Talvez
Ontem, hoje e talvez amanhã.
Ontem o consumo nos carregava sei lá onde. Como marionetes do capital, comprávamos o dobro do que consumíamos. Sem tempo, afogávamos mágoas e ansiedade em remédios e smartphones, procurando refúgio em um consumismo desesperador.
Um vírus veio esfregar nas nossas caras como quem esfrega uma roupa manchada de vinho que afinal, não precisamos de tantas coisas. Que não devemos relativizar a vida ao capital e que precisamos cuidar uns dos outros e guardar quem é mais vulnerável. Que um vírus contamina muitas pessoas, mas os que morrem são os mais pobres e que quem menos tem, é quem mais doa.
Hoje temos tempo. Mas não podemos ir à praia, ao cinema... não podemos ver ou abraçar quem amamos. Mas também podemos pensar no quão as pessoas e a natureza são as únicas coisas que importam. E olha que louco, podemos ser heróis... basta apenas ficar em casa. Podemos olhar ao redor e pensar para onde estamos indo e que o Amanhã pode ser visto como um “renascer” onde as atitudes podem ser diferentes.
Toda vida humana deveria vir com manual de regras básicas,medianas,avançadas talvez nesse formato nos seriamos menos falhos, é possível sim.
Dentro de nosso tempo talvez não tenhamos vivido uma época em que os homens falem tanto em Deus como no agora, porem é muito importante que evoluamos ao segundo passo, em que vivemos Deus através não mais das palavras bem escritas, mas das atitudes que o mostram dentro de nós..
"Uma vez que, o sábio dialoga com a solidão e o ignorante com as multidões. Talvez durante anos da vida de um sábio, sua maior infâmia seja, ofertar à ignorância o valor que não lhe é digno. Dando-lhe pôr sinônimo de paz de espírito e felicidade. Enquanto o erudito é inconformado com as questões do mundo a sua volta, dialogando consigo mesmo. O néscio, sobrepuja as barreiras do pensamento lógico, bebendo, festejando e dormindo em berço esplendido. Certo de que o mundo simplesmente funciona."
Twitter.:@JovemInfluenc e Facebook: @eraumavezumtalbrasil
Com o isolamento social, esteja pronto para o reencontro com você mesmo. Talvez, esse seja o grande medo das pessoas. Nesse momento revelamos nossos monstros, nossas maldade e crueldade, perante nossos irmãos.
Mudanças, talvez não tão boas, talvez avassaladoras, irreparáveis, mas aqui estamos, apesar delas...
Se todos pensamentos pudessem ser declarados antes dos fatos, talvez não precisaríamos refutar toda a verdade!
Há quem pense que precisa se conhecer...
talvez, precise apenas reconhecer quem já sabe que verdadeiramente é.
As coisas correram mal nos últimos dias, mas talvez elas comecem a melhorar. Como vão melhorar você não sabe, mas é a possibilidade que importa...
Talvez você ache que é mais fácil acompanhar o fluxo, porque dessa forma você não precisa lutar contra ele, mas aí está o problema. Quando você vai rio acima, deve estar pensando o tempo todo no rio e no barco. Você sabe que se você se abandonar, perderá tudo o que ganhou. E você consegue ver o que está chegando com tempo, para evitá-lo. Mas se você seguir o fluxo, é muito fácil se deixar levar, permitir que sua mente divague e que o rio o domine.
Não procure em minhas vãs memorias nossos antigos versos de amor,tudo isso talvez tenha se perdido no meio tempo em que a insegurança nos afastou
Talvez as pessoas não reparam muito na sua beleza, pois ela algumas vezes pode estar escondida aí no fundo do seu peito e esconde-la não é uma das melhores opções, aliás, para que serve uma lamparina debaixo de um vaso? De nada serve. Pessoas estão ai fora e essa sua beleza pode impacta-las de tal modo que causará uma mudança interior, uma mudança de espírito, talvez você precise ver essa mudança mais de perto para admirar a sua beleza. Percorremos uma vida toda com a nossa própria beleza, queremos ela só para nós, mas podemos mostra-la para aqueles que estejam dispostos a conhecê-la aqueles mais próximos que mesmo não te conhecendo tiveram a curiosidade e vontade de te conhecer, conhecer a sua beleza por completo e perceber que é uma das coisas mais belas que já viu. Eu sei que você tem uma beleza, posso conhecê-la?
Saudades da paz interior, ou a ansiedade de tê-la talvez me roubou, quem sabe era uma falsa paz, mas nesses dias foram embora, ansioso, eu não espero, saber se o que a voz paranoica me diz é verdade, ela é uma velha amiga que me veio pela minha amada em uma frase maldita.
Talvez você volte
Com esse lindo sorriso, que diz toda a sua verdade.
Talvez você volte, com esse seu abraço apertado.
Talvez você volte, com essa gentileza, que faz toda a diferença.
Talvez você volte, com esse seu amor que comove todos os corações.
E talvez você não volte. Pelo simples motivo de querer ser feliz.
"As xícaras de café"
Talvez eu leve as xícaras. "Talvez" não. Eu quero as xícaras. Talvez, apenas, seja você que não entenda o porquê. Talvez eu tente explicar. Eu explico. Ainda assim, talvez, você não entenda. E tudo bem. É justamente pelo bem que as escolho. É que nas tardes frias, na dor da sua não-companhia, elas estavam lá. E é tão engraçado pensar nisso... porque você estava quase sempre, mas não estava. O que é apenas o corpo presente? O que é a dor de uma presença ausente? Então, as xícaras... a preferência pelas azuis não era acaso, mas uma tentativa de colorir o cinzento da solidão que me atravessava. E o medo, aquele geladamente sorrateiro, eu afugentava com o calor que nelas colocava. Era ele que me abraçava. O calor, o calor das xícaras de café...
Oh Medo,Nosssa...
Aquele medo,Acovardando a coragem ,alavancando a melancólica talvez essa culpa seja minha.
Eu tenho medo,viajante do tempo coexiste ao tempo,De fato me falta tempo a coragem vira medo,Fracasso as vezes é por acaso quem sabe alguns anos eu me caso,Não tenha um caso e te leve no meu quarto,Desbrave seus medos como um mar de monstros,Lhe falta harmonia para superar medos e ter novos para brincar...
Não sou o wood talvez tenha sido
Rude,A perfeição é um preço impagável sendo dela inexistente a perfeição é a sua evolução de medo a coragem.
