Talvez eu Esteja Precisando de Voce
Talvez uma pessoa seja abandonada por não estar conectada com as notícias e ou fofocas do momento. – talvez seja abandonada, deixada para trás, por não ter em si mesma as expectativas que de fato se espera nela. – essas expectativas são muitas e são transformadas em exigências, que, por vezes, difíceis de serem preenchidas.
Ora, quem nunca foi abandonado na vida? – Essa é a tônica do momento. – talvez seja o meio pelo qual as pessoas possam encorajar-se a abandonar alguém ou superar o abandono deliberado por outrem sobre sua vida.
Talvez não tenho um pensamento igual a muitos, mas , tenho um Deus que serve todos aqueles que o buscam de coração...
Ele é poderoso , é fiel, é o meu Deus, é o seu Deus...
Hoje é presente, ontem passado, e amanhã um futuro que talvez nem chegue...Viver o presente com alegria e sempre agradecendo á Deus por mais um dia, é o ideal...Obrigada Papai do Céu por me dar a chance de abrir os olhos para mais um dia de Vida!!
Dia após dia...
Dia após dia nada se compara com a realidade talvez porque o nosso sonho vive de uma distancia que outrora não poderá viver num silencio
Eu vivo cada minuto a pensar no amanha que eu pinto a preto e branco sem cores porque
já mais pensei viver esta situação com a pessoa que cultiva a minha vida sonhos historias risos choros brincadeiras para lá da realidade…
Noites em branco acompanham a minha vida querendo dar asas a realidade se eu não o sentir perco-me na imensidão a tristeza invade o meu ser.
Por vezes tento ser eu para demonstrar tudo o que sou mas não consigo por medo de perda
Tudo o que eu queria era tê-la a meu lado, para poder viver em paz porque neste caminho traçado só sobra espaço para o esboço as palavras que caracterizam tudo o que somos
Duas pessoas em busca da felicidade.
Nunca estive nem estou preparado para viver realidades relativas ao amor porque quem ama não sofre mas porque e que estou assim??
Tantos porquês sem resposta dão volume a minha imaginação fazendo filmes de curta metragem para que possa chegar a algum entendimento..
Querer não e só fazer e ter e poder amar quem nos ama sem criar cicatrizes que durem para a vida inteira.
Sinto-a a dissipar-se em todos os momentos e a sua partida pode ser repentina
Por vezes sinto me querendo dizer tudo mas esse tudo reduz-se em nada.
Sinto-me feliz mas sentir me ia mais feliz se tudo o que eu queria fosse verdadeiro
Sinto me sozinho no meio do nada sem vontade de agir sem paciência porque vejo o tempo a passar e nada muda.
Não a posso pedir para sempre porque não sei o futuro mas hoje peço e quero poder pedir para sempre com a mesma força que tenho porque e esse o meu desejo e percorro meio mundo para a poder ver feliz a sorrir e a sonhar.
Para mim tudo isto tem historia tudo isto tem significado porque tudo isto e amor. Eu sei o que sinto eu sei o que quero e ninguém o pode sentir por mim.
De tantas provas depois de tudo eu não tenho nada só tenho incertezas o que diz ser, seja duradouro, porque no meio eu só queria ter uma única coisa que justifica se sim e certo porque já o fez!
Talvez minha forma de enxergar uma forca imanente e transcendente ao homem seja radicalmente diferente da maioria. Não acredito num deus pessoal, que castiga aqueles que são considerados como infiéis e enche de bençãos um casta eleita, pertencente a determinada religião. Seria o mais terrível e cruel dos tiranos se existisse, jamais exaltaria ou me prostraria diante dessa figura grotesca.
Talvez a pior parte de alimentar coisas ruins está no simples e dolorido fato de que estamos alimentando algo que cresce no nosso corpo, na nossa alma.
Só quero mais um dia simples pra Viajar
Rodar essas Cidades ou talvez Mergulhar
Lunático independente a procurar.
Um dia de Sol
Eu peguei na beira-mar
Um Táxi pra Estação Lunar.
Talvez muitos digam que enlouqueci, não me importa, mas está na hora de derrubarmos as muralhas das escolas e darmos aulas nas praças públicas, afim de que todos possam ser emancipados da escravidão da ignorância!
O silêncio de Dilma
A passividade da presidente é tão estranha que demanda explicação. Talvez nem ela saiba ao certo qual o seu mandato.
Alguém que tivesse votado em Dilma Rousseff no segundo turno, viajado em seguida e voltado ao país no fim de semana passado não entenderia o que aconteceu. Eleita com 3 milhões de votos de vantagem, ela parece derrotada. Manifestações de rua pedem sua saída, adversários tentam vinculá-la à corrupção na Petrobras, na economia se apregoam cenários catastróficos. Como Dilma não reage ao cerco, perde espaço nas ruas, nas manchetes e no mercado. Também no coração e na mente dos que nela votaram.
A passividade de Dilma é tão estranha que demanda explicação. Não pode ser atribuída apenas a seu temperamento insular ou à falta de iniciativa de seus assessores. Há algo mais, que talvez tenha a ver objetivamente com o resultado das eleições.
Dilma venceu, mas não ficou claro, talvez nem para ela própria, qual é seu mandato.
A eleição derrotou (por pouco) o projeto de Aécio Neves para a economia, encarnado pela figura do financista Armínio Fraga. Mas não é evidente com que projeto Dilma venceu. Seria com "mais do mesmo" -- impedir o ajuste econômico e lançar o governo contra o mercado, com resultados imprevisíveis? Seria com o "ajuste gradual" -- tentar recolocar a economia no rumo sem sacrificar os níveis de emprego e renda? Ou seria, ainda, o "estelionato eleitoral" -- a adesão às teses do adversário, representada pela escolha de um nome de mercado para a Fazenda, como Henrique Meirelles?
Em eleições passadas, não houve tal dúvida. Fernando Collor de Mello era o "caçador de marajás" que tiraria o país do atraso. Fernando Henrique Cardoso, o presidente da estabilidade da moeda, com mandato para integrar o Brasil ao mundo global. Lula, o pai da inclusão social que aceitara, depois da carta as brasileiros, as ferramentas de mercado. Dilma, na primeira eleição, a seguidora do período Lula. Todos receberam das urnas uma missão clara e trataram de executá-la com mais ou menos tirocínio. Agora, pela primeira vez em anos, especula-se sobre o que Dilma fará no segundo mandato. A eleição não resolveu a contento esse aspecto do futuro.
O problema talvez se deva à maneira como Dilma venceu. Ela ganhou com uma plataforma à esquerda. Acusou Marina Silva e Aécio de curvar-se aos desejos do mercado e dos banqueiros. Ao falar em mudança de rumos e pessoas, ao prometer um novo ministro da Fazenda, porém, induziu parte dos eleitores (e do seu próprio partido) a acreditar que a gestão da economia no segundo mandato inclinaria alguns graus em direção à austeridade e ao mercado.
Agora, Dilma colhe os frutos da sua ambiguidade. Parte da aliança que a elegeu quer que ela dobre a aposta à esquerda. Outra parte apoia as mudanças que o mercado exige. Ambas as facções estão representadas no governo. Refém das duas - e pressionada pelo ruidoso descontentamento dos que não votaram nela - Dilma hesita. Ao fazê-lo, permite que a vida econômica do país entre em compasso de espera, enquanto a política se organiza contra ela.
Não há saída simples dessa situação. Dilma terá de fazer agora a escolha que não fez antes da eleição e renunciar ao apoio e à simpatia dos que ficarem insatisfeitos com ela. Qualquer escolha será melhor do que a paralisia.
Ivan Martins para Época
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