondade da parte do deus da maldade
Ainda está surgindo
Uma estrela cadente sem brilho
Num mundo de bondosos sem boas ações
Num mundo de verdades com várias ilusões
Ainda está surgindo
O PrimeiroMcPoeta da história
O poeta que atingiu o maior Record em pouco tempo
O poeta que arriscou as suas palavras em poemas
Mesmo estando em dúvida se um dia seriam lidos
Ainda está surgindo
Um adversário com competência
Um escritor capaz de tirar a minha demência
Todos nós nascemos psicopatas
Mas eu irei morrer assim!
#PrimeiroMcPoeta
Eu vou morrer
Vou morrer amanhã
Talvez eu morra semana que vem
Poderia morrer ainda hoje
Está tarde, deixa pra outro dia
Morrer está na moda
Todo mundo está morrendo
Não sigo tendências
Gosto das coisas dos anos 80
A música
Os filmes
Nos anos 80 eu estava vivo
Então acho que gosto de estar vivo
Deixa assim mesmo
Pra quê mexer no que está funcionando
A morte pode esperar
São 4:30 da manhã
Está muito tarde da noite
Ainda não dormi
Vou levantar e fazer café
Começar o dia mais cedo
Ainda são 4:30 da manhã
Está muito cedo do dia
Estou nos dois extremos
Tudo parece muito
A decisão é difícil
Tentar dormir...
Perder horas?
Reestabelecer a energia?
Começar o dia...
Ganhar horas!
Dia improdutivo sem energia?
Duas dúvidas
Contra uma certeza
Melhor um pássaro na mão
Do que dois voando
Já sinto cheiro do café!
Morte, sempre cedo, nunca tarde, ainda que venha a velhice, porque ao amanhecer sempre temos o que fazer, atividades, deveres humanos são inatos, nem percebemos e fazemos, somos programados para viver, com predileção decretada pela sobrevivência; vida, a vida, vida não é normal, é extraordinariamente fenomenal, não é para ser pouco, é para ser muito, muito, sim, podemos exagerar sem moderação, façamos valer a pena.
BENZER UMA CRIANÇA
Num sábado à tarde recebi em casa uma criança para benzer. Estava me sentindo feliz. Eu já tinha benzido sua mãe quando ela tinha a mesma idade.
Fui no quintal e colhi três pequenos galhos de arruda, minhas mãos ficaram cheirosas e realizei o benzimento. Mãe e filho me agradeceram.
Mas uma vez me senti abençoada em poder benzer uma criança.
TOINHA VICENTINA (1911-1998)
Cansei. Será que eu posso descansar? Será que é permitido desistir e tentar mais tarde? Quem dera puder desistir de algo só pelo cansaço de tanto lutar, de tanto chorar, de tanto caminhar por uma estrada de terra sem rumo, sem esperança, sem vida. Meus pés doem, minhas mãos doem, não tenho força. Quero dormir. Quero acordar as 11 horas da manhã sem me preocupar com aquela conta de luz, quero acordar tarde nos dias de semana e não fazer NADA. Queria muitas coisas, mas acho que não posso. Hoje é segunda-feira preciso acordar as 4 horas da manhã, fazer um café, arrumar a cozinha, cuidar do quintal, arrumar a merenda das crianças, quando tem, preciso deixar tudo pronto e então sair para a batalha. Vou trabalhar, pegar o trem lotado, não respiro nele, sinto medo, muitos olhos em mim e em qualquer mulher. Não encontro respeito. Assédio.
Trabalho, cinco minutos atrasada, sou julgada e escuto sem falar. Preciso do dinheiro que acreditem, não dura 1 mês. Que país é esse que me paga um salário e que me cobra mais do que o peso liquido? Quero chorar, mas chorar não vou e nem posso, preciso disso. 17 horas vou embora depois de um dia lagrimas reprimidas, enfim vou estudar, faculdade de filosofia. Minha maior paixão que cansei de ouvir que não ia conseguir comprar um pão fazendo esse curso, entretanto aqui estou, mulher forte que sou, pobre sim, bairro humilde e lutador. Quando criança queria ser a rainha ou melhor Deusa da sabedoria, por isso Filosofia sempre foi minha paixão.
Mas voltando ao início de tudo, apesar de tudo eu sigo lutando, mesmo cansada, mesmo querendo desistir, mesmo com sono, mesmo sentindo o peso de tantos anos de injustiça, de julgamentos, de raivas, de tristezas por uma sociedade que não nos valoriza, que não quer nos ouvir, que sentem pena de nós, que nos humilham etc.
Nós não queremos a pena de vocês, não precisamos de esmolas, não precisamos de Homens, não somos fracas, somos Mulheres, somos feministas e não vamos parar de lutar. Jamais.
Final de tarde
Um sorvete
Olhos nos olhos
Tocar as mãos
Confidenciar desejos
Final de tarde
Nós
Sem disfarce
Contar segredos!
20/11/2019
Eu ultimamente me afogo no medo, pra tentar fugir da minha paranóia, já parece tarde, mas ainda é cedo, intorpecido de café pra manter minha nóia.
Não sei se estou ficando louco, ou se louco estou ficando, não sei se estou apaixonado ou se estou me apaixonando.
Lembrou de quem te amava, né? Agora é tarde
Veio atrás de cafuné, bateu saudade
Fez tudo ao contrário pra me deixar mal
E o contrário de oi é tchau
Foi mal
Vou te deixar à vontade
Larga tudo aí e vem me encontrar mais tarde
O cheiro da sua pele inebria, invade
É chama que até sem oxigênio se arde
Eu quero te falar tudo que eu mais quero
Quero a vida do seu lado e começar do zero
Se eu pudesse fazer mais, eu faria mais
Pra te ver bem mais que feliz, eu te juro, sincero
RELVA - CAPÍTULO 11
Finalzinho de tarde, nos encontramos no casebre.
Um local onde os pais de Sara guardam ferramentas,
um pouco distante da casa principal, gostávamos de ficar por lá
quando crianças, brincando.
.
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Hoje, nossas brincadeiras mudaram. Sara e eu, estávamos desejosos
de um momento a sós. Depois que voltei da internação. Depois que
nos beijamos de uma forma singular e inesquecível. Depois que comecei
a enxergar e ver o quanto ela é linda. .
.
A sós. Nos beijamos. Nossas mãos tocaram um ao outro, e mesmo podendo
enxergar, fechamos os olhos. Mãos aquecidas tocando o corpo, Sara abriu
o botão da blusa, expondo seu sutiã de renda, tirei a camisa e nos abraçamos.
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.
Mesmo vendo. De olhos fechados. .
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Incrível como fechamos os olhos ao beijar e experimentamos a sensação
de só sentir, olhar o toque, perceber o cheiro. Enxergar a alma.
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Estávamos constrangidos, sim, mas desejosos, um pelo outro.
Corações em pulos, felizes, viajando em nosso universo
.
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Não aconteceu nada além de beijos e caricias, mas o suficiente
pra que eu soubesse; Sara é a mulher da minha vida
.
.
Eu a escolheria
de olhos fechados.
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. .
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CONTINUA
ELA
Ela carrega um silêncio de lua
E as cores de um fim de tarde.
Por onde passa perfuma a rua
E a noite ilumina a cidade.
Ela carrega um brilho de sol
E as horas perdidas de um relógio sem ponteiros.
Ela me fisga com um sorriso anzol,
E me pesca e me prende por inteiro.
