Talvez eu Esteja Precisando de Voce
Está doendo tanto,
Mas sei que a dor vai um dia acalmar.
Talvez não consiga esquecer,
Mas não será triste lembrar.
Você chegou como vendo,
Se foi como tempestade.
Deixou meu mundo devastado,
Não, não me fez mal.
Só tirou td do lugar,
Me tirou do meu lugar de conforto.
Tempestades se manifestam assim,
Marcam assim...
Você marcou,
Mas deixou td em pedaços.
Só sobraram destroços,
Partes minhas espalhadas no chão da vida.
O que farei sem você?
Onde encontrarei alegria ao acordar,
Onde estarei seguro?
Não tenho respostas a essas e várias outras perguntas que se formam em minha mente.
Solidão? Não sei se sentirei.
Saudades?
Sem dúvida alguma.
Tristeza será meu alimento diário, até que, meus pedaços se juntem novamente.
Alegria?
Essa nunca mais será completa...
Mesmo quando alguém vier e, com calma e paciência, levantar novas moradas, novas praças, nova vida.
Jamais serei o mesmo.
Quero parar de chorar, mas como se, me corto com meus cacos?!!
Vou viver, não apenas por viver... Não sou dessas pessoas que desiste da vida, por amores não correspondidos.
Um dia, quem sabe, você volte e, cole os pedaços, me traga alegria e seja meu sol eterno...?
Mas isso são só esperanças de um coração em pedaços...
As incertezas
continuam incertas.
Talvez seja bom,
Ou não.
Criar expectativas
Fere a alma,
Machuca,
Dói.
E o que vier
Será lucro.
E o que vier,
Chegará do mesmo jeito,
Mas fluirá no instante
Que brotar.
E não conspirará contra
O que eu esperei,
Pois nada esperarei,
Apenas viverei.
Por que estou vivo!?
Talvez essa seja uma das perguntas que fazemos quando perdemos o sentindo da vida..
Ou talvez seja quando encontramos o sentindo de tudo..
Estou caminhando para meu destino. Porém, no momento não sei qual é. E talvez, ninguém saiba.
Como desvendar as armadilhas do destino?
Sobreviver, e ser mais forte a cada dia.
Caminhos, contornados por pressões e expectativas.
Problemas, que tomam proporções absurdas quando se convive com ele.
Fel, o amargo sabor de quem lida com as consequências de suas escolhas.
Dúvidas, interrogações respondidas a medida que milhares surgem na mente.
Paz, onde ela está?
E o caminho continua, sendo seguido por muitos.
Muitos, os mesmos que seguiam lado a lado e que agora se distanciam, porque não possuem tantas dúvidas, porque fizeram boas escolhas, porque não sofrem com as consequências, porque não sentem o amargo fel impregnado na mucosa oral.
Caminham, sobrevivem, e os problemas?
Não são os mesmos. Não sentem a dor. A dor do outro é maior.
Aceno, o mesmo aceno dos corredores agora soam como uma despedida.
Logo, apenas mais um rosto.
Uma lembrança que jaz no esquecimento.
Acabou, acabou o sonho de possuir algo por mérito próprio, porque a primeira vez não foi brilhante.
Medo, a tensão que tira a vontade de experimentar, e perder de novo, e sentir a mesma dor, a mesma solidão.
Amor, sinônimo de decepção, de cegueira.
Frieza e força, uma combinação amargurada, o fruto do trauma.
Fé, acreditar naquilo que não se vê, acreditar que porventura o melhor está por vir.
Utopia. Realidade?
Martírio, súplica, chagas que foram abertas não na pele, mas na alma.
Ego, o eu que procura por uma estima.
Sonho, de abrir os olhos e acordar do pesadelo.
Desafio, de seguir em frente e aceitar o que é real.
Estou caminhando para meu destino.
Para onde o vento me levar.
Para onde o sorriso simpático esconde o entristecido na face.
Para novas cobranças. Para velhos fantasmas. Para aquilo que é imutável.
Aquilo.
Segredos que já não são mais segredos.
Desculpas que não serão aceitas.
Lágrimas. Fuga. Tempo.
Tempo que passou, que passará, mas que parece estar estagnado.
E no final do caminho, luz ou trevas.
Morte.
Qual é o meu sonho?
"Bom meu sonho é um pouco grande, talvez até impossível. Meu sonho talvez seja de várias pessoas também, meu sonho era poder ajudar ás pessoas do mundo inteiro, acabar com a miséria de uma vez.
Quando vejo ás pessoas jogadas de lado, aquelas pessoas que não tem uma boa posição social, aquelas esquecidas...
Queria ser um Deus sabe?
Para realizar e tranformar a vida das pessoas. Se eu fosse um Deus, criaria um mundo, um "novo" mundo onde ás pessoas pudessem serem livres, livres do ódio, livres do preconceito, livre da pobreza e miséria. Onde ás pessoas subessem amar uns aos outros.
Criaria em meu sonho, pessoas melhores, nele estaria pessoas que ao verem a pobreza e a miséria, sentiriam a dor e a solidão dos outros.
Não como nos dias de hoje que as pessoas simplesmemte se acostumaram a ver isso e ficam de braços cruzados. O que falta nas pessoas nos dias de hoje, é sentirem o que o outro sente. Isso talvez seja um verdadeiro "câncer" incuravél na nossa humanidade.
Nesse meu sonho, nesse meu novo mundo, deixaria também o que Jesus Cristo ensinou. " Amarás o próximo como a ti mesmo". Nesse mundo novo, teríamos Jesus como nosso MAIOR EXEMPLO.
Bom esse é o meu sonho..."
olhos nos olhos
talvez, não saiba quem tu és
e tu não saibas quem sou
mas quando nossos olhares se encontrarem
junto com a luz e os olhos cheios d'água
brilhará um arco-íris no céu
Nem sempre é preciso procurar um novo caminho para encontrar novos horizontes, talvez basta simplesmente olhar para o lado para enxergar a direção adiante! Prefiro andar o mundo todo de que andar como todo mundo, me sinto um paradoxo, quem sabe até paranoico não sei ao certo, mas, prefiro mesmo acreditar no meu mundo ao invés de permitir que o mundo me faça crer nas suas criações e criaturas sempre querendo chegar frente sem saber que ficará pra trás no próximo e imediato segundo, num futuro já antecedido que faz do presente uma distante lembrança que nem podemos mais traça-lo, pois estão tracejando-o por nós, o que resta agora é corrigi-lo, reescrevê-lo com as mãos e passar a limpo todo dia, assim poderemos, portanto, mudar o que ainda não foi impresso.
O pior de tudo, é chegar tão longe e morrer antes do seus objetivos!. Essas talvez possam ser as últimas palavras de uma pessoa que levou uma vida meio sem sentido.
Por que talvez algumas coisas no universo nunca farão sentido ou terão explicações, apenas acontecem.
"Humilhação"
Não vejo a hora de romper as artérias do meu coração
Porque talvez assim me veja com os olhos que te vejo
Porque dói tanto parecer não ser amado por ti
Me esquece por tantos e tantos minutos
Esquecendo minha timidez eu me atiro em você
Tire essa armadura
Me deixe adentrar esse coração duro e frio
Tenho com toda a certeza muita vontade de te cuidar,mostrar que eu sou capaz de dar-lhe segurança, felicidade,amor,prazer
Eu sou capaz,sou muito capaz,de dar a paz que o mundo lhe tira
Por favor,desculpa,volta pra mim,eu te amo ,preciso de ti,palavras humilhantes,mas não dou a mínima pra isso
Embriagado pelo cansaço,surrado pelo tempo
Esquecido pela maioria
Cabisbaixo,talvez pelo peso da vida
Dividido entre ir pra casa e permanecer no bar
Pois sabe que quando chegar em casa será notado apenas pela mulher,que o agride verbalmente com palavras fortes
No bar ouve as piadas sujas e sem graça de um bêbado qualquer ou os conselhos de José ,dono da pocilga
Não da atenção nem ri de nada
Lentamente leva o copo de conhaque até a boca
Em pouquíssimos movimentos detona o conhaque ,paga,virasse e vai
Chegando em casa olha firmemente para o cão,que o olha da mesma forma,talvez não tenha tido olhar mais sincero o dia todo
Entrando em casa ,seus filhos nem notam sua presença ,pois estão desligados desse mundo real
Banha-se ,come e deita naquela cama já a muito tempo fria
Ele já sabe o que fazer no dia seguinte
Sim ele fará a mesma coisa amanhã
O conformismo é uma areia movediça
Ele não se viu cair mas agora já se foi
"Talvez seja a pinta na sua orelha,ou a ruguinha na sua testa.Não sei,mas toda vez que olho pra você,imagino como serão meus filhos..."
Talvez isso seja algo da minha cabeça , talvez esse estar presente não seja tão presente, ou mesmo essa ausência não seja ausência, talvez seja mesmo um engano de se está enganado, talvez essa minha loucura ou mesmo minha criancice só complique as coisa, talvez elas ajudem, talvez meu jeito de imatura e insegura me transforma em alguém frágil, alguém que tem medo assim como os outros, talvez essa preocupação, esse cuidado, essa forma de amar não seja correta, ou mesmo seja a forma mais linda de amar alguém, talvez essa complicação seja só algo passageiro ou melhor seja um jeito de acrescentar algo que está faltando, talvez não esteja faltando nada, talvez tenha tudo, tudo o que preciso, talvez um sim, talvez um não, talvez em minha cabeça esse "Talvez " não signifique nada, porém, poderá significar tudo.
Talvez amar seja mesmo o que sinto por ti…
Perdoar- te sabendo que vais voltar a errar …
Dizer que te amo mesmo sabendo que tu não me amas…
Não dúvidar de um amo- te vinto de ti
Mesmo que todas as outras pessoas digam que não é sincero
Sofrer por ti sabendo que não vai valer o esforço
Vou lutar por ti sabendo que tu não sentes nada por mim
Não desistir de ti porque….
Porque essa palavra não existe no meu dicionário
Eu não vou desistir de ti mesmo sabendo…
Sabendo que esse amo-te vindo de ti é apenas para não me veres mal…
Amo-te daqui á lua
Daqui ao infinito
Não é a tua beleza que me faz dizer isto
Mas sim esse teu jeito fofo de me olhares…
Toda a gente me diz que tou a ir no caminho errado….
Mas o amor cega- me e eu só penso em ti…
Estar contigo é o meu sonho…
Não consigo pensar que tenho que te esquecer
talvez vc não seja a mulher mais bonita do mundo
mas d q isso importa se o q temos é um amor profundo
eu te amo vc tmb me ama
e nessa noite é meu desejo estar na sua cama
não pra bobagem
mas pra te fazer uma homenagem
não pra sacanagem
mas pra observar a linda paisagem
não pra me preocupar com volume
mas pra sentir o cheiro do seu perfume
o q eu quero é ver o paraíso que se faz em seu seu sorriso
mas a pesar d tudo pouco importa a sua bela aparência
perto do nosso imenso amor de d adolescência
msm estando com essa chata ausência
Somos a certeza do que não queremos, a dúvida pelo caminho a seguir, o talvez que pende entre o sim e o não, mudando de acordo com o vento. Somos a conformidade dos dias cinzas, o corpo acolhido na cama, o cansaço tardio do tempo em que a vida cabia numa mochila. Somos uma mala remendada e bagunçada, remexida, precavida. Somos a leveza esquecida, a impulsividade amarrada, a risada contida, a paixão amornada.
Somos nós com a nossa melhor companhia, sem o medo da solidão, confortáveis com a própria presença. Passamos a nos entender mais e nos aceitar melhor. Percebemos que verdadeiros amigos são poucos e que amores verdadeiros são raros. Não entendemos como fomos tão tolos e tão felizes, e porquê a sabedoria tem que vir de mãos dadas com a melancolia.
Somos a nostalgia daquilo que fomos, a saudade do que foi vivido e sentido, a lamentação da entrega cega, a dor latente da queda. O pensamento de que teríamos feito tudo diferente e exatamente do mesmo jeito. O arrependimento pelo que fizemos ou não, os porquês sem resposta, o tempo perdido. A falta de tempo que não deu tempo para nada. O vazio que ficou.
Somos a perspicácia adquirida depois de alguns golpes. A malícia extenuante que prefere mil vezes ceder o seu lugar à singeleza da boa fé. O agradecimento por ainda ter um bocado de lisura no meio de tanta desconfiança. Somos o faro aguçado e as unhas felinas, precavidos ao bote, antecipando o movimento suspeito. E nos convencemos de que somos melhores assim, mais fortes e preparados para as bordoadas, quando, na verdade, queríamos mesmo é voltar à época da credulidade e ingenuidade.
Somos uma constante metamorfose e a permanência da criança de antigamente. A casca se molda enquanto a essência persevera. O que somos é diferente do que nos tornamos, mesmo que o lado de fora influencie o de dentro. Mudamos a nossa forma de enxergar o mundo, o outro e nós mesmos. Modificamos o olhar sobre tantas coisas sem que deixemos de sentir cada uma delas. Os sentimentos perduram, enquanto a necessidade de ter razões para eles perde o sentido.
Somos o passo mais firme, a decisão coerente, a prudência sentimental, a disponibilidade laboral. Somos a necessidade de fazer parte de um grupo e a total falta de vontade de pertencer a um meio. Somos o duelo entre a soltura e a prisão. Não gostamos quando nos prendem, mas não admitimos quando nos soltam. Somos carentes da profundidade e dependentes da superficialidade.
Somos uma mistura do tudo e do nada que nos identifica e nos assemelha. Viver é isso. É um somatório de momentos, uma coleção de emoções, uma constante construção do ser. No fim das contas o importante é permitir-se. Por isso somos o que somos; o resultado daquilo que fomos e o rascunho do que um dia seremos.
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