Talvez eu Esteja Precisando de Voce
Talvez o único recurso para trazer a humanidade de volta aos Seres Humanos é lhes tirando o amor... Talvez.
A inveja tenta tomar e às vezes até toma, tenta iludir e talvez até consiga, até que um dia ela mesma será engolida pela própria arrogância.
Ao falarmos materializamos um desejo. Talvez não seja uma infração, mas houve a intenção do ato. Todos somos culpados em pensamento...
CORPUS CRÍTICOS
Hoje acordei com vontade de escrever um pouco (mas pouco mesmo).
Talvez não devesse porque, geralmente, o silêncio é mais sábio e mitiga os riscos de alguma inconsistência.
Mas, afinal, viver é estar constantemente em risco: de adoecer, de morrer e até – pasme-se – de acertar!
Num mundo onde temos uma tendência, talvez natural, de olhar mais para o externo, de julgar, de lançar palavras, de vociferar o que quer que se escute, onde a radioatividade ganha força se o “veneno” for bom, deixando raquítica nossa autocrítica e socrática análise! Pego “aqui carona em fragmentos de um princípio paradoxalmente singular e coletivo - TODOS SOMOS UM SÓ:
“Somos todos um só,
E fragmentos de nós mesmos.
Ansiamos amar o próximo,
Mas não amamos a nós mesmos.
Percebo Brahman em tudo,
Mas não percebo a mim mesmo.
Percebo tudo o que está fora,
E não o que está dentro.
Somos todos um só,
E fragmentos de nós mesmos.
Não aceitamos nossa arrogância,
Não aceitamos nosso orgulho,
Somos vários em nós mesmos. [...]”
Pois bem: comungamos o pão e o vinho neste plano terreno, representações simbólicas, respectivamente, da matéria e do espírito!!!
Sob tais aspectos, aliás, poderia dizer que minha nutrição espiritual estaria em alta!!!
Brinco - em verdade brindo - porque o bom humor auxilia a desarmar os espíritos!!!
Brincadeiras à parte, bem verdade que tanto corpo como a própria vida moderna dependem, em alguma medida, da matéria: seja para a sobrevivência física ou mínima dignidade social.
Várias vezes ouvi que homem de barriga vazia não tem liberdade.
Não discordo!
Mas homem com espírito vazio também não!
Respeito quem discorde!
Tenhamos nós maior ou menor riqueza – na dupla simbologia dantes reportada – o fato é que devemos buscar o aperfeiçoamento e este só abrirá caminho quando sentirmos, SINCERAMENTE, necessidade de nos fazermos seres melhores.
É sabido que ninguém é o dono da razão, porém, não é apontando às imperfeições alheias que acharemos uma justa medida para a evolução!
Faz-se necessário focar naquilo que depende de nosso próprio empenho e que também está ao nosso alcance realizador.
Lugar comum, mas sempre olvidado, as realidades são feitas das conquistas de pequenos sonhos e, salvo raras exceções, vão se assomando conforme a escalada que torna todo esforço enaltecedor.
Foquemos os “olhos” MAIS para estendermos as mãos e muito, mas muito, MENOS, quando for para ceder às tendências sorrateiras do julgamento hipócrita, geralmente, daqueles que não têm a mesma coragem de “arriscar” empreitada alguma (certo que aqui já me traio com uma capa preta)!
Miremo-nos mais nos bons exemplos, exaltemos as virtudes, rendamos graças à vida e à capacidade para buscar a compreensão de que estamos – TODOS - unidos de alguma forma, sendo que o que fazemos - de MELHOR ou de PIOR - acabará por refletir-nos de algum modo: como um farol ou nos cegando!!!
Encerra-se mais esse devaneio que se espera tenha valido a pena aos corajosos leitores, parafraseando o Livro mais “vendido” (isso é outra história) no mundo:
“O cálice da bênção que abençoamos é a comunhão do sangue de Cristo? Acaso o pão que partimos não é nossa participação no Corpo de Cristo? Como há somente um pão, nós, que somos muitos, somos um só corpo, pois todos participamos do mesmo pão” (1 Cor 10, 16-17).
Enfim, reflitamos e transformemos nosso “Corpo Crítico” em “Corpo Autocrítico”!!!
SENILIDADE PRECOCE
Nesse intervalo que sobre
Talvez a vida te cobre
Que teu esforço redobres
Por uma causa mais nobre
Não deixes tua alma pobre
Que na ação tua língua dobres
Nisso é bom que te afobes
Pois aí a régua sobe
Grande experiência ao jovem.
CATAPULTA
Muito menos que uma vítima
Talvez seja um predador
Não importa mais a crítica
Bem mais vale o amor
E sem pretender perdão
Procurando uma desculpa
Desamarra esse cordão
E liberta a catapulta.
TEMPOS LOBUNOS
Talvez o caminho em que se pisa
Foram rastros de quem hoje precisa
Contar e ouvir as coisas da vida
Carinho e amor são brasas vivas
Mantém o calor a quem já está cinza!
Sem saber falar outra coisa, acabava-me por inclinar sempre ao sim. Nem não, nem talvez. Era sempre sim. Mesmo que fosse restritamente a vez do não ou do talvez, sem querer acabava por deixá-lo sair de mim.
E apercebi-me novamente que nunca me quis ser. Talvez porque nunca me fui. E se nunca me fui, nunca saberei o como é me ser.
✍️Elas talvez tenham esquecido que me contaram alguns segredinhos que só nós duas conhecemos, por enquanto eu prometo que levarei para o túmulo.
De Jararaca, como ela mesma me chamou, para as aprendizes de Jararaca.
Já encantei cobras, que depois, insatisfeitas com o "cesto" e a "flauta", partiram com seus venenos.
✍️Morrer não é o pior, envelhecer sem AMAR, adoecido, esse sim, talvez seja o único "pesar".
😔♾️🕉️❤️🩹
Domingos
Aos Domingos de uma qualquer semana, aprecio escrever pela noite dentro.
Talvez porque esse Domingo seja o final ou então a preparação do início de uma nova etapa.
Escrevo e descrevo imensas memórias por vir, algumas de fazer chorar e outras de rir.
Escrever é quase como fazer aquela viagem diurna de comboio inter-regional, sentado de início ao fim o mais junto da janela possível e com a cabeça encostada ao vidro de modo a abraçar silenciosamente toda aquela paisagem exterior. Paisagem essa que apenas estagna, tal e qual este corpo inerte e prostrado ao vidro da janela, quando a próxima paragem se avista.
Através dessa janela vejo e sinto o que há além de mim, curiosamente muito menos daquilo que existe dentro de mim. Esteja parado ou em movimento, ambas locomotivas dos sentidos serão sempre um ponto de partida, de paragem e chegada independentemente de termos viajado num Domingo.
Nasce uma estrela
Brilha forte e queima
Traz inveja ao de redor
Apagar talvez alguém queira
Por vezes tentaram
O brilho fraquejou
Mas Deus não permite
Que derrubem o que ele criou.
Talvez o Amor verdadeiro evidencia-se quando desenvolvemos esse amor em nós. Por que liberto de tudo que foi dito a respeito do Amor, passamos a viver verdadeiramente o Amor.
Não falo do amor que nascer a partir da presença de outrem, que assemelha-se a fogos que brilham intensamente, mas que logo em seguida se apagam, devido a falta de recursos que mantivesse essa chama acessa. mas do Amor que reconhece que tudo que precisamos encontra-se no vasto mundo de nós mesmo.
Talvez a morte seja apagar o passado e se unir ao presente,
Fechar os olhos e ampliar a consciência,
Transformar a matéria e libertar a essência.
O despertar do sono para Ser uma outra realidade
O DESPERTAR
Talvez seja essa a tarefa de maior relevância na vida, despertar para a consciência que se deve conhecer e vencer a si mesmo, podando as imperfeições para que as qualidades já existentes possam fluir no palco da própria existência. Os instrumentos, o tempo e os meios de consegui-lo é o próprio Homem inserido dentro de suas próprias possibilidades, seja ele rei ou plebeu, rico ou pobre, cristãos ou ateus, preto ou branco. Vários caminhos conduzindo a um só objetivo.
Pode levar muitos anos, talvez décadas mas uma pessoa inteligente, obstinada, determinada, em desvendar a Verdade dos fatos; consegue chegar lá!
Sendo assim, pode levar tempo, anos ou décadas, eu Cássia Cristina BERÇOT, com a GRAÇA DE DEUS vou reunir todas as provas, todas às pessoas envolvidas quem, lugares, documentos; fiz, faço e fareiTUDO que estiver ao meu alcance para desmascarar todos os meus algozes!
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