Talvez

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Talvez eu me vá perder em palavras
tentando explicar o que sinto,
quando isso não tem explicação;
está no fundo do coração, guardado,
trancado a sete chaves, a mil chaves; que
hoje se abre apenas em um sorriso seu,
gosto de você, mas não como todos gostam,
ou alguém possa ter gostado,
te gosto com carinho, com paciência,
em um amor de quem sabe esperar,
pois o meu amor não se cansa, vive na esperança,
de que um dia tudo vá mudar e eu resolva-me
declarar, falar do meu amor, dizer o que é fingir
e nada sentir, quando a realidade chega até doer,
pois no fundo no fundo;
eu amo você.

Talvez você não acredite, nem tampouco ainda eu... mas, mudei. Mudei o tom da voz, deixei a arrogância, mudei meu itinerário, rasguei o calendário, tirei o eu do vocabulário deixei apenas o nós.

Toda companhia é má, exceto a companhia dos iguais: Talvez a parte mais desagradável, mais malcheirosa, mais rica em decepções.

Cieumenta?! sim , talvez. Mas nao teria ciúmes se nao tivesse me dado motivos!!

Talvez você tenha medo do futuro
Talvez goste de ficar em cima do muro.

Talvez seja isso o que é amor, é algo que nos faz voltar a ser criança, a gostar de alguma coisa pelo simples fato daquilo que ela é e não por interesse ou pelo desejo do que ela pode te dar

TALVEZ EU NÃO SEJA DO TIPO NAMORÁVEL

Cansei de jogar a culpa nos outros, a verdade é que eu não sou uma pessoa fácil. Demoro para ser cativado, tenho dificuldades para perdoar mentiras e minha sinceridade quase sempre afasta as pessoas de mim. Quando as pessoas falam “eu te amo” na primeira semana eu fico com o pé atrás pensando: “de duas uma, ou ta falando isso só para ver se eu vou dizer se também amo, ou de fato não deve dar o mesmo valor que dou para um eu te amo”, enfim... Ando meio cético no terreno dos sentimentos e tenho desenvolvido o péssimo hábito defensivo de querer descobrir primeiro o defeito das pessoas, na tentativa frustrada de depois não ser surpreendido. E sabe o que eu descobri com tudo isso? O óbvio: que ninguém é perfeito, que todo mundo tem defeitos e que se procurarmos motivos para não ficar com alguém, sempre vamos encontrar vários. E em meio a qualidades e defeitos de pessoas que eu mal conheço, eu me pergunto: “Será que eu conseguiria conviver com isso a longo prazo?”, “Será que com o tempo essa pessoa vai continuar a sorrir quando eu contar as minhas piadas sem graça?” “Será que se eu não ligar, ela vai me ligar?”, “E se eu ligar? Como eu vou saber se ela teria me ligado?”,”Como poderei saber se sou ou não indiferente pra ela?”. No fundo, eu sei que todo esse questionário se resume a uma palavra: medo. É o velho medo de sofrer... Existe uma frase do Paulo Coelho (eu nunca pensei que um dia fosse citar Paulo Coelho, mas esta frase é realmente muito sábia), que diz: “O medo de sofrer é pior que o próprio sofrimento”. E mesmo sabendo disso, a gente continua a temer. Afinal, é natural ter medo de andar em labirintos, depois que se descobre que existem armadilhas nele. Antes disso a gente anda no labirinto e mesmo não sabendo para onde estamos indo, não nos sentimos perdidos. Engraçado essas coisa, né?! E levando em consideração as minhas feridas abertas, meu traumas, medos e fantasmas eu cheguei a conclusão que talvez eu não seja do tipo namorável, mesmo que uma outra parte de mim discorde, a parte racional é a quem escreve agora. E eu queria poder dar voz a minha outra parte, aquela que só quer um pretexto para por meu lado romântico em prática, mas isso me torna tão vulnerável... Sabe, a gente se abre, a gente acredita, a gente sonha e depois quando as coisas não dão certo, damos um jeito de nos culpar por isso. Mas é besteira esse lance de se culpar por acreditar, porque agora vejo que bem pior do que se culpar por ter acreditado em algo que não deu certo é não conseguir acreditar mais em nada. É... Talvez eu não seja do tipo namorável, talvez eu deva dar um tempo das pessoas, ou admitir que eu sou um solteiro convicto. Mas a verdade é que eu não sou, e por mais que eu queira convencer meu lado racional disso eu não consigo. Porque quando meu Eu racional diz “talvez eu não seja do tipo namorável” o meu Eu emocional responde em um lonnnnnnnnngo e pesado silêncio, e mesmo sem proferir uma única palavra, neste silêncio impossível de ignorar, é como se ele dissesse: “hey, eu ainda estou aqui viu?!”. Talvez eu não seja do tipo namorável, mas talvez eu seja mais do que aquilo que o meu racional diz. Talvez eu seja até um sonhador, um bipolar, um lunático, um romântico, talvez eu seja a minha ultima esperança.

Leio histórias e parábolas budistas.

TALVEZ.

Uma fala de um fazendeiro que acorda e descobre que seu cavalo fugiu.
Os vizinhos vêm e dizem:
-Que pena. Que azar terrível!
O fazendeiro responde:
-Talvez.
No dia seguinte, o cavalo retorna com mais alguns cavalos. Os vizinhos dão os parabéns ao fazendeiro pela mudança na sorte.
-Talvez - diz o fazendeiro.
Quando seu filho tenta montar um dos cavalos novos, quebra a perna, e os vizinhos se condoem.
-Talvez - diz o fazendeiro.
E no dia seguinte, quando autoridades vêm alistar o filho - e não o levam por causa da perna quebrada - Todo mundo fica feliz.
-Talvez - diz o vizinho.

Já ouvi histórias assim antes. São lindas em sua simplicidade e entrega ao Universo. Imagino se eu poderia me apegar a algo de tamanho desapego. Não sei. Talvez.

Paciência nem sempre é uma virtude. A passagem do tempo nem sempre é benéfica e, talvez, quem espere nem sempre alcance. No entanto, há algumas alegrias muito especiais pelas quais vale a pena esperar.

Menina má que chora escondida assopra as feridas e segue de cabeça erguida. Talvez uma pedra bruta cheia de certezas absolutas.
Infantil, imatura, aprende com a vida, às vezes tão dura.
São elas, mulheres meninas, que viram a mesa, o jogo e que não se deixam levar, elas preferem se arriscar.

Que mulher adulta, madura, bem resolvida não tem um alter ego assim?
Enquanto os saltos, muito altos, estalam pelo chão escondem assim o tiquetaquear de um leve coração, ora rebelde, ora cheio de amor.

"Talvez devesse dizer 'abandone o campo antes do eclodir da tormenta', mas é q às vezes eu mesma quero banhos de chuva. E imploro furacões."

Quem ama inventa

Quem ama inventa as coisas a que ama...
Talvez chegaste quando eu te sonhava.
Então de súbito acendeu-se a chama!
Era a brasa dormida que acordava...
E era um revoo sobre a ramaria,
No ar atônito bimbalhavam sinos,
Tangidos por uns anjos peregrinos
Cujo dom é fazer ressureições...
Um ritmo divino? Oh! Simplesmente
O palpitar de nossos corações
Batendo juntos e festivamente,
Ou sozinhos, num ritmo tristonho...
Ó! meu pobre, meu grande amor distante.
Nem sabes tu o bem que faz à gente
Haver sonhado... e ter vivido o sonho!

Mario Quintana
Quintana de bolso. Porto Alegre: L&PM, 1997.

Eu não me relacionava bem com pessoas da minha idade. Talvez a verdade fosse que eu não me relacionava bem com as pessoas, ponto.

Talvez o amadurecimento esteja chegando ou, talvez, minha paciência não seja a mesma de antes. Só sei que o meu presente seletivo causa repulsa e produz rancor naqueles que não se encaixam nos meus padrões.

Poderia dizer "sinto muito", mas não sinto nada disso. Sinto-me, tão somente, protegida dessa quantidade que não tem a qualidade que eu necessito para ser alguém melhor.

As aparências enganam.
Cuidado!
Talvez a periguete se esconda atrás de um óculos, para parecer santa e a tímida de um vestido curto, só para desfaçar a timidez.

"O problema é que a geração Coca-Cola perdeu o Gás. Talvez isso explique tudo..."


#Pensamentos soltos e complexos#

Andamos tão ocupados, que deixamos de apreciar as coisas mais simples da vida, talvez, as mais encantadoras, desde uma pequena flor brotando no asfalto, até o cantar de um lindo pássaro no galho de uma árvore.

A ocupação do nosso dia a dia, tem nos privado de enxergar as maravilhas que estão ao nosso redor, sem sabermos, que talvez aquele momento de stresse teria se dissipado, se apenas tivéssemos olhado para o jardim lá fora, e admirado aquela minúscula borboleta voar de flor em flor.

Temos tanto, mas isso não é o essencial; você olha para uma pessoa simples, sem moradia, ali na rua, vê o sorriso no rosto dela, mesmo ela tendo a certeza de que não está nada fácil; vê o rapaz dormindo na calçada com seu único amigo, seu cachorrinho, que presencia seu choro e suas alegria todos os dias, mas com uma lambida, e um rodopio feito pião, faz esse rapaz saltar de alegria.

Alegria nos momentos e nas coisas mais simples, mesmo que o seu dia esteja ruim.

Não há garantias de que amanhã poderemos ouvir o canto dos pássaros, sentir o perfume das rosas, admirar o arco-íris no céu azul celeste, se alegrar nas pequenas coisas da vida.

O hoje, Deus nos permitiu, nos deu mais uma oportunidade, mais uma chance, e igual a essa, talvez não teremos mais.

A simplicidade traz alegria ao coração!

Sei que pra você eu talvez possa ser só uma menina boba e apaixonada, que ainda não sabe de nada da vida , mas uma coisa eu garanto: chegará o momendo de ter que crescer, amadurecer e aprender. e talvez os papéis se invertão e descubra que essa menina aqui nunca foi uma boba apaixonada ela apenas amava, e você que não foi maduro suficiente pra perceber isso. E eu decobrirei que quem sempre foi bobo e menino foi você, por não valorizar o que mais bonito pode se ter de alguém: O AMOR.

Talvez nos custem esforço, lágrimas e mesmo angústias; não devemos, porém, vacilar ou desistir

E a vida talvez seja como a teoria do caos, onde grandes histórias iniciam de pequenos momentos, às vezes tão pequenos que chegam a ser insignificantes. E em como um bater de asas de uma borboleta altera o curso da sua vida para a eternidade.