Talvez

Cerca de 16719 frases e pensamentos: Talvez

⁠Vou ali na bica
Tomar um'água benta
Que me deixa bem bonita
Talvez encontre um sapo desencantado
Que além d'um abraço apertado
Também queira beijar minha boca.

Inserida por Waninharaujo

Eu olho mas não vejo
Eu sinto mas não desejo
Talvez exista algum anseio
De te ver novamente
Sobre a luz que resplandece a aurora e se desfaz no rubor fulgaz da perda da consciência alimentando o cárcere do passado não longínquo que emerge sob o efeito das anfetaminas que dominam o mundo e os homens pertencentes a ele.

Inserida por karinaMaia

⁠"Talvez nos encontremos novamente, mas será como olhar para um espelho quebrado. Os pedaços refletirão fragmentos de quem fomos, mas a imagem completa nunca mais será a mesma. O tempo nos transforma, nos molda e nos reescreve. E embora possamos encontrar novamente os mesmos caminhos, nunca mais seremos os mesmos."

Inserida por juliciocosta

⁠Com lágrimas nos olhos eu vi você voar sob o pôr do sol, talvez um dia nos encontremos quando a neve encontrar os oceanos.

Inserida por elielsepulchro

⁠Se você não consegue transformar algum erro em acerto, talvez o erro não seja realmente só seu!

Inserida por kutscher

Quem sabe você não seja o primeiro a entrar pela porta de um coração, mas talvez possa ser o último a conquistar o seu amor eternamente!

Inserida por kutscher

⁠Talvez se consiga arrancar do coração as páginas escritas por algumas paixões, mas quando for amor de verdade, vai guardar cada momento na memória da alma!

Inserida por kutscher

Esse raciocínio abre uma trilha curiosa: talvez o maior poder da religião nunca tenha sido a verdade, mas a narrativa. E narrativas, quando bem contadas, sobrevivem até às próprias contradições, pois mentiras ou narrativas mentirosas quando contadas ou ditas mil vezes acabam viram verdade.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

Talvez enquanto você está tentando engolir pra sobreviver
Por outro lado ,já estão descobrindo o prato preferido de alguém.
Oque foi dor ,
do outro lado e só mais um fim eo começo de uma nova história ... Enxugue suas lágrimas porque do outro lado já estão descobrindo o novo sorriso

Inserida por tatiane_rodrigues_4

Síntese.

Viver, traçar metas e busca de sonhos alcançar,
é talvez perder-se nas retas como também nas curvas se encontrar.
É encontrar nas coisas simples um pequeno sorriso,
Ou talvez o viver seja a síntese de tudo que é preciso.

Inserida por RobinS25

⁠⁠Se tivesse eu o dom de expressar o inexpressável.
Escreveria sob as lágrimas, talvez quem sabe, sobre a Saudade.

Inserida por RobinS25

O “talvez”, talvez já faz parte do meu dia a dia… Assim como talvez eu já não me importe mais, talvez eu já não sinta mais… Talvez eu já não ligue mais, talvez eu já não demonstre mais, e, talvez, apenas talvez eu esteja cansado de tanto tentar…

Inserida por RobinS25

SABER

Talvez sonho, que de ti eu soubesse
Que no fado no cerrado aqui estaria
Pois na vida o escrito tem o seu dia
E não adianta querer outro na prece

Contudo, o fato é que se envelhece
Um logro, pois envelhecer não devia
Cria-se ausência, e a casa fica vazia
Quando da parceria mais se apetece

E se perde o entusiasmo da alegria
Sozinho, a saudade não nos aquece
A atitude só quer estar na nostalgia

No certo, paga-se o preço, e agradece
São as prendas de se obter a sabedoria
Saber, dá alforria e harmonia nos oferece

Luciano Spagnol
21 de junho, 2016
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

SONETO SOLENE

Memorar. Um ano. Que importa o ano? Talvez
somente para lembrar os suspiros de tua ida
do silêncio invasor na casa após a tua partida
pra morte, igual, desfolho outonal em palidez

Fatal e transitório, a nossa viveza é vencida
pelo sopro funesto, ao sentimento a viuvez.
Julho, agosto, setembro, vai-se mês a mês
ano a ano e outro ano a recordação parida

Da saudade filial, que dói numa dor doída
de renovação amarga e de vil insipidez
que renasce na gelada ausência sofrida

No continuar, o vazio, traz pra alma nudez
chorada na recordação jamais esquecida...
Neste soneto solene: - a bênção outra vez!

Luciano Spagnol
julho, 2016
Cerrado goiano
Um ano de morte de meu pai.

Inserida por LucianoSpagnol

Memorar. Um ano. Que importa o ano? Talvez
somente para lembrar os suspiros de tua ida
do silêncio invasor na casa após a tua partida
pra morte, igual, desfolho outonal em palidez

Luciano Spagnol
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Talvez a gente se esbarre
Numa destas confusões do sentimento
Onde o tempo no tempo nos agarre
E nos carregue nos olhares do pensamento

Luciano spagnol
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

PRA ALÉM DO CERRADO

Para além do barranco do cerrado
Talvez só a estrada, ou um castelo
Talvez nada além dum olhar singelo
Porém, pouco importa, vou levado

Enquanto vou, aos devaneios velo
E os gestos postos no chão arado
Lavro cada sentimento denodado
Não sei e nem pergunto, só prelo

De que adianta querer qual lado
Se o fado é tão diverso no paralelo
E as curvas reveis no discordado

E para aquilo que não vejo, o belo
Sorriso, a mão do amor, ofertado
Assim, refreio passada com flagelo

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Março de 2017
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

MINHA BUSCA

Corro os olhos por almas, na cata dum olhar,
ou talvez apenas aquele sorriso roubado.

Então vou num serelepe agreste caminhar,
pelos abraços, laços, dum algo desejado.

E no afã dum afago, um riso, outro chorar,
aqui, ali, lá, vou tentando ter um agrado.

O vazio que me devora, implora, põe a orar,
vem do coração, que quer amor denodado.

Corro os olhos no fado, vejo o tempo passar,
o peito sofredor, e já com o fim tão cansado.

Sem sequer ter uma estória pra poder poetar,
se acostumou com uma solidão, está calado.

Quer versejar a rima perfeita com o tal amar,
ainda busca, não consegui estar parado...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2018, 11 de agosto
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

ventania

talvez a gente se esbarre
numa destas confusões do sentimento
onde o tempo no tempo nos agarre
nas lembranças, e nos carregue no pensamento...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

A UM TRISTE (soneto)

O meu destino é talvez a do azar
Jurando as venturas... de maneira
Que com o acaso se possa sonhar.
Vidas de má sorte várias, herdeira!

Outros êxitos talvez já pude gastar
Fui, um aventureiro na tranqueira
Do fado. E infausto agora a chorar
Ou pesado no sortilégio, na beira...

É brado num temor sem tamanho
Num luto da felicidade: permitidos
Mártir na dor, um desígnio estranho

Por isso, lamento aflição e pranto
Sentimentos dos heróis vencidos.
E com a alma cartada no recanto...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Outubro, 2018
Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

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