Talvez eu Esteja Precisando de Voce

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Fim sem começo

A dor que sinto pelo desprezo
e pela crueldade das palavras,
Talvez não me doam mais que o olhar.
O olhar diz mais que as palavras.
Procuro evitar olhar-te nos olhos,
pois seus olhos me mostram a inocência,
que muitas vezes divido que exista,
e na dúvida é melhor não cruzar os meus aos seus.

Eu sei quando estou te ferindo,
mas, será que você sabe quando está a fazer o mesmo comigo?
Foi de proposito?
Sem querer?

É complicado dizer que o amor ao fim,
mesmo sem começo
não nos deixe mal,
porque mesmo sem início
se iludia a expectativa de que poderia ter sido bom.
Bom mesmo é se estivesse acontecido!
Pelo menos teria do que me arrepender por fatos
e não por teorias!

Agora eu me pego a perguntar a mim mesmo:
Será que era verdade?
Ou será que só eu sofri nesta história!
Ficção ou realidade?
Prefiro acreditar que era ficção!
Pelo menos me conforta de certa forma!

Não penses que te quero mal
Afinal de quem foi o culpado?
Eu por amar de mais ou você por fingir não amar?
Ou ser verdade em não amar
e me deixar se iludir só?

Não quero mais!
A distância vai me machucar,
mas é melhor me ferir agora,
pois amanhã eu posso não ter mais tempo pra me curar.
O fim raramente é bom,
principalmente se não tiver começo.
Fim sem começo.

Tudo quanto vejo é com olhos desenganados. Talvez por isso vejo as coisas como são e não como se mostram. Porque o desengano tem virtude e força para arrancar da formosura o véu cadente e mentiroso de que o teatro da vida se compõe.

Claro que desculpas nem sempre consertam as coisas. Talvez porque usamos demais e de diferentes formas, como uma amar, como fuga. Mas quando realmente estamos arrependidos, quando tentamos consertar, quando realmente queremos e quando consertamos, desculpar é perfeito. Quando fazemos certo, se desculpar é se redimir.

Um dia talvez, tudo fará sentido, ainda não entendi o porque um dia lindo se tornar uma noite fria e escura, você poderia ser meu lindo sol da manhã, mas escolheu não ser.

Liderar com eficiência é saber deixar o orgulho de lado. Talvez esta não seja uma dica para sua carreira, mas sim para sua vida.

Talvez possamos um dia nos arrepender do que fizemos...
Mas o arrependimento é sinal de que não tivemos medo de tentar...
E daí se as coisas não deram certo como deveriam...
E daí se não era bem o que queríamos?
E nossa vida segue... para tentarmos e errarmos muitas vezes...
Isso é viver e aprender.

//PeQuEnUxA//???

- garotinha que se apaixona fácil... TALVEZ!
- garotinha que vive um amor grande ou pequeno intensamente... COM CERTEZA!
- garotinha que ama Deus, a família e os amigos acima de tudo... SEMPRE!
- garotinha que prefere sofrer a ver o sofrimento de alguém q ama... PURA VERDADE!
- garotinha que já se machucou por sua ingenuidade e orgulho... MAS APRENDEU!
- garotinha que apesar do enorme orgulho tem humildade o suficiente para saber pedir desculpas e desculpar... SE NECESSÁRIO !
- garotinha que tem como objetivo ver ela mesma e todos que a cercam felizes... SONHO !
- garotinha que pretende, um dia, ser reconhecida não pelo que terá e sim pelo que é e continuará sendo... ETERNAMENTE !

Aprendi, que não importa quão tamanho seja seu amor pelas pessoas,
talvez elas nunca poderão sentir o que guardas no coração;

Aprendi que amar é se doar sem esperar absolutamente nada do outro, saber perdoar.

Aprender que as pessoas são humanas, passíveis ao erro, à emoção, ao momento.

Cobrar das pessoas que te amem não é o melhor caminho,
caminhe no sentido do coração delas,
a estrada é longa, mas a recompensa é divina.

Conquiste, não se subestime!
Não dê tudo de si, pois certamente aparentará ser uma pessoa frágil, doentia e possessiva.

Viva os momentos,
guarde-os no coração, mas liberte-se...

Não ame pra viver, viva para amar!

Talvez, se esperassemos menos dos outros, nos decepcionaríamos menos também. mas às vezes quando gostamos muito de alguém, esquecemos que são humanos e insistimos em pensar que são perfeitos.

Talvez seja no que tudo se transformou. Lixo, luxúria, vício, falsidade, mentiras, fugas.

⁠O Peso do Sentir

Meu erro talvez seja pesar os sentimentos dos outros com a mesma balança que uso para os meus,
imaginando que têm o mesmo peso, a mesma medida, as mesmas dimensões.
Uso uma régua única para dimensionar algo que nunca é igual.
Acredito, ingenuamente, que os sentimentos sempre preenchem os espaços vazios com precisão.

Mas esqueço que transbordo.
E, no outro, quase nunca me encaixo — não por inteiro, não de forma completa.
Tenho excessos.
E, ainda assim, ofereço tudo.

E talvez seja exatamente isso que me salva:
não saber amar pela metade.

A carta de despedida que nunca te escrevi (e que talvez nunca venhas a ler)

Tudo o que queria era que conseguisses entrar dentro da minha cabeça e encontrar as soluções para tudo o que me tornava naquele menino assustado que nunca encontrava as palavras certas para dizer o que o atormentava.
Terias então descoberto que quando errava era porque não sabia fazer melhor e que aquele silêncio que me davas me corroía por dentro. Como eu teria gostado de não ter que implorar por perdão por coisas pelas quais muitas das vezes não me sentia culpado, como eu teria gostado que viesses conversar comigo depois da briga, do desencontro.
Terias descoberto que se me acordasses a meio da noite para me dizeres :”És me tudo” eu te teria enchido de beijos e dormido o melhor dos sonos, pois teria sonhado acordado.
Terias descoberto que quando fosse momento de dormir me teria sabido tão bem a mim quanto te sabia a ti se procurasses o meu corpo e te encostasses para assim dormirmos.Terias sabido que quando me viravas as costas me sentia abandonado, terias sabido que um beijo de bom dia me teria demonstrado que gostavas de acordar a meu lado.
Ficarias a saber que tudo o que eu queria era que me tivesses dito que não aguentavas nem mais um minuto longe de mim em vez de dizeres que por ti passavas mais um mês noutro continente.
Como eu teria gostado que me dissesses que só pensavas em mim, como eu teria gostado que me compreendesses, que ouvisses o que tinha para dizer sem dizeres “não inventes”, que tivesses sido a minha melhor amiga, de ter desfeito em mim pedaços aquele véu que parecias ter sempre, como eu teria amado que me tivesses dado aquelas coisas de “primeiro mês”, que depois até poderia passar, mas sempre teria pelo menos um primeiro mês.
Como eu queria sentido que me amavas com eu te amava…
Despeço me assim e despeço me também do rancor que me tem atormentado nos últimos meses porque agora sei que não posso exigir o amor de ninguém. Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim, e esperar que a vida faça o resto…
Como eu gostava de ter escrito esta carta antes.

Adoraria poder retribuir esse abraço e esse beijo agora mesmo! Mas, por outro lado, talvez algumas coisas estejam mesmo fora do nosso alcance.

Não existe nenhuma fórmula para o sucesso, exceto, talvez, pela aceitação incondicional da vida e do que ela traz.

Talvez cada religião contenha fragmentos da verdade, e caibaa nós a reponsabilidade de identificar esses fragmentos e os reunir com coerência

"(...) - Sim, nas reticências talvez haja lugar pra mim... (...)"

Moacyr Scliar
A mulher que escreveu a bíblia

“Crescer talvez não seja mais que aceitar as diferenças e de uma vez por todas parar de agir a favor e contra os nossos pais. Não importa como eles são ou tenham sido, os responsáveis pelos nossos atos somos nós mesmos.”

Então, nós todos somos importantes – talvez menos do que muito, mas sempre mais do que nada.

John Green
O Teorema Katherine. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2013.

Nostalgia

Sei que em uma tarde ensolarada de terça-feira, daqui talvez uns 30 anos, sentirei saudades destas paredes tão silenciosas que assistem o meu adormecer há anos. Não minto quando afirmo que reclamarei a falta do aroma dos lençóis que agora me cobrem, lavados pelas mãos da minha mãe, assim como do travesseiro que a tanto tem sido feito de lenço de seda, nos momentos em que as lágrimas não podem ser contidas e caem como tempestades no final de um dia quente.
Não sou capaz de descrever o que despertou tal desejo de perceber o meu cotidiano, talvez no fundo, inconscientemente até o saiba, mas arrisco dizer que há uma grande chance que a causa deste olhar manso e amoroso pelo o que me cerca, por tudo o que está ao alcance das minhas mãos, esteja intrinsecamente relacionado ao tempo, pois ultimamente tenho pensado muito nele.
Às vezes, fico sentada na escada observando os cabelos brancos dos meus pais, que não me deixam esquecer que não sou mais aquela criança (por mais que deseje voltar a sê-la), e não posso negar que sinto medo do ponteiro do relógio que corre, dia após dia, noite após noite, sem parar por um único instante. È fato, todos nós estamos envelhecendo, dormimos mais novos e acordamos mais velhos, mas tenho a impressão que está passando tão rápido.
Parece que foi ontem que fiz dezoito anos, e agora, falta pouco para ter mais de um quarto de uma década; envelhecer não me assusta se de repente me olhar no espelho e ver uma linha riscando a minha face vou entender que são as marcas dos dias já vividos tomando forma, diante de mim; o que me apavora na realidade é o medo do que ficará para trás, do que poderá não seguir comigo, do que deverei deixar e de um dia acordar e ter certeza algumas coisas não voltaram jamais.
Dizem que não se deve pensar no futuro, mas talvez seja necessário, para podermos dar mais valor ao presente, e é isto o que estou fazendo, presto atenção a cada detalhe, não me canso de olhar as velhas paisagens, porque sei que hora ou outra, elas irão desaparecer, e só poderei as reconstruir nas entrelinhas da minha memória.
È de extrema importância valorizarmos todas as coisas, por mais simples que sejam, antes de perdê-las, como também não devemos viver no temor do que há de vir, e do que será, em detrimento do presente, nós só podemos optar por um dos verbos, o presente ou o passado.

Ela não tem ideia de com quem ela está se relacionando. Talvez essa seja a chave para um relacionamento bem sucedido.

Dexter Morgan

Nota: Dexter, Temporada 1, Episódio 5.