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Se você se define como o esquema das coisas, então, ninguém está impondo em você. Você não é uma vítima, você está se fazendo de vítima. E aí você pode dize: "Eu sou responsável por esta vida, quer seja comédia ou tragédia, eu a fiz." E pra mim isso é uma base para comportamento e pra viver, que é fundamentalmente, mais alegre, vantajoso e fantástico do que definirmo-nos como vítimas desamparadas, pecadores ou o que for.
Cristo não era uma pobre vítima na cruz. Ali Ele não estava sucumbindo, pelo contrário, estava vencendo a morte.
Eu já não me sinto bem em nenhum lugar. Meu apartamento é um lugar horrível, triste, me deprime voltar pra lá, aquela rotina, aquelas situações, a vontade de sair de lá é permanente. Minha casa? Meu ninho, meu lar, meu tudo, desmoronou. Cada vez que retorno, arrependo-me, queria sair daqui. O meu amor transcende, mas a minha razão entende que não pertenço mais a este lugar. A casa dos meus avós virou cenário de problemas familiares que me irritam a ponto de evitá-los. O único lugar que ainda consigo ter um pouco de paz é a igreja, no momento antes das dúvidas invadirem meu inconsciente e me fazerem de vítima da distração.
Deixe de lado essa vontade de gritar o quão desgraçada é a sua vida. Não é destino, são escolhas, experimente trocar o seu discurso de vítima por um discurso de alguém que realmente é agradecido por tudo que tem, e que não culpa o mundo pelos fracassos. Perceba, as coisas vão melhorar
Qual é seu papel?
De criança inocente vítima dos pais.
Esposa que se sacrifica.
De pai, que se mata para manter o lar.
Trabalhador explorado pelo patrão, pela vida, etc...
Vítima do destino.
Todo drama, quanto mais forte, mais próximo fica do cômico.
Qual é? Vítima? Dramático?
Pare de ser coitado...só.
Não seja vítima de seu vitimismo, agindo assim, você não avança em seus sonhos e projetos. Supere isto. Se supere e avance.
Que as nossas atitudes não sejam monstruosas, com intenção de acordar os monstros de outras pessoas e no fim nos comportarmos como se fôssemos vítimas. Furucuto,2024
Ser vítima é uma escolha, e podemos deixar que as adversidades nos definam, nos consumam, ou podemos aceitar as habilidades extraordinárias que temos nesta vida pra criar o resultado que escolhemos pra nós mesmos.
Pare de se colocar no papel de vítima e sentir pena de si mesma! Reaja! Levanta-te, ergue a cabeça e segue! Enquanto estiveres no chão lamuriando, ninguém vai querer estar ao teu lado.
"Heroicamente obediente até ao ponto de fazer-se com Jesus, Vítima Imolada sobre a Cruz!...Jesus, Jesus, Jesus... eu sim Te amo muito, muito, muito! Quero viver; quero morrer imolada sobre a Cruz, Morrer por Ti! Sois dispostas assim? Vinde para ter com aquele de Jesus, o abraço da Vossa Mãe."
Se você decidir a maneira como as pessoas devem agir com você, provavelmente, irá viver decepcionado. Pior do que isso: você sempre se enxergará como uma vítima e se sentirá desvalorizado quando, na verdade, é o egoísmo que aparece quando você quer respostas convenientes do outro.
Um dos maiores valores morais da advocacia encontra respaldo na defesa daqueles que se invertem em vítimas pelo injusto penal transfigurado de medida certa aplicada, no qual o absurdo jurídico em detrimento do “justo” tem “fundamento” arbitrário em cunho pessoal doentio, o vingativo social, dos hipócritas obcecados por impelir a “justiça com as próprias mãos”, seja por atos mais simples, ante os sórdidos e às escondidas, a exemplo se negar informação jurídica quando solicitada a quem deva informar.
O ASSASSINATO DE ONTEM
Foi incrível sentir o sangue escorrer entre os meus dedos, depois de aperta-lo fatalmente. Voltei ao estado de relaxamento depois de sentir esta morte. Por alguns instantes respirei profundamente e pensei na família que ele possuía. Recordei que outros também haviam sido eliminados. Mesmo assim, uma incorrigível vontade superior a qualquer sensibilidade humana, me direcionou exatamente no local onde eu havia encontrado minha última vítima. Foi naquele mesmo quarto que ele recebeu a primeira pancada. Ainda trêmulo e vivo, um pouco tonto, sem saber onde estava, rodopiou e caiu, antes de ser instantaneamente esmagado e morto, conseguindo apenas realizar o seu ultimo movimento. Senti que não poderia voltar atrás. Por alguns instantes tive a certeza que aquela vítima, tinha o objetivo de tirar o meu sangue, talvez por ódio ou simplesmente obedecer ao seu instinto natural perverso e faminto. Estou mais forte, seguro e confiante agora. Não permitirei que minhas noites sejam perturbadas novamente. Tenho certeza que isso é só o começo. De fato voltarei a obedecer este instinto letal novamente. Algum dia, do mesmo jeito, quando sentir a necessidade e o momento oportuno, farei tudo novamente. Foi exatamente assim que consegui acabar com a vida daquele pernilongo que me atormentava a noite.
Uma heroína, justiceira, aquela mulher que insiste em salvar tudo e a todos, menos a si mesma, sente a necessidade de se casar ou se relacionar com alguma vítima, visto que em sua cabeça, de forma inconsciente, ela acha que irá salvar esse homem. Porém essa situação desempenha um papel de extrema importância no sistema familiar: já que um vem para aprender, complementar e curar o outro. Esse seria o processo de desenvolvimento de ambos, pena que não enxergam assim.
